Questões de Concurso sobre Obstetrícia - Página 24 | Gran Questões

Questões de Concurso sobre Obstetrícia

 
 
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A dor do parto é frequentemente a mais intensa dor experimentada durante a vida de uma mulher. A associação entre o uso da analgesia de parto peridural e o aumento dos índices de cesárea foi por muito tempo discutida na literatura. Em relação à dor, métodos de analgesia e o parto, pode-se afirmar:


A

A prática da imersão em água na segunda fase do trabalho de parto para analgesia deve ser considerada como um método experimental que só deve ser realizado no contexto de um ensaio clínico concebido de forma adequada com o devido consentimento informado.


B

A analgesia de duplo bloqueio com menos de 4 cm se verifica um aumento de partos instrumentados e de cesáreas em comparação com o uso de opioides parenterais.


C

A incidência de bradicardia fetal é significativamente aumentada nas pacientes submetidas à analgesia intratecal com maior frequencia de acidose e menores índices de Apgar.


D

O uso de enoxaparina em dose terapêutica contraindica a realização de bloqueio de neuroeixo por 12 horas.


E

Em pacientes com plaquetopenia de qualquer causa, fica contraindicada a punção de neuroeixo se a contagem plaquetária for menor que 100.000/mm3 .

Gestante, 34 anos de idade, com idade gestacional de 38 semanas e 5 dias em uso de levotiroxina por hipotiroidismo com bom controle clínico e laboratorial e sem repercussões fetais. A melhor conduta é:


A

interrupção da gestação com 39 semanas de idade gestacional.


B

interrupção da gestação com 40 semanas de idade gestacional.


C

após 40 semanas de idade gestacional realizar vitalidade fetal a cada três dias e interrupção da gestação com 41 semanas de idade gestacional.


D

após 40 semanas de idade gestacional realizar vitalidade fetal a cada três dias e interrupção da gestação com 42 semanas de idade gestacional.


E

encaminhar a gestante à maternidade para resolução da gestação.

Gestante, 15 anos de idade, comparece no pronto-socorro obstétrico do Hospital Universitário com queixa de cefaleia e escotomas visuais. Realizou 4 consultas de pré-natal e possui exames de sangue do 1º e 2º trimestre de gestação com resultados negativos. A idade gestacional estimada pela DUM é de 37 semanas e 4 dias. Indicada cesárea de urgência por DHEG e iminência de eclâmpsia. A mãe iniciou sulfato de magnésio prévio ao nascimento do bebê. Em relação aos cuidados de reanimação neonatal deste bebê, assinale a alternativa que apresenta a conduta mais indicada.


A

Uma vez que há vários fatores de risco que indicam alta probabilidade de necessidade de reanimação neonatal, mesmo que o concepto esteja com boa vitalidade, é importante que o obstetra realize o clampeamento umbilical rapidamente e esse bebê seja avaliado em colo materno, no contato pele a pele para manter a normotermia.


B

Caso haja uma boa vitalidade ao nascer, pode-se realizar o clampeamento tardio do cordão umbilical e após clampeamento levar o recém-nascido para que seja melhor avaliado no berço aquecido.


C

Até que se tenha o resultado do teste rápido do HIV, esse bebê não deve ser colocado em contato pele a pele com a mãe, independente de resultados anteriores.


D

Caso o recém-nascido não apresente boa vitalidade ao nascer, pode-se realizar estímulo tátil no dorso de modo delicado por no máximo duas vezes para ajudar a iniciar a respiração antes do clampeamento imediato do cordão.


E

Caso a criança apresente boa vitalidade ao nascer, deve-se realizar o clampeamento tardio do cordão umbilical e posicionar o bebê em seio materno para que inicie a amamentação na primeira hora de vida.

