

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
São manobras úteis para obtenção de uma anastomose sem tensão nas cirurgias de abaixamento colorretal, EXCETO:
Ligadura da artéria mesentérica inferior na origem.
Ligadura da veia mesentérica inferior na borda inferior do pâncreas.
Mobilização da flexura esplênica.
Divisão do mesentério do cólon transverso distal até os vasos cólicos médios.
Dissecção mesentérica de medial para lateral.
Paciente de 70 anos, sexo masculino, dá entrada no hospital com febre baixa e dor em flanco e fossa ilíaca esquerda, sem sinais de irritação peritoneal. Leucócitos 15.500 e PCR de 10 mg/dL. A tomografia mostra uma imagem de borramento da gordura pericólica e abscesso paracólico de cerca de 3 cm. O tratamento CORRETO requer, inicialmente,
cirurgia eletiva 4 semanas após a resolução do quadro agudo.
tratamento ambulatorial com antibióticos e mesalazina.
internação hospitalar, repouso intestinal e antibioticoterapia venosa.
internação para drenagem percutânea.
drenagem cirúrgica por videolaparoscopia.
Assinale o principal critério para a seleção de pacientes candidatos à cirurgia bariátrica.
Idade avançada.
Histórico de distúrbios alimentares.
Comprometimento com mudanças no estilo de vida.
Residência em áreas de difícil acesso a serviços de saúde.
São consideradas contra-indicações absolutas para a cirurgia bariátrica, exceto:
Dependência de substâncias ativas, como álcool ou drogas.
História de transtorno alimentar não tratado.
Doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) grave.
Idade avançada (> 70 anos).
Um paciente submetido à cirurgia bariátrica apresenta sinais de obstrução intestinal no pós-operatório. A conduta inicial recomendada é:
Administração de laxantes para aliviar a constipação.
Realização de endoscopia digestiva alta para avaliar a presença de estenoses.
Iniciar antibioticoterapia para prevenir infecções.
Suspensão da alimentação oral e avaliação clínica e radiológica.
As principais complicações associadas à cirurgia bariátrica de banda gástrica ajustável são:
Refluxo gastroesofágico e dilatação de esôfago.
Deficiências nutricionais e perda excessiva de peso.
Formação de úlceras gástricas e estenose de saída gástrica.
Migração da banda e obstrução intestinal.
Assinale a opção que apresenta as principais complicações tardias da cirurgia bariátrica.
Anemia e hipoglicemia.
Deficiências nutricionais e litíase biliar.
Insuficiência cardíaca e hipertensão arterial.
Trombose venosa profunda e embolia pulmonar.
Durante o acompanhamento pós-operatório de um paciente submetido à cirurgia bariátrica, ele apresenta sintomas de anemia, incluindo fadiga e palidez.
A causa mais provável desses sintomas, seria
deficiência de vitamina B12.
hipoglicemia reativa.
estenose de anastomose.
obstrução intestinal.
Deficiências de micronutrientes podem ocorrer após cirurgia bariátrica, pois frequentemente os indivíduos apresentam intolerância alimentar e diminuem muito algumas fontes de nutrientes importantes. Outros motivos para as deficiências dependem da técnica cirúrgica escolhida. Sobre as deficiências mais frequentes e seus respectivos tratamentos, assinale a alternativa INCORRETA.
A perda de massa óssea é muito baixa, mesmo com perdas de peso acentuada, e, se indicada, a suplementação com citrato de cálcio deve ser evitada para os indivíduos com risco de desenvolver cálculos renais.
O maior risco de deficiência de vitamina B1 é no pós-operatório imediato, por isso recomenda-se suplementação preventiva com a dose de 100 mg/dia.
Nas ressecções ou derivação gástrica, há maior incidência de deficiência de vitamina B12, e a suplementação sublingual de vitamina B12 é preventiva.
Antes de tratar a deficiência de ácido fólico, deve-se medir o nível sérico de B12, visto que a correção do folato mascara a falta de vitamina B12.
Uma das causas da anemia ferropriva é devido à passagem rápida do alimento na primeira porção do duodeno, principal local de absorção de ferro.
Com relação ao tratamento do divertículo faringo-esofagico, avalie os itens a seguir.
I. Por acometer pacientes idosos, o tratamento inicial é sempre medicamentoso, postergando ou até mesmo evitando a cirurgia em paciente de risco.
II. A diverticulectomia e a diverticulopexia, combinadas com a miotomia do cricofaríngeo, são opções técnicas efetivas de tratamento cirúrgico nestes casos.
III. O tratamento com a diverticulotomia trans-oral está reservada para os casos de divertículos com 3 cm ou mais.
Está correto o que se afirma em
I, II e III.
II e III, apenas.
I e III, apenas.
I e II, apenas.
De acordo com o consenso de Brisbane (2000) que padronizou a nomenclatura das ressecções hepáticas, deve-se chamar a ressecção simultânea dos segmentos 5 e 8 de:
Bissegmentectomia.
Setorectomia anterior direita.
Setorectomia medial direita.
Hepatectomia direita.
Setorectomia posterior direita.
A abordagem cirúrgica inicial recomendada para o tratamento da obstrução intestinal congênita em neonatos com má-rotação intestinal e volvo é:
Cirurgia de Ladd, incluindo a divisão das bandas de Ladd, desvolvulação do intestino e correção da má-rotação com uma apendicectomia de rotina.
