Questões de Concurso sobre Uso das aspas

 
 
Disciplina
Assunto 1
Banca
Instituição
Cargo
Ano
Carreira
Área de formação
Escolaridade
Dificuldade
 
Comentários:
Professores
Alunos
Meus Comentários
Vídeo
 
Minhas questões:
Resolvidas
Não resolvidas
Certas
Erradas
 
Tipo de questão:
Certo e errado
Múltipla escolha
Incluir questões:
Anuladas
Desatualizadas
 
Questões:
Todas as questões
 
Filtro simplificado
 
Questões
Todas as questões
 
1.054 questões encontradas
Questões por página
20
Mais recentes
 

As aspas, ao longo do texto, foram empregadas, por vezes, com razões distintas. Nesse sentido, assinale a alternativa em que se faz um comentário incorreto a respeito do emprego desse recurso.


A

onde pode brincar com tudo, desde que “de fora”(2º§) – ressalta a ideia de exclusão.


B

O menino de rua só pode brincar no espaço “entre”(2º§) - indica um lugar simbólico.


C

Só coisas “importantes” (2º§) – explora-se o efeito irônico do termo.


D

“Está na hora do português da lanchonete despejar o lixo...” (2º§) – sinaliza um diálogo.

No último parágrafo, o uso das aspas marca um sentido conotativo para o termo “digestão” e o travessão é utilizado para dar ênfase à parte final do enunciado.


C

Certo


E

Errado

Na expressão “não pode”, as aspas foram empregadas para:


A

Destacar termo pertencente ao jargão de uma profissão.


B

Indicar termo pejorativo.


C

Realçar uma expressão jocosa.


D

Destacar um título.


E

Explicar o sentido de uma gíria.

Quanto ao uso das aspas no último balão, assinale a alternativa correta.


A

Snoopy (o cachorro) é o único que, diferentemente dos demais personagens, não faz um comentário, mas, sim, lê um trecho do jornal.


B

No texto escrito desse balão, usam‐se termos técnicos do jornalismo não compreensíveis pelos leitores comuns.


C

O uso excessivo de estrangeirismos marca a necessidade do uso de aspas antes e depois da fala da Snoopy.


D

Trata‐se de uma fala de Snoopy para criticar as falas dos demais personagens, dirigida a todos eles.


E

Como o cachorro não sabe articular as palavras efetivamente, é preciso marcar essa desarticulação por meio de aspas.

E quando isso não acontece – porque obviamente não acontece – sentem-se traídos, revoltam-se com a “injustiça” e boa parte se emburra e desiste. (3º§) No trecho destacado anteriormente, o uso de aspas tem por objetivo

A
indicar a intercalação de uma indicação acessória no texto.

B
fazer sobressair um termo não peculiar à linguagem do enunciador.

C
realçar a ironia da autora em relação à desistência dos jovens diante dos obstáculos.

D
acentuar o valor significativo de acordo com o contexto em que o termo foi empregado.

As aspas duplas são utilizadas, no primeiro parágrafo, para


A

destacar o nome do livro escrito por João Batista de Oliveira.


B

indicar a utilização de um termo informal por parte da autora, em um texto jornalístico.


C

citar um trecho de discurso indireto-livre, entre a autora e João Batista de Oliveira.


D

amenizar uma crítica irônica aos profissionais da educação.


E

transcrever um trecho do discurso de João Batista de Oliveira.

Sobre as aspas em “psicologia positiva” (l. 05), “superenfatização” (l. 13) e “regra” (l. 15), considere as seguintes afirmações:


I. Elas foram usadas porque pertencem à citação de uma outra fonte.

II. Elas servem para colocar em evidência palavras ou conceitos, por isso foram usadas.

III. Elas foram empregadas por estarem traduzindo termos estrangeiros.


Quais estão corretas?


A

Apenas I.


B

Apenas II.


C

Apenas III.


D

Apenas I e II.


E

Apenas II e III.