Tercigesta com dois partos normais anteriores, gestação gemelar, monocorionica diamniotica, 36 semanas e dois dias, é admitida na maternidade em fase ativa do trabalho de parto. Em ultrassonografia realizada na internação, o feto 1 tem apresentação cefálica, dorso à direita, níveis adequados de líquido amniótico, peso estimado fetal de 2.640 g; o feto 2 tem apresentação pélvica, dorso à esquerda, níveis adequados de líquido amniótico, peso estimado fetal de 2.720 g. Paciente deseja realizar tentativa de parto vaginal. Em relação ao caso descrito, assinale a alternativa correta.


A

O parto vaginal infelizmente fica impossibilitado, visto que a gestação é monocoriônica, aumentando drasticamente o risco para o segundo gemelar.


B

O peso estimado do segundo gemelar tem que ser menor que o do primeiro gemelar (até o limite de 20%) para possibilidade de parto vaginal.


C

Para a avaliação de vitalidade fetal intraparto é necessária a realização de cardiotocografia de ambos os fetos com intervalos de não mais que 60 minutos.


D

O clampeamento do cordão do primeiro gemelar deverá ser feito imediatamente, a fim de evitar desbalanço circulatório agudo e choque hipovolêmico do segundo gemelar.


E

Após o nascimento do primeiro gemelar, deve-se adotar conduta passiva, evitando-se apreensão podálica e suas consequências como prolapso e enluvamento.

Primigesta, 29 semanas de idade gestacional, internada para controle pressórico e vitalidade por insuficiência placentária grave e pré-eclâmpsia superajuntada. Hoje pela manhã, referiu cefaleia, recebendo analgesia com dipirona. No momento, avisou a enfermagem que estava sentindo cefaleia intensa associada à epigastralgia e alterações visuais. Minutos após, apresentou o desenvolvimento de convulsões generalizadas. Neste momento, foi assegurada via aérea e realizada sulfatacão com esquema de Pritchard.


Paciente precisou ser transferida para outro serviço devido à falta de vagas em UTI neonatal. Na ambulância, 45 minutos após a convulsão inicial e fase de ataque da sulfatação, a paciente convulsiona novamente. Qual a conduta adequada?


A

Considerar paciente protegida, devido à sulfatação corrente inicial. Ofertar oxigênio e hidralazina se hipertensão.


B

Frente à recorrência das convulsões, administrar mais 2 g de sulfato de magnésio endovenoso.


C

Frente à recorrência das convulsões, uma vez que a sulfatação está ativa, administrar benzodiazepínico endovenoso.


D

Considerar paciente protegida, devido à sulfatação corrente, mas complementar tratamento com fenitoína 100 mg, por via endovenosa.


E

Frente à recorrência das convulsões e transferência da paciente, trocar a sulfatação para esquema de Sibai.

As distonias dos órgãos genitais constituem alterações funcionais do assoalho pélvico e estruturas genitais que podem interferir no coito, no exame ginecológico e em procedimentos clínicos. Envolvem fenômenos neuromusculares involuntários, como contrações, relaxamentos inadequados ou hiperatividade musculoesquelética, frequentemente associados a fatores psicológicos, neurológicos ou anatômicos. O diagnóstico exige integração entre avaliação clínica, ginecológica e, quando necessário, abordagem multidisciplinar. Analise as afirmativas a seguir e assinale a correta.


A

A hipertonia do introito vaginal impede a realização de fisioterapia pélvica, devendo-se optar prioritariamente por abordagem cirúrgica.


B

A distonia do músculo pubococcígeo tende a causar aumento do tônus basal, podendo levar a dor à penetração, urgência miccional e dificuldade de esvaziamento vesical.


C

A dispaneuria superficial causada por distonia vulvoperineal pode ser corrigida imediatamente com relaxantes musculares sistêmicos.


D

As distonias genitais são predominantemente condições estruturais, resultantes de má-formações anatômicas ou alterações congênitas do trato genital.


E

O vaginismo é caracterizado por contração involuntária da musculatura do assoalho pélvico, mas geralmente permite a realização do exame especular sem dor significativa.

