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Na litíase renal, a dieta exerce um papel relevante sobre a excreção urinária, tanto de promotores quanto de inibidores da formação de cálculos. O oxalato de cálcio é apontado como um dos principais componentes da maior parte dos cálculos renais. Em 100g de alimento, qual das alternativas a seguir possui a maior concentração de oxalato dietético?
Espinafre cozido.
Ruibarbo enlatado.
Gérmem de trigo.
Tomate cru.
Escarola crua.
Correlacione a causa de desnutrição energético-protéica com a possível intervenção em pacientes em diálise e marque a alternativa CORRETA.
I ) Acidose metabólica
II ) Dietas restritas e pouco palatáveis
III ) Absorção contínua de glicose
IV ) Perda de aminoácidos e peptídeos na sessão de diálise
( ) Manter bicarbonato sérico > 22 mmol/L.
( ) Promover consumo alimentar adequado para repor perdas.
( ) Avaliar uso de soluções com concentração menor de glicose.
( ) Prescrever dietas mais liberais e adequadas em energia e proteínas.
I, IV, II, III.
I, IV, III, II.
III, II, I, IV.
I, III, II, IV.
Assinale com V a(as) afirmativa(as) verdadeira(as) e F a(as) falsa(as):
( ) Pacientes com nefrolitíase precisam ingerir quantidade de líquido suficiente para gerar 2 litros de urina.
( ) A presença de inflamação e alteração no estado de hidratação compromete a interpretação da avaliação nutricional de pacientes com Lesão Renal Aguda.
( ) Pacientes com Doença Renal Crônica (DRC), com idade menor que 60 anos e no estágio 3 da doença, devem consumir 0,8 g/kg/dia de proteína e 35 kcal/kg/dia.
( ) Pacientes com hipercalemia precisam receber orientação quanto ao consumo e preparo de frutas e hortaliças.
( ) Para evitar o aumento das escórias nitrogenadas, pacientes em diálise deverão manter o consumo protéico semelhante ao período pré-dialítico.
A sequência CORRETA é:
F, V, V, V, F
V, V, F, F, V
V, V, F, V, F
F, V, F, F, V
A recomendação de calorias para pacientes em hemodiálise para repleção do peso deve ser de
30 kcal/kg/dia.
20 – 30 kcal/kg/dia.
≥ 35 kcal/kg/dia.
20 – 25 kcal/kg/dia.
25 – 30 kcal/kg/dia.
A Síndrome Nefrótica apresenta um espectro de eventos clínicos e bioquímicos característicos: edema generalizado, hiperlipidemia, proteinúria maciça e hipoalbuminemia. As alterações metabólicas que participam da doença impõem ajustes dietéticos importantes. Analise as opções a seguir e assinale a CORRETA quanto à adequação entre a alteração metabólica e a respectiva conduta dietética recomendada:
A hiperlipidemia é comum na síndrome nefrótica e tem os seguintes mecanismos envolvidos: a produção hepática elevada e o catabolismo alterado das lipoproteínas carreadoras de apoproteína B, e o seu tratamento permanece um objetivo secundário, requerendo somente aconselhamento nutricional.
O aumento da permeabilidade da membrana basal glomerular acarreta proteinúria e perda de albumina, na forma de ureia, pela urina. Assim, está bem estabelecido que a ingestão elevada de proteínas é recomendada.
Frequentemente, em crianças, o edema decorre de um aumento sistêmico do extravasamento vascular de albumina para o interstício, com retenção de sódio. Recomenda-se reduções acentuadas na ingestão de sódio e de eliminações urinárias de grandes quantidades de sódio extra, pelo uso de diuréticos.
Muitas proteínas carreadoras são perdidas na urina, e assim os níveis plasmáticos de muitos íons (ferro, cobre e zinco) são baixos, contribuindo para anormalidades do metabolismo dessas substâncias, requerendo, assim, suplementação dos mesmos.
A perda de proteínas na urina acarreta anormalidades no metabolismo da vitamina D, promovendo balanço negativo de cálcio, assim, recomenda-se suplementação de vitamina D e cálcio nesses pacientes.
Pacientes com insuficiência renal crônica em hemodiálise de manutenção precisam de orientação nutricional quanto à recomendação de proteína, que deve ser de:
0,6 g ptn/kg/dia;
1,0g ptn/kg/dia;
1,2g ptn/kg/dia;
1,5g ptn/kg/dia;
2,0g ptn/kg/dia.
O tratamento do paciente com Doença Renal Crônica (DRC) compreende duas fases distintas. A primeira corresponde às medidas adotadas para retardar a progressão da doença renal, designada tratamento conservador, que é dirigido a pacientes nas fases 1 a 4 da patologia. A segunda é a terapia de substituição da função renal, que seria o tratamento dialítico (diálise peritoneal ou hemodiálise), ou o transplante renal, indicados a pacientes em estágio 5 da DRC. O tratamento conservador tem como objetivos as intervenções precoces, visando identificar pacientes com maior probabilidade de desenvolver DRC; retardar a progressão da doença renal; o manejo criterioso das complicações urêmicas; o adequado acesso para diálise; e a indicação da terapia dialítica no momento preciso. É uma medida nutricional para aprazar a progressão da doença renal:
suplementação de ferro.
controle glicêmico da dieta.
controle da ingestão de alimentos ricos em potássio.
suplementação de bicarbonato de sódio.
ingestão calórica em torno de 30 a 35 Kcal/Kg de peso/dia.
Coloque V (verdadeiro) ou F (falso) nas afirmativas abaixo, em relação à anemia na insuficiência renal crônica, assinalando, a seguir, a opção que apresenta a sequência correta.
