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Flores (2023) discute a complexidade do bilinguismo na experiência surda, articulando dimensões linguísticas, educacionais e normativas. Em relação aos conceitos e as premissas apresentados no estudo, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Segundo a concepção teórica contemporânea defendida no estudo, a classificação de um indivíduo como bilíngue fundamenta-se primordialmente nas suas habilidades e necessidades de uso das línguas em diferentes contextos, refutando a exigência de uma proficiência simétrica e equivalente à de dois monolíngues.
( ) O fenômeno linguístico do code-switching é descrito como a prática mais recorrente e naturalizada entre os surdos bilíngues bimodais, visto que a diferença de modalidade física das línguas lhes permite alternar e sequenciar palavras e sinais com alta eficácia comunicativa.
( ) A condição de “bilinguismo bimodal obrigatório” atrelada à comunidade surda brasileira deriva de um preceito legal explícito que, ao mesmo tempo em que reconhece a Libras, veta a possibilidade de que ela substitua a exigência de aprendizado da modalidade escrita da língua portuguesa.
( ) O Relatório sobre a Política Linguística de Educação Bilíngue (2014) preconiza que os instrumentos avaliativos destinados a estudantes surdos devem priorizar a adequação formal e o desempenho estrutural na língua portuguesa escrita, atestando assim a consolidação do bilinguismo escolar.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
V – V – F – F.
V – F – F – V.
V – F – V – F.
F – V – V – F.
F – F – V – V.
Considerando a abordagem teórico-metodológica defendida por Morais e Cruz (2020) para o ensino de Língua Portuguesa como L2 para aprendizes surdos, é correto afirmar que a utilização de tarefas e gêneros discursivos pressupõe:
Abolição da abordagem das estruturas metalinguísticas no ambiente escolar, visto que a aquisição incidental da língua-alvo exige a primazia exclusiva da negociação pragmática.
Elaboração de textos artificialmente simplificados para esse público, com o intuito pedagógico de compensar a privação dos estímulos fonológicos característicos da língua oral.
Deslocamento da análise léxico-gramatical, que deixa de ser um fim em si mesma e passa a atuar como mecanismo subordinado à apreensão dos propósitos comunicativos.
Reversão do déficit educacional do público surdo por meio da aplicação rigorosa do arcabouço legal vigente, em detrimento de adaptações nas práticas e nos currículos escolares.
Transposição direta das metodologias e dos materiais didáticos aplicados a estudantes ouvintes, considerando que a leitura e a escrita figuram como processos desvinculados da via sensorial.
O intérprete deve realizar adaptações discursivas em Libras, mobilizando recursos visuais e estratégias explicativas próprias, uma vez que sua atribuição inclui a promoção da equivalência semântica e da aprendizagem conceitual do estudante.
As dificuldades de leitura apresentadas por sujeitos surdos decorrem predominantemente da complexidade morfossintática da Língua Portuguesa, sendo a linguagem figurada um fator secundário, de menor impacto no processamento textual.
A omissão de elementos como verbos de ligação e preposições em produções escritas de sujeitos surdos pode ser compreendida como efeito de transferência estrutural da língua de sinais, não devendo ser interpretada exclusivamente como erro, mas como manifestação de uma interlíngua em processo de constituição.
A influência da língua de sinais sobre a escrita em Língua Portuguesa deve ser evitada por meio da supressão de estratégias visuais e espaciais, uma vez que tais elementos interferem negativamente na consolidação de estruturas gramaticais adequadas.
A leitura em Língua Portuguesa por sujeitos surdos independe de processos cognitivos complexos, estando restrita à decodificação de unidades lexicais, sem implicações relevantes para o desenvolvimento da linguagem e da integração social.
A presença de estruturas não convencionais na escrita de sujeitos surdos evidencia insuficiência cognitiva no processamento linguístico, especialmente no que se refere à organização sintática e ao domínio lexical da língua escrita.
As línguas de sinais assemelham-se às línguas orais em aspectos estruturais fundamentais, evidenciando propriedades universais da linguagem, ainda que se realizem em modalidades distintas. Analise as afirmativas a seguir:
I.Nas línguas orais, a representação segmental organiza-se a partir de unidades compostas por feixes de traços distintivos, os quais estruturam os segmentos fonológicos.
II.Os traços distintivos são unidades abstratas que, isoladamente, correspondem diretamente a significados lexicais específicos, sendo responsáveis pela identificação semântica dos itens da língua.
III.Nas línguas de sinais, a organização fonológica caracteriza-se pela simultaneidade de parâmetros, como configuração de mão, movimento e locação, os quais, combinados, constituem unidades mínimas que participam da formação de itens lexicais.
É correto o que se afirma em:
I, II e III.
II, apenas.
I e III, apenas.
I, apenas.
II e III, apenas.