Uma gestante de 28 semanas comparece à consulta de rotina relatando acompanhamento pré-natal regular, sem queixas principais, porém apresentando histórico obstétrico e clínico que motivou encaminhamento para avaliação especializada segundo protocolo local de estratificação. Durante a consulta, são revisados documentos, parâmetros maternos e condições atuais da gestação, considerando fatores que podem modificar a vigilância e as condutas recomendadas. Com base nessas informações e nos critérios utilizados para caracterizar situações que exigem maior monitoramento e intervenções específicas, assinale a alternativa cor


A

A presença de doença renal crônica prévia, mesmo em estágios leves, constitui condição que pode elevar o risco gestacional e justificar acompanhamento em pré-natal de alto risco.


B

A presença isolada de cefaleia tensional ocasional no segundo trimestre é critério suficiente para enquadrar a gestação como alto risco.


C

A história prévia de parto vaginal operatório é considerada fator determinante para classificação como gestação de alto risco em todas as gestações subsequentes.


D

Toda gestante primigesta com idade entre 15 e 19 anos deve ser automaticamente classificada como alto risco, independentemente de outros fatores clínicos.


E

A gestação múltipla dicoriônica diamniótica sem complicações clínicas associadas não é considerada situação de risco aumentado e deve ser conduzida apenas no pré-natal de baixo risco.

As doenças hipertensivas na gestação são causas importantes de morbimortalidade materna e fetal. Sobre essas condições, analise as alternativas e assinale a CORRETA:


A

A pré-eclâmpsia é caracterizada exclusivamente por hipertensão gestacional sem alterações laboratoriais ou proteinúria.


B

A hipertensão crônica na gestante refere-se à pressão arterial ≥ 140/90 mmHg antes da 20ª semana de gestação ou persistente após 12 semanas do parto.


C

A eclâmpsia é uma forma leve de hipertensão gestacional que não apresenta risco materno ou fetal significativo.


D

O manejo da pré-eclâmpsia não inclui monitoramento materno e fetal, sendo necessário apenas repouso domiciliar.

A prematuridade (parto antes de 37 semanas de idade gestacional) é a principal causa de morbimortalidade neonatal no Brasil e no mundo. A identificação de gestantes de risco e a implementação de medidas preventivas eficazes são prioridades no pré-natal de alto risco.


Assinale a alternativa CORRETA sobre as estratégias preventivas para o parto prematuro espontâneo em gestantes de alto risco:


A

Em gestantes com história prévia de parto prematuro espontâneo, o uso de progesterona vaginal natural (ou intramuscular, dependendo do protocolo) a partir do segundo trimestre reduz significativamente o risco de recorrência.


B

O repouso no leito e a inibição agressiva das contrações uterinas com tocolíticos por longos períodos são as estratégias de primeira linha mais eficazes para prevenir o parto prematuro.


C

A cerclagem uterina é universalmente indicada para todas as gestantes com comprimento cervical ultrassonográfico menor que 25 mm, independentemente da história obstétrica prévia.


D

A suplementação rotineira de ômega-3 (DHA) é recomendada como a principal intervenção farmacológica para prevenção primária do parto prematuro em gestações de baixo risco.

A estrutura embrionária responsável pela formação da rede lacunar e início da circulação uteroplacentária primitiva é:


A

Epiblasto.


B

Citotrofoblasto.


C

Sinciciotrofoblasto.


D

Mesoderma extraembrionário.


E

Vesícula vitelina.

Na hiperêmese gravídica, a nutrição parenteral deve ser evitada inicialmente devido ao risco aumentado de:


A

Hiponatremia iatrogênica.


B

Desnutrição grave e rápida.


C

Hipovitaminose B12.


D

Hepatotoxicidade medicamentosa.


E

Infecção relacionada ao cateter.

Mulher, 22 anos, com 12 semanas e 2 dias de gestação, comparece à consulta de pré-natal assintomática, trazendo resultados de exames do primeiro trimestre. Entre os exames, dois apresentaram alterações: o exame parcial de urina mostrou nitrito positivo, presença de bactérias e leucocitúria; já a urocultura revelou presença de Echerichia coli 106 . Considerando esse quadro, analisar os itens.