( ) A única causa de anemia nos pacientes com insuficiência renal crônica é a diminuição na produção de eritropoietina.
( ) A anemia pode ser agravada por perdas sanguíneas durante a diálise, deficiência de folato ou de vitamina B12
( ) Os melhores parâmetros para a avaliação do estado nutricional dos indivíduos com insuficiência renal crônica, em relação ao ferro, incluem a hemoglobina e o hematócrito.
( ) O sucesso da terapia para a anemia nos pacientes com doença renal tratados com eritropoietina recombinante só é alcançado com a manutenção do suprimento adequado de ferro.
( ) A suplementação oral de ferro é insuficiente para manter os estoques desse mineral adequados, particularmente, em pacientes tratados por hemodiálise.
(F) (V) (V) (F) (F)
(V) (F) (F) (V) (F)
(V) (V) (F) (F) (V)
(F) (F) (V) (V) (F)
(F) (V) (F) (V) (V)
Pacientes renais em tratamento conservador com taxa de filtração glomerular < 30mL/ min, para diminuir a formação de compostos nitrogenados tóxicos e para a redução e/ou controle da concentração de fósforo e potássio, deve-se orientar como conduta dietoterápica:
restrição de proteínas;
restrição de carboidratos;
restrição de lipídios;
aumento de lipídios;
aumento de proteínas.
Segundo o Projeto Diretrizes, as recomendações nutricionais para pacientes com insuficiência renal aguda (IRA) são:
No estresse leve, a recomendação de energia é de 30 – 35 kcal/kg de peso atual ou ideal.
O cálculo da ingestão de líquidos é feito com base no volume de diurese do dia anterior, acrescido de 250 mL, proveniente do somatório de perdas de drenos ou fístulas.
No estresse moderado, a recomendação de energia é de 20 – 25 kcal/kg de peso atual ou ideal.
No estresse moderado, a recomendação de proteínas é de 0,6 – 1,0 g/kg de peso ideal ou atual.
Assinale a afirmativa correta quanto às necessidades de calorias e proteínas/kg peso corporal ideal, para indivíduos em hemodiálise, respectivamente:
40 Kcal/Kg e 0,8 gramas.
45 Kcal/Kg e 2,5 gramas.
30 Kcal/Kg e 2,0 gramas.
35 kcal/ kg e 1,2 gramas.
A ingestão dietética para prevenção e tratamento de litíase renal NÃO deve ser reduzida em
Cálcio.
Oxalato.
Sódio.
Proteínas.
Ácido úrico.
Uma das causas de desnutrição em pacientes em hemodiálise é o catabolismo aumentado.
As opções a seguir apresentam causas do catabolismo aumentado, à exceção de uma. Assinale-a.
Perda de aminoácidos durante o processo dialítico.
Proteólise aumentada pelo contato do sangue com as membranas do dialisador.
Acidose metabólica.
Perda de vitaminas durante o processo dialítico.
Hiperglicemia.
A recomendação diária de proteínas para pacientes com Insuficiência renal na fase não dialítica é de:
0,6 g/kg/dia.
1,5 g/kg/dia.
1 g/kg/dia.
0,8 g/kg/dia.
Como causas patogênicas dos cálculos renais com composição de oxalato de cálcio, pode-se citar:
Hiperuricosúria, hipocitratúria e hiperparatireodismo primário
Acidose tubular renal, infecção e hipercalciúria
Cistinúria, pH urinário alcalino e infecção
Hiperoxalúria, cistinúria e infecção
A insuficiência renal crônica é uma síndrome clínica caracterizada por perda lenta, progressiva e irreversível das funções renais. O paciente G.H.M., de 40 anos, do sexo masculino, fumante há 20 anos, com pressão arterial 150 x 90 mmHg, recém-diagnosticado com insuficiência renal crônica, apresenta taxa de filtração glomerular de 25 mL/ min/ 1,73m2.
0,6 gramas/quilogramas de peso/dia.
0,6 a 0,75 gramas/quilogramas de peso/dia.
0,8 a 1,0 gramas/quilogramas de peso/dia.
1,0 a 1,25 gramas/quilogramas de peso/dia.
Devido às alterações metabólicas presentes na doença renal crônica, alguns aminoácidos tornam-se condicionalmente essenciais. Esses aminoácidos são:
valina, histidina, fenilalanina.
serina, tirosina e histidina.
tirosina, glutamina e taurina.
fenilalanina, serina e glutamina.
Analise as assertivas abaixo:
I. Insuficiência renal crônica (IRC) é uma síndrome clínica decorrente da perda lenta, progressiva e irreversível das funções renais.
II. Uma das principais funções dos rins é regular a pressão arterial sistêmica
III. A doença renal pode progredir mesmo na ausência da causa inicial que determinou a lesão no rim.
Marque a alternativa correta:
I e II estão corretas
II e III estão corretas
I e III estão corretas
I, II e III estão corretas
A importância da terapia nutricional no tratamento de pacientes com insuficiência renal crônica (IRC) é reconhecida há várias décadas. Com a perda progressiva da capacidade excretória renal, ou seja, com a redução da filtração glomerular, uma variedade de solutos tóxicos, sobretudo provenientes do metabolismo das proteínas e aminoácidos, acumulam-se no soro ou no plasma. Dentre os mais importantes estão:
albumina e creatina
uréia e creatinina
albumina e creatinina
uréia e creatina
São recomendações dietéticas para pacientes litiásicos, exceto:
Dieta individualizada de acordo com o distúrbio metabólico e hábito alimentar.
Adequar a ingestão de proteína animal e evitar alimentos ricos em purinas.
As ingestões de cálcio e oxalato devem ser restritas.
A ingestão de potássio deve ser estimulada.