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Os elementos estruturais do TEXTO I, ‘Esperança’, se apresentam com características predominantes que o classificam como um texto
argumentativo.
expositivo.
instrutivo.
descritivo.
narrativo.
De acordo com as características de construção textual apresentadas, é correto afirmar que há o predomínio de:
Instrução, pois o autor enfatiza orientações sobre o assunto de maneira apelativa.
Descrição, porque o autor conhece toda a história narrada; porém, não participa dela.
Exposição de fatos dissociados de subjetividade, priorizando leitores especializados.
Argumentação, pois o articulista defende uma ideia, resguardando seu ponto de vista.
Narração, pois o autor estabelece uma sucessão de fatos e, ainda, transmite suas emoções.
Com base na construção textual, assinale a alternativa correta.
A postagem de vídeos na Internet se deu graças à criação do Youtube, conforme a narrativa textual, porque, antes, havia exclusivamente textos verbais nos blogs.
A sequência expositiva predomina no texto, o qual apresenta uma linguagem clara e precisa, sem que o locutor faça um juízo de valor sobre o tema em foco.
A sequência descritiva do texto aborda o fato de as pessoas serem cada vez mais verbais, o que estimula a produção de vídeos em que os booktubers se comunicam.
O emprego de citações no interior do texto denota, por parte das autoras, incerteza e insegurança quanto à sequência injuntiva, à temática tratada e às fontes.
Em se tratando dos aspectos estruturais e das estratégias discursivas identificados no texto, é correto afirmar que
no último parágrafo, a conclusão do narrador pode ser sintetizada pelo par de palavras: tese/inverossimilhança.
no contexto, há destaque para aspectos descritivos e narrativos, mesclados a comentários interpretativos do autor.
em algum momento do texto há uma breve síntese do enredo de um dos contos do livro mencionado com realce a fatos a-históricos.
no trecho “Se o nome não está correto, a palavra não faz sentido.” o uso das aspas pontua uma citação transcrita por Mário Sérgio Conti e que é atribuída ao narrador do livro escrito por Lu Xun.
na passagem “Se um poderoso o esmurra, vê na humilhação um sinal da sua importância...”, há um conector de dissentimento que estabelece uma relação de fecho para o que se afirmou anteriormente.

(Disponívelem:https://www.google.com/searchq=lembra+de+quando+eu+nasci+n%C3%A3o+conseguia&tbm=isch&safe=vss&chips=q:lembra+de+quando+eu+nasci+n%C3%A3o+conseguia,online_chips:calvin:83dQhEAClpo%3D&rlz=1C1GCEA_enBR992BR992&hl=ptBR&sa=X&ved=2ahUKEwiGj5Lgqpn6AhVhM7kGHUGgBcUQ4lYoBnoECAEQKw&biw=1903&bih= 69#imgrc=xjjk2VWNENJmvM.)
Pode-se afirmar que a tirinha anterior apresenta como elemento textual igualmente presente no texto “A rainha está morta: e agora?”
Discurso paradoxal.
Discurso argumentativo cujo objetivo está definido.
Narração como estratégia para envolver o interlocutor.
Persuasão por meio de linguagem predominantemente conotativa.
Toda a vida da alma humana é um movimento na penumbra. Vivemos, num lusco-fusco da consciência, nunca certos com o que somos ou com o que nos supomos ser. No melhor de nós, vive a vaidade de qualquer coisa, e há um erro cujo ângulo não sabemos. Somos qualquer coisa que se passa no intervalo do espetáculo. Por vezes, por algumas portas, entrevemos o que talvez não seja senão cenário. Todo mundo é confuso como vozes na noite.
PESSOA, Fernando. Livro do desassossego. São Paulo: Companhia das Letras, 2011. p. 63.
O autor do texto
abdica das metáforas ao falar de incertezas e dúvidas humanas em tom narrativo.
mostra que a vida é um paradoxo que se associa à consistência e às certezas.
prescinde de estruturas simbólicas da linguagem poética, face à intenção confessional.
apropria-se da metáfora, em tom poético e narrativo para relevar a inconsistência da vida.
traz uma variável alegórica para confirmar a natureza racional e objetiva de seu ponto de vista.
