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Sobre a Epiglotite Aguda é correto afirmar que
o Haemophilus influenza do tipo B é o agente mais etiológico mais identificado.
é uma das principais causas de estridor na infância, acometendo cerca de 10% das crianças, com maior frequência entre seis meses e três anos de vida.
é também conhecida como subglotite aguda.
a vacinação não diminuiu a ocorrência de epiglotite, por prevenir apenas as causadas pelo H.influenzae não tipável.
Após uma esofagectomia, nós temos algumas opções, além do estômago, para substituir o esôfago.
Dentre as opções abaixo, qual é a menos utilizada?
Cólon direito.
Cólon esquerdo.
Cólon transverso.
Segmento pediculado de íleo terminal com anastomose microvascular.
Segmento pediculado de jejuno proximal com anastomose microvascular.
Um homem de 42 anos, sem comorbidades, é submetido à cirurgia bariátrica tipo bypass gástrico em Y de Roux. Três meses após a cirurgia, ele se queixa de fraqueza muscular, parestesias em membros inferiores e ataxia. Os exames laboratoriais mostram hemoglobina 9,8 g/dL, volume corpuscular médio (VCM) de 105 fL, ácido fólico normal, e uma elevação significativa do ácido metilmalônico. Qual é a causa mais provável dos sintomas desse paciente?
Deficiência de folato
Deficiência de ferro
Deficiência de vitamina B12
Deficiência de vitamina D
Síndrome de dumping
Assinale a alternativa que NÃO é uma boa opção de necrosectomia na pancreatite aguda grave.
Através de laparotomia exploradora.
Através de laparoscopia.
Por via percutânea.
Por via endoscópica transgástrica com o apoio de US endoscópica.
Por via endoscópica transpapilar após papilotomia.
Aas complicações metabólicas agudas mais comuns após a cirurgia bariátrica são:
Cetoacidose diabética e hipoglicemia.
Hipercolesterolemia e hiponatremia.
Hiperglicemia e hipocalemia.
Hipotireoidismo e hiperinsulinemia.
Um paciente masculino, 42 anos, com histórico de obesidade mórbida (IMC 45 kg/m²) e diabetes tipo 2 não controlado com tratamento clínico convencional, procura atendimento em um serviço de cirurgia bariátrica. Ele relata tentativas prévias de perda de peso sem sucesso. Durante a consulta, ele menciona preocupações sobre os riscos e benefícios da cirurgia bariátrica.
Assinale a opção que apresenta o procedimento que você adotaria em relação a esse paciente.
Explorar as preocupações do paciente sobre a cirurgia e discutir as opções de tratamento disponíveis, incluindo os riscos e benefícios da cirurgia bariátrica.
Recomendar imediatamente a cirurgia bariátrica, enfatizando seus benefícios na perda de peso.
Prescrever medicação para perda de peso e encorajar mudanças no estilo de vida, sem considerar a cirurgia como opção.
Descartar a possibilidade de cirurgia bariátrica devido às preocupações do paciente.
Uma paciente feminina, 36 anos, com obesidade mórbida (IMC 42 kg/m²) e hipertensão arterial não controlada, é encaminhada para avaliação pré-operatória para cirurgia bariátrica. Durante a avaliação, é diagnosticada com apneia obstrutiva do sono.
Como isso influenciaria a seleção da técnica cirúrgica e o manejo pré e pós-operatório?
A presença de apneia obstrutiva do sono não influenciaria na seleção da técnica cirúrgica.
A apneia obstrutiva do sono influenciaria na seleção da técnica cirúrgica, com preferência pelo bypass gástrico em Y-de-Roux.
A apneia obstrutiva do sono influenciaria na seleção da técnica cirúrgica, com preferência pela gastrectomia vertical em manga.
A presença de apneia obstrutiva do sono é uma contraindicação absoluta para a cirurgia bariátrica.
Durante a consulta pré-operatória para cirurgia bariátrica, um paciente menciona ter histórico de alcoolismo. A conduta mais apropriada em relação à realização da cirurgia bariátrica é:
Recusar a cirurgia devido ao histórico de alcoolismo.
