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A linguagem politicamente correta é a expressão do aparecimento na cena pública de identidades que eram reprimidas e recalcadas: mulheres, negros, homossexuais, etc. Revela ela a força dessas “minorias”, que eram discriminadas, ridicularizadas, desconsideradas.
Analise as afirmativas sobre as aspas na passagem anterior:
I. Enfatizam outra fala.
II. Evidenciam um conceito.
III. Realçam a expressão.
Está CORRETO o que se afirma em:
I, apenas.
II, apenas.
III, apenas.
I, II e III.
No trecho “Com a genética assumindo um papel secundário em humanos, nossos cérebros são mais suscetíveis a influências externas” (linhas 22 e 23), as aspas foram utilizadas para
representar nomes de livros ou legendas.
assinalar estrangeirismos, neologismos, gírias ou expressões populares.
realçar uma palavra ou expressão.
O uso do sinal de aspas em “ataque de pânico” (linha 5) e “legais” (linha 20) tem por objetivo:
citar palavras de origem estrangeira.
comentar com ironia as atitudes discriminatórias das personagens.
citar opiniões a respeito de duas personagens diferentes.
usar duas palavras com sentido totalmente fora do seu uso habitual.
mostrar a falta de conhecimento de vocabulário por parte do autor em relação ao léxico empregado.
Por outro lado, impressiona-nos a facilidade com que começamos uma nova “amizade”, perguntando: “Alguém ker tc?”.(l. 27-28)
Quanto ao uso das aspas nas expressões destacadas no trecho anterior, pode-se dizer que
I. nos dois casos, a utilização das aspas tem o mesmo objetivo.
II. na primeira ocorrência, há um certo tom crítico por parte do autor do texto acerca do começo de uma amizade através da Internet.
III. em “Alguém ker tc?”, a intenção das aspas foi a de apresentar um discurso direto.
IV. na segunda ocorrência, as aspas foram utilizadas para destacar a fala presente no meio virtual, com presença de gírias.
Estão corretas
apenas I e II.
apenas I e III.
apenas II e III.
apenas II e IV.
apenas III e IV.
Releia o trecho a seguir.
O medo supera até mesmo a falta de tempo e de recursos financeiros, perdendo apenas para a resposta “não tenho necessidade”.
Em relação ao uso das aspas nesse trecho, assinale a alternativa CORRETA.
Marcam ironia, pois todos precisam visitar o dentista pelo menos duas vezes por ano.
Relativizam o significado da expressão, já que não se trata, precisamente, de uma necessidade.
Destacam a expressão para que o leitor tenha atenção ao ler essa informação.
Sinalizam a transcrição de um trecho, pois está se referindo a uma expressão da pesquisa.
Observe as expressões colocadas entre aspas:
As vantagens de ser mãe de menina”/ “Por que é bom ser mãe de menino”: “meninos não têm frescura”, “meninas são mais delicadas”, “eles são mais corajosos”, “elas são mais choronas” (1o parágrafo); – “Esse brinquedo é de menina” (4o parágrafo).
É correto afirmar que, no contexto em que estão empregadas, as aspas sinalizam
a citação das opiniões da própria autora acerca dos fatos narrados.
referências a situações concretas que a autora afirma serem verdadeiras.
comentários de pessoas não identificadas, os quais sustentam as opiniões da autora.
a intenção de expor ideias compatíveis com as atitudes tomadas pela autora.
a expressão de pontos de vista não compartilhados pela autora.
Em uma palavra retirada do texto seria adequado o emprego de aspas. Esta ocorre em:
colar.
crianças.
professora.
humanos.
bullyng.
De acordo com o aspecto semântico, analise o seguinte trecho destacado do texto:
“Por enquanto, nós entendemos que as negociações estão em curso e que o governo ainda não se posicionou”
Sobre o uso das aspas, é CORRETO afirmar que:
As aspas servem para situar o leitor que a frase foi dita pelo Presidente da Federação.
As aspas servem para fazer menção aos professores ligados a PROIFES.
Mostrar para o leitor que a frase citada é a mais importante do texto.
As aspas servem para retratar a indignação dos professores.
As aspas servem para enfatizar a paralisação
No terceiro parágrafo do texto, o autor emprega as aspas no termo “ética” para
atribuir-lhe um segundo sentido.
enfatizar o sentido denotativo da palavra.
ironizar o sentido literal da palavra.
reforçar o sentido extralinguístico do texto.
