

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Observa-se no poema um fenômeno conhecido como variação linguística. O elemento motivador mais provável dessa variação faz com que ela seja chamada de:
Variação de jargão técnico.
Variação etária.
Variação de nível de instrução.
Variação de registro.
Variação histórica.
No último quadrinho da tirinha "Ecochatos", a expressão "Mó exagero!!!" é utilizada pela personagem para comentar uma situação dramática. Qual é a principal característica linguística presente nessa fala?
Variação linguística regional - Regionalismo.
Variação linguística estilística - Gíria.
Variação linguística histórica - Arcaísmo.
Variação linguística de gênero - Pajubá.
Variação linguística situacional - Corporativa.
No trecho: "Seu corpo amiúde fazia mogangas sobre um monte de barro," a expressão "fazia mogangas" representa uma variante linguística chamada:
onomatopeia.
pleonasmo.
anacronismo.
sinestesia.
regionalismo.
O poema "O Poeta da Roça" de Patativa do Assaré é um exemplo de variação linguística. Com base na leitura do poema, assinale a alternativa que melhor descreve a variação linguística presente no texto.
Variação diacrônica, pois o poema apresenta formas linguísticas arcaicas que não são mais usadas na língua portuguesa atual.
Variação diastrática, pois o poema utiliza formas linguísticas que indicam a origem social e o nível de escolaridade do autor.
Variação diatópica, pois o poema apresenta características linguísticas regionais específicas do português falado no Nordeste do Brasil.
Variação diafásica, pois o poema usa um registro formal e culto da língua portuguesa.
Variação diagenética, pois o poema mistura elementos linguísticos de diferentes épocas sem uma coerência temporal.
As questões de 06 a 17 referem-se ao texto reproduzido a seguir.
TEXTO 1
Mais uma distorção: comunicar é o que importa
Marcos Bagno
Existe na nossa cultura escolar, no que diz respeito ao ensino de língua, uma ideia muito entranhada e que precisa ser veementemente exposta e combatida. É a noção de que “o que importa é comunicar”, de que “se a mensagem foi transmitida, tudo bem”, e coisas assim. É fundamental deixar bem claro aqui que não, não e não — essa é uma visão muito pobre e mesquinha do que é a língua e dos mecanismos sociais que a envolvem. Repetir essa ideia é algo extremamente prejudicial para uma boa educação linguística.
Essa ideia é uma deturpação violenta de teorias linguísticas sofisticadas que, lidas pela metade ou só na superfície (quando são lidas), se transformam em conceitos tomados como “verdades científicas” pelos que não se empenham em estudar mais a fundo. E, para piorar, serve de acusação contra os linguistas por parte de pessoas que pretendem, com isso, desqualificar o trabalho dos pesquisadores e tentar preservar a ferro e fogo uma concepção de “língua culta” obtusa, obscura e irreal.
Essas pessoas alegam que, para os linguistas, “vale tudo”, que “o importante é comunicar”, que “não é preciso corrigir os alunos”, entre outras acusações injustas que não correspondem a nada que linguistas sérios já escreveram ou disseram em público. Para se opor, então, ao que os linguistas jamais disseram, os defensores de uma concepção de língua (e de sociedade) arcaica e pré-científica apregoam o “ensino da gramática” e a inculcação de uma escorregadia “norma culta”.
A língua é muito mais do que um simples instrumento de comunicação. Ela é palco de conflitos sociais, de disputas políticas, de propaganda ideológica, de manipulação de consciências, entre muitas outras coisas. A manipulação social da língua nos leva a votar nessa ou naquela pessoa, a comprar tal ou qual produto, a admitir que determinado evento ocorreu de determinada maneira e não de outra, a aderir a uma ideia, a acreditar nessa ou naquela religião, e por aí vai, e vai longe...