Recomendar a cirurgia, pois o alcoolismo não é uma contraindicação absoluta.
Encaminhar o paciente para reabilitação e reconsiderar a cirurgia após a recuperação completa.
Realizar a cirurgia, mas monitorar de perto o uso de álcool pós-operatório.
Durante o acompanhamento pós-operatório de um paciente submetido à cirurgia bariátrica, ele relata episódios recorrentes de vômitos após as refeições.
Assinale a causa mais provável desses sintomas.
Úlcera gástrica.
Síndrome de dumping.
Estenose de anastomose.
Deficiência de vitamina 12.
Durante a avaliação pré-operatória para cirurgia bariátrica, um paciente relata ter histórico de refluxo gastroesofágico grave.
Assinale a abordagem mais apropriada em relação à seleção da técnica cirúrgica.
Selecionar uma técnica cirúrgica que minimize o risco de refluxo gastroesofágico.
Realizar uma endoscopia digestiva alta para avaliar a gravidade do refluxo gastroesofágico.
Proceder com a cirurgia bariátrica conforme planejado, uma vez que o refluxo gastroesofágico não é uma contraindicação absoluta para a cirurgia.
Adiar a cirurgia bariátrica até que o refluxo gastroesofágico esteja completamente controlado com tratamento clínico.
Um paciente de 50 anos com obesidade mórbida (IMC 48 kg/m²) e diabetes tipo 2 controlado com insulina busca avaliação para cirurgia bariátrica.
Durante a avaliação pré-operatória, é diagnosticado com doença coronariana estável. Qual é a conduta mais apropriada em relação à cirurgia bariátrica?
Realizar uma avaliação cardiológica completa para determinar a gravidade da doença coronariana antes de proceder com a cirurgia bariátrica.
Suspender a avaliação para cirurgia bariátrica devido ao risco aumentado de complicações cardíacas.
Proceder com a cirurgia bariátrica, pois a doença coronariana estável não é uma contraindicação absoluta para o procedimento.
Adiar a cirurgia bariátrica até que a doença coronariana esteja completamente controlada com tratamento clínico.
O tratamento cirúrgico é apenas parte do tratamento integral da obesidade, que é prioritariamente baseado na promoção da saúde e no cuidado clínico longitudinal, conforme descrito na Portaria nº. 424 do Ministério da Saúde. O Sistema Único de Saúde recomenda que a cirurgia bariátrica (CB) deve ser indicada apenas em alguns casos, com critérios bem definidos. Sobre esses critérios de indicação, analise as seguintes afirmativas:
I. A CB deve ser indicada para todo indivíduo que apresente índice de massa corpórea (IMC) ≥50 kg/m2, independente de comorbidade.
II. Indivíduos com IMC ≥40 kg/m², com ou sem comorbidades, sem sucesso no tratamento clínico longitudinal realizado por, no mínimo, dois anos, devem ser encaminhados para CB.
III. Para pacientes com IMC >35 kg/m2, a CB é indicada se existem comorbidades, tais como alto risco cardiovascular, diabetes melito ou hipertensão arterial de difícil controle, apneia do sono, doenças articulares degenerativas, e sem sucesso no tratamento clínico longitudinal realizado.
Estão corretas as afirmativas
II e III, apenas.
I e III, apenas.
I e II, apenas.
I, II e III.
A ostomia é uma intervenção cirúrgica que cria um ostoma (abertura, ostio) na parede abdominal, para adaptação de bolsa de fezes e/ou urina. Isso posto, associe a segunda coluna de acordo com a primeira, que relaciona a classificação com a sua respectiva descrição:
Primeira coluna: Classificação
(1) Colostomia Ascendente.
(2) Colostomia Sigmóide.
(3) Colostomia Transversa.
Segunda coluna: Descrição
( ) As fezes são semilíquidas.
( ) As fezes são líquidas.
( ) As fezes são firmes e sólidas.
Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
2 − 3 − 1.
3 − 2 − 1.
2 − 1 − 3.
3 − 1 − 2.
1 − 2 − 3.