A imagem a seguir representa:

Passado
Futuro
Ontem
Amanhã
Anteontem
A alternativa que caracteriza corretamente a importância e as funções das associações de surdos para a comunidade surda é a seguinte:
atuam principalmente como instâncias de reabilitação clínica e substituem a escolarização formal, concentrando-se na oralização como eixo de integração social
têm função predominantemente assistencial e religiosa, com baixa relação com língua, cultura e participação política, atuando apenas em ações pontuais de caridade
são organizações voltadas sobretudo à certificação profissional e à fiscalização do ensino de Libras, com atribuição normativa sobre currículos e métodos escolares
constituem espaços de sociabilidade e fortalecimento identitário, promovem circulação e valorização das línguas de sinais, articulam política por direitos e acessibilidade e incentivam práticas culturais e educativas
Das alternativas abaixo, aquela que sintetiza corretamente resultados recorrentes na literatura sobre aquisição da Libras por pessoas surdas com exposição precoce versus tardia, considerando vocabulário, morfologia e o estatuto linguístico dessa aprendizagem, é a seguinte:
quando não há acesso a uma língua na infância, a Libras aprendida tardiamente configura aquisição tardia de L1; nesses casos, observam-se pior desempenho lexical em relação à aquisição precoce e maiores dificuldades com flexão e concordância verbal, com tendência à omissão de marcas morfológicas
a diferença entre aquisição precoce e tardia se restringe ao vocabulário, sem efeitos consistentes sobre morfologia e sintaxe; além disso, quando a Libras é aprendida tardiamente, ela deve ser tratada como segunda língua (L2), pois já houve aquisição linguística completa na infância
a aquisição tardia de Libras é equivalente à aquisição de L2 e, por isso, tende a preservar plenamente a morfologia verbal; eventuais dificuldades se concentram apenas na pronúncia/produção motora dos sinais, sem impacto sobre concordância e flexão
a aquisição precoce pode favorecer o domínio morfológico, mas não apresenta vantagem no vocabulário; por isso, a diferença entre grupos é esperada apenas em concordância verbal, sem variações relevantes no tamanho e na qualidade do léxico
Considerando a Libras como língua natural de modalidade visuoespacial, é uma afirmativa correta sobre seus aspectos fonético-fonológicos:
a Libras organiza-se por parâmetros fonológicos (como configuração de mão, ponto de articulação, movimento, orientação da palma e expressões não manuais), e a mudança de um único parâmetro pode gerar contraste de significado, caracterizando pares mínimos
na Libras, as unidades mínimas são parâmetros articulatórios e expressões não manuais, porém esses elementos não participam de contrastes sistemáticos de significado, atuando principalmente como recursos expressivos
por ser visual-espacial, a Libras não apresenta processos fonológicos como assimilação ou metátese, que são exclusivos de línguas orais
a variação de movimento ou altura da mão é sempre livre e não pode afetar a gramática nem o significado, pois ocorre apenas no nível expressivo
Considerando abordagens de ensino de L2 e as especificidades da Libras como língua de modalidade visuoespacial, a alternativa correta no que se refere a estratégias didáticas que favorecem a aprendizagem e o desenvolvimento de competência comunicativa em Libras é:
priorizar a memorização de listas de sinais e a tradução palavra por palavra para o português, com ênfase em repetição mecânica, por ser a forma mais eficiente de desenvolver fluência em Libras
avaliar a aprendizagem prioritariamente por provas escritas em Português e por reconhecimento de vocabulário isolado, já que a modalidade visuoespacial dificulta a avaliação consistente de desempenho linguístico em Libras
evitar atividades interativas e o uso de vídeos para reduzir interferências, concentrando o ensino em explicações gramaticais em Português, pois a reflexão metalinguística é suficiente para o uso espontâneo da Libras
promover interação em Libras com tarefas contextualizadas, explorando recursos visuais, espaço de sinalização e expressões não manuais, com foco em compreensão e produção em situações comunicativas
São consequências historicamente associadas à hegemonia do oralismo após o Congresso de Milão (1880), especialmente em razão da restrição ao uso de línguas de sinais em contextos escolares:
extinção das escolas de surdos e interrupção da escolarização formal desse público em diversos países, em razão da proibição generalizada de matrícula de estudantes surdos após as deliberações do Congresso
fortalecimento institucional das línguas de sinais e aumento de sua presença como língua de instrução, com expansão de professores surdos e de práticas bilíngues em escala internacional
recuo do uso público e escolar das línguas de sinais, perda de espaços de transmissão linguística e cultural, da identidade linguística, aumento de barreiras de comunicação, impactos na escolarização
difusão do método combinado (fala e sinais) como estratégia predominante na escolarização em classes comuns, com integração curricular sem restrições à sinalização, e melhora do desempenho escolar e da inclusão de estudantes surdos
São quatro as dimensões da linguagem: sistema, arte, conhecimento e comportamento. Uma afirmativa verdadeira sobre como essas dimensões se relacionam na análise e no uso da linguagem em práticas de sinalização, tradução e produção textual é:
cada texto mobiliza apenas uma dimensão por vez, e as demais não interferem na construção de sentido ou na organização linguística
as dimensões podem operar de forma integrada no mesmo texto, e a análise pode considerar também recortes como significação (sentido e referência) e o uso gramatical de recursos visuais/espaciais na sinalização
a dimensão “linguagem como sistema” se limita à sintaxe e ao vocabulário, excluindo semântica e pragmática, que pertencem exclusivamente à dimensão “linguagem como comportamento”
recursos visuais e espaciais da sinalização são apenas expressivos e não podem ser tratados como parte da organização linguística dentro dessas dimensões
A compreensão sobre a surdez passou por um significativo deslocamento semântico-científico ao longo da história, transitando de uma visão clínico-patológica para uma perspectiva socioantropológica. Acerca dessas concepções e de suas implicações nas práticas sociais e educacionais, assinale a alternativa correta.