I. Bacteriúria assintomática não necessita de tratamento antimicrobiano em gestante.

II. Deve ser realizada urocultura de controle entre 1 a 2 semanas após a conclusão do tratamento.

III. Nitrofurantoína é uma opção de tratamento antimicrobiano.

IV. Sulfametoxazol com trimetoprima pode ser usado como tratamento antimicrobiano nesse caso.

V. Sulfametoxazol com trimetoprima é contraindicado após as 32 semanas de gestação, pelo risco de hiperbilirrubinemia neonatal.


Está CORRETO o que se afirma:


A

Em todos os itens.


B

Apenas nos itens II, III, IV e V.


C

Apenas nos itens I, IV e V.


D

Apenas nos itens II, III e V.

Mulher, 27 anos, puérpera, relata que, desde o segundo trimestre de gestação, apresenta quadro intermitente de dor abdominal epigástrica com irradiação para hipocôndrio direito que piora com a ingestão de alimentos ricos em gordura. Comparece hoje ao Pronto Atendimento com queixa de dor abdominal intensa em HCD há 3 dias, febre de 39,0°C, calafrios, escurecimento urinário e constipação intestinal.

Realizou revisão laboratorial no Pronto Socorro com os seguintes achados: Hb 11,2 mg/dL, leucócitos globais 17500 células/mm³, 82% de neutrófilos, 150.000 plaquetas/mm³, TGO 82 U/L (VR 25 U/L), TGP 64 U/L (VR 22 U/L), fosfatase alcalina 700 U/L (VR 300 U/L), Gama-GT 652 (VR 50 U/L), Bilirrubina total 8,2 mg/dL (VR 1.5 mg/dL), Bilirrubina direta 6,5 mg/dL (VR 1,0 mg/dL), RNI 1.0, albumina 5,0 (VR 3,5 g/dL).


Diante do hipotético quadro, quais das alternativas abaixo representa a principal hipótese diagnóstica e o exame a ser solicitado no departamento de emergência para condução do caso?


A

Colangite aguda, ultrassonografia do abdome superior.


B

Colecistite aguda, tomografia computadorizada de abdome.


C

Hepatite viral, sorologias para hepatite.


D

Síndrome HELLP, tomografia computadorizada de abdome.

Uma gestante de 22 anos de idade, na primeira consulta de pré‑natal, com 8 semanas de gestação, realizou um teste rápido para sífilis na unidade básica de saúde, com resultado não reagente. A paciente estava assintomática e não apresentava antecedentes de infecções sexualmente transmissíveis, como também não se apontaram fatores de risco adicionais relatados.


Com base nesse caso clínico hipotético e de acordo com as recomendações do Ministério da Saúde para o rastreamento da sífilis na gestação, assinale a opção que apresenta a conduta adequada.


A

repetir o teste rápido ou VDRL no início do 3º trimestre e no momento do parto


B

solicitar imediatamente um teste não treponêmico (VDRL ou RPR) para confirmar o resultado negativo


C

realizar teste treponêmico em soro materno para excluir falso negativo


D

repetir o teste apenas se houver sinais clínicos sugestivos durante a gestação


E

suspender novos testes, em razão de um resultado negativo inicial descartar sífilis durante toda a gestação

Sobre as urgências obstétricas, analise as assertivas abaixo:


I. Na presença de abortamento incompleto e retido, o manejo pode ser apenas cirúrgico através da curetagem.

II. β-HCG >500 mUI/mL somado à ausência de gestação intrauterina na ultrassonografia é muito indicativo de gestação ectópica.

III. O quadro clínico clássico de descolamento prematuro de placenta é de sangramento vaginal vermelho escuro em pequena quantidade, dor abdominal aguda e lancinante e hipertonia uterina.


Quais estão corretas?


A

Apenas I.


B

Apenas II.


C

Apenas III.


D

Apenas I e II.