Segundo um informe recente, uma firma estrangeira insistiu em abrir uma filial no estado de São Paulo porque “os paulistas são muito trabalhadores”.


Esse argumento (entre aspas) se apoia num(a):


A

simplificação exagerada;


B

falsa analogia;


C

estatística tendenciosa;


D

troca entre causa/efeito;


E

estereótipo.

Em: "[...] no tom pernóstico de um plantonista que sabe que não tem leitos disponíveis e manda você para casa com aquela dor no peito e a "certeza" de que "você não está enfartando, deve ser só digestão", as aspas em “certeza” foram usadas com a finalidade de


A

colocar o trecho em evidência.


B

indicar o início de um diálogo.


C

indicar uma citação textual.


D

ressaltar o uso da linguagem coloquial.

Em referência ao trecho: Tia Tula, que achava que mormaço fazia mal, sempre gritava: “Vem pra dentro, menino, olha o mormaço!”, está correto o comentário acerca do emprego das aspas em:

A
Ocorre a delimitação de citação textual de um pequeno trecho.

B
Uma possível alternativa seria o acréscimo do travessão simultaneamente ao uso das aspas.

C
Observa-se a função de indicar expressão que o enunciador caracteriza como de autoria alheia, ainda que incorporada ao seu discurso.

D
Por se tratar de um sinal ortográfico, é essencial o correto uso de aspas para que o entendimento do sentido produzido pela leitura do texto não seja comprometido.

Na expressão “linha da pobreza”, as aspas foram empregadas para


A

destacar o humor presente na expressão.


B

minimizar o significado da expressão.


C

indicar uma fala atribuída ao chargista.


D

indicar que a expressão introduz um diálogo.


E

indicar a expressão pesquisada no Google.

Leia o trecho a seguir.


Ela é produzida de forma descentralizada por milhares de computadores, mantidos por pessoas que “emprestam” a capacidade de suas máquinas para criar bitcoins e registrar todas as transações feitas.


Considerando o uso das aspas, pode-se afirmar que elas foram utilizadas no trecho para:


A

indicar um nome próprio.


B

relativizar o sentido da palavra.


C

demonstrar que se trata de uma citação.


D

indicar uma palavra nova.

O emprego das aspas em “dia D” (l.1) justifica-se porque a expressão, originada do campo lexical militar, está empregada no texto em sentido mais amplo, significando uma data especial e muito aguardada.


C

Certo


E

Errado

Leia as afirmativas, marque (V) verdadeiro ou (F) falso quanto à pontuação e assinale a alternativa correta:


( ) A vírgula pode separar orações coordenadas sem conjunção (assindéticas) e orações coordenadas iniciadas por conjunção (sindéticas).

( ) O ponto e vírgula pode separar uma oração coordenada que estabeleça relação de conclusão com a anterior, uma enumeração de orações coordenadas longas, ou com sujeitos diferentes.

( ) Os dois-pontos podem separar uma oração coordenada assindética que estabeleça relação de explicação com a oração anterior.

( ) As aspas são empregadas para destacar neologismos, termos estrangeiros, gírias etc.

( ) O travessão é empregado para separar orações intercaladas no texto.


A

V - V - V - V - F.


B

V - V - V - F - F.


C

F - V - F - F - V.


D

V - V - V - V - V.

O trecho "Reduzir algumas projeções no cérebro o ajuda a focar no que é realmente essencial" está entre aspas no texto para indicar uma citação.


C

Certo


E

Errado

Texto I

“MÚSICA E(M) SOCIEDADE”, UMA RICA REFLEXÃO SOBRE O PAPEL DA MÚSICA EM NOSSAS VIDAS

Julinho Bittencourt

O livro de Paulo Roxo Barja, traduz em linguagem simples e rica, relações que você sempre teve com a música e que, feito num sonho, seu texto faz despertar Paulo Roxo Barja é uma pessoa plugada em dois mundos. Por um lado, é pós-doutorado pela USP, doutor em ciências e mestre em física. Por outro, é cordelista e músico, formado em piano e interessado por música, seja ela qual for. Filho de pai maestro com mãe apaixonada por literatura, a despeito da sua atuação como cientista e acadêmico, nunca deixou a sua produção artística de lado.

