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Ao analisar, juntamente com a equipe multidisciplinar, os pacientes internados na unidade de terapia intensiva do hospital-escola, o nutricionista residente foi arguido quanto às necessidades de energia e de proteínas para uma das pacientes, Luzenir. Sabendo que Luzenir apresenta um quadro de lesão renal aguda, está em tratamento conservador, tem 42 anos e 50 kg de peso corporal, o residente, seguramente, respondeu que os valores de energia e proteína propostos seriam, respectivamente,
1000 a 1500 kcal e 40g de proteínas por dia.
1500 a 2000 kcal e 20g de proteínas por dia.
500 a 1000 kcal e 30g de proteínas por dia.
2000 a 2500 kcal e 50g de proteínas por dia.
A hiperglicemia é uma resposta metabólica comum em doenças agudizadas e em diversas situações clínicas graves (estado crítico), podendo levar a um mau prognóstico do paciente hospitalizado.
Em relação ao controle glicêmico e ao contexto clínico supracitado, é correto afirmar, EXCETO, que
embora ainda controverso, é recomendado o controle glicêmico entre os níveis séricos de 150 a180 mg / dl por meio de protocolo de insulinização
deve também ser controlado o nível de ingestão de carboidratos, especialmente os de alto nível glicêmico, a fim de auxiliar no controle da hiperglicemia.
a hiperglicemia está positivamente correlacionada à sepse, maior tempo de internação e mortalidade hospitalar.
a hiperalimentação é um dos fatores contribuintes para a hiperglicemia e para diversos desfechos negativos no paciente hospitalizado.
O câncer colorretal é a neoplasia mais frequente do tubo digestório e a quarta causa de câncer mais comum. O tratamento inclui cirurgia associada a rádio e quimioterapia. Em alguns casos, ocorre a retirada total do cólon e do reto, tornando-se necessário a interrupção permanente do trânsito intestinal com a confecção de ileostomias terminais. Neste caso, haverá prejuízo na absorção de:
gorduras, sais biliares, vitaminas, água e eletrólitos.
cálcio, magnésio, ferro, zinco e vitamina B12.
proteínas, carboidratos, gorduras, água e sais biliares.
proteínas, gorduras, ferro, água e fator intrínseco.
Paciente A.T.D, 71 anos, sexo masculino. Residente em área rural, com diagnóstico de doença renal crônica (TFG 5,21 ml/min/173 m²) secundária não especificada. Seu peso seco é 60kg, altura 1,72m e índice de massa corporal de 20,3 kg/m2. O tratamento dialítico instituído foi a diálise peritoneal (3 trocas de bolsas de 2 litros - 2,5% de dextrose por dia, trocas a cada 6h aproximadamente).
Considere:
Glicose absorvida/litro dialisato = 11,3 x concentração média de glicose na solução - 10,9
Glicose absorvida/dia: glicose absorvida/litro x número de litros/dia
Quilocalorias (kcal) absorvidas pelo dialisato/dia = glicose absorvida/dia (g) x 3,4
Considerando-se a ingestão adequada de 1800kcal, os percentuais aproximados de glicose absorvida na diálise por dia e dos carboidratos ingeridos vida oral, devem ser, respectivamente,
30% e 55%.
25% e 55%.
35% e 30%.
20% e 35%.