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Assinale a alternativa correta quanto ao tipo textual predominante no texto:
Notícia.
Poesia.
Narração.
Romance.
Dissertação.
Assinale a alternativa que indica a tipologia textual predominante no texto “O aluno computador” e o gênero textual a que ele pertence, respectivamente.
Relato – artigo de opinião.
Relato – crítica literária.
Argumentativa – conto de ficção científica.
Narrativa – fábula.
Narrativa – crônica narrativa.
No que se refere à tipologia, o texto CG2A1-I é predominantemente
dissertativo-argumentativo.
descritivo.
dissertativo-expositivo.
narrativo.
injuntivo.
O texto é uma crônica e, por esse motivo, nele predomina a narração.
Certo
Errado
É narrativo o trecho
O projeto visa possibilitar o reconhecimento de pessoas negras na cultura brasileira, a partir de sua vivência, reconhecendo seus valores quanto à pluralidade racial, tornando-os capazes de interagir e garantir seus direitos e deveres como cidadão na sociedade (linhas 8 a 10).
Eu tive uma experiência durante um concurso voltado para jovens e quilombolas. Eram 25 alunos, na faixa de idade de 12 a 16 anos. Eles não conheciam a própria história e cultura (linhas 13 a 15).
Para mim é uma honra. É uma sensação de realização. É um reconhecimento incrível e uma força para que eu possa ir mais além (linhas 29 e 30).
O encontro proporciona a troca de experiências por meio da socialização e debates de resultados de pesquisas e de projetos exitosos de ação pedagógica antirracista intercultural impulsionados pelo Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (CEERT) e aplicados nas escolas das redes públicas de ensino (linhas 39 a 42).
Sabe-se que as tipologias textuais são construções orais ou escritas, nas quais os textos são formados por estrutura fixa e objetivos definidos para veicular a mensagem. Em relação ao texto, analise as afirmativas abaixo sobre a tipologia textual utilizada.
I. Predominantemente narrativa.
II. Predominantemente descritiva.
III. Predominantemente injuntiva.
Estão corretas as afirmativas:
I apenas.
II apenas.
III apenas.
II e III apenas.
Marque a alternativa com análise INCORRETA.
A Tragédia exemplifica o gênero épico, tematizando os grandes conflitos da condição humana, vividos por homens superiores, sendo seus heróis arrastados pela fatalidade, podendo-se incluir a comédia, que mostra o ridículo, a mediocridade do mundo real, concreto e mesquinho, em que agem homens inferiores ou tolos, é uma crítica de costumes.
Nos versos: "Nasce o Sol, e não dura mais que um dia, / Depois da luz se segue a noite escura, / Em tristes sombras morre a formosura, / Em contínuas tristezas e alegria". - temos ideia de efemeridade do tempo, representadas em estrofe de cunho filosófico.
Os elementos textuais em: "Algum tempo hesitei se deveria abrir estas memórias pelo princípio ou pelo fim, isto é, se poria em primeiro lugar o meu nascimento ou a minha morte. Suposto o uso vulgar seja começar pelo nascimento, duas considerações me levaram a adotar diferente método: a primeira é que eu não sou propriamente um autor defunto, mas um defunto autor, para quem a campa foi outro berço: a segunda é que o escrito ficaria assim mais galante e mais novo. Moisés, que também contou a sua morte, não a pôs no introito, mas no cabo: a diferença radical entre este livro e o Pentateuco". - permitem afirmar que o enunciador conseguiu ressuscitar em tempo psicológico para ser verdadeiro no relato de suas memórias, mantendo a linearidade narrativa.
As rimas dos versos: "Quando a chuva cessava e um vento fino / Franzia a tarde tímida e lavada, / Eu saía a brincar pela calçada, / Nos meus tempos felizes de menino". - são classificados como: Interpoladas, intercaladas ou opostas.
Os versos: "Quando ao sopé da cruz me chego aflito. / Sinto que o meu sofrer se vai minguando. / Sinto minha alma que de novo existe. / Sinto meu coração arder em chamas. / Arder meus lábios ao dizer teu nome". - estão construídos com hipérbato, percebendo-se a religiosidade do eu-lírico.
