Questões de Concurso sobre Narrador

 
 
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Dos segmentos a seguir, retirados do texto, aquele que apresenta marcas de um narrador presente é:


A

“O instituto projeta que, até 2020, essa...”


B

“De acordo com os dados do IBGE...”


C

“Nós exploramos a matéria-prima, produzimos bens...”


D

“Além dos resíduos, o esgotamento de matérias-primas...”

Analise as afirmativas referentes ao texto:


I - O narrador focaliza os acontecimentos a partir de dois pontos de vista, no primeiro é o da personagem principal Socorrinho. A menina protagoniza e, portanto, conhece os fatos, mas não os compreende. O segundo é o da mãe de Socorrinho que sofre com o desaparecimento da filha e vive o desespero do desconhecido.

II - O tratamento que a menina da ao seu agressor – “moço” – mostra o respeito ingênuo pelo adulto e a incompreensão da violência que sofre.

III - O foco narrativo está na terceira pessoa onisciente.

IV - Quanto a tipologia textual, o texto é uma descrição subjetiva.


Quais afirmativas estão corretas?


A

Apenas I e IV.


B

Apenas II e III.


C

Apenas I, II e III.


D

I, II, III e IV.

Tal como o eu lírico do poema (texto II), a narradora do texto I está envolvida com a autoria do texto literário, como evidencia o trecho “‘não ser’ era a minha maior aproximação da verdade” (L.18).


C

Certo


E

Errado

No último parágrafo do texto, o narrador:


A

assume uma postura contemplativa diante dos fatos narrados.


B

sintetiza sua crítica com uma visão otimista da postura do brasileiro.


C

explora o humor promovendo uma identificação entre sua atitude final e as ideias apresentadas.


D

revela seu desencantamento diante da comparação entre o francês e o brasileiro.


E

apresenta um novo posicionamento, que contraria o que já havia dito anteriormente.

Quanto ao trabalho com os elementos da narrativa, verifica-se que o fragmento


A

é narrado em terceira pessoa.


B

é narrado em primeira pessoa.


C

apresenta tempo social que indica o contexto sociopolítico do trecho.


D

apresenta tempo cronológico que faz referência ao futuro da narradora.

O foco narrativo adotado na crônica permite-nos perceber que:


A

o narrador aproxima-se culturalmente do leitor.


B

o narrador afasta-se das posturas criticadas por ele no texto.


C

o narrador não apresenta identificação com os fatos narrados em função do foco em 3ª pessoa.


D

a valorização do comportamento estrangeiro mostra que se trata de um narrador também estrangeiro.


E

o olhar do narrador ilustra a visão distanciada que os demais países têm do Brasil.

O texto acima é uma narrativa e, por isso, quem a conta é um narrador. Indique a alternativa CORRETA quanto ao tipo de narrador:


A

Trata-se de narrador-personagem, aquele que participa dos fatos.


B

O narrador é observador, aquele que não faz referência a si mesmo.


C

O narrador conta sua própria história, em primeira pessoa.


D

Trata-se de narrador onisciente, aquele que não conhece os pensamentos das personagens.

De acordo com o texto, assinale a alternativa correta:


A

O narrador do texto é em terceira pessoa.


B

O narrador do texto é em primeira pessoa.


C

A narrativa se passa no momento em que os fatos narrados estão ocorrendo.


D

O narrador expressa a sua opinião sobre as ações do personagem.


E

O narrador expressa, de forma negativa, a sua opinião sobre as ações do personagem.

Guimarães Rosa costumava construir seus textos com personagens reais, como é o caso de Antônio Dó, e com histórias ouvidas no sertão mineiro, em que realidade e ficção se confundem.

O fragmento de Grande sertão: veredas, ora transcrito, é um exemplo disso, pois, na história dos jagunços, o narrador-personagem toma por base


A

fatos e personagens fictícios, com desfecho previsível, sugerido por um segundo narrador.


B

fatos reais contados por rapaz instruído e reproduzidos em discurso indireto pelo narrador.


C

histórias do sertão sobre um jagunço real, recriadas e tornadas fictícias no texto literário.


D

histórias ficcionais incorporadas ao folclore do sertão brasileiro transformadas em livro.


E

histórias sobrenaturais e invisíveis (lei de caborje), tornadas reais e visíveis na narrativa.

   
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