

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Considerando-se as recomendações nutricionais para o paciente com doença renal crônica (DRC) na fase dialítica, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) A recomendação da ingestão proteica é maior do que a da população em geral, visto que uma grande quantidade de aminoácidos e peptídeos é perdida durante o processo dialítico.
( ) Do total de proteínas ofertadas na alimentação, 50% devem ser de alto valor biológico, a fim de garantir a oferta de aminoácidos essenciais.
E - C.
C - C.
C - E.
E - E.
Na Insuficiência Renal Crônica (IRC), os rins reduzem a capacidade de eliminação do potássio. Todo paciente com doença renal crônica deve ter cuidados para manter o potássio no sangue dentro dos valores considerados normais. Isso posto, assinale a opção que contém alimentos com menos potássio e que podem ser indicados para pacientes portadores de IRC.
Abacaxi, acerola, ameixa fresca e abacate.
Caqui, jabuticaba, laranja lima e açaí.
Limão, maçã, manga e água de coco.
Morango, pera, pêssego e caju.
A alimentação tem papel coadjuvante no tratamento de muitas doenças. Nas renais crônicas, a restrição protéica é recomendada para a melhoria do quadro clínico e, por si só, já produz outro efeito desejado que é a restrição de
Ácido fólico.
Potássio.
Fósforo.
Ácido oleico.
Zinco.
Assinale a alternativa que apresenta o agente infeccioso suspeito da doença renal policística.
Nanobactéria.
Enterovírus.
Vírus da doença Borna.
Fungos.
Em relação a Terapia nutricional na Doença Renal Crônica (DRC), registre V para verdadeiro, e F, para falso:
(__)Pacientes na fase não dialítica da DRC, mesmo quando submetidos à restrição proteica, apresentam necessidades energéticas bem menores quando comparados aos indivíduos saudáveis com atividade física leve (20 kcal/kg/dia).
(__)A recomendação de proteína para pacientes não dialítico no Estágio 5 (TFG < 15 mL/min) da Doença Renal Crônica (DRC) é de 1,0 a 1,2 g/kg/dia.
(__)A orientação dietética para pacientes na fase não dialítica da DRC deve dar ênfase ao consumo de alimentos com elevado teor de energia e alto teor de proteínas.
Assinale a alternativa com a sequência CORRETA.
F, V, V.
V, V, F.
V, F, F.
F, F, F.
V, V, V.
O que a Diretriz Braspen de Terapia Nutricional no Paciente com Doença Renal (2021) recomenda quanto a ingestão de proteina, para uma criança com doença renal crônica grau 5D?
Restringir a ingestão em 20%, a partir da taxa mínima da RDA de crianças saudáveis de mesma idade cronológica.
Suplementar a ingestão em 10%, a partir da taxa máxima da RDA de crianças saudáveis de mesma idade cronológica.
Utilizar a taxa média da RDA de crianças saudáveis de mesma idade cronológica.
Utilizar a taxa máxima da RDA de crianças saudáveis de mesma idade cronológica.
A insuficiência renal crônica é uma condição que afeta um número significativo de pessoas em todo o mundo, é um desafio de saúde que exige atenção contínua. Esta doença renal progressiva muitas vezes se desenvolve de forma insidiosa, prejudicando gradualmente a capacidade do corpo de filtrar resíduos e manter o equilíbrio hídrico. A terapia de diálise é um componente fundamental do tratamento para pacientes com insuficiência renal crônica avançada, as mais comumente utilizadas são a hemodiálise e diálise peritoneal. São causa da desnutrição na diálise peritoneal, exceto:
Diálise inadequada.
Absorção constante de glicose.
Sobrecarga hídrica.
Pressão intraperitoneal diminuída.
Distúrbios gastrointestinais.
Em relação aos pacientes com cálculo renal por oxalato, analisar os itens abaixo:
I. O oxalato na urina provém de sua síntese endógena, que é proporcional à massa corporal magra. O ácido ascórbico é responsável por 35% a 55% do oxalato urinário, e o ácido glioxílico por 50% a 70% do oxalato urinário. Nos pacientes com Doença Renal Crônica (DRC), a ingestão excessiva de vitamina C pode levar à formação de cálculos.
II. A orientação dietética para reduzir o oxalato urinário deve incluir o uso de probiótico e a diminuição do oxalato da dieta, se necessário, além de alimentos pobres em cálcio ou o uso de suplementos para reduzir a absorção de oxalato.