‘Esperança’ narra a busca por um amigo desaparecido em uma travessia dos Andes, durante o inverno. Há indícios de desesperança quando o narrador
I. desconsidera o tempo de desaparecimento.
II. descreve os picos de sete mil metros.
III. ressalta o esquadrinhamento das montanhas.
IV. relata que as autoridades nem iniciam as buscas.
É correto o que se afirma
apenas em I e III.
apenas em I e IV.
apenas em II e III.
apenas II e IV.
em I, II, III e IV.
Uma característica que permite reconhecer o texto lido como uma narrativa é:
apresentação de opiniões científicas sobre as relações familiares
presença de personagens e acontecimentos
descrição detalhada dos espaços
predominância de ordens e instruções
Analise os trechos a seguir.
I. “O Sr. Jones, proprietário da Granja do Solar, fechou o galinheiro à noite, mas estava bêbado demais para lembrar-se de fechar também as vigias.”
II. “Sansão era um bicho enorme, de quase um metro e noventa de altura, forte como dois cavalos.”
III. “Correra, durante o dia, o boato de que o velho Major, um porco que já se sagrara grande campeão numa exposição, tivera um sonho muito estranho na noite anterior e desejava contá-lo aos outros animais.”
IV. “[...] era ainda um porco de porte majestoso, com um ar sábio e benevolente, a despeito de suas presas jamais terem sido cortadas.”
V. “Os outros animais chegavam e punham-se a cômodo, cada qual a seu modo.”
São sentenças que exemplificam o tipo textual narrativo:
I e V, apenas.
II e IV, apenas.
I, III e V, apenas.
I, II, III, IV e V.
Sobre o texto acima, podemos afirmar que é uma passagem de:
Uma entrevista.
Uma notícia jornalística.
Um horóscopo.
Uma narrativa de aventura.
Vários são os elementos que compõem uma narrativa, sendo, em princípio, a introdução, o desenvolvimento e a conclusão. Além desses fatores, existem outros, como o enredo, espaço, tempo, etc.
Em relação às divisões do Enredo, assinale a opção CORRETA.
Desfecho: ao longo desta seção, o autor conta o que os personagens fizeram para tentar solucionar o conflito.
Clímax: é a parte da narrativa que mostra a solução para o conflito.
Desenvolvimento: após diversas ações dos personagens, a narrativa é levada a um ponto de alta tensão ou emoção, uma "encruzilhada literária" ,exigindo uma decisão ou desfecho.
Estabelecimento de um conflito: um acontecimento é responsável por modificar a situação inicial dos personagens, exigindo algum tipo de ação.
Considerando que os tipos de narrador correspondem ao ponto de vista da história contada, isto é, a uma perspectiva particular, assinale a passagem textual na qual o narrador se deixa transparecer.
“Ela estava com soluço. E como se não bastasse a claridade das duas horas, ela era ruiva.” (1º§)
“Suavemente avisado, o cachorro estacou diante dela. Sua língua vibrava. Ambos se olhavam.” (5º§)
“Olhamo‐nos sem palavras, desalento contra desalento. Na rua deserta nenhum sinal de bonde.” (2º§)
“Lá vinha ele trotando, à frente de sua dona, arrastando seu comprimento. Desprevenido, acostumado, cachorro.” (4º§)
“Texto pautado na exposição de ideias, argumentos e ponto de vista do locutor. Apresenta uma estrutura básica dividida em introdução, desenvolvimento e conclusão. Escrito em terceira pessoa, com linguagem formal e direta.” Considerando os tipos de redação, a descrição anterior se refere à:
Narrativa.
Descritiva.
Jornalística.
Dissertativa.
Com base na leitura do texto e na teoria da narrativa, assinale a alternativa correta.
A pretendida autoridade e confiabilidade do narrador na primeira pessoa do singular é praticamente impossível.
O narrador na primeira pessoa do singular é mais confiável do que o narrador na terceira pessoa do singular.
O narrador na terceira pessoa do singular é onisciente, onipresente e onipotente.
As formas narrativas estão presas à primeira, segunda e terceira pessoas do singular e à primeira pessoa do plural.
O narrador na primeira e terceira pessoas do singular é onisciente.
