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Foi solicitado o parecer do nutricionista de uma adolescente primigesta que encontra-se na 27ª semana de gravidez. Como resultado da avaliação, foi constatado, dentre outros aspectos, que a adolescente apresentava obesidade pré-gestacional, ganho ponderal de 2100g nas duas últimas semanas, albumina sérica de 2,9 g/dL e pressão arterial de 140/90 mmHg. Considerando esses parâmetros, a dieta a ser ofertada a essa adolescente deve ser
suplementada com tiamina.
hipossódica.
restrita em energia.
hiperproteica.
Dentre os indicadores de avaliação nutricional de crianças, tem-se o déficit de peso para a idade. O peso da criança e comparada, através de um padrão de referência, com o peso esperado para aquela idade. Se a criança está com peso abaixo de sua idade, indica que:
Apresenta desnutrição crônica
Apresenta desnutrição recente
A criança vem reduzindo peso nos últimos anos
A criança vem ganhando peso de forma inadequada
Houve desequilíbrio nutricional instalado há muito tempo
Uma manifestação primária da deficiência de zinco é o crescimento lento. Na investigação do consumo alimentar em crianças, nessa condição clínica, deve-se atentar para o consumo das principais fontes, como:
carnes vermelhas, fígado, cereais integrais.
nozes, leguminosas, acerola.
mariscos, sardinha, beterraba.
salmão, grão-de-bico, açaí.
Com base em índices antropométricos, são construídos indicadores, definindo-se níveis de corte que permitam situar a criança dentro de uma faixa aceita como normal. Assim, de acordo com as curvas da Organização Mundial de Saúde, adotadas pelo Ministério da Saúde, uma criança de seis anos e oito meses deve ser avaliada quanto ao
peso/idade; estatura/idade; perímetro braquial/idade.
peso/idade; peso/estatura; IMC/idade.
peso/estatura; IMC/idade e perímetro braquial/idade.
peso/idade; IMC/idade e estatura/idade.
O distúrbio hipertensivo específico da gestação (DHEG) é também conhecido por outros termos, no campo da saúde, como por exemplo, doença hipertensiva induzida pela gravidez. Trata-se de uma patologia que deve ser tratada, pois está associada a sintomas de tontura, cefaleia, distúrbios visuais, edema de face e mãos, e, geralmente, é mais frequente no último trimestre da gestação. Nas consultas do pré-natal, deve-se aferir e registrar, no prontuário, a pressão arterial, sendo este um importante indicador de saúde para o nutricionista, ao realizar o planejamento dietético da gestante. Considera-se hipertensão arterial sistêmica, na gestação, quando os níveis tensoriais estão
maior ou igual a 140 mmHg de pressão sistólica e maior ou igual a 90 mmHg de pressão diastólica.
maior ou igual a 120 mmHg de pressão sistólica e maior ou igual a 80 mmHg de pressão diastólica.
maior ou igual a 130 mmHg de pressão sistólica e maior ou igual a 80 mmHg de pressão diastólica.
maior ou igual a 130 mmHg de pressão sistólica e maior ou igual a 90 mmHg de pressão diastólica.
Segundo IMC pré-gestacional, a classificação do estado nutricional de adolescentes do sexo feminino para o sobrepeso é de
escore Z < 2.
p ≥ 85 e < 97.
p ≥ 80 e < 90.
p ≥ 97.
escore Z ≥ +2.
De acordo com a avaliação dos indicadores IMC/idade, estatura/idade e peso/idade, a criança apresenta-se, respectivamente, com
sobrepeso; baixa estatura para a idade; baixo peso para a idade.
eutrofia; estatura adequada para a idade; peso adequado para a idade.
obesidade; estatura adequada para a idade; baixo peso para a idade.
obesidade grave; baixa estatura para a idade; muito baixo peso para a idade.