III. São alimentos que devem ser evitados para uma dieta com baixo teor de oxalato: ruibarbo, espinafre, morangos, chocolate, farelo de trigo e produtos de trigo integral, castanhas, beterrabas, chá verde e preto e altas doses de cúrcuma.
Está(ão) CORRETO(S):
Somente o item I.
Somente o item II.
Somente os itens I e III.
Somente os itens II e III.
Em pacientes com Insuficiência Renal Crônica na fase não dialítica deve-se controlar potássio da dieta quando houver aumento da sua concentração sérica ou quando houver perda da função renal (TFG<15mL/min). Além da alimentação, outras condições contribuem para hiperpotassemia, como:
redução da taxa metabólica basal.
antagonistas adrenérgicos.
diarreia.
acidose metabólica.
hipotermia.
Paciente do sexo masculino, 40 anos, chegou ao hospital apresentando sintomas de desidratação, acidose metabólica, náuseas e vômitos, dispneia e prurido, com diagnóstico de injúria renal aguda. Diante desse quadro, é correto afirmar:
A injúria renal aguda, raramente, é associada à disfunção múltipla de órgãos e sistemas no paciente crítico.
Quanto maior a gravidade do paciente com injúria renal aguda, mais restrita será prescrição calórica inicial.
A recomendação de proteínas, na injúria renal aguda, associada a um estresse grave é superior a 2g/Kg de peso dia.
Entre os eletrólitos que devem ser monitorados na injúria renal aguda, destacam-se: Na, K, Cl, Mg, Ca, P, Fe e Zn.
Nos casos de crianças e adolescentes com diagnóstico de doença renal crônica, a Diretriz BRASPEN de Terapia Nutricional no Paciente com Doença Renal (2021) recomenda que o(a):
ingestão de proteínas não seja restringida nos estágios G3-5 da doença
aleitamento materno seja suspenso para os bebês nos estágios G3-5 da doença
energia absorvida da glicose no dialisato da diálise peritoneal seja desconsiderada
consumo de energia nos estágios G2-5 seja superior ao dos demais saudáveis na mesma idade
Assinale a alternativa que apresenta a recomendação proteica em pacientes com doença renal crônica em diálise peritoneal.
0,5 a 0,7 g/Kg/dia.
0,7 a 0,9 g/Kg/dia.
0,9 a 1, 1 g/Kg/dia.
1,2 a 1,3 g/Kg/dia.
Leia o caso a seguir.
Paciente Z.X, 65 anos, 60 kg, 1,60 m, com diagnóstico de doença renal crônica estágio 4.
Segundo a Diretriz Braspen de Terapia Nutricional no Paciente com Doença Renal (2021), qual é a recomendação proteica e calórica para esse paciente?
0,6-0,8 g/kg/ dia e 25-30 kcal/kg/dia.
0,6-0,8 g/kg/ dia e 25-35 kcal/kg/dia.
0,8-1,0 g/kg/ dia e 25-30 kcal/kg/dia.
0,8-1,0 g/kg/ dia e 25-35 kcal/kgídia.
Leia o caso a seguir.
Paciente A.T, gestante com doença renal crônica G 1-5, estando no 2º mês de gestação, peso pré-gestacional 55 kg, peso atual 53 kg e altura 1,60 m.
Segundo a Diretriz de Terapia Nutricional no Paciente com Doença Renal (BRASPEN, 2021), qual é a recomendação calórica para essa paciente?
1855 kcal.
1925 kcal.
2010 kcal.
2130 kcal.
Os hábitos alimentares e a prescrição nutricional são fundamentais tanto para a prevenção como para o tratamento das doenças renais. Sobre a dietoterapia da doença renal crônica, analise as afirmações a seguir e julgue-as com V para verdadeiras ou F para falsas.
I- Em todos os estágios da doença renal crônica, ao menos 30% do total de proteína da dieta devem ser de baixo valor biológico.
II- No tratamento nutricional nos estágios antes da terapia renal substitutiva, também conhecido como tratamento conservador, é recomendada prescrição de dieta hipoproteica.
III- Para pacientes com doença renal crônica desnutridos ainda nos estágios anteriores à diálise, recomenda-se aumentar ingestão de energia com uso de suplementos hiperproteicos e hipercalóricos.
F-F-V.
V-F-V.
F-V-F.
V-F-F.
Considerando-se os quelantes de fósforo no tratamento dialítico da DRC, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) Os quelantes de fósforo agem ligando-se em uma parte do fósforo do alimento no trato gastrintestinal, formando um composto insolúvel não absorvível que é, então, eliminado através das fezes e da urina.