Na mesma medida em que se aprofunda nos estudos, a sua intenção musical se volta, ironicamente, mais e mais às coisas forjadas pelo povo e para o povo. Autor de extensa obra (só de cordéis, já publicou mais de 70), acaba de lançar “Música e(m) Sociedade – Artigos, Crônicas e Reflexões”, um pequeno e lindo livro onde consegue, ao mesmo tempo, o rigor científico em sua estrutura e uma linguagem surpreendentemente clara no seu conteúdo.

Tudo o que compartilha ao longo de suas pouco mais de 140 páginas são experiências que vivenciou, ouviu e comprovou em vários momentos de sua vida. Parte de coisas prosaicas e cotidianas que qualquer ouvinte de música um pouco mais atento experimenta, mas que o autor traduz com maestria, encaixando peças até então soltas e aleatórias.

Logo de saída, desmistifica o ambiente sagrado da música erudita, mais exatamente o período da renascença. Num capítulo hilário, redime a nossa contemporaneidade desbocada e desbanca falsos moralistas das salas de concerto ao nos mostrar, traduzir e comentar canções do século XVI tão malcriadas que fariam qualquer MC do funk proibidão parecer um ingênuo iniciante.

Dos renascentistas profanos, pula para o urgente e emergente mundo sagrado dos pretos velhos da umbanda, segundo ele, a religião mais genuinamente brasileira de todas. Mais uma vez, corre a buscar exemplos que entrelaçam a trajetória dos negros escravos aos seus cantos, ritmos e origens de suas danças.

Seguir viagem adentro neste “Música e(m) Sociedade” é mergulhar em experiências musicais díspares, algumas delas em artigos divididos com outros autores. Paulo Roxo Barja transita por várias manifestações e se debruça, sobretudo, nas reações humanas que elas desencadeiam, no todo compartilhado. Nos sons forjados por nós e que, consequentemente, nos forjam e assim por diante.

Vai da canção pop brasileira dos anos 50 até 2000 à trilha do filme “O Som do Coração”, imprescindível na construção da narrativa. Relata vivências em comunidades, poesia e canção popular, a paixão por Nara Leão, o papel da música na área da saúde.

Guarda para o final, feito sobremesa, uma deliciosa série de reflexões extremamente pessoais que, talvez por isso mesmo, se revelem estranhamente próximas, irrecusavelmente comuns a muitos de nós. Uma das mais divertidas é quando conta ter colocado a interpretação de Cristiane Jaccottet para o Prelúdio Nº 1, do Cravo Bem Temperado, de Bach, no toque do seu celular. Por conta disto, por diversas vezes, se pegou não atendendo a ligação enlevado com a música.

No final das contas, “Música e(m) Sociedade – Artigos, Crônicas e Reflexões”, de Paulo Roxo Barja, vai te pegar de surpresa, ao traduzir, na sua linguagem simples e rica de professor, relações que você sempre teve com a música e que, feito num sonho, seu texto faz despertar.

Publicado em: 31/01/2018 Texto adaptado. Disponível em: https://www.revistaforum.com.br/2018/01/31/musica-em-sociedade-uma-rica-reflexao-sobre-o-papel-da-musica-em-nossas-vidas/ Acesso em: 01/02/2018

Texto III

A IMPORTÂNCIA DA MÚSICA NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM

Elen Campos Caiado

Os benefícios das aulas de música são vistos desde os primeiros anos escolares. A música é reconhecida por muitos pesquisadores como uma espécie de modalidade que desenvolve a mente humana, promove o equilíbrio, proporcionando um estado agradável de bem-estar, facilitando a concentração e o desenvolvimento do raciocínio, em especial em questões reflexivas voltadas para o pensamento filosófico.