Lactente do sexo feminino, 3 meses, eutrófico, em aleitamento artificial e com peso de 6,0 kg. Utilizará fórmula infantil industrializada (67 kcal/100 mL) que é reconstituída com 1 medida de pó para 30 mL de água. A necessidade de energia da criança é de 83 kcal/kg/dia. A criança também recebe suplementação de ferro 1 mg/kg/dia. A sua conduta nutricional para o caso descrito é:
6 mamadeiras de 120 mL da fórmula (4 medidas de pó). A oferta do suplemento de ferro é desnecessária devido à presença de ferro na fórmula infantil.
5 mamadeiras de 150 mL da fórmula (5 medidas de pó). A oferta do suplemento de ferro é desnecessária devido à presença de ferro na fórmula infantil.
4 mamadeiras de 180 mL da fórmula (6 medidas de pó). Apesar da presença de ferro na fórmula infantil, é rotina a oferta do suplemento de ferro para o lactente não amamentado ao seio.
5 mamadeiras de 150 mL da fórmula (5 medidas de pó). Apesar da presença de ferro na fórmula infantil industrializada, é rotina a oferta do suplemento de ferro para o lactente não amamentado ao seio.
Considere os dados do prontuário de uma gestante de 22 anos: estatura = 1,60 m; peso pré-gestacional = 57 kg; idade gestacional atual = 14 semanas; peso atual = 59 kg; hemoglobina atual = 9,4 g/dL. Assinale a alternativa que contenha corretamente, nesta ordem: (1) o ganho de peso semanal recomendado até a 40ª semana gestacional, (2) o valor energético total da dieta a ser prescrita a esta gestante; (3) a interpretação do exame da hemoglobina e (4) a recomendação sobre a suplementação de ferro. (Para os cálculos, considere os dados fornecidos no quadro abaixo).

350 g/semana; (2) VET = 2450 kcal/dia; (3) anemia leve a moderada; (4) 60 mg de ferro/dia.
450 g/semana; (2) VET = 2541 kcal/dia; (3) anemia leve a moderada; (4) 60 mg de ferro/dia.
500 g/semana; (2) VET = 2634 kcal/dia; (3) anemia grave; (4) 120 a 240 mg de ferro/dia.
410 g/semana; (2) VET = 2505 kcal/dia ; (3) anemia leve a moderada; (4) 120 a 240 mg de ferro/dia.
Pela avaliação do consumo alimentar médio, recomenda-se aumentar a ingestão diária de laticínios, frutas, vegetais e alimentos integrais para fornecer diariamente
600 mg de cálcio e 20 g de fibras alimentares.
800 mg de cálcio e 25 g de fibras alimentares.
1000 mg de cálcio e 28 g de fibras alimentares.
1500 mg de cálcio e 30 g de fibras alimentares.
Uma gestante na 25ª semana apresentou pressão arterial sistêmica de > 140/90mmHg e proteinúria de 300mg/24h. O quadro apresentado pode evoluir para:
hipertensão arterial crônica;
diabetes mellitus gestacional;
hipertensão arterial porta;
eclâmpsia;
hipertensão transitória.
Paciente de 27 anos procurou atendimento no centro de saúde com relato de enjoos, vômitos e redução de peso nas duas últimas semanas. A realização do teste para gravidez foi positivo, e a classificação do estado nutricional pré-gestacional pelo índice de massa corporal (IMC) foi de 18,1 kg/m2.
600 g, a partir do 1º trimestre.
500 g, a partir do 2º trimestre.
400 g, a partir do 2º trimestre.
300 g, a partir do 1º trimestre.
A avaliação antropométrica materna deve ocorrer em todas as consultas de assistência pré-natal, para orientar o cuidado nutricional. Gestantes com sobrepeso no início da gestação podem apresentar a seguinte faixa de ganho de peso total na gestação:
12,5 – 18,0 Kg;
11,5 – 16 Kg;
7,0 – 11,5 Kg;
máximo 7,0 Kg;
12,5 – 15 Kg.
