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Observando os dois últimos parágrafos, concluímos que o narrador imagina:
Que é melhor residir em uma casa em vez de um apartamento.
Que o regulamento do prédio é correto.
Uma sociedade em que se possa viver livre de regras.
Que vizinhos não devem cultivar laços de amizade.
Uma vizinhança preconceituosa.
A cena de uma briga de duas mulheres é caracterizada pelo narrador com expressões que descrevem
sentimentos íntimos associados a ira e vingança.
movimentos corporais comparados aos de um bailado.
ações indicativas de impaciência e desordem.
manifestações verbais sem nexo com os acontecimentos.
sensações que denotam reação verbal a provocações.
Em relação ao texto, analise as afirmativas.
-
I - Há um narrador em 1.ª pessoa do singular.
II - Os eventos temporais retratados no texto referem-se ao passado e presente do narrador.
III - O evento inicial, casal discutindo na rua, serve como um gatilho para a reflexão proposta pelo narrador.
IV - O narrador reconhece os fatos da história e pode ser classificado como narrador-observador.
-
Estão corretas as afirmativas
II, III e IV, apenas.
I, II e III, apenas.
I e IV, apenas.
II e III, apenas.
O narrador do texto 1 é:
Narrador protagonista, conta a história de seu ponto de vista, está envolvido emocionalmente com relato.
Narrador testemunha, que narra a partir de sua própria visão das coisas. Transmite tudo de acordo com a maneira como ele as vê.
Narrador em primeira pessoa, relata de forma subjetiva, tece comentários e analisa os fatos.
Narrador onisciente seletivo, narrativa em terceira pessoa, uma personagem com seus sentimentos e pensamentos apresentados em discurso indireto livre.
Em relação ao foco da narrativa do texto, pode-se afirmar que o narrador é:
onisciente.
protagonista.
coadjuvante.
observador.
intérprete.
Sobre o texto pode-se afirmar que o narrador:
I. considera que o desejo de consumir cria necessidades sem-fim, de modo que as pessoas se tornam muito preocupadas com o que querem alcançar.
II. explica que é essencial fazer projeções sobre a felicidade para que se possa, verdadeiramente, ser feliz.
IlI. afirma que, certamente, para que se possa ser feliz, basta não demonstrar suas amarguras.
IV. recomenda, para se encontrar a felicidade, assistir palestras de Lair Ribeiro para jovens que sonham a felicidade.
Está correto apenas o que se afirma em:
I e IV.
I.
I, lI e III.
II.
I, IlI e IV.
O episódio contido no texto é narrado em primeira pessoa, ou seja, o narrador apresenta os fatos, ao mesmo tempo em que se constitui como personagem. Desse modo, a construção da narrativa pode acarretar:
ambiguidade, já que o narrador em primeira pessoa pode comprometer a objetividade da narrativa.
objetividade, só quem participa consegue narrar imparcialmente a história.
subjetividade, pois o narrador em primeira pessoa é isento de emoções.
imparcialidade, já que o narrador-personagem demonstra falta de emoção quando conta uma história.
Considere o fragmento abaixo para responder às questões 2, 3 e 4 seguintes.
“O homem, de barba grisalha mal-aparada, vestindo jeans azuis, camisa xadrez e jaqueta de couro, sentou-se no banquinho alto do balcão do botequim e ficou esperando sem pressa que o rapaz viesse atendê-lo.”
No fragmento em análise, o narrador busca dar destaque à caracterização:
de um possível cliente.
do botequim.
do funcionário do botequim.
dos velhos em geral.
Na construção da narrativa, revela-se que Autor e Ângela têm algumas preferências
opostas e estabelecem entre si uma relação de interdependência, por meio da qual se evidenciam seus questionamentos íntimos.
contraditórias e são naturalmente indecisos e apegados às memórias, reforçando a ideia de introspecção psicológica.
comuns, notadamente aquelas alinhadas à tranquilidade de suas índoles, o que revela comportamentos previsíveis.
excêntricas, e isso se deve à forma pouco entusiasmada como veem a vida, o que permite vislumbrar sem encantamento suas intimidades.
ambíguas, fruto de uma concepção de vida pautada no medo de serem autênticos, o que destoa do caráter intimista da narrativa.