Ressecção segmentar do intestino com anastomose primária.
Enterostomia temporária para descompressão do intestino e posterior reconstrução eletiva.
Anastomose duodeno-jejunal com divisão das bandas de Ladd e fixação do intestino para evitar recidivas de volvo.
Resseção do intestino envolvido com sutura contínua para restabelecimento imediato do trânsito intestinal.
Na abordagem cirúrgica de úlceras duodenais perfuradas, é fundamental escolher a técnica correta para garantir a resolução da perfuração e prevenir recidivas. Indique qual das opções a seguir descreve corretamente a técnica cirúrgica mais indicada para úlceras duodenais perfuradas com peritonite generalizada:
Ressecção do segmento perfurado com anastomose primária.
Sutura simples da perfuração com lavagem peritoneal.
Vagotomia troncular com drenagem gástrica.
Gastrojejunostomia com piloroplastia.
Um paciente masculino, 55 anos, com obesidade mórbida (IMC 50 kg/m²) e diabetes tipo 2 controlado com múltiplos agentes hipoglicemiantes orais e insulina, busca avaliação para cirurgia bariátrica. Ele relata um histórico de úlceras gástricas no passado. Como você abordaria o manejo pré-operatório desse paciente, considerando sua história médica.
Realizaria a cirurgia bariátrica independentemente da história de úlceras gástricas.
Adiaria a cirurgia bariátrica até a resolução completa das úlceras gástricas.
Prescreveria tratamento para erradicação do Helicobacter pylori antes da cirurgia bariátrica.
Consideraria uma técnica cirúrgica menos agressiva, devido ao histórico de úlceras gástricas.
Joaquina, 62 anos, com história prévia de gastrectomia parcial há 30 anos devido a uma úlcera perfurada, busca atendimento em uma Unidade Básica de Saúde devido à inapetência e perda de peso. Uma endoscopia digestiva alta foi realizada, revelando uma lesão ulcerada no coto gástrico. A biópsia subsequente confirmou adenocarcinoma com células em anel de sinete. O estadiamento clínico indicou ausência de metástases. Diante desse quadro, qual seria a melhor abordagem terapêutica a ser adotada para esse caso?
Optar pela neoadjuvância com quimio e radioterapia seguida de gastrectomia com linfadenectomia D1.
Realizar uma degastrectomia total com linfadenectomia D2 e reconstrução em Y de Roux.
Indicar radioterapia seguida de gastrectomia subtotal com linfadenectomia regional.
Realizar ressecção local da lesão seguida de vigilância ativa.
Realizar ressecção endoscópica da lesão com mucosectomia.
Um paciente de 35 anos é admitido no pronto-socorro após sofrer ferimento por arma branca no abdômen. Ao exame físico, são observados sinais de irritação peritoneal. Qual o exame de imagem mais indicado para o diagnóstico de lesão traumática do intestino grosso nesse caso?
Radiografia simples de abdômen.
Ultrassonografia de abdômen.
Tomografia computadorizada de abdômen e pelve.
Enema opaco.
Ressonância magnética de abdômen.
Um homem de 32 anos realizou cirurgia bariátrica laparoscópica de bypass gástrico em Y de Roux. No segundo dia após a cirurgia, o paciente apresentou quadro de dor abdominal muito intensa (10 em 10 na escala de intensidade de 1 a 10), passando a apresentar hematoquezia. Exame físico: abdômen rígido e intensamente doloroso a leve palpação, com descompressão brusca dolorosa francamente positiva.
O diagnóstico mais provável é:
vazamento anastomótico.
úlcera anastomótica.
isquemia intestinal.
sangramento diverticular com ruptura da parede intestinal.
obstrução intestinal.
Assinale a alternativa CORRETA quanto ao diagnóstico de paciente com suspeita de obstrução da via biliar extra-hepática:
O exame de primeira linha a ser solicitado nessa circunstância é a colangiorressonância.
Exames laboratoriais são suficientes para determinar que um quadro de paciente ictérico é devido a uma litíase residual.
O diagnóstico da litíase residual pode ser feito ainda no pós-operatório imediato de colecistectomia, através de dreno transcístico ou dreno de Kehr.
As imagens patognomônicas de cálculo são sempre visualizadas ao ultrassom.
Os exames laboratorias que podem fazer o diagnóstico de litíase residual de colédoco são aumento da bilirrubinase, gama GT e fosfatase alcalina.
Sobre a técnica de ligadura do trajeto interesfincteriano de fístula anal (LIFT), é CORRETO afirmar:
Trata-se de técnica de escolha para fístulas supraesfincterianas ou fístulas em quadrantes posteriores.
Não está indicada em fístulas recidivadas.
Utilização de seton antes do LIFT é obrigatório.
Os orifícios interno e externo devem ser fechados com sutura.
A recidiva ocorre, geralmente, com um trajeto interesfincteriano.
Os principais tipos de cirurgia bariátrica restritivas são:
Bypass gástrico em Y-de-Roux e derivação biliopancreática com switch duodenal.
Cirurgia de banda gástrica ajustável e gastrectomia vertical em manga.
Derivação biliopancreática com switch duodenal e cirurgia de banda gástrica ajustável.
Gastrectomia vertical em manga e bypass gástrico em Y-deRoux.