Tomando como referência a tipologia tradicional estabelecida para os gêneros textuais orais e escritos (MARCUSCHI, Luiz Antônio. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola Editorial, 2008), enumere as colunas de acordo com a correlação entre os tipos de gêneros mais comuns e os exemplos que os elucidam:
Coluna 1
1. Gêneros textuais do narrar.
2. Gêneros textuais do descrever.
3. Gêneros textuais do argumentar.
4. Gêneros textuais do instruir.
Coluna 2
( ) Receitas culinárias, receitas médicas, bulas, regulamentos, regras de jogos, roteiros etc.
( ) Artigo de opinião, debates, cartas do leitor, editoriais, resenha, requerimento etc.
( ) Listas de compra, cardápios, laudo, guia de viagem, currículos, anúncios de classificados etc.
( ) Fábulas, novelas, contos, piadas/anedotas, crônicas, lendas etc. Marque a sequência correta da relação:
4-3-1-2.
2-3-4-1.
3-2-1-4.
4-3-2-1.
2-4-1-3.
A estruturação desse texto é predominantemente
narrativa, pois relata uma pequena visita do autor a uma fazenda do sertão.
descritiva, pois fornece elementos visuais componentes da paisagem da fazenda.
expositiva, pois traz informações necessárias para o entendimento do texto.
argumentativa, pois traz a tese implícita, contrária ao coronelismo.
injuntiva, pois se volta para a crítica de um sistema de vida, predominante, na época, em nosso sertão.
Observe o seguinte trecho narrativo:
“No último verão, eu dormia com a janela aberta. Despertando, liguei o rádio da cabeceira para ouvir música nos primeiros minutos do dia. E a música cresce, viva, fresca, endiabrada. Em seguida minha atenção foi despertada por um barulho que surge no teto na direção de minha cabeça. Pássaros, de tamanho sem dúvida respeitável, brigam e se insultam com força. O barulho aumenta, e eu tento adivinhar as unhas das patas escorregando sobre o telhado. Finalmente, um conjunto de penas eriçadas bate sobre a beira de minha janela e cai dentro do quarto. Dois gaviões assustados se separam e num movimento comum retomam pela janela o caminho da liberdade. Nesse momento, os últimos acordes da música se extinguem e o locutor anuncia: ‘Vocês acabam de ouvir a abertura de O pássaro ladrão, de Rossini’. Eu sorri sob os lençóis”.
As narrativas apresentam geralmente um esquema de cinco partes; tendo por base a narrativa acima, assinale a parte da narrativa que não exemplifica totalmente a parte indicada.
Estado inicial da narrativa, com a definição do lugar, do tempo e dos personagens: “No último verão, eu dormia com a janela aberta”.
Um acontecimento perturbador mexe com o estado inicial: “Em seguida minha atenção foi despertada por um barulho que surge no teto na direção de minha cabeça”.
Uma sequência de transformações modifica a situação do personagem: “Pássaros, de tamanho sem dúvida respeitável, brigam e se insultam com força. O barulho aumenta, e eu tento adivinhar as unhas das patas escorregando sobre o telhado. Finalmente, um conjunto de penas eriçadas bate sobre a beira de minha janela e cai dentro do quarto. Dois gaviões assustados se separam e num movimento comum retomam pela janela o caminho da liberdade”.
Um acontecimento equilibrador restabelece o estado inicial: “Nesse momento, os últimos acordes da música se extinguem e o locutor anuncia: ‘Vocês acabam de ouvir a abertura de O pássaro ladrão, de Rossini’”.
Apresentação de um estado final, feliz o infeliz: “Eu sorri sob os lençóis”.
É possível inferir que o 1º§ textual evidencia sequências preponderantemente:
Narrativas.
Descritivas.
Jornalísticas.
Argumentativas.
O texto de Clarice Lispector, Felicidade clandestina, é classificado como:
dissertação-argumentativa, pois é estruturado em parágrafos e o 1º é a introdução.
descritivo, pois há muitos detalhes, inclusive da cidade de Recife.
narrativo, pois é um conto e isso pode ser comprovado pela presença de poucas personagens, há um conflito e há o desfecho.
argumentativo, há filha do livreiro tinha um excelente poder de argumentação e inventava muitas histórias mentirosas sobre o livro de Monteiro Lobato.
De acordo com a leitura do texto, assinale a alternativa incorreta.
O narrador se refere à flor, como se ela fosse gente.
A narrativa conta o roubo de uma flor.
