

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
É uma das recomendações dietéticas para paciente com litíase renal:
restringir alimentos fontes de cálcio e potássio.
aumentar a ingestão de alimentos ricos em purinas.
suplementar vitamina C na dose de 2g/dia.
evitar ingestão de tomate, por ser fonte de oxalato.
estimular ingestão de líquidos, de pelo menos, 30ml/kg de peso.
De acordo com o Consenso sobre a Terminologia Padronizada do Processo de Cuidado em Nutrição para Pacientes Adultos com Injúria Renal Aguda (SBN, ASBRAN e BRASPEN/SBNPE 2021), o instrumento de triagem de desnutrição, conhecido como MST (Malnutrition Screening Tool), é recomendado para a triagem de risco de desnutrição para pacientes com injúria renal aguda. A triagem deve ser aplicada dentro de determinado período da admissão na UTI, a saber, de
4 a 10 horas.
8 a 16 horas.
12 a 24 horas.
24 a 48 horas.
48 a 56 horas.
As doenças renais agudas e crônicas são altamente prevalentes e representam causas importantes de morbidade e mortalidade nos pacientes afetados por essas enfermidades. A taxa de mortalidade pode ser elevada em algumas situações e variável de acordo com fatores etiológicos e estado clínico. O estado nutricional interfere no prognóstico do paciente com Doença Renal Crônica (DRC); portanto, adequar a alimentação, de acordo com as recomendações nutricionais, é fundamental. Sobre a terapia nutricional na DRC, é correto afirmar:
A recomendação de energia é de 25-35 kcal/kg/dia para pacientes metabolicamente estáveis, baseado em idade, sexo, atividade física, estado nutricional, estágio da DRC e comorbidades associadas.
A recomendação de proteínas, para adultos com DRC, em diálise e com aporte energético adequado, é de 0,6 a 0,8 g/kg.
A suplementação nutricional oral é recomendada desde o início da terapia, a fim de minimizar o risco nutricional desses pacientes.
No tratamento conservador, é necessário restrição hídrica e controle dos eletrólitos: sódio, ferro, magnésio e potássio.
A insuficiência renal aguda (IRA) é uma síndrome caracterizada pelo declínio rápido e repentino da função renal, com acúmulo de metabólitos, toxinas e medicamentos no sangue. Também ocorre alteração nas funções intrínsecas dos rins. Sobre nutrição de pacientes com IRA, assinale a alternativa incorreta.
O manejo de eletrólitos de pacientes com IRA deve ser individualizado, de acordo com os níveis séricos
Proteínas devem ser restringidas para pacientes com IRA hipercatabólicos com objetivo de evitar ou retardar o início da Terapia de Reposição Renal
Formulações padrão de nutrição enteral e/ou parenteral são recomendadas para pacientes hipercatabólicos com IRA e/ou em Terapia de Reposição Renal
A nutrição hipocalórica, menor que 70% (por cento) do gasto energético, é recomendada na fase inicial da enfermidade aguda, com aumento progressivo após o terceiro dia, nos pacientes em recuperação
A suplementação de mcronutrientes é recomendada para pacientes com IRA em Terapia de Reposição Renal
O transplante renal é uma modalidade de terapia que demanda adequações nutricionais. Segundo a Diretriz BRASPEN de Terapia Nutricional no Paciente com Doença Renal (2021), no pós-transplante imediato, as recomendações de energia e de proteína para adultos são (em kcal/kg/dia e em g de proteína/kg de peso atual ou ideal/dia), respectivamente, de:
20-25 / 1,0-1,2
25-30 / 0,6-1,0
25-35 / 0,8-1,0
30-35 / 1,3-1,5
Em relação aos nutrientes que interferem no risco de nefrolitíase, assinalar a alternativa CORRETA:
Os cálculos formados por deposição de cálcio são os mais comuns e correspondem a 70 a 80% dos casos. É fundamental restringir o cálcio da dieta do paciente que apresenta o problema, pois quanto maior for a ingestão de cálcio, maior será a formação dos cálculos renais.
O nutriente que tem efeito sobre a maioria dos parâmetros urinários envolvidos na formação de cálculos é a proteína. Tanto a de origem animal quanto a de origem vegetal são fatores de risco, e ambas devem ser restritas na alimentação.
A vitamina C (