( ) Os quelantes devem ser ingeridos junto as refeições que contenham alimentos fontes de fósforo e não há a necessidade de usar o quelante em refeições que possuam alimentos com pequena quantidade de fósforo.
( ) O hidróxido de alumínio é o quelante de fósforo mais potente disponível, sendo considerado o mais utilizado na atualidade e apresenta como efeitos adversos: diarreia ou constipação, flatulência, náuseas e dispepsia.
C - C - E.
E - C - C.
C - E - E.
E - C - E.
Em relação às recomendações dos nutrientes na doença renal crônica (DRC) e considerando a paciente em tratamento., assinale a alternativa correta.
Na terapia renal substitutiva, ocorrem perdas de vitaminas, principalmente as lipossolúveis, para o dialisato, sendo, na maior parte das vezes, necessária a suplementação dessas vitaminas.
Na diálise peritoneal, não é necessária a preocupação com a absorção de glicose do dialisato.
Na conduta nutricional em DRC sob hemodiálise, recomenda-se a restrição da ingestão de potássio. O processo de cozimento em água das hortaliças e frutas promove perda significativa desse eletrólito.
As recomendações de fósforo dietético são maiores que as dos indivíduos saudáveis.
Segundo a Diretriz de Prática Clínica para Nutrição na Doença Renal Crônica (2020), do KDOQI, em indivíduos adultos com doença renal crônica (DRC),
no estágio 5D da doença e em tratamento dialítico de manutenção, não se recomenda o uso da bioimpedância elétrica.
no estágio 5D da doença e em tratamento dialítico de manutenção, sugere-se que o status de sobrepeso ou obesidade, com base nos dados do índice de massa corporal (IMC), pode ser usado como preditor de menor mortalidade.
apenas aqueles em diálise peritoneal se beneficiam do uso de cetoácidos e da suplementação de ácidos graxos de cadeia longa da família ômega-3.
a orientação para adesão de um padrão de dieta mediterrânea deve ser realizada apenas para aqueles que foram submetidos a um transplante hepático.
recomenda-se a suplementação rotineira das vitaminas A e E.
Paciente M.C.P., 26 anos, diagnosticada com insuficiência renal crônica (IRC) em estágio 5, encontra-se internada à espera de um transplante de rins. Ela apresenta perda de albumina na urina, com quadro de anasarca, aumento severo da creatinina sérica e pH = 6,3 (determinado por gasometria arterial).
De acordo com a fisiopatologia da IRC e suas recomendações nutricionais, avalie se as afirmativas a seguir são verdadeiras (V) ou falsas (F).
( ) A paciente desenvolveu anasarca por causa da albuminuria, uma manifestação presente na IRC, causada pela multiplicação dos podócitos.
( ) A taxa de filtração glomerular (TFG) é diretamente proporcional aos níveis séricos de creatinina. Portanto, quanto maior a TFG, maior a concentração de creatinina no sangue.
( ) M.C.P. apresenta um quadro de alcalose metabólica, comum no quadro avançado de IRC. Portanto, é recomendado o consumo de alimentos ácidos, como frutas cítricas e vinagre.
As afirmativas são, respectivamente,
V – V – F.
V – F – V.
F – V – F.
F – F – V.
F – F – F.
A Doença Renal Crônica (DRC) é uma síndrome clinica caracterizada pela perda progressiva e irreversível das funções renais. A disfunção renal leva a uma série de distúrbios, resultantes da concentração inadequada de solutos, do acúmulo de substâncias tóxicas não eliminadas pela urina e a deficiência na produção de hormônios específicos, acerca do tema acima explorado, marque a alternativa incorreta:
Rins doentes são incapazes de aumentar a produção de eritropoietina cronicamente em resposta a um estímulo anêmico-hipóxico, explicando a razão direta que se nota entre doença renal e anemia.
Observa-se em pacientes urêmicos, diminuição da resistência periférica à insulina e aumento da secreção de insulina pelas ilhotas pancreáticas.
Os níveis de colesterol total costumam permanecer normais, mas geralmente se observa redução das lipoproteínas de alta densidade (HDL) e aumento das lipoproteínas de densidade intermediárias (IDL).
Grande parte dos pacientes nos estágios finais da DRC (Doença Renal Crônica) tem hiperplasia das paratireoides.
A anemia da DRC (doença renal crônica) é normocrômica e normocítica. Pacientes com anemia apresentam fadiga, redução da capacidade de realizar exercícios e da imunidade alternando, assim, sua qualidade de vida.