Segundo estudos realizados por pesquisadores alemães, pessoas que analisam tons musicais apresentam área do cérebro 25% maior em comparação aos indivíduos que não desenvolvem trabalho com música, bem como aos que estudaram as notas musicais e as divisões rítmicas, obtiveram notas 100% maiores que os demais colegas em relação a um determinado conteúdo de matemática.

Com base em pesquisas, as crianças que desenvolvem um trabalho com a música apresentam melhor desempenho na escola e na vida como um todo e geralmente apresentam notas mais elevadas quanto à aptidão escolar.

A valorização do contato da criança com a música já era existente há tempos, Platão dizia que “a música é um instrumento educacional mais potente do que qualquer outro”.

Hoje é perfeitamente compreensível essa visão apresentada por Platão, visto que a música treina o cérebro para formas relevantes de raciocínio.

Eis então uma reflexão para pais e principalmente educadores, buscando inserir a música no seu planejamento, bem como criar estratégias voltadas para essa área, incentivando a criança a estudar música, seja através do canto ou da prática com um instrumento musical, isso desde a educação infantil.

Texto adaptado. Disponível em: http://educador.brasilescola.uol.com.br/sugestoes-pais-professores/a-importancia-musica-no-processo-ensinoaprendizagem.htm Acesso em: 01/02/2018

O uso das aspas:

• no título do Texto I: “Música e(m) Sociedade”, uma rica reflexão sobre o papel da música em nossas vidas.

• no trecho do Texto III: Platão dizia que “a música é um instrumento educacional mais potente do que qualquer outro”.

Justifica-se, respectivamente, por


A

delimitar título de obra, abrir e fechar citação.


B

destacar ironia, dar ênfase a um pensamento filosófico.


C

destacar gíria, ressaltar a frase utilizada.


D

destacar estrangeirismo, dar ênfase a um pensamento/expressado fora do seu uso habitual.


E

destaque da expressão, citação indireta.

Ao informar por que põe entre aspas a expressão “casal feliz” (Ponho as aspas porque o fato merece. – 1o parágrafo), o narrador destaca

A
sua confiança nas relações que se mantêm além das simples aparências externas e atemporais.

B
que as relações afetivas podem ser desestabilizadas por acontecimento casual de pouca importância.

C
que a opinião pública acerca dos relacionamentos é fator que pode comprometer a perenidade deles.

D
a incerteza da maioria das pessoas acerca dos casamentos que se sustentam apenas em aparências.

E
que as separações são inevitáveis quando uma das partes deixa de renovar seus votos de amor ao parceiro.

Aponte a sentença que melhor define ou justifica o emprego do sinal de aspas na seguinte passagem do texto: “Então caminhamos até a entrada mais “segura”.”


A

As aspas indicam um sentido de ironia sugerida pela palavra destacada.


B

As aspas delimitam dois campos semânticos distintos entre o emprego da palavra e o restante da sentença, para acentuar a convergência de sentido entre ambos.


C

As aspas destacam o sentido de um neologismo.


D

As aspas sugerem que a palavra apresenta flagrante contraposição de sentido em relação aos demais termos da estrutura.


E

É possível apreender uma conotação valorativa no emprego do sinal das aspas, de modo a realçar o sentido do vocábulo.

A expressão “a volta por cima” está entre aspas porque:


A

mostra uma maneira popular de falar.


B

representa uma ideia básica do texto.


C

indica uma forma errada de escrita.


D

destaca uma forma muito culta de expressão.


E

repete as palavras de alguém importante.

O uso das aspas em "Gaúcho", no primeiro parágrafo (linha 2). tem por objetivo:


A

Mostrar a falta de conhecimento do vocabulário cm relação ao uso por parte do autor.


B

Usar uma palavra com sentido totalmente fora do seu uso habitual.


C

Mostrar a opinião dos alunos da escola nova sobre algum fato importante.


D

Apresentar um vocábulo de língua estrangeira utilizado por Rodrigo.


E

Ressaltar a atitude discriminatória dos alunos em relação a Rodrigo.

   
Gerar simulado