A abordagem clínico-terapêutica define a surdez como déficit auditivo, mas amplia ao integrar experiências subjetivas e fatores psicossociais e culturais.
Na perspectiva socioantropológica, a surdez é vista como diferença cultural, valorizando história, crenças e linguagem do grupo.
Os documentos oficiais do MEC ignoram a identidade e a cultura surda, pautando-se na concepção clínico-terapêutica para definir a escolarização do aluno com surdez.
Na visão clínica, a educação é concebida como processo terapêutico, baseada na ideia de que a oralidade não interfere no desenvolvimento cognitivo do aluno.
Na concepção socioantropológica, a escola é vista como centro de reabilitação, subordinando a pedagogia aos diagnósticos médicos para suprir a falta da audição e da fala.
Sobre o tradutor/intérprete de Libras, assinale a alternativa INCORRETA.
O intérprete deve viabilizar o acesso dos alunos aos conhecimentos e conteúdos curriculares, em todas as atividades didático-pedagógicas.
O intérprete precisa ter formação específica na área, não basta somente conhecer Libras na prática.
O intérprete não é tutor do surdo, mas sim um profissional da interpretação.
O intérprete deve substituir o professor em sala de aula, assumindo a responsabilidade de ensinar o estudante surdo.
O intérprete deve possibilitar ao estudante surdo acessibilidade aos serviços e às atividades-fim da instituição de ensino.
A compreensão da experiência social, linguística e cultural das comunidades surdas exige, dentre outras coisas, não só superar a perspectiva biomédica da deficiência, mas também reconhecer categorias como cultura surda e identidade surda. Acerca desta segunda categoria, é correto afirmar:
Corresponde ao conjunto de práticas, valores, artefatos culturais e experiências visuais compartilhadas historicamente pelas comunidades surdas.
Traduz-se na constituição subjetiva e social do sujeito que, ao reconhecer-se como surdo, identifica-se com a língua, os valores e a pertença cultural da comunidade surda.
Designa o espaço de convivência e interação em que sujeitos surdos e ouvintes compartilham experiências cotidianas, independentemente de vínculos linguísticos ou culturais.
Refere-se ao modelo educacional segundo o qual a língua de sinais deve ser substituída pela oralização como requisito para a integração social.
Consiste no princípio pedagógico bilíngue segundo o qual a Libras deve ser ensinada como primeira língua e a língua portuguesa, na modalidade escrita, como segunda língua.
Existem atualmente mais de 300 línguas de sinais distintas no mundo, tais como a Libras (Língua Brasileira de Sinais) no Brasil, a ASL (American Sign Language) nos Estados Unidos, a LGP (Língua Gestual Portuguesa) em Portugal e a LSF (Langue des Signes Française) na França, dentre outras. A respeito dessas línguas, é incorreto afirmar:
Cada comunidade surda desenvolve sua língua de sinais de forma autônoma, com gramática e vocabulário próprios.
Existe uma forma de comunicação chamada International Sign (IS), utilizada em congressos e eventos internacionais, mas que não constitui uma língua completa nem oficial.
Todas as línguas de sinais derivam diretamente da ASL (American Sign Language), sendo apenas variações regionais de uma mesma língua.
As línguas de sinais não são universais, mas sistemas independentes, criados e desenvolvidos por diferentes comunidades surdas ao redor do mundo.
Assim como as línguas faladas, as línguas de sinais refletem a cultura e a identidade de suas respectivas comunidades surdas.
Os classificadores (Cl) na Libras (Língua Brasileira de Sinais) constituem um sistema complexo de representação que transcende o léxico simples, funcionando como marcadores de concordância ou descritores de forma, tamanho e movimento. Considerando a tipologia e a função dos classificadores, assinale a alternativa que define CORRETAMENTE os Classificadores de Entidade (Cl-E) ou Semânticos.