Quanto ao foco narrativo do texto é CORRETO afirmar:
O narrador é onipresente;
O narrador é onisciente;
Não há um narrador específico;
Há narradores distintos.
Assinale a alternativa que apresenta o principal objetivo comunicativo do emissor do texto.
Apresentar o livro de Aldous Huxley a fim de incentivar os leitores contemporâneos a realizarem sua leitura.
Comparar dois livros que fazem referência à alienação provocada pelas mídias.
Alertar para os efeitos negativos das redes sociais que embotam a capacidade de pensar dos indivíduos.
Analisar os mecanismos de dominação coletiva no contexto histórico do stalinismo.
Com base nas informações do texto, é correto concluir que o narrador agiu de forma
impensada e ingênua.
inteligente e espalhafatosa.
proposital e ardilosa.
inadvertida e compreensiva.
deliberada e insultuosa.
Ao longo do texto a visão que o narrador tem de si é alternada com o modo pelo qual os outros o veem. Assim, percebe-se que o rótulo de “Bom rapaz. Bom rapaz.” (6º§) deve-se ao fato de o narrador:
dedicar-se ao chute de tampinhas.
ler o livro de um autor famoso.
ter uma péssima fama no bairro.
passar a cumprimentar as senhoras.
conseguir um emprego noturno.
O narrador, no terceiro parágrafo (da l. 05 à l. 09), coloca a situação vivenciada pelas duas personagens como:
o comportamento natural das famílias de baixa renda que não têm acesso à educação.
um problema que elas mesmas causaram por uma simples irresponsabilidade.
a grande consequência do declínio dos valores morais da família brasileira.
uma circunstância da qual mulheres como elas não podem fugir.
Com relação ao texto VI, é correto afirmar que o narrador
não participa da história.
está em terceira pessoa.
é um mero observador.
está em primeira pessoa.
é onisciente.
Onde está o narrador no início do texto?
O narrador está sozinho em um barco no oceano Atlântico.
O narrador está no Brasil preparando para partir.
O narrador está em casa antes de embarcar.
O narrador está na Ilha de Santa Helena.
Em relação ao texto é CORRETO dizer que:
O narrador é a personagem protagonista.
Há um narrador em 3ª pessoa, um narrador-observador.
O narrador é onipresente: narra os fatos sempre com a preocupação de relatar opiniões, pensamentos e impressões de uma ou mais personagens, influenciando assim o leitor a se posicionar a favor ou contra eles.
O narrador, além de contar a história em terceira pessoa, faz parte dela, sendo por isso chamado de personagem.
A narração é feita em primeira pessoa.
Em alguns trechos, o narrador estabelece um diálogo com o leitor ou a ele se dirige. Isso ocorre em:
“Com o seu gesto ela me dizia: ‘O senhor me traz memórias ternas do meu avô...’”
“Moço, as pernas sabem medir as distâncias que há debaixo da mesa”.
“Prontas as fotos, eles nos mostram e dizem: ‘Como você está bem!’”
“Quando eu era moço, não era assim”.
Em um texto narrativo, o narrador de primeira pessoa
expressa obrigatoriamente suas emoções.
distancia-se da verdade dos fatos narrados.
observa as ações e acontecimentos de forma isenta.
caracteriza uma forma tradicional de narrar.
obriga o leitor a participar mais da leitura.
Assinale a opção correta com relação ao texto.
Na mensagem veiculada, o narrador alerta para o fato de que a ociosidade em que vivem os idosos acaba prejudicando a classe mais carente da sociedade.
As grandes cidades acolhem os animais por ignorarem as necessidades básicas dos seres que vivem à margem da sociedade.
Comparando o senhor que é apresentado no primeiro parágrafo ao personagem que se manifesta no último, percebe-se que os dois são pessoas que demonstram sentimentos conflitantes em relação aos animais.
O narrador desenvolve suas ideias apresentando imagens e exemplos que guiam o leitor numa mesma linha de pensamento para surpreendê-lo, ao final, quebrando suas expectativas.
Todo o texto é desenvolvido como uma crítica às pessoas que, com o objetivo de diminuir o sentimento de solidão, acabam domesticando animais silvestres.