No mercado financeiro, por exemplo, tudo se faz por meio das palavras. Os títulos negociados na Bolsa de Valores não têm existência concreta, são mera abstração, dependem exclusivamente do que se diz ou do que se deixa de dizer: basta lançar um boato sobre uma empresa dizendo que ela está para falir, e o valor das ações despenca. O que alguns chamam de “invasão” (de terras, por exemplo) outros chamam de “ocupação” (de áreas improdutivas). Onde alguns falam de “terrorismo” outros preferem falar de “revolução”. Para os fiéis de uma determinada religião, certos atos são “pecados”, enquanto para os de outra são perfeitamente justificados e bem-vindos. O que o governo americano chamou de “Guerra do Iraque” muitos analistas classificam simplesmente de “invasão”, já que os iraquianos não fizeram nada contra os Estados Unidos.
A língua é a nossa faculdade mais poderosa, é o nosso principal modo de apreensão da realidade e de intervenção nessa mesma realidade. Vivemos mergulhados na linguagem, não conseguimos nos imaginar fora dela — estamos mais imersos na língua do que os peixes na água.
Além disso, a língua é um fator importantíssimo na construção da identidade de cada indivíduo e de cada coletividade. Ela tem um valor simbólico inegável, é moeda de troca, é arame farpado capaz de incluir alguns e excluir muitos outros. É pretexto para exploração, espoliação, discriminação e até mesmo massacres e genocídios, como já vem expresso num conhecido episódio bíblico.
Numa guerra entre duas tribos de Israel, os galaaditas e os efraimitas, os primeiros se apoderaram dos vaus do Jordão, trechos rasos que podiam ser atravessados a pé. Quando alguém atravessava o rio, os galaaditas mandavam que pronunciasse a palavra shibboleth (“espiga”): na variedade linguística dos efraimitas, a palavra era pronunciada sibboleth, sem o “chiado” inicial. Quando ouviam essa pronúncia, os galaaditas “então os matavam nos vaus do Jordão. Caíram naquele tempo quarenta e dois mil homens de Efraim” (Juízes 12,4-6). Por isso o termo shibboleth é usado para designar qualquer elemento social empregado para discriminar ou mesmo exterminar uma pessoa ou grupo de pessoas.
Portanto, não se pode admitir essa falácia de que “o importante é comunicar”. Abrir a boca para falar é se expor, inevitavelmente, aos julgamentos sociais, positivos e negativos, que configuram nossa cultura. Falar é comunicar, sim, mas não “transmitir uma mensagem” como ingenuamente se pensa: é comunicar quem somos, de onde viemos, a que comunidade pertencemos, o quanto estamos (ou não) inseridos nos modos de ver, pensar e agir do nosso interlocutor.
Assim, numa sociedade como a brasileira, tradicionalmente excludente e discriminadora, é fundamental que a escola possibilite a seus aprendizes o acesso ao espectro mais amplo possível de modos de expressão, a começar pelo domínio da escrita e da leitura, direito inalienável de qualquer pessoa que viva num país republicano e democrático. A leitura e a escrita, o letramento, enfim, abre as portas de incontáveis mundos discursivos, aos quais os aprendizes só vão ter acesso por meio da escolarização institucionalizada.
(BAGNO, Marcos. Gramática pedagógica do português brasileiro. São Paulo: Parábola Editorial, 2011)
As questões de 18 a 24 referem-se ao texto reproduzido a seguir.
TEXTO 2
Os certinhos e os seres do abismo
Luís Fernando Veríssimo
Era assim no meu tempo de frequentador de aulas ("estudante" seria um exagero), mas não deve ter mudado muito. A não ser quando a professora ou o professor designasse o lugar de cada um segundo alguma ordem, como a alfabética – e nesse caso eu era condenado pelo sobrenome a sentar no fundo da sala, junto com os Us, os Zs e os outros Vs –, os alunos se distribuíam pelas carteiras de acordo com uma geografia social espontânea, nem sempre bem definida, mas reincidente.
Na frente sentava a Turma do Apagador, assim chamada porque era a eles que a professora recorria para ajudar a limpar o quadro-negro e os próprios apagadores. Nunca entendi bem por que se sujar com pó de giz era considerado um privilégio, mas a Turma do Apagador era uma elite, vista pelo resto da aula como favoritos do poder e invejada e destratada com a mesma intensidade. Quando passavam para os graus superiores, os apagadores podiam perder sua função e deixar de ser os queridinhos da tia, mas mantinham seus lugares e sua pose, esperando o dia da reabilitação, como todas as aristocracias tornadas irrelevantes.
Não se deve confundir a Turma do Apagador com os Certinhos e os Bundas de Aço. Os certinhos ocupavam as primeiras fileiras para não se misturarem com a Massa que sentava atrás, os bundas de aço para estarem mais perto do quadro-negro e não perderem nada. Todos os apagadores eram certinhos, mas nem todos os certinhos eram apagadores, e os bundas de aço não eram necessariamente certinhos. Muitos bundas de aço, por exemplo, eram excêntricos, introvertidos, ansiosos – enfim, esquisitos. Já os certinhos autênticos se definiam pelo que não eram. Não eram nem puxa-sacos como os apagadores, nem estranhos como os bundas de aço, nem medíocres como a Massa, nem bagunceiros como os Seres do Abismo, que sentavam no fundo, e sua principal característica eram os livros encapados com perfeição.
Atrás dos apagadores, dos certinhos e dos bundas de aço ficava a Massa, dividida em núcleos, como o Núcleo do Nem Aí, formado por três ou quatro meninas que ignoravam as aulas, davam mais atenção aos próprios cabelos e, já que tinham esse interesse em comum, sentavam juntas; o Clube de Debates, algumas celebridades (a garota mais bonita da aula, o cara que desenhava quadrinho de sacanagem) e seus respectivos círculos de admiradores, e nós do Centrão Desconsolado, que só tínhamos em comum a vontade de estar em outro lugar.
E no fundo sentavam os Seres do Abismo, cuja única comunicação com a frente da sala eram os ocasionais mísseis que disparavam lá de trás e incluíam desde o gordo que arrotava em vários tons até uma proto-dark, provavelmente a primeira da história, com tatuagem na coxa.
Mas isso, claro, foi na Idade Média.
Disponível em: <http://veja.abril.com.br/especiais/jovens>. Acesso em: 10 abr. 2023.
As questões 25 e 26 referem-se ao texto reproduzido a seguir.
TEXTO 3

Disponível em : <www.espacoeducar.net>. Acesso em: 10 jun. 2023.
Sobre a relação entre gênero discursivo e variação linguística, é correto afirmar
os textos 2 e 3 são representativos de gêneros discursivos nos quais é coerente o uso do registro informal da língua portuguesa.
os textos 1 e 3 são representativos de gêneros discursivos nos quais é coerente o uso do registro informal da língua portuguesa.
os textos 1, 2 e 3 são representativos de gêneros discursivos nos quais é coerente apenas o uso do registro formal da língua portuguesa.
os textos 1, 2 e 3 são representativos de gêneros discursivos nos quais é coerente apenas o uso do registro informal da língua portuguesa.
As formas linguísticas presentes no texto indicam a predominância de uma variedade linguística
estilística.
histórica.
geográfica.
sociocultural.
O poema é construído por meio da variação linguística
formal.
regional.
situacional.
histórica.
Em algumas situações, a pessoa usa a linguagem obrigando-o a adaptá-la para ser mais bem compreendido. Observe as frases apresentadas a seguir.
- Mermão, penso que esse negócio de andar de skate não é minha onda…
- O Cavalheiro poderia pegar uma cadeira para mim, por gentileza?
Dentre estas variedades linguísticas, indique a afirmativa incorreta.
A norma urbana de prestígio é uma variedade linguística utilizada por pessoas com formação escolar mais sólida com sentido mais formal como na segunda frase.
Para validar a identidade e aumentar a interação entre os membros, certos grupos ou tribos se utilizam de palavras ou as usam com sentido não convencional, a exemplo da primeira frase.
Variações linguísticas ocorrem quando pessoas com pouco estudo tentam adequar sua fala ao padrão mais formal da língua, assim como na primeira frase.
Aceitar apenas uma forma de uso da língua, não levando em conta as demais variantes, é um típico ato de preconceito linguístico.
O escritor angolano Valter Hugo Mãe se vale de uma variante do português muito semelhante à variante europeia e relativamente diferente da variante do português brasileiro. Considerando essas informações, assinale a alternativa em que a expressão grifada está inserida no português angolano/europeu:
“Tinha pensado em livros a vida inteira (...)”
“Quero muito que o Freud, o meu cão, entenda que estabeleço regras para que tenhamos uma vida melhor (...)”
“Estragar os nossos miúdos é o fim do mundo”
“Os alunos não podem abdicar da maravilha nem do entusiasmo do conhecimento.”
O autor Marcos Bagno define variação linguística da seguinte forma: "O termo variação se aplica a uma característica das línguas humanas que faz parte de sua própria natureza: a heterogeneidade. A palavra língua nos dá uma ilusão de uniformidade, de homogeneidade, que não corresponde aos fatos. Quando nos referimos ao português, ao francês, ao chinês, ao árabe etc., usamos um rótulo único para designar uma multiplicidade de modos de falar decorrente da multiplicidade das sociedades e das culturas em que as línguas são faladas. Cada um desses modos de falar recebe o nome de variedade linguística. Por isso, muitos autores definem língua como “um conjunto de variedades" e substituem a noção da língua como um sistema pela noção da língua como um polissistema, formado por essas múltiplas variedades" (Bagno, Dicionário do Ceale, online). A variação linguística ocorre de variadas formas, por fatores linguísticos e extralinguísticos. Nesse sentido, analise os textos a seguir:
Texto I:

Disponível em:
https://sme.goiania.go.gov.br/conexaoescola/wp-content/uploads/2022/09/WhatsApp-Image-2022-09-28-at-10.10.52-1024x1022.jpeg
Texto II:

Disponível em:
https://arquivos.infra-questoes.grancursosonline.com.br/https://arquivos.infra-questoes.grancursosonline.com.br/imagem/prova/115717/questao/3014624-20230926110959000000-0.png
Texto III:

Disponível em:
https://media.brainly.com.br/imagefrs-fillAw:1920/q:75/plain/https://pt-static.z-dn.netffiles/d37/2036ce27da1f7223bb70e6f8b6623df.jpg
Texto IV:

Disponível em:
https://media.brainly.com.br/imagefrsfillAw:1920/q:75/plain/https://pt-static.z-dn.netffiles/deb/Obcefd51 6d05bb4b43a04aeb8dc2dac5.jpg
A respeito dos textos apresentados, analise as afirmações a seguir:
I.As variações sociolinguísticas apresentadas nos textos I, II, III e IV são decorrentes de fatores linguísticos.
II.O texto I apresenta um tipo de variação chamada de diastrática.
III.O texto II apresenta um tipo de variação sociolinguística classificada como diamésica.
IV.O texto III exemplifica a chamada variação diacrônica.
V.O texto IV apresenta a variação diacrônica da linguagem.
É correto o que se afirma em:
V, apenas.
I, II, III, IV e V.
IV e V, apenas.
I, II, III e IV, apenas.
I, II e III, apenas.
Na letra dessa canção poética, a linguagem empregada exemplifica a variação:
social
regional
geográfica
profissional
padrão
Variação linguística é um conceito que se refere às diferentes formas de uma língua que ocorrem entre diferentes grupos de falantes ou em diferentes contextos. Essas variações podem ser classificadas em vários tipos
Assinale a variação que se refere à adaptação da linguagem conforme o contexto de comunicação. Por exemplo, a linguagem usada em um ambiente formal, como em uma reunião de negócios, é geralmente mais cuidadosa e estruturada do que a linguagem informal usada entre amigos:
Variação Situacional (ou de Registro).
Variação de Estilo.
Variação Social.
Variação Geográfica (ou Dialetal).
Variação Histórica.
Quanto aos tipos de variações linguísticas, marque a alternativa da sequência que enumera o trecho à sua respectiva classificação, respectivamente.
I – Sacolé, Dindim, Geladinho;
II – Vossemecê, vosmecê, vossa mercê, você;
III – Não peixe com meu peixe, ô playboy;
IV – Muito obrigada, Luísa!
( ) Variação diatópica
( ) variação histórica
( ) variação diastrática
( ) variação diafásica
II – I – IV - III
I – II – III - IV
III – I – IV - II
I – II – IV - III
III – I – II – IV
O termo em destaque no trecho “Entre os mecanismos de participação social institucionalizados pelo Estado, as ouvidorias públicas ocupam posição de destaque, ao se estabelecerem como um lócus privilegiado de escuta e defesa dos direitos dos cidadãos [...]”, ilustra qual tipo de variação linguística?
Variação geográfica, refletindo o uso de termos comuns de uma região específica do Brasil.
Variação social, refletindo o uso de termos usados predominantemente pelas pessoas com baixo nível de escolarização.
Variação histórica, refletindo a preferência por termos do português arcaico ainda usados na linguagem da administração pública.
Variação estilística, refletindo o uso de termos adequados à formalidade e à precisão técnica exigidas pelo texto.
Variação geográfica, refletindo a preferência pelo uso de palavras adequadas apenas ao português de Portugal.
Acerca do fragmento da música apresentado, analise as afirmativas a seguir.
I. O verso “Só no que nóis tá vendo memo” revela o uso da variação linguística social.
II. Os versos se pautam na variação situacional da língua, com predomínio da formalidade.
III. A variação regional predomina pela menção de aspectos relacionados à origem do eu lírico.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
I, apenas.
II, apenas.
III, apenas.
I, II e III.
Qual das seguintes alternativas melhor representa a relação entre variação linguística e categorias sociais?
A variação linguística é influenciada pelo nível de escolaridade das pessoas.
A variação linguística ocorre apenas entre pessoas de diferentes classes sociais.
A variação linguística é observada apenas entre pessoas que vivem em áreas urbanas.
A variação linguística é exclusiva de pessoas que praticam determinada religião.
Considere a imagem.

(Bortoni-Ricardo: 2004)
De acordo com Bortoni-Ricardo, considera-se um traço como descontínuo aquele que pode ser estigmatizado nas comunidades urbanas. O termo empregado por Chico Bento que exemplifica um traço descontínuo é
feiz.
comprá.
pra.
biete.
vendido.
Considerando as características linguísticas do texto, qual das alternativas a seguir expressa corretamente uma marca de variação linguística presente na narrativa?
O uso predominante de jargões específicos da cultura urbana.
A ausência de elementos coloquiais, mantendo-se um registro formal.
O emprego da expressão “mainha”, que reflete um vocabulário regional.
A preferência por estruturas gramaticais complexas e alinhadas à formalidade.
Marque a alternativa correta sobre as variações linguísticas no Brasil:
A língua padrão é sempre superior à língua falada pelas classes populares.
O português brasileiro não apresenta variações regionais.
A língua é um fenômeno heterogêneo, apresentando diferentes variedades.
A variação linguística é uma forma de erro gramatical.
Leia o trecho a seguir:
"Na minha terra, quando vamos ao mercado, pedimos 'sacolé' para nos refrescar no calor. Já em outras regiões, o mesmo produto é conhecido como 'geladinho', 'chup-chup' ou até 'dindin'."
O trecho acima ilustra um exemplo de variação linguística que pode ser classificada como:
Variação diastrática.
Variação diacrônica.
Variação diafásica.
Variação diatópica.
Variação diagráfica.