O eu lírico, fez várias tentativas para ajudar a flor, entretanto, elas foram inúteis.
A narrativa é feita na 3ª pessoa do singular.
A narrativa não é feita na 2ª pessoa do singular.
No texto "Aula de Português", o autor aborda o tema sobre língua e linguagem. Marque a alternativa que apresenta a tipologia textual que predomina nesse poema.
Injuntiva.
Argumentativa.
Narrativa.
Dialogal.
Acerca das obras Vidas Secas, de Graciliano Ramos, e Grande Sertão: Veredas, de João Guimarães Rosa, assinale a alternativa correta.
Ambos os livros articulam um discurso ficcional crítico, evidenciando as contradições sociais entre elite e povo, e são narrados em terceira pessoa.
Ambos os livros trazem, com abundantes experimentações lexicais, narrativas sertanejas da caatinga.
Ambas continuam uma tradição regionalista que, em Vidas Secas, responde ao tema do silenciamento imposto pelas elites agrárias aos sertanejos, expresso no personagem de Fabiano, que, ao fim do romance, toma a palavra e relata, em protesto, seu drama social. Em Grande Sertão: Veredas, a tradição regionalista é sintetizada a partir da fala do personagem-narrador, o jagunço Riobaldo, cujo discurso, rico em recursos poéticos, confronta uma perspectiva caricata e subalternizada de representar personagens populares.
Vidas Secas, narrado em terceira pessoa, reforça um estatuto mimético ambíguo entre narrador e personagem, problematizando a relação entre linguagem, violência e alteridade. Grande Sertão: Veredas, enunciado em primeira pessoa, reatualiza criticamente a representação da fala de uma personagem popular, concedendo-lhe complexidade literária frente à expressão de seus problemas existenciais.
Ambas continuam a tradição modernista de rupturas formais inspiradas em vanguardas europeias do século 20.
A noção de “superestrutura” foi proposta pelo pesquisador holandês Van Dijk, na década de oitenta, como um mecanismo de representação da forma global dos textos, bem como a organização de suas partes. As superestruturas, conforme Van Dijk (1986:158), “são esquemas ou formas convencionais que caracterizavam um tipo específico de discurso. Elas ordenam a sequência textual das sentenças e atribuem funções específicas a tais sequências”.
(Disponível em: https://www.scielo.br/j/er/a/btR63Q99Qg5VCpdVgTkfjYH/?lang=pt. Acesso em: 07/07/2022. Fragmento.)
Nesse sentido, pode-se afirmar que a superestrutura narrativa tem como categorias esquemáticas:
Orientação; complicação; avaliação; resolução; e, moral.
Situação inicial; contradição; linearização; trama; e, solução.
Apresentação; contextualização; ação; aspectualização; e, solução.
Orientação; temporalidade; espacialização; foco narrativo; e, moral.
Ao ler o texto, podemos afirmar que ele é formado por duas tipologias textuais, uma é a descritiva e a outra é ______. Essa tipologia tem como característica fornecer instruções para a realização de uma ação desejada, assim sendo, o texto com essa tipologia leva o leitor a realizar algo.
Assinale a alternativa que preencha corretamente a lacuna.
injuntiva.
narrativa.
dissertativa.
recíproca.
Analise as afirmativas a seguir, de acordo com o texto.
I. Observa-se, na composição do texto, uma predominância da tipologia narrativa.
II. A crônica de Lima Barreto, escrita em terceira pessoa do singular, tem uma linguagem predominantemente formal.
III. O texto menciona três crimes: dois deles são apresentados ao leitor, e o outro é, supostamente, conhecido pelo leitor.
IV. O texto não contém marcas de interlocução com o leitor.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
I, apenas.
III, apenas.
I, II, III e IV.
II, III e IV, apenas.
A matéria em destaque tem como objetivo predominante
parafrasear o livro “Encarcerados”.
argumentar contra o sistema penal.
narrar a rotina de um presídio.
descrever o documentário-tema do texto.
mostrar o olhar dos carcereiros.
O texto é organizado em um único parágrafo, uma espécie de bloco narrativo que possui uma coerência interna e representa, na estrutura:
um reflexo da realidade do leitor.
as sensações internas do narrador.
o ordenamento de um espaço inexistente.
as emoções da personagem Dinaura.