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Quanto ao uso dos pronomes demonstrativos marque a alternativa incorreta.
Tire este bicho do meu cabelo.
Pode me passar essa caneta?
Aquele não é o seu casaco?
Não quero falar nesse momento.
Há pronome demonstrativo em:
“Ainda assim, ensejam discussão - o tema também está em pauta no Brasil.”
“As regras adotadas no Chile não chegam, obviamente, a tamanha arbitrariedade [...].”
“Mesmo os que engordam não são inadequados para todos a todo momento.”
“Neste caso se interfere na liberdade de expressão [...].”
A gravidez da mulher jovem não é um problema exclusivo do nosso tempo. Isto era um fato comum e cotidiano: nossas avós casavam-se aos 15 ou 16 anos e começavam a procriar, nunca ocorrendo a ninguém daquela época que isso pudesse ser um problema, pois essas gestações eram desejadas. O que se tem constituído em preocupação é isso: o crescente número de gestações indesejadas na adolescência.
VITELLO, Nelson. Pais & teens, ano 2, n. 3 (adaptado).
Assinale a alternativa cujo fragmento extraído do texto apresenta um desvio da norma culta da língua quanto ao uso dos pronomes demonstrativos.
“O que se tem constituído em preocupação é isso: o crescente número...”
“Isto era um fato comum e cotidiano: nossas avós...”
“pois essas gestações eram desejadas”
“ocorrendo a ninguém daquela época”
“que isso pudesse ser um problema”
Na frase: “A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja” (6º parágrafo) o pronome destacado funciona como:
demonstrativo.
pessoal do caso oblíquo.
indefinido.
relativo.
Assinale a alternativa que contém um pronome demonstrativo.
Minha terra tem palmeiras.
Sua Santidade virá ao Brasil.
Vou ler esta revista agora.
Eu acho que tu não deves sair com ela.
O termo “isso” (l. 29) refere-se a quê?
A importância do trabalho de pesquisadores sobre temas brasileiros na formação, no exterior, de especialistas no Brasil.
A desmistificação gradativa dos estereótipos desenvolvidos e difundidos pela imprensa internacional sobre o Brasil.
A aceitação passiva por parte dos brasileiros das notícias e informações disseminadas a respeito do Brasil lá fora.
A existência de estereótipos e leituras distorcidas acerca das matérias veiculadas pela imprensa internacional.
"ESSE é o conceito adotado pela ONU e pela sociedade brasileira."
O uso da forma destacada do demonstrativo, no contexto, se justifica em razão de:
estabelecer referência com ideia já apresentada anteriormente.
introduzir termos que destacam elementos externos ao texto.
fazer referência ao que se vai dizer, no interior do discurso.
marcar condição para realização da ideia apresentada.
apresentar o que vai ser dito posteriormente.
Indique a alternativa em que o vocábulo em destaque seja um pronome demonstrativo.
Pegue sua calça.
Isto é meu.
Não me refiro a vossa senhoria.
Alguém pegou meu livro.
Quanto aos pronomes pessoais, possessivos e demonstrativos, é correto afirmar respectivamente:
Denotam as pessoas gramaticais, denotam o que lhes cabe ou pertence, denotam o que delas se aproxima ou se distancia no espaço e no tempo.
Denotam o que lhes cabe ou pertence, denotam as pessoas gramaticais, denotam o que delas se aproxima ou se distancia no espaço e no tempo.
Denotam o que lhes cabe ou pertence, denotam o que delas se aproxima ou se distancia no espaço e no tempo, denotam as pessoas gramaticais.
Denotam as pessoas gramaticais, denotam o que delas se aproxima ou se distancia no espaço e no tempo, denotam o que lhes cabe ou pertence.
Denotam o que delas se aproxima ou se distancia no espaço e no tempo, denotam o que lhes cabe ou pertence, denotam as pessoas gramaticais.
Considerando a estrutura morfossintática do período, na oração “‘ninguém pode feri-lo sem seu consentimento’” (linhas 5 e 6), os vocábulos sublinhados classificam-se, morfologicamente, como pronome
interrogativo, conjunção, preposição e pronome demonstrativo.
relativo, preposição, advérbio e pronome possessivo.
demonstrativo, pronome relativo, conjunção e advérbio.
pessoal reto, artigo, conjunção e pronome relativo.
indefinido, pronome pessoal oblíquo, preposição e pronome possessivo.
Que relação os pronomes demonstrativos estabelecem com as pessoas do discurso nas imagens da charge a seguir?
1)
2)
(Disponível em: <https://www.google.com.br/search?q=charge+inocente+sobre+a+dengue>. Acesso em: 20 mar. 2017).
Imagem 1: distância; imagem 2: distância.
Imagem 1: distância; imagem 2: proximidade.
Imagem 1: proximidade; imagem 2: distância.
Imagem 1: proximidade; imagem 2: proximidade.

Disponível em: <http://lpgabaritos.blogspot.com.br/2012/07/pronome-exercicios-2.html>. Acesso em: 11 fev. 2017.
Considerando a proximidade dos personagens, que se manifestam verbalmente na gravura, aos objetos a que eles fazem referência, quais pronomes demonstrativos preenchem, correta e respectivamente, as lacunas?
ESTA e ISSO.
ESTA e ESTA.
ESSA e ESTA.
ESSA e ESSA.
ESSA e ISSO.
Leia o texto a seguir.
