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Dando nova redação à frase “Aliás, esse frio amargo e triste que lhe vem das vísceras, que lhe sobe de dentro de si, produz-lhe sempre uma sensação de sono , um a necessidade de anulação , de aniquilamento...”, mantendo-se a correção formal de seus elementos lingüísticos, a coerência e o sentido original, ela ficaria:
Quando esse frio amargo e triste lhe vêm das vísceras, sobe dentro dele, produzindo-lhe sempre uma sensação de sono , um a necessidade de anulação, de aniquilamento.
Portanto, esse frio amargo e triste, cujas vísceras produz-lhe sempre uma sensação de sono, cria uma necessidade de anulação , de aniquilamento.
Ademais, esse frio amargo e triste que lhe vem das vísceras, o qual lhe sobe de dentro de si, produz-lhe sempre uma sensação de sono, uma necessidade de anulação, de aniquilamento.
Entretanto, esse frio amargo e triste que lhe vêm das vísceras, que lhe sobe de dentro de si, produz-lhe sempre uma sensação de sono, uma necessidade de anulação, de aniquilamento.
Embora esse frio amargo e triste venha de suas vísceras, aonde sente uma necessidade de anulação e a aniquilamento, que lhe sobe de dentro de si, produz-lhe sempre uma sensação de sono.
No período "Depois da solene promessa real, autoridades menores juraram dezenas de vezes na mesma direção. Juras nunca honradas. Aos primeiros sinais de alívio, em geral produzidos por eventos aleatórios, não resistimos à tentação de esquecê-las". Caso a palavra autoridades fosse passada para o singular, quantas outras alterações deveriam ser feitas para manter a correção do período?
1.
2.
3.
4.
5.
A respeito da diferença entre coerência e coesão textual, assinale a alternativa correta.
Os elementos morfológicos integram a coesão e as questões sintáticas compõem a coerência.
Epítetos e nominalizações são características da coerência.
A coesão remete à parte visível do texto enquanto a coerência refere-se ao que se deduz do todo.
Aspectos como a concatenação correta entre as frases do texto, buscando-se uma unidade de sentido, são recursos coesivos.
A coerência preocupa-se com aspectos gramaticais e a coesão reporta-se à ideia principal da informação.
Considerando as relações de coesão e coerência estabelecidas pelo texto, é correto afirmar que, no plano conotativo, “homens” (linha 31, antes de “esmagarem”) equivale a:
“outros Josés” (linha 16) e “homem” (linha 21).
“Alguns” (linha 18) e “genealogias” (linha 24).
“matilha” (linha 19) e “terras de Portugal” (linha 36).
“objeto de troça” (linha 32) e “bens avultados” (linha 34).
“a asa da lei” (linha 33) e “um alvo humano” (linha 36).
“As ‘montanhas’ dessa superfície, por sua vez, direcionam a luz que incide sobre elas para os ‘vales’”. O recurso coesivo grifado na frase retoma diretamente qual elemento imediato do texto?
asas
dessas superfícies
As montanhas
Essas escamas
Em "Não é à toa, visto que o nosso gado tem a pior produtividade do mundo[...]." (2º§), o elemento coesivo destacado expressa a ideia de
condição.
explicação.
conformidade.
consequência.
proporcionalidade.
A respeito dos recursos coesivos utilizados no texto, julgue as afirmações a seguir:
I “São frases que não funcionam, traços que não convencem, hipóteses que falham”. As palavras destacadas nesse trecho criam um tipo de coesão chamada de referencial.
II “Tem gente que acha que gênio é aquele cara que nunca fracassa, para quem tudo dá certo, meio que magicamente. Nada disso”. A palavra sublinhada é um pronome anafórico que retoma toda a afirmação anterior.
III “Se tivéssemos sempre sucesso, como entender os que fracassam?”
A palavra sublinhada refere-se ao verbo tivéssemos. Estão corretas:
As afirmativas I e II.
As afirmativas I, II e III.
Apenas a afirmativa I.
Apenas a afirmativa II.
A reescrita do segmento “Na decisão, Danda defendeu que não havia vínculo de emprego na situação, mas que isso não impedia o trabalhador de receber indenização por danos morais”. (9º§) cuja correção linguística encontra?se preservada pode ser identificada em (desconsidere possíveis alterações de sentido):
Na decisão, Danda defendeu que ainda que não havia vínculo de emprego na situação, o trabalhador poderia receber indenização por danos morais.
Na decisão, Danda defendia que mesmo não havendo vínculo de emprego na situação, o trabalhador não estava impedido de receber indenização por danos morais.
Danda defendeu, na decisão, que não haviam vínculos de emprego na situação, mas que isso não impedia o trabalhador de receber indenização por danos morais.
Na decisão, Danda defendeu que não havia vínculo de emprego na situação, por conseguinte, isso não impedia o trabalhador de receber indenização por danos morais.
Considerando-se a coesão textual por sequenciação, pode-se afirmar que dos fragmentos transcritos abaixo a relação lógica é de oposição em:
"Aguardo, pois, um tempo futuro que me facilite alcançar o cerne da matéria"
"E apresentem , além do mais, marcas persuasivas, eloquentes, insidiosas"
"Sob este mito aloja-se a sua estética, assim como a consciência da arte."
"Mal defino, contudo, este enigma a que sirvo, apesar do longo convívio com o fazer literário."
"Sempre que tentei esclarecer os postulados da arte narrativa, falhei em apreender sua vasta relação com o mundo e os seres."
Neste excerto “O papa Francisco pediu nesta sexta-feira (23) que os aparelhos tecnológicos, como celulares e tablets, não atrapalhem as conversas em família” (l. 01 e 02), a relação de coesão entre “aparelhos tecnológicos” e “celulares e tablets” se dá por meio da:
hiperonímia, a relação existente entre um termo mais genérico (“aparelhos tecnológicos”) e um mais específico (“celulares e tablets”).
meronímia, o segundo termo (“celulares e tablets”) constitui uma parte do primeiro (“aparelhos tecnológicos”).
catáfora, o segundo termo (“celulares e tablets”) retoma o primeiro termo (“aparelhos tecnológicos”).
anáfora, o primeiro termo (“aparelhos tecnológicos”) aponta para o segundo (“celulares e tablets”).