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No texto “O mistério assustador”, o narrador é:
uma pessoa diferente dos personagens.
um dos personagens do texto.
o prefeito da cidade.
a casa abandonada.
um fantasma.
Em relação ao narrador do texto “Crônicas de uma infância”, é correto afirmar que se trata de:
alguém que conta cenas da sua própria vida, em primeira pessoa.
um narrador em terceira pessoa onisciente.
um personagem próximo do narrador, possivelmente um amigo, colega ou parente.
um personagem distante do narrador, com quem este teve contato um dia.
várias pessoas que contam as suas experiências de vida do passado.
No texto “O velho mestre”, é correto afirmar que o narrador é:
um dos personagens, o jovem rapaz.
um dos personagens, o velho mestre.
o passarinho que estava na mão do jovem rapaz.
uma terceira pessoa diferente dos personagens.
o leitor do texto.
No texto, o narrador é:
observador, pois participa diretamente da história
personagem, pois participa diretamente da história
observador, pois não participa diretamente da história
personagem, pois não participa diretamente da história
A leitura do texto permite concluir corretamente que o narrador é um
professor de ensino secundário saudoso dos alunos de Portugal.
escritor reconhecido, que se mostra devotado à arte da escrita.
crítico literário, que analisa o impacto da literatura nas escolas.
pretenso escritor, que vivencia o magistério antes da literatura.
bibliotecário e professor, que fomenta a literatura nas escolas.


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Toda história é contada a partir do ponto de vista daquele que narra, ou seja, do foco narrativo adotado pelo narrador. Nesse sentido, considerando as características estilísticas do fragmento do conto “O Alienista”, verifica-se a caracterização de um
narrador que estrutura o discurso narrativo na 3ª pessoa, sem participar dos eventos narrados, demonstrando objetividade. Ele expõe a sucessão de acontecimentos, mantendo o distanciamento.
narrador em 3ª pessoa onisciente, imparcial, uma vez que se ocupa das descrições das personagens e do enredo. Ele narra sem observações ou avaliações sobre os dilemas familiares e sociais das personagens.
narrador que narra como personagem-testemunha, inserindo-se na história, apesar de não ser o protagonista. Ele narra o que acontece, interagindo com as personagens e fatos narrados, ainda que em um papel secundário.
narrador onisciente em 3ª pessoa, passando do distanciamento para uma função de intruso, pois não se limita a narrar a história, faz também considerações sobre o que narra. Ele tem total domínio da narrativa e passa a emitir observações sobre os fatos.
A constatação de que o microconto apresenta um narrador em terceira pessoa caracteriza na prática de análise linguística a atividade
apelativa.
retórica.
especializada.
metalinguística.
A partir da leitura e compreensão do texto “O iglu”, assinale a alternativa que exemplifica o narrador em 1ª pessoa:
“Só aquele monótono barulho do motor do avião tinha vida.”
“As pessoas dormiam.”
“É um lugar branco e gelado, sem árvore nem nada.”
“Estava tudo escuro.”
“Eu estava meio triste.”
Observe o narrador do seguinte texto narrativo:
Eu saí bruscamente, sem avisar a ninguém. Eu não levava nada. Estava vestido com um terno escuro e um sobretudo azul. Eu andava pela rua: as árvores, a calçada, alguns transeuntes. Ao desembocar na praça, percebi o ônibus. Acelerei o passo, atravessei correndo a rua e subi após alguns outros passageiros. O ônibus partiu. Eu me sentei ao fundo. Os vidros estavam cobertos de chuva. Duas pessoas estavam diante de mim, uma senhora, um homem que lia o jornal.
Sobre o narrador desse segmento, é correto afirmar que
o texto mostra claramente a diferença entre o autor e o narrador do texto.
o narrador é de ponto de vista interno, ou seja, os fatos e os personagens são vistos pelo olhar de um personagem.
o ponto de vista interno está ligado ao fato de o narrador ser identificado como o autor do texto.
o texto mostra um ponto de vista externo, ou seja, os fatos são narrados por um personagem que não participa da história.
o texto exemplifica um narrador onisciente, ou seja, o narrador tem todas as informações sobre os fatos e os personagens.
Sobre foco narrativo e tipos de narrador, analise os itens e assinale a alternativa correta.
I- Narrador onisciente: é um narrador em terceira pessoa e tem total conhecimento dos fatos e dos personagens. Assim, ele conhece o passado, o presente e o futuro dos personagens, bem como seus pensamentos e sentimentos.
II- O narrador personagem está presente na história como personagem e narra os acontecimentos em primeira pessoa. Ele, portanto, participa da ação e seu conhecimento das coisas se limita ao que vê e sabe sobre os outros personagens.
III- O narrador observador não participa da história, narrando-a de fora, como observador, em terceira pessoa. Costuma relatar os fatos objetiva e imparcialmente. Conta, deste modo, apenas o que vê.
IV- O narrador personagem atua como importante recurso narrativo do autor quando este quer que o leitor entenda o processo de articulação narrativa daquele. Em algumas produções, o narrador é o espelhamento concreto da produção artística do escritor.
Apenas os itens III e IV estão corretos.
Apenas os itens II, III e IV estão corretos.
Todos os itens estão corretos.
Apenas os itens I, II e III estão corretos.