Para compreender os sentidos de um texto, o leitor precisa estabelecer suas relações de sentido. Assinale a alternativa em que o segmento destacado com aspas duplas está coerentemente interpretado, tendo em vista o Texto 1.
A expressão “escorregadas feias” (1º parágrafo) equivale semanticamente a ‘erros sérios’.
O termo “engrenagens da história” (1º parágrafo) quer dizer ‘detalhes da história’.
Com “eventos históricos caóticos” (1º parágrafo), o autor quer dizer ‘acontecimentos históricos previsíveis’.
O segmento “empolgante ideologia religiosa” (4º parágrafo) equivale semanticamente a ‘envolvente narrativa religiosa’.
A expressão “pronta para exportação” (4º parágrafo) equivale semanticamente a ‘pronta para ser aceita’.
As aspas em “ odor” podem ser usadas para assinalar uma ironia, em que se satiriza:
os meios primários de procurar vítimas.
o emprego incorreto de “odor” por “fedor” feito pela imprensa.
o uso de estrangeirismos na linguagem jornalística.
a falta de respeito da mineradora pelos familiares.
a ausência de saneamento básico que provocou o desastre ambiental.
Texto I
Rede de ONGs ensina a deter corrupção enquanto é tempo. (Por: Daniel Jelin, 02/11/2013 às 16h27 - Atualizado em 02/11/2013 às 16h27).
Há dois caminhos para combater a corrupção. Um deles é o de punir os malfeitos - e todos sabem como é difícil obter condenações no Brasil, e mais ainda reaver os valores desviados. O outro caminho é o da prevenção, o de se antecipar aos corruptos. É a isso que se dedica o Observatório Social do Brasil (OSB), uma rede de ONGs que se alastrou por 14 estados. O ponto de partida é a constatação de que boa parte das fraudes pode ser adivinhada nas entrelinhas das licitações. Basta ter acesso à papelada, o olho treinado e (muita) paciência para desenredar suas tramas. O mesmo método evita que erros que não envolvem má fé, mas saem caro para o contribuinte, sejam cometidos. Em 2012, a OSB conseguiu impedir que 305 milhões de reais escoassem dos cofres municipais.
A ideia nasceu em Maringá, no Paraná, na esteira de um escândalo de corrupção que estourou na gestão do prefeito Jairo de Moraes Gianoto, tendo por pivô seu secretário de Fazenda, Luiz Antonio Paolicchi. Gianoto se afastou do cargo em 2000, perdeu a reeleição e se retirou da política - e da cidade. Em 2006, foi condenado a 14 anos de prisão por desvio de verbas públicas, sonegação e formação de quadrilha. Em 2010, em nova sentença condenatória, a Justiça cobrou o ressarcimento de estratosféricos 500 milhões de reais em ação por improbidade administrativa. Gianoto recorre em liberdade. Paolicchi foi assassinado em 2011.
Enquanto os processos se arrastavam na Justiça, um grupo de moradores indignados resolveu, em vez de vandalizar as lojas da cidade ou incendiar caminhões, organizar um sistema de fiscalização do poder público que prevenisse futuras tramoias. O marco zero é 2005. Naquele ano, a prefeitura lançou um edital para a compra de 2.918.000 comprimidos para dor de cabeça. Na licitação, foi fixado o valor de 0,009 centavos por drágea. Na hora do empenho, "esqueceram" um zero, e o preço saiu por 0,09. Esse singelo "descuido" teria então o efeito de multiplicar por dez o gasto total (de 26.262 mil reais para 262.620 mil reais). Revelada a trapalhada, o processo foi suspenso.
A experiência em Maringá deu tão certo que começou a ser reproduzida por outras cidades. Com o tempo, ganhou um amplo leque de apoios institucionais: Ministério Público, OAB, Federações da Indústria e do Comércio, Receita Federal, Tribunais de Contas, universidades e, principalmente, as Associações Comerciais, que abrigam 70% dos Observatórios Sociais (OS). Atualmente, 77 municípios contam com seus próprios observatórios. Na próxima segunda-feira, Curitiba sedia o quarto encontro nacional, para que as boas práticas de cada unidade sejam compartilhadas pelas demais.
(Disponível em: >http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/rede-de-ongs-ensina-a-deter-corrupcao-enquanto-e-tempo/<. Data da consulta: 27/11/2015.)