Por que empresa proíbe caminhões de virar à esquerda e economiza milhões
Evitar ao máximo dobrar à esquerda. Isso é quase um mantra para os motoristas das vans da UPS, a empresa americana de entregas que diariamente distribui 18,3 milhões de pacotes e documentos. Por causa dessa política, os motoristas não seguem os caminhos mais curtos quando se dirigem de um ponto a outro, nem evitam que seus caminhões fiquem mais tempo no trânsito.
E por que fazem isso? Tentar dobrar à esquerda no trânsito (ou à direita, em países onde a mão é do lado esquerdo) faz com que o motorista tenha de esperar que o semáforo ou o trânsito no sentido oposto dê uma oportunidade de cruzar. Também torna mais provável uma colisão entre veículos.
Portanto, desde 2004, a UPS aplica o critério de não dobrar à esquerda e, atualmente, 90% das viagens que seus caminhões fazem são seguindo sempre pela direita. De acordo com a empresa, isso permitiu economizar por ano cerca de 38 milhões de litros de combustível, deixando de emitir 20 mil toneladas de dióxido de carbono. Além disso, entregam 350 mil pacotes a mais.
Disponível em: <http://www.bbc.com/portuguese/curiosidades-38891872>. Acesso em: 08/02/2017.
Sobre as relações de coesão desempenhadas pelas expressões destacadas no texto, assinale a alternativa CORRETA.
O conectivo Portanto tem valor conclusivo no início do último parágrafo, por isso é correta a sua substituição por Logo.
O pronome isso está retomando a informação dada no parágrafo anterior e poderia ser substituído por isto, ainda de acordo com a prescrição normativa.
A conjunção nem tem valor adversativo no trecho em que aparece, motivo pelo qual poderia ser substituída por contudo sem alteração de sentido.
As duas ocorrências destacadas do vocábulo que funcionam como pronomes relativos, retomando um termo já introduzido no período.
O pronome onde poderia ser substituído por aonde no mesmo contexto em que ocorre, mantendo-se a correção gramatical do trecho.
Sobre o uso do pronome demonstrativo "isso", presente no primeiro quadrinho, assinale a alternativa correta.
O pronome correto deveria ser "isto·, já que a coisa demonstrada está próxima do locutor.
O pronome correto deveria ser ·isto", já que está fazendo referência a algo que não foi dito.
O uso do pronome está correto, pois está se referindo a algo que já foi dito.
O uso do pronome está correto, pois está se referindo a algo que está próximo do locutor.
Pelo menos três situações justificam o emprego dos pronomes demonstrativos este/a; isto, segundo a gramática normativa: a) na remissão a um período de tempo presente; b) na remissão textual, em indicação de fato passado; ou c) na remissão a termos próximos. Julgue as explicações fornecidas a seguir sobre o emprego desses pronomes no texto, assinalando V(Verdadeiro) ou F (Falso):
( ) O uso do pronome em “eu atribuo esta realidade” (linha 3) atende à primeira regra, já que, no processo enunciativo, atualiza-se o fato experienciado pelas mulheres, no caso a violência.
( ) A remissão por meio de “isto” em “acabam perpetuando isto em suas famílias” (linha 10) fere a segunda regra, visto que “resumir/encapsular” a ideia expressa no período precedente favoreceria o uso anafórico do pronome, logo “isso”.
( ) Na frase: “esses homens não conseguem ressignificar esta relação de sofrimento” (linha 11), embora o sintagma em destaque faça remissão a uma informação do período anterior, deve ter prioridade, na aplicação da regra, a relação de proximidade entre os referentes, daí seria inadequado o uso de “essa”.
( ) Em “ainda existem fatores que interferem nesse rompimento do silêncio” (linha 17) há uma falha no uso do demonstrativo, uma vez que foi desconsiderada a proximidade entre “rompendo com este silêncio” e “nesse rompimento do silêncio”, sendo mais apropriado o uso de “este”.
( ) O sintagma “este silêncio” (linha 16) sumariza o conteúdo da pergunta relativa ao “medo de denunciar” (linha 15), evidenciando que a função de retomada não é exclusiva do pronome e que o processo de referenciação não se limita à remissão a “termos”.
Feita a análise das proposições, a sequência que corresponde CORRETAMENTE à questão é
V, V, F, F, F.
V, V, F, F, V.
F, F, F, V, V.
F, F, V, V, V.
V, F, V, F, V.
Assinale a alternativa em que as relações estabelecidas no enunciado por meio de um pronome (destacado em negrito) estão CORRETAMENTE analisadas.
“não é o objetivo da presente coluna proferir uma invectiva contra os que violentam a sintaxe da língua de Camões. (1º parágrafo) – O pronome “os” equivale a “aqueles” e se refere a todo o segmento sublinhado.
“Se essa possibilidade não faz cair o seu queixo, deveria”. (2º parágrafo) – O pronome “seu” situa a pessoa que fala no discurso e se refere ao termo “queixo” (queixo de quem fala).
“Alguns passarinhos japoneses resolveram melar o nosso triunfo”. (2º parágrafo) – O pronome “alguns” determina (aponta) o termo “japoneses”, permitindo a seguinte leitura: „alguns japoneses resolveram melar (...)‟.
“Seu significado varia um pouco, mas podemos dizer (...) que combinações das três primeiras „palavras‟ (...) denotam (...)”. (4º parágrafo) – O pronome “seu” refere-se a “combinações”: „o significado das combinações‟.
“as nossas capacidades mentais derivam de „tijolinhos‟ cognitivos que já estavam presentes (...).” (8º parágrafo) – O pronome “que” retoma o termo “as nossas capacidades mentais”: „as nossas capacidades mentais já estavam presentes (...)‟.