

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Em relação aos conceitos de imputabilidade, responsabilidade e psicopatologia, analise as alternativas e assinale a incorreta.
A epilepsia, por si só, não é causa de inimputabilidade
O diagnóstico da oligofrenia baseia-se na dificuldade do indivíduo em conduzir-se por si, no rendimento social insuficiente e na falta de capacidade intelectiva
A esquizofrenia é uma psicose endógena, de forma episódica ou progressiva, de manifestações polimorfas e variadas, comprometendo o psiquismo na esfera afetivo-instintiva e intelectual
Paranóia é a perturbação mental marcada por permanentes concepções delirantes ou ilusórias, que permitem manifestações de autofilia e egocentrismo, não se conservando claros o pensamento, a vontade e as ações
A embriaguez absoluta acidental é caso de inimputabilidade
NÃO constitui um critério de imputabilidade médica:
natureza adequada do traumatismo para produzir as lesões evidenciadas.
adequação temporal.
exclusão causal.
encadeamento anatomoclínico.
exclusão da preexistência do dano relativo ao traumatismo.
Caso o testador apresente incapacidade superveniente, o testamento não será mais válido a partir da data da constatação da incapacidade.
Os indivíduos que sejam classificados, cognitivamente, entre o limite máximo de inteligência do retardo leve e o limite mínimo da inteligência normal respondem como semi-imputáveis pelas infrações penais que cometerem.
Uma pessoa que cometa um delito em estado de completa embriaguez alcoólica, com perturbação de consciência e turvação sensorial, pode ser considerada responsável pelo delito.
São condições mesológicas capazes de modificar a imputabilidade penal do agente:
idade e sexo.
embriaguez e toxicomania.
emoção e agonia.
grau de civilização e multidões.
surdo-mudez e sonambulismo.
Assinale o tipo de embriaguez que, mesmo completa, pelo princípio do actio libera in causa, NÃO isenta de pena o agente.
Acidental.
Voluntária.
Patológica.
Habitual.
Proveniente de força maior.
5Para a avaliação da capacidade testamentária em vida é necessária a realização da pesquisa do pleno discernimento para testar, mesmo na ausência de transtorno mental.
No âmbito penal, os adultos portadores de retardo mental leve são considerados semi-imputáveis, enquanto os portadores de retardo mental moderado e profundo são considerados inimputáveis.
A respeito da psicopatologia forense, assinale a alternativa correta.
A periculosidade dos doentes mentais é definida como a prática pretérita de atos violentos e delituosos.
A imputabilidade é a condição de quem não tem a capacidade de realizar um ato com pleno discernimento.
É isento de pena o agente que, por doença mental ou desenvolvimento mental incompleto ou retardado, era, ao tempo da ação ou da omissão, parcialmente incapaz de entender o caráter criminoso do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimento.
A embriaguez culposa, pelo álcool ou substância de efeitos análogos, exclui a imputabilidade penal.
Delírio é um juízo patologicamente falseado da realidade e pode ser motivo de ininputabilidade.
Assinale a opção correta relacionada à imputabilidade penal, considerando um caso em que o laudo de exame médico-legal psiquiátrico não foi capaz de estabelecer o nexo causal entre o distúrbio mental apresentado pelo periciado e o comportamento delituoso.
O diagnóstico de doença mental é suficiente para tornar o agente inimputável.
A doença mental seria atenuante quando considerada a dosimetria da pena, devendo o incriminado cumprir de um sexto a um terço da pena.
Trata-se de caso de aplicação de medidas de segurança.
Deverá ser realizada nova perícia.
O agente deve ser responsabilizado criminalmente.
Com relação à psicopatologia forense, assinale a opção correta.
O inimputável que tenha praticado crime não deve ser absolvido e deve ficar sujeito a medida de segurança.
Entre as formas de oligofrenia, desenvolvimento mental incompleto ou retardado, da mais severa para a mais branda, tem-se a debilidade mental, a imbecilidade e a idiotia.
As psicoses são transtornos mentais que causam subversão do juízo. Do ponto de vista penal, acometem os loucos de todos os gêneros e, do ponto de vista civil, os doentes mentais.
Em populações com grande número de pessoas violentas, a epilepsia pode ser considerada causa de violência mais importante que a esquizofrenia.
Nas neuroses, geralmente se perde o juízo, pois elas são desequilíbrios emocionais que, comumente, se originam de sentimento de culpa ou necessidade de chamar atenção.
Essa pessoa possivelmente foi considerada inimputável, em exame para verificar a capacidade penal nos incidentes de sanidade mental, instaurados durante a fase de inquérito do processo.
Dentre outros, são considerados limites e modificadores da responsabilidade penal e da capacidade civil, mas de natureza psicopatológica, os seguintes:
afasia, sonambulismo e hipnotismo.
prodigalidade, neuroses e idade.
agonia dos moribundos, hipnotismo e deficiências de inteligência.
emoção e paixão, surdo-mudez e dependência de drogas.
psicologia coletiva das multidões, causa e circunstâncias do crime e doenças mentais.
Nessa situação, a perturbação mental ou o desenvolvimento incompleto ou retardado da agressora não deve ser elemento de alteração de imputabilidade, uma vez que se trata de maus-tratos ao próprio filho.
Certo
Errado
Se estivesse ainda na menoridade ao cometer os crimes, o autor seria inimputável, porém o enquadramento jurídico está contido no Estatuto da Criança e Adolescente e ele estaria sujeito a medidas socioeducativas.
Pelo fato de essa pessoa possuir bom comportamento e já estar com certa idade, a cessação de periculosidade deve ser assinalada, sem o exame psicopatológico forense.