Assinale a alternativa CORRETA, de acordo com as ideias do texto I, acerca da afirmação retirada deste texto, “Na licitação, foi fixado o valor de 0,009 centavos por drágea. Na hora do empenho, 'esqueceram' um zero, e o preço saiu por 0,09”.
As aspas na palavra 'esqueceram' devem sugerir um “cochilo” de quem escreveu o texto, e nada têm a ver com esquecimento proposital.
As aspas na palavra 'esqueceram' podem sugerir exatamente o oposto do sentido de esquecer: alguém poderia ter tentado se beneficiar do aumento do preço de cada drágea.
As aspas na palavra 'esqueceram' nada apresentam de relevante em termos de sentido para o texto. Por isso podem ser eliminadas dele sem nenhum prejuízo semântico.
De acordo com o sentido expresso no texto, “esquecer” um zero (de 0,009 para 0,09 no preço de cada drágea) torna o preço de cada drágea mais baixo.
Sugere-se - considerando-se a forma como a palavra 'esqueceram' foi escrita, com aspas - que não haveria, a princípio, nenhuma suspeita de corrupção na licitação.
No enunciado “quero, logo tenho; quero, logo sou”, utilizam-se aspas, sinal de pontuação empregado em todos os casos abaixo, EXCETO:
Indicar o título de uma obra nos manuscritos.
Acentuar o valor significativo de uma palavra ou expressão.
Fazer sobressair termos ou expressões, geralmente não peculiares à linguagem normal de quem escreve.
Assinalar a supressão de um fonema no verso.
“Se me virem abraçado com mulher feia, podem apartar que é briga”.
Sobre as aspas na passagem anterior, é correto o que se afirma em:
I. Enfatizam a reprodução literal de outra fala.
II. Evidenciam um conceito.
III. Realçam expressões irônicas.
A respeito dessas afirmativas, assinale a opção CORRETA:
I.
I e II.
II e III.
I, II e III.
Com relação ao uso de aspas no texto, coloque (V) para Verdadeiro e (F) para Falso.
( ) As aspas da linha 6 indicam que a criança não precisava realmente ganhar um ovo virtual.
( ) As aspas da linha 9 indicam uma oposição entre a realidade do jogo e a realidade da vida.
( ) As aspas da linha 24 indicam a transcrição de uma fala dos pais.
( ) As aspas da linha 25 indicam que os pais já estabeleceram um limite para com seus filhos.
A sequência, de cima para baixo, que completa os parênteses corretamente é a da alternativa
V – V – F – V
F – V – F – V
V – V – V – F
F – F – F – V
V – F – V – F
Sobre as vírgulas e as aspas empregadas no texto é correto afirmar que
a primeira vírgula separa duas orações coordenadas.
a vírgula antes do “e” (l. 3) ocorre porque o verbo da oração “e durou uma boa hora” é diferente do verbo da oração anterior.
a vírgula antes de “sobrevivi” (l. 5) marca a diferença entre os tempos verbais de “estou escrevendo” e “sobrevivi”.
a vírgula que ocorre depois do “que” (l. 10) e a que ocorre depois de “violento” (l.10) estão isolando oração intercalada.
as aspas nas palavras “violento” (l.10) e “arremesse” (l.11) se justificam porque tais palavras pertencem ao vocabulário técnico da aviação.
No terceiro parágrafo do texto, as aspas foram empregadas para:
indicarem a opinião do autor da notícia.
destacarem a fala do veterinário Márcio Waldman.
indicarem que a intenção do autor era usar ironia.
destacarem a fala de um entrevistado que não foi identificado ao longo da notícia.
manterem o paralelismo semântico.
No segundo parágrafo, a justificativa para o enunciador ter colocado a última frase entre aspas é
indicar a presença dos interlocutores no diálogo direto.
fazer um resumo do discurso citado.
acrescentar um comentário pessoal em forma interrogativa.
distinguir uma citação do resto do texto.
acentuar o valor significativo de uma expressão na frase.
Em “Você está ficando relaxado... Seus olhos estão se fechando...” (linhas 2-3) o uso das aspas indica
discurso indireto.
citação direta
discurso direto.
gíria.
Considere o trecho a seguir para responder às questões de 11 a 15.
"Neurocientistas estão cientes da supressão há algum tempo, mas ela não tem sido tão estudada quanto mecanismos que aumentam a atenção".
As aspas foram usadas para marcar
expressão irônica.
citação indireta.
opinião implícita.
citação direta.