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O professor Adelino falou sobre o número de sílabas que “o Gonçalves” gostava de usar, das pausas, da rima consoante e da toante, ali havia o segredo da musicalidade de grandes poetas, nec pluribus impar*, falou da velha tradição da poesia portuguesa, dos árcades e que, embora o Gonçalves violasse as regras do verso e da gramática, era um poeta dos melhores. Que o Gonçalves tinha o direito de quebrar as regras do verso porque era verdadeiro poeta e o senso natural dos verdadeiros poetas vale mais que todas as regras, sejam da Versificação, sejam da gramática! Eu o ouvi, fiz-lhe perguntas e nossa conversa aconteceu. Claro, como poderia não acontecer? Ele falava do meu assunto predileto, o Gonçalves, e descobriu que quando falava no poeta, ou em poesia, eu me interessava, ele passou a levar o livro de Antonio para a minha casa, a fazer leituras em voz alta de poemas de Antonio. Embalde o professor Adelino tentava me conquistar com as poesias de Antonio que lia em voz alta, tão emocionado como se ele mesmo as houvesse escrito, ao final tecia comentários sobre a poesia, daí em diante nossos encontros eram para essas leituras, eu sentia algum pudor da situação, mas agradava-me fechar os olhos e imaginar que quem estava ali na minha frente lendo para mim era o autor das composições.
Ana Miranda. Dias e dias: romance. São Paulo: Companhia das Letras, 2002. p. 143.
*superior aos outros homens
No fragmento de texto precedente, extraído da obra Dias e dias, uma biografia romanceada do escritor Antonio Gonçalves Dias, Feliciana, a narradora,
é também personagem e narra os fatos unicamente a partir do seu ponto de vista, como em um monólogo interior.
apresenta os fatos da narrativa predominantemente do ponto de vista dos demais personagens, embora seja ele também um personagem.
usa o foco narrativo exclusivamente na terceira pessoa para expor os fatos de um ponto de vista imparcial, ainda que seja protagonista.
é onisciente e utiliza o discurso indireto livre para revelar os pensamentos e as falas dos demais personagens.
é também personagem e apresenta a voz dos demais personagens por meio do discurso indireto, limitando-se a relatar o que estes fizeram e disseram.
Sabe-se que as colocações do narrador trazem dados importantes para o entendimento do texto. Nesse caso, o narrador tem informações que vão além das características físicas dos personagens, como é possível identificar em:
“Até que um dia mataram-na, comeram-na e passaram-se anos.” (16º§)
“Inconsciente da vida que lhe fora entregue, a galinha passou a morar com a família.” (13º§)
“A família foi chamada com urgência e consternada viu o almoço junto de uma chaminé.” (3º§)
“Sua única vantagem é que havia tantas galinhas que morrendo uma surgiria no mesmo instante outra tão igual como se fora a mesma.” (5º§)
No texto “A dança do arco-íris”, o narrador é:
observador, já que participa da história que narra
personagem, já que participa da história que narra
observador, já que narra o que vê, mas sem participar do enredo
personagem, já que narra o que vê, mas sem participar do enredo
O narrador que apresenta o texto, A vez do Pomsky, se trata de um narrador
observador.
onisciente.
personagem.
testemunha.
neutro.
Assinale a opção que exemplifica um narrador do tipo onisciente.
O turista aproximou-se do guichê da companhia aérea e pediu que lhe trocassem a passagem, mas o pedido não pôde ser atendido.
O mendigo, não se sabe por quê, avançou contra a mulher que lhe tinha dado uma esmola.
O atleta, ansioso por chegar e temeroso de que o ultrapassassem, pedalou sem descanso até a chegada.
Os passageiros entraram no ônibus um a um e sentaram-se nas poltronas que lhes eram destinadas, de forma ordeira e calma.
Os clientes da livraria aproveitaram a redução de preços e compraram vários livros durante todo o dia.


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O texto apresenta o tipo de narrador denominado:
neutro
observador
personagem
inconsciente
Identifique o trecho que demonstra a presença do narrador personagem.
“Secava lentamente, até que amanheceu inerte, sem folha.”
“_ Matei mesmo essa maldita árvore.”
“Percebi certo dia que a árvore começava a morrer.”
“Na época da floração, ela enchia a calçada de cores.”
No texto I, o narrador é classificado como:
personagem, pois participa das ações do texto
observador, já que está narrando em 3ª pessoa
personagem, pois testemunha os acontecimentos
observador, porque está contando fatos em 1ª pessoa
Nesse texto, tem-se um narrador-observador.
Certo
Errado
O texto Vênus, pertence à tipologia narrativa. Em relação ao papel do narrador, é correto afirmar que:
busca apresentar todas as informações sem interferir na apresentação dos fatos.
assume uma postura bastante objetiva à medida que não apresenta juízo de valor.
apresenta apenas as impressões ditas pelos personagens presentes nas cenas.
revela uma postura vacilante ao narrar evidenciando traços de sua subjetividade.


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