Com fundamento na doença do Refluxo Gastroesofágico e seu tratamento cirúrgico, é correto afirmar que a técnica ilustrada na Figura apresentada diz respeito à
Fundoplicatura de Nissen.
Fundoplicatura de Dor.
Fundoplicatura de Toupet.
Gastroplastia de Collins.
A doença de Hirschsprung consiste em um distúrbio de desenvolvimento caracterizado pela ausência de células ganglionares nos plexos mioentérico e submucoso do intestino. Sobre sua apresentação clínica, podemos afirmar:
A causa mais comum de morte quando a doença não é corrigida, é a enterocolite, manifesta por obstipação e distensão abdominal, sem diarreia.
O sinal mais comum da doença corresponde a diarreia, como resultado da enterocolite.
Quando não se faz diagnóstico precoce, a criança pode apresentar, em idade posterior, diarreia frequente, mas não é comum distensão abdominal crônica.
A maioria dos bebês apresenta-se com distensão abdominal progressiva e vômitos biliosos, com ausência de eliminação de mecônio nas primeiras 24h de vida.
Sobre o trauma de duodeno, assinale a alternativa correta.
Não é possível realizar o reparo primário deste tipo de lesão pois, na maioria das vezes, as lesões são de grande complexidade e gravidade
A tomografia computadorizada de abdome não é um método eficaz para identificar sinais sugestivos deste tipo de lesão
É de difícil diagnóstico, podendo ter quadro clínico oligossintomático
A manobra necessária para abordagem de lesões de duodeno é a Cattel-Braasch
Nas lesões de primeiro grau, os procedimentos indicados são duodenopancreatectomia e/ou exclusão pilórica
Assinale a alternativa que apresenta alterações presentes no obeso e que devem ser levadas em consideração no paciente submetido à cirurgia bariátrica.
A intubação orotraqueal no obeso mórbido deve ser realizada com o decúbito elevado, e o paciente deve ser sedado e curarizado.
A pressão de enchimento do ventrículo esquerdo é elevada devido ao aumento da pré‑carga e à diminuição da distensibilidade ventricular.
Deve‑se oferecer 20 a 30 kcal/kg de peso total, por dia, em que a maior parte das calorias seja proveniente de lipídios.
O decúbito elevado a 90o deve ser a posição preferencial para prevenir contra o risco de pneumonia aspirativa.
A intubação orotraqueal em obesos mórbidos deve ser realizada com a posição supina e com sedação leve para evitar complicações respiratórias.
Assinale a opção que indica o procedimento cirúrgico bariátrico que envolve a criação de uma bolsa gástrica de aproximadamente 15 a 30 ml, ligada diretamente ao jejuno.
Gastrectomia vertical em manga.
By pass gástrico em Y-de-Roux.
Derivação biliopancreática com switch duodenal.
Cirurgia de banda gástrica ajustável.
A respeito da diretriz sobre colelitiase associado a cirurgia bariátrica da Sociedade brasileira de cirurgia bariátrica e metabólica é correto afirmar:
Pacientes com cálculo na vesícula biliar assintomáticos devem ser submetidos a colecistectomia no mesmo procedimento.
A ultrassonografia deve ser realizada como triagem antes do procedimento cirúrgico.
Pacientes em pós operatório com dor em quadrante superior direito não necessitam de ultrassonografia.
É recomendado o uso de ácido ursodesoxicólico por via oral por estar associado a redução do risco de colelitiase após cirurgia bariátrica.
A colangiografia deve ser empregada de rotina na colecistectomia em paciente pós cirurgia bariátrica.
Paciente de 50 anos com quadro de hemorroidas internas grau III há 3 anos. Apresenta episódios frequentes de sangramento retal, prolapso hemorroidário durante a evacuação sem retorno espontâneo, e desconforto significativo. O paciente já tentou tratamento medicamentoso e medidas tópicas sem sucesso. Qual o tratamento cirúrgico mais adequado?
Ligadura elástica de hemorroidas
Escleroterapia com injeção de solução esclerosante
Hemorroidectomia com técnica de Milligan-Morgan
Hemorroidectomia com grampeador circular
Proctoplastia com reposicionamento de hemorroidas