Fulana, paciente gestante, G2P1A0, procura atendimento para pré-natal com 21 semanas e três dias de idade gestacional, pela data da última menstruação. Não sabe ao certo quem é o pai da criança, porém, tem dois palpites. Conta que, com 9 para 10 semanas de gestação, apresentou rash cutâneo e conjuntivite, mas não precisou de atendimento médico porque “curou sozinho”. Exames de sorologias solicitados na primeira consulta pré-natal, todos com resultado não reagente. A ultrassonografia obstétrica mostra ventriculomegalia e microcalcificações intracranianas. A respeito do caso clínico, assinalar a alternativa CORRETA.


A

A notificação de microcefalia deve ser feita se a medição do perímetro cefálico for menor do que -0,5 desviospadrão da normalidade.


B

A notificação de microcefalia deve ser feita se recémnascido com mais de 37 semanas de idade gestacional, apresentando medida do perímetro cefálico menor que -0,5 desvios-padrão, segundo a tabela do InterGrowth, para idade gestacional e sexo.


C

A notificação de microcefalia deve ser feita se a medição do perímetro cefálico for menor do que -1,5 desviospadrão da normalidade.


D

Microcefalia grave é identificada em recém-nascido com perímetro cefálico inferior a -3 desvios-padrão, ou seja, mais de 3 desvios-padrão abaixo da média para idade gestacional e sexo.

De acordo com esse caso, assinale a interpretação correta, em relação ao doppler.


A

A relação cérebro/ placentária encontra-se > 1.


B

O índice de pulsatilidade da artéria umbilical encontra-se diminuído.


C

O índice de resistência da artéria cerebral média encontra-se, provavelmente, aumentado.


D

O Doppler do ducto vanoso encontra-se alterado.


E

O traçado das artérias uterinas apresenta-se, provavelmente, com incisura protodiastólica.

Em relação ao rastreamento para Streptococcus agalactiae, a idade gestacional recomendada para início da coleta em gestantes que não estão em trabalho de parto pré-termo é:


A

32ª semana de gestação.


B

33ª semana de gestação.


C

34ª semana de gestação.


D

35ª semana de gestação.


E

38ª semana de gestação.

Uma mulher de 31 anos, G4P0, comparece ao ambulatório para sua primeira consulta pré-natal com 11 semanas de gestação. Ela tem diagnóstico prévio de lúpus eritematoso sistêmico (LES) há 6 anos, controlado com hidroxicloroquina, e relata três abortos espontâneos no primeiro trimestre. Nega uso de outros medicamentos e não apresenta sintomas no momento.


O exame físico é normal, e seus sinais vitais estão dentro da normalidade.


Os exames laboratoriais revelam hemoglobina de 12,4 g/dL, plaquetas 240.000/mm³, creatinina 0,7 mg/dL, tempo de protrombina normal e tempo de tromboplastina parcial ativado (aPTT) discretamente prolongado.


Novos testes são solicitados para investigar a causa dos abortos recorrentes.


Com base nesses achados clínicos e laboratoriais, assinale a opção que indica o anticorpo mais provavelmente responsável pelas complicações obstétricas dessa paciente.


A

Anticorpo antimitocôndria.


B

Anticorpo anticitoplasma neutrofílico (ANCA).


C

Anticoagulante lúpico.


D

Anticorpo anti-músculo liso.


E

Fator reumatoide.

Uma paciente encontra-se na 28ª semana de uma gravidez gemelar monocoriônica diamniótica. Uma ultrassonografia evidencia que o feto 1 está com peso estimado no percentil 44, tem normodramnia e o seu Doppler está normal. O feto 2 tem peso estimado no percentil 2, tem normodramnia e o Doppler da artéria umbilical tem padrão cíclico de diástole zero e reversa.


O diagnóstico dessa paciente é


A

síndrome de transfusão feto-fetal estágio I de Quintero.


B

restrição de crescimento intrauterino seletiva tipo III.


C

sequência anemia / Policitemia.


D

síndrome de transfusão feto-fetal estágio II de Quintero.


E

restrição de crescimento intrauterino seletiva tipo I.

 
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