“Um homem tinha uma fazenda perto de um rio. Certo dia o rio começou a crescer e ele percebeu que sua fazenda ia ficar submersa.”
Nesse início narrativo, os dois primeiros verbos que marcam uma sequência cronológica de ações, são
tinha / começou a crescer.
começou a crescer / percebeu.
percebeu / ia ficar submersa.
tinha / ia ficar submersa.
começou a crescer / ia ficar submersa.
Ela era linda. Gostava de dançar, fazia teatro em São Paulo e sonhava ser atriz em Hollywood. Tinha 13 anos quando ganhou uma câmera de vídeo — e uma irmã. As duas se tornaram suas companheiras de experimentações. Adolescente, Elena vivia a criar filminhos e se empenhava em dirigir a pequena Petra nas cenas que inventava. Era exigente com a irmã. E acreditava no potencial da menina para satisfazer seus arroubos de diretora precoce. Por cinco anos, integrou algumas das melhores companhias paulistanas de teatro e participou de preleções para filmes e trabalhos na TV. Nunca foi chamada. No início de 1990, Elena tinha 20 anos quando se mudou para Nova York para cursar artes cênicas e batalhar uma chance no mercado americano. Deslocada, ansiosa, frustrada após alguns testes de elenco malsucedidos, decepcionada com a ausência de reconhecimento e vitimada por uma depressão que se agravava com a falta de perspectivas, Elena pôs fim à vida no segundo semestre. Petra tinha 7 anos. Vinte anos depois, é ela, a irmã caçula, que volta a Nova York para percorrer os últimos passos da irmã, vasculhar seus arquivos e transformar suas memórias em imagem e poesia.
Elena é um filme sobre a irmã que parte e sobre a irmã que fica. É um filme sobre a busca, a perda, a saudade, mas também sobre o encontro, o legado, a memória. Um filme sobre a Elena de Petra e sobre a Petra de Elena, sobre o que ficou de uma na outra e, essencialmente, um filme sobre a delicadeza.
VANUCHI, C. Época, 19 out. 2012 (adaptado).
O texto é exemplar de um gênero discursivo que cumpre a função social de
narrar, por meio de imagem e poesia, cenas da vida das irmãs Petra e Elena.
descrever, por meio das memórias de Petra, a separação de duas irmãs.
sintetizar, por meio das principais cenas do filme, a história de Elena.
lançar, por meio da história de vida do autor, um filme autobiográfico.
avaliar, por meio de análise crítica, o filme em referência.
Considere o trecho a seguir.
Depois do que ouvi e vi, meu vivo apetite pela vida eterna sofreu um grande abalo. Pensei que tirano algum poderia inventar uma morte pior que uma vida como aquela. O rei soube de tudo o que se passara e zombou de mim. Desejava que eu enviasse um par de Struldbruggs para meu próprio país, para armar nosso povo contra o medo da morte. |
A sequência narrativa está caracterizada pela
simultaneidade das ações.
presença do pretérito imperfeito do indicativo.
caracterização de uma situação rotineira.
relação de anterioridade e posterioridade das ações.
A intenção do texto está melhor expressa em uma das alternativas abaixo:
narrar um fato.
orientar um cidadão.
discutir um tema.
informar um leitor.
convencer alguém.
Imagine se coubesse à humanidade, com sua conhecida tendência ao desleixo e à improvisação, manter a Terra na sua órbita e nos seus horários, ou se − coroando o mais delirante dos sonhos liberais − sua gerência fosse entregue a uma empresa privada, com poderes para remanejar os ventos e suprimir correntes marítimas, encurtar ou alongar dias e noites, e até mudar de galáxia, conforme as conveniências de mercado, e ainda por cima sujeita a decisões catastróficas, fraudes e falência (1o parágrafo).
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Considerando os diferentes tipos de gêneros textuais, predomina no trecho acima a tipologia
instrutiva
narrativa
descritiva
argumentativa
injuntiva
Entre os pensamentos abaixo, aquele que deve ser classificado como um texto não argumentativo, é:
Três pessoas podem manter um segredo, se duas delas estiverem mortas;
Penso, logo existo;
Ouve sempre e não fala nunca;
O dilúvio passou. Deixou ficar um homem;
Detesto as mulheres porque elas sempre sabem onde as coisas estão.