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Considerando as recomendações de proteína e de energia para pacientes em diálise (manutenção), é correto afirmar;
0,8g/kg/dia e 35 a 40kcal/kg/dia.
1,0g/kg/dia e 20 a 30kcal/kg/dia.
1,4g/kg/dia e 35 a 40kcal/kg/dia.
0,8g/kg/dia e 30 a 35kcal/kg/dia.
1,2g/kg/dia e 30 a 35kcal/kg/dia.
Na condição de nefrolitíase, é recomendado
redução da ingestão de cálcio para menos que 800 mg/dia.
restrição severa da ingestão de oxalato.
ingestão de alimentos ricos em potássio.
reduzida ingestão de alimentos ricos em pirimidinas.
restrição da ingestão de alimentos fontes de vitamina C.
A hiperfosfatemia é uma condição relativamente frequente nos pacientes em tratamento por hemodiálise. Contribui para hiperfostemia nesta condição:
necessidade proteica elevada (1,2g/kg/dia).
a severa restrição hídrica.
dietas ricas em carboidratos e gorduras.
quadros de constipação intestinal.
diminuição da massa renal.
São condições que frequentemente levam à hipercalemia no paciente renal em tratamento conservador, todas abaixo, EXCETO:
taxa de filtração glomerular inferior a 30 mL/min/1,73m2 .
uso de anti-hipertensivos inibidores da ECA.
constipação intestinal.
acidose metabólica.
hiperaldosterolemia.
Sobre a recomendação para ingestão de proteínas para pacientes com doença renal em tratamento conservador, assinale a alternativa verdadeira.
Restrição proteica deve ocorrer sempre que a taxa de filtração glomerular for inferior a 80 mL/min/1,73m2 .
Em condições de taxa de filtração glomerular entre 30 e 70 mL/min/1,73m2 , deve ser oferecido 0,6 g/ de proteína por kg de peso desejável ou ajustado, podendo ser aumentado até 0,75 g de proteína por kg de peso, conforme a adaptação do paciente.
Com taxa de filtração glomerular < 30 mL/min/1,73m2 , a oferta proteica deve ser de 0,3g de proteína por kg de peso atual.
Quando for ofertado 0,6 g de proteína por kg de peso desejável ou ajustado, a dieta deve ser suplementada com cetoácidos.
Quando for ofertado 0,6 g de proteína por kg de peso desejável ou ajustado, a dieta deve ser suplementada com mistura de aminoácidos essenciais.
Poucos alimentos são efetivamente envolvidos no aumento do risco de formação de cálculo renal de oxalato. Dentre eles podem ser citados:
Leite, carne bovina, espinafre, beterraba
Espinafre, beterraba, chocolate, morango
Carne bovina, espinafre, feijão, morango
Leite, ovos, espinafre, chocolate
O teor dietético de potássio no tratamento da Insuficiência Renal Crônica no período pré-dialítico usualmente é:
Normal
Reduzido a 10 mEq/dia
Aumentado para 130 mEq/dia
Aumentado para 390 mEq/dia
A recomendação diária de proteína no tratamento conservador ou fase não-dialítica em um paciente com taxa de filtração glomerular (25-60 mL/min) é:
0,2 (50 a 60% de proteínas de alto valor biológico).
0,6 (50 a 6o% de proteínas de alto valor biológico).
1,0 (60 a 80% de proteínas de alto valor biológico).
0,8 (60 a 80% de proteínas de alto valor biológico).
1,2 (50 a 60% de proteínas de alto valor biológico).
Diante de um paciente com insuficiência renal, os alimentos que necessitam de maior controle são:
os que contêm carboidratos e sódio.
os que contêm vitaminas e sódio.
os que contêm proteína e magnésio.
carne, leite, ovos, queijo e sal.
tomates, carnes, ovos, queijo e sal.
Na vigência de insuficiência renal aguda, a terapia nutricional deve caracterizar-se pelo aporte de uma mistura de aminoácidos essenciais com não-essenciais. Soluções que contenham apenas aminoácidos não-essenciais, caso sejam necessárias para, por exemplo, reduzir a síntese de uréia total, devem ser utilizadas por períodos curtos e com monitorização da amonemia.
Pacientes com insuficiência renal aguda em Nutrição Parenteral Total, sistema 3 em 1 deverão receber a seguinte quantidade diária de sódio:
10-15mEq
20-30mEq
35-70mEq
80-100mEq
A quantidade máxima de fósforo recomendada para um paciente com insuficiência renal crônica em tratamento pré-dialítico é, em mg/kg/dia:
5
10
15
20