As medidas antropométricas, especialmente o peso e a estatura, são as medidas mais utilizadas na avaliação do estado nutricional de crianças. A combinação dessas medidas permite interpretar o grau de adequação do crescimento e do desenvolvimento infantis. Uma criança no percentil ≥ 3 e < 15 e escore-Z ≥ -2 e < -1, para o indicador peso por idade, encontra-se
em vigilância para peso muito baixo para a idade.
em vigilância para baixo peso para a idade.
com peso baixo para a idade.
com peso adequado para a idade.
Os valores de referência que caracterizam dislipidemias em crianças, segundo critérios das Diretrizes de Prevenção da Aterosclerose na Infância e na Adolescência são:
Colesterol total ≥ 170 mg/dL e triglicerídios > 130 mg/dL
Colesterol total ≥ 150 mg/dL e triglicerídios > 100 mg/dL
Colesterol total ≥ 250 mg/dL e triglicerídios >110 mg/dL
Colesterol total ≥ 200 mg/dL e triglicerídios >150 mg/dL
O peso ao nascer é altamente correlacionado com mortalidade e morbidade infantil, sendo o estado nutricional materno essencial para o adequado ganho de peso fetal. Dessa forma, é fundamental para o nutricionista estar familiarizado com os marcos do desenvolvimento durante o tempo de gestação normal.
9 a 12 kg e as com baixo peso devem ganhar de 12 a 18 kg.
9 a 12 kg e as com baixo peso devem ganhar de 12,5 a 18 kg.
11,5 a 16 kg e as com baixo peso devem ganhar de 12,5 a 18 kg.
11,5 a 16 kg e as com obesidade não devem ganhar mais do que 5 kg.
Você está atendendo uma gestante adulta, com eutrofia pré-gestacional e hoje está com 23 semanas de gestação e um resultado de hemoglobina de 10,2 g/dL. A gestante apresenta:
não apresenta anemia, entretanto, deve-se prescrever dose profilática de 60 mg de ferro elementar por dia.
anemia e deve ser tratada com 120 mg de sulfato ferroso por dia
apresenta anemia grave e deve ser encaminhada ao pré-natal de alto risco
anemia e deve ser tratada com 120 a 240 mg de ferro elementar por dia
As medidas antropométricas, além de serem métodos não invasivos utilizados no diagnóstico nutricional de gestantes, são capazes de predizer desfechos da gestação.
Sobre o assunto é CORRETO afirmar que:
( ) A cada centímetro adicional na circunferência do braço (CB) da gestante pode-se esperar um aumento de 200g no peso ao nascer do bebê.
( ) Gestantes com aumento inadequado da dobra cutânea no segundo trimestre, estão mais predispostas a dar a luz a bebês com baixo peso a nascer.
( ) Para gestação gemelar é recomendado um ganho de peso semanal de 1,2Kg no segundo e terceiro trimestre.
( ) Atualmente, a curva de Rosso é a mais utilizada pelo Ministério da Saúde na avaliação do estado nutricional de gestantes.
O estado nutricional de crianças é um excelente indicador de sua saúde e qualidade de vida, espelhando o modelo de desenvolvimento de uma determinada sociedade. O índice de massa corporal (IMC) é utilizado para identificar o excesso de peso entre crianças. De acordo com o Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional, os pontos de corte de IMC para diagnóstico de sobrepeso e obesidade, em crianças de 5 a 10 anos, são:
sobrepeso: > percentil 85 e ≤ percentil 97; obesidade > percentil 97.
sobrepeso: > percentil 97 e ≤ percentil 99,9; obesidade > percentil 99,9.
sobrepeso: > percentil 85 e ≤ percentil 97; obesidade: > percentil 97 e ≤ percentil 99,9.
sobrepeso: > percentil 85 e ≤ percentil 99,9; obesidade > percentil 99,9.
O ácido fólico auxilia no transporte de fragmentos de carbono entre compostos no metabolismo dos aminoácidos e na síntese de ácidos nucleicos. Por essa razão, a deficiência de folato prejudica a divisão celular e a síntese proteica. A recomendação de ácido fólico durante a gestação é de
200 ug.
400 ug.
600 ug.
800 ug.