Indicam apenas o plural dos substantivos, sendo utilizados obrigatoriamente após o sinal do objeto para marcar que existe mais de um item no cenário.
Descrevem o manuseio ou a manipulação de objetos, focando na forma como as mãos interagem com o instrumento, e não na forma do objeto em si.
Representam classes de substantivos com base em características físicas visuais, sendo a configuração de mão estática utilizada para representar o objeto inteiro em determinada localização.
Funcionam exclusivamente como adjetivos predicativos, descrevendo a textura e a cor dos objetos, sem relação com a localização espacial ou movimento do referente.
O uso da Libras como língua de instrução e mediação pedagógica exige que o professor de apoio domine terminologias específicas de diversas áreas do conhecimento. Sobre o processo de sinalização de conceitos científicos, assinale a alternativa correta.
A criação de novos sinais para conceitos acadêmicos deve respeitar a estrutura linguística da Libras e ser preferencialmente validada pela comunidade surda.
O professor de apoio deve evitar o uso de sinais específicos, utilizando exclusivamente a datilologia para soletrar todos os parágrafos do livro didático.
A mediação pedagógica em Libras deve focar apenas na tradução de palavras soltas, ignorando a estrutura sintática de tópico-comentário característica da língua.
O uso da Libras na escola deve se restringir aos momentos de recreio, sendo obrigatório o uso do Português Sinalizado durante as explicações de matemática.
A Libras não possui vocabulário suficiente para tratar de temas complexos como física quântica ou filosofia, exigindo a substituição por mímica gestual básica.
Marque a alternativa que melhor compreende o tema Artes Surdas:
Texto motivador:
“As artes surdas podem ferir, incomodar, e retirar sujeitos de suas zonas de conforto, especialmente quando é observada por um público específico: os ouvintes. Podemos pensar que nem toda a arte surda tem caráter político, contudo, mesmo que as obras não tragam em seu escopo as realidades surdas, elas são parte da escrita surda, pois não é possível se desvencilhar de todos os discursos que elas refletem.”
Fonte: MENEZES, R. D. Artes surdas: mãos, lutas e (re)existencias. São Paulo: Mentes Abertas, 2024.
Literatura Surda e Arte Surda se opõem, as realidades sensíveis do mundo surdo estão marcadas nas escritas surdas e grande parte delas refletem o processo violento da colonialidade ouvintista.
As artes surdas são manifestações culturais da comunidade surda, baseadas na comunicação visual-espacial, que expressam identidade, experiências e valores por meio de diferentes linguagens artísticas como teatro em Libras, poesia sinalizada, dança, artes visuais e literatura.
As artes surdas são expressões propositalmente políticas e militantes do povo surdo, evidenciadas em uma literatura engajada e cada vez mais reconhecida pelo público ouvinte.
No âmbito da cultura surda, as artes surdas se dissociam das identidades surdas, uma vez que a experiência do sujeito surdo no mundo é constituída predominantemente pela percepção visual.
A estética surda nega qualquer dimensão política ou identitária.
A expressão não manual, enquanto parâmetro linguístico, pode:
Ser opcional em qualquer contexto.
Não interferir na gramática.
Marcar tipos de frase e funções sintáticas.
Indicar apenas emoções.
Substituir o movimento.
Em relação ao papel do Tradutor e Intérprete de Língua de Sinais (TILSP) no âmbito educacional, analise as afirmativas a seguir:
I. No Brasil, as instituições escolares, públicas e privadas contam com estudantes surdos matriculados em distintos níveis de ensino, tornando imprescindível a presença de profissionais intérpretes de língua de sinais para assegurar o cumprimento das normas legais de acesso e inclusão.
II. A definição das competências e responsabilidades do intérprete no âmbito educacional constitui uma tarefa complexa, uma vez que envolvem desafios éticos relacionados à sua atuação em sala de aula.
III. Em determinadas situações, profissionais da educação delegam ao intérprete a responsabilidade pelo processo de ensino, o que pode sobrecarregá-lo e afastá-lo de sua função primordial, qual seja a mediação comunicacional.
IV. É fundamental que os intérpretes estejam plenamente cientes de seus limites e atribuições definidas, pois a assunção de funções pedagógicas pode ocasionar conflitos e desordens na dinâmica escolar.
V. O código de ética possui papel essencial na delimitação e no aprimoramento da atuação do intérprete educacional; contudo, a sua especialização é considerada irrelevante.
Assinale a alternativa CORRETA.
Apenas as afirmativas I e V estão corretas.
Apenas as afirmativas I, II, III e IV estão corretas.
Apenas as afirmativas I, II, III e V estão corretas.
Apenas as afirmativas II e IV estão corretas.
Apenas as afirmativas II, III e V estão corretas.