Questões de Concurso sobre Libras - Página 10 | Gran Questões

Questões de Concurso sobre Libras

 
 
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Em um evento cultural promovido pela Assembleia Legislativa, o intérprete de Libras é convidado a interpretar uma apresentação musical na abertura de uma sessão solene.


Observe a tradução de um dos trechos da música.


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Considerando que, na Libras, existem recursos linguísticos capazes de representar características visuais, formas, movimentos e detalhes descritivos utilizados em diferentes contextos, assinale a opção que identifica o recurso linguístico utilizado pelo intérprete de Libras nesse trecho musical.


A

Expressões não manuais fixas.


B

Marcadores discursivos.


C

Classificadores.


D

Sinais de empréstimos


E

Estrutura de concordância verbal.

Ao interpretar o discurso de um deputado, o profissional de Libras se depara com a frase: “Eu saí vagarosamente do local.” O Intérprete precisa expressar corretamente o sentido do advérbio “vagarosamente”, respeitando as características linguísticas da Libras.


Assinale a opção que explica corretamente como o advérbio de modo é expresso na Libras.


A

É traduzido por um sinal específico correspondente ao advérbio.


B

É omitido, pois a Libras não expressa advérbios de modo.


C

É incorporado ao verbo por meio da alteração do movimento e das expressões não manuais.


D

É substituído por dois sinais consecutivos que reforçam a ideia de lentidão.


E

É traduzido exclusivamente por expressões faciais, sem alteração do movimento do verbo.

Em preparação para uma sessão temática na Assembleia Legislativa, a equipe de intérpretes de Libras recebe previamente um conjunto de documentos contendo termos técnicos, siglas legislativas e referências normativas.

Um dos intérpretes utiliza esse material para pesquisar terminologia, organizar glossários pessoais, revisar conceitos desconhecidos e verificar fontes confiáveis antes da interpretação.


A finalidade da preparação prévia realizada pelo intérprete, nesse contexto, é


A

permitir ao intérprete decorar sinais novos antes da sessão, sem necessidade de análise contextual.


B

garantir previsibilidade temática, precisão terminológica e maior fluidez durante a interpretação.


C

minimizar o tempo de preparação, concentrando-se apenas na experiência prévia do intérprete, sem necessidade de pesquisa ou consulta documental.


D

substituir a leitura prévia de documentos por improvisação baseada apenas na experiência profissional.


E

eliminar a necessidade de domínio de ferramentas e recursos documentais, já que o intérprete estudou previamente.

Em um estudo interno na Assembleia Legislativa, os participantes discutem as diferentes formas de narrar a trajetória histórica dos surdos no Brasil e observam que muitas versões tradicionais tornam invisíveis as experiências e perspectivas das próprias comunidades surdas.


Assinale a opção que apresenta a compreensão alinhada à visão cultural dos surdos.


A

Valorizar registros médicos e pedagógicos, pois são eles que permitem explicar objetivamente a evolução da educação de surdos.


B

Reconhecer que os surdos produzem sua própria história por meio de práticas culturais, experiências visuais, lutas políticas e identidades compartilhadas.


C

Priorizar somente documentos escritos por especialistas ouvintes, por constituírem fontes mais confiáveis e metodologicamente válidas.


D

Focar principalmente no desenvolvimento de técnicas de correção da surdez, já que a história dos surdos está diretamente ligada aos progressos clínicos.


E

Centrar nos métodos educacionais criados por professores ouvintes, pois são eles que estruturam a narrativa histórica das comunidades surdas.

Durante a análise de um trecho sinalizado em Libras para fins de revisão linguística, observa-se que o sinalizador produz a sequência:


Imagem associada para resolução da questão


Com sobrancelhas franzidas e acenos de cabeça negando, simultâneos ao sinal.

Considerando os princípios gramaticais da Libras referentes aos tipos de frases e ao papel das expressões não manuais, é correto afirmar que


A

trata-se de uma frase afirmativa com ênfase emocional, pois as expressões não manuais atuam apenas como intensificadores.


B

é uma frase exclamativa, pois as sobrancelhas levantadas e o aceno de cabeça inclinada caracterizam surpresa.


C

é uma frase interrogativa negativa, pois as sobrancelhas franzidas marcam pergunta, enquanto o aceno de cabeça em sentido horizontal expressa negação simultânea.


D

é uma frase imperativa, já que a combinação de expressão facial e movimento da cabeça exige resposta imediata do interlocutor.


E

trata-se de uma frase exclamativa, pois a expressão corporal indica forte emoção do emissor, sem alterar o tipo de frase.

Leia o texto a seguir.


A guia-interpretação para pessoas com surdocegueira, de acordo com Chambers, Moore e Ramey (2019), constitui um subcampo da interpretação de línguas de sinais cujas atividades e pesquisas estão em desenvolvimento. Segundo as autoras, são poucos “os recursos e as formações disponíveis para quem deseja aprender sobre guia-interpretação para pessoas com surdocegueira, mas eles são os degraus para que o conhecimento e a formação sejam implementados em um curso de formação de intérpretes” (Chambers, Moore & Ramey, 2019, p. 92). No Brasil, a formação de guia-intérpretes tem acontecido principalmente através de cursos livres ofertados por organizações da sociedade civil desde 1999. O curso Guia-intérprete - oferecido pela parceria entre o Grupo Brasil de Apoio ao Surdocego e Múltiplo Deficiente Sensorial e a Ahimsa - Associação Educacional para Múltipla Deficiência - exige, como pré-requisito aos interessados, conhecimento intermediário em língua brasileira de sinais (Libras).


A guia-interpretação para pessoas com surdocegueira é compreendida como um campo específico da atuação profissional em línguas de sinais. De acordo com o texto, a


A

guia-interpretação constitui um campo consolidado da interpretação, contando com ampla oferta de cursos superiores consolidados e materiais didáticos especializados desde a década de 1990.


B

formação de guia-intérpretes no Brasil ocorre prioritariamente em cursos universitários, os quais exigem domínio avançado de Libras e estágio supervisionado obrigatório.


C

guia-interpretação é um subcampo em desenvolvimento, com oferta predominante de cursos livres promovidos por organizações da sociedade civil, que exigem conhecimento intermediário em Libras.


D

formação de guia-intérpretes é recente no Brasil e dispensa pré-requisitos linguísticos, concentrando-se apenas em atividades práticas de curta duração.

Com base nas reflexões de Lacerda (2010) acerca da atuação do Tradutor e Intérprete de Língua Brasileira de Sinais (TILBS) e Língua Portuguesa em contextos educacionais inclusivos, especialmente no que se refere à complexidade do ambiente escolar, à presença de múltiplos interlocutores e à necessária articulação entre intérprete e professor regente no processo de mediação linguística, assinale a alternativa incorreta:


A

O TILSP atua em contexto institucional complexo, envolvendo múltiplos interlocutores e variáveis pedagógicas.


B

A presença do TILSP tende a se naturalizar no ambiente escolar, preservando a centralidade pedagógica do professor regente.


C

A relação entre professor e TILSP deve pautar-se na cooperação e no diálogo profissional.


D

O TILSP pode assumir a condução didática da aula quando identificar inadequações metodológicas que prejudiquem o aluno surdo.

A organização frasal da Libras evidencia diferentes arranjos de constituintes e, posteriormente, estruturas que combinam duas ou mais orações por meio de mecanismos de coordenação ou de subordinação.


Dadas as afirmativas acerca da composição oracional da Libras,


I. A estrutura da frase na Libras restringe-se à justaposição linear de sinais, não havendo evidência de organização hierárquica de constituintes.

II. A Libras apresenta estrutura frasal organizada por constituintes sintáticos e permite a formação de unidades oracionais complexas, incluindo coordenação, subordinação e encaixamento, evidenciando riqueza estrutural compatível com línguas naturais.

III. As unidades oracionais complexas na Libras resultam de influência do português, não constituindo propriedade estrutural da própria língua.


verifica-se que está/ão correta/s apenas


A

I.


B

II.


C

III.


D

I e III.


E

II e III.

Em relação à estrutura linguística, Libras e Língua Portuguesa:


A

Possuem exatamente a mesma estrutura sintática.


B

Possuem estruturas gramaticais próprias e independentes.


C

Utilizam os mesmos parâmetros fonológicos.


D

São formas diferentes da mesma língua.

Na grafia de sinais Signwriting, os símbolos de contato são utilizados para descrever a interação física entre as mãos ou entre as mãos e o corpo. Embora possuam representações gráficas semelhantes, cada símbolo indica uma dinâmica de movimento e uma intensidade específica, sendo essencial para a correta leitura da língua de sinais escrita.


Correlacione os grafemas da coluna da esquerda com o que eles representam em Signwriting na coluna da direita.

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I. Bater é definido com uma mão fortemente em contato com uma superfície.

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II. Pegar é definido com a mão pegando uma parte do corpo ou um pedaço da roupa.

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III. Esfregar é definido como um contato que move, mas permanece na superfície.

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IV. Escovar é definido com um movimento que tem contato e depois sai de uma superfície.

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V. Toque é definido com a mão gentilmente em contato com outra parte do corpo.


Assinale a alternativa que apresenta a correlação correta.


A

A-I, B-II, C-IV, D-V, E-III.


B

A-I, B-II, C-V, D-IV, E-III.


C

A-II, B-I, C-IV, D-V, E-III.


D

A-II, B-I, C-III, D-V, E-IV.


E

A-I, B-II, C-V, D-III, E-IV.

Em processo seletivo para professor de Libras em Instituto Federal, a banca avaliadora analisou planos de ensino apresentados pelos candidatos para a disciplina de Libras como segunda língua (L2), destinada a estudantes ouvintes das licenciaturas. O debate considerou que o ensino de Libras como L2 demanda abordagem que contemple input visual significativo, contextualização sociolinguística, desenvolvimento da competência discursiva e respeito às especificidades estruturais da língua.


Com base nos fundamentos didático-metodológicos do ensino de Libras como L2, assinale a alternativas correta.


A

O ensino de Libras como L2 deve priorizar descrição metalinguística em língua portuguesa, reduzindo práticas interativas em Libras a momentos complementares.


B

O perfil do professor de Libras limita-se ao domínio da gramática normativa da língua, não sendo relevante formação pedagógica ou reflexão metodológica sobre ensino de segunda língua.


C

O ensino de Libras como L2 exige formação específica em nível superior, preferencialmente em curso de Letras-Libras ou área correlata, conforme previsto no Decreto nº 5.626/2005, e demanda metodologia centrada na modalidade visuoespacial, com ênfase em práticas comunicativas contextualizadas e desenvolvimento de competência interacional.


D

A docência de Libras como L2 pode ser exercida por qualquer profissional fluente, independentemente de formação superior específica, sendo suficiente adotar metodologia baseada na tradução palavra por palavra do português para sinais.


E

O Decreto nº 5.626/2005 estabelece que a formação do professor de Libras deve ocorrer em nível médio, ou por meio de cursos técnicos profissionalizantes, não se exigindo formação superior.

Imagem associada para resolução da questão


QUADROS, R. M.; MACHADO, R. N.; SILVA, J. B. Introdução ao Estudo da Libras. São Paulo: Contexto, 2025.


Ao analisar a sequência de sinais, pode-se concluir que o/a


A

sinal CALÇA só pode ser analisado, adequadamente, por meio da tradução para o português.


B

iconicidade elimina a necessidade de sistematicidade semântica, uma vez que a forma já garante o significado.


C

sinal CALÇA exemplifica iconicidade, pois apresenta motivação visual relacionada ao objeto que designa, sem que isso comprometa seu estatuto como unidade lexical plenamente linguística.


D

motivação visual do sinal CALÇA impede que ele seja considerado elemento lexical, caracterizando-o como gesto não linguístico.


E

presença de iconicidade em CALÇA indica ausência de convenção social na formação do sinal.

A avaliação da vitalidade de uma língua e o seu risco de extinção baseiam-se, frequentemente, em documentos como o Language Endangerment da UNESCO, que utiliza critérios como a transmissão intergeracional e a proporção de falantes em relação à população total. Todavia, estudiosos da área da surdez argumentam que a aplicação direta desses critérios às línguas de sinais nacionais pode ser insuficiente, uma vez que o risco enfrentado por essas línguas possui uma natureza distinta daquela observada em línguas orais de minorias étnicas.


Considerando-se o estatuto de “língua em risco” aplicado às línguas de sinais nacionais no Brasil, é correto afirmar que a vulnerabilidade dessas línguas decorre, primordialmente,


A

da inconsistência dos parâmetros da UNESCO para lidar com línguas de modalidade visuoespacial, que as classifica como seguras, devido à sua presença obrigatória em contextos de escolarização.


B

das barreiras sistêmicas que provocam a aquisição linguística tardia pela maioria dos falantes e da influência de estereótipos sociais que deslegitimizam o seu estatuto gramatical.


C

da tendência de desaparecimento físico das comunidades falantes, assemelhando-se ao processo de extinção progressiva das línguas orais indígenas em isolamento.


D

da redução drástica do número absoluto de sujeitos surdos nos grandes centros urbanos, o que impede a circulação da língua nacional em espaços públicos e privados.


E

do desinteresse das novas gerações de surdos em aprender a língua de sinais nacional, optando pelo uso exclusivo de outras línguas orais e de sinais.

A educação de Surdos no Brasil e no mundo passou por abordagens que foram moldando as suas formas de ensino. A primeira abordagem foi o Oralismo, que foi resultado do Congresso que ocorreu em Milão em 1800. Skliar (2016, p.16) define este momento como “[...] holocausto linguístico, cognitivo e cultural que viveram os surdos”. Considerando essas abordagens, assinale a opção abaixo que corresponde a abordagem de educação de Surdos vigente atualmente no Brasil e que é regulamentada pela Lei nº 14.191, de 3 de agosto de 2021:


A

Oralismo


B

Bilinguismo


C

Comunicação Total


D

Bimodalismo

A formação do tradutor/intérprete de Língua Brasileira de Sinais/Língua Portuguesa no Brasil passou por importantes transformações nos últimos anos, sobretudo no que se refere à profissionalização e ao reconhecimento da necessidade de formação em nível superior. Gontijo (2025), em sua pesquisa intitulada “Políticas de Tradução e Interpretação: os intérpretes de Libras no ensino superior”, discute os desafios e os contextos sociopolíticos que moldam essa formação profissional, destacando a importância de currículos que articulem linguística, prática tradutória e reflexões críticas sobre inclusão e direitos linguísticos. A partir disso, pode-se defender que o(a):


A

formação em nível superior para tradutores/intérpretes de Libras deve integrar competências linguísticas, tradutórias, éticas e conhecimento dos contextos sociais em que a atuação ocorre


B

formação acadêmica é indiferente à construção de competências para atuação em modos de interpretação como a simultânea ou a consecutiva


C

estudo de contextos sociopolíticos não é relevante para a prática profi ssional, bastando a prática de sala de aula


D

Formação profissional não precisa considerar questões de direitos linguísticos nem políticas públicas de inclusão.


E

formação superior pode limitar-se à profi ciência em Libras, sem necessidade de estudo sobre teoria da tradução

Analise as afirmações a seguir e assinale V (verdadeiro) ou F (falso) e sem seguida marque a alternativa correta:


I. ( ) O sinal TRABALHAR é, em sua forma mais difundida e didaticamente referenciada, realizado com configuração de mão em “L”, com movimento repetido, podendo apresentar variações regionais quanto à intensidade e ao ritmo, sem alteração do significado central.

II. ( ) Configurações de mão semelhantes, mas não idênticas, não geram pares mínimos em Libras.

III. ( ) A alteração da configuração de mão em um sinal lexicalizado não compromete sua inteligibilidade, desde que a expressão facial seja mantida.

IV. ( ) A configuração de mão é um dos parâmetros fonológicos da Libras e pode, isoladamente, alterar o significado de um sinal.

V. ( ) A iconicidade impede que sinais sofram processos de gramaticalização.


A

V, F, F, V, F


B

V, V, F, V, F


C

F, V, F, V, F


D

V, F, V, F, V


E

F, F, V, V, F

No Brasil, a consolidação da educação bilíngue de Surdos e a atuação do tradutor/intérprete de Libras/Língua Portuguesa estão amparadas por marcos legais que reconhecem a Libras como língua e defi nem diretrizes para a formação e o exercício profi ssional. Esses dispositivos legais asseguram direitos linguísticos e orientam a organização de serviços de acessibilidade. Com base na legislação vigente, pode-se atestar que o(a):


A

Decreto nº 5.626/2005 regulamenta a Lei n.º 10.436/2002 e estabelece diretrizes para a educação bilíngue de Surdos


B

educação bilíngue de Surdos não possui respaldo legal no Brasil e é uma prática irregular recorrente nas instituições de ensino


C

regulamentação da profissão do tradutor/intérprete dispensa formação específica, podendo ser exercida por qualquer pessoa


D

Libras é reconhecida apenas como recurso pedagógico auxiliar no sistema educacional de Surdos e ouvintes fi lhos de Surdos


E

legislação brasileira restringe o uso da Libras aos anos iniciais da educação básica, podendo ser aplicada somente no ensino superior

No campo dos estudos sobre a surdez, o modelo socioantropológico representa uma mudança significativa em relação às concepções tradicionais. De acordo com esse modelo, a surdez deve ser compreendida como uma


A

patologia sensorial cuja principal intervenção consiste na reabilitação auditiva e na oralização do indivíduo surdo.


B

diferença linguística e cultural, que reconhece a pessoa surda como integrante de uma minoria linguística, usuária de uma língua natural visuoespacial.


C

limitação orgânica que compromete o desenvolvimento cognitivo e exige a normalização do sujeito por meio da língua oral.


D

disfunção da comunicação que impede a plena inserção social, sendo a língua de sinais apenas um recurso auxiliar transitório.

Na Libras, a flexão constitui um fenômeno morfológico que apresenta características próprias da modalidade visuoespacial. Nesse sentido, a flexão caracteriza-se pela:


A

adição de morfemas lineares segmentáveis, posicionados antes ou depois do sinal-base, de forma semelhante ao que ocorre nas línguas orais.


B

modificação interna do sinal, envolvendo parâmetros como movimento, direção, intensidade e expressões não manuais, permitindo a marcação de categorias gramaticais como pessoa, número e aspecto.


C

combinação sequencial de sinais independentes, sem alteração da forma do sinal original, de modo que categorias gramaticais como pessoa, número e aspecto sejam inferidas pelo contexto discursivo.


D

substituição do sinal lexical por classificadores, processo que elimina a distinção entre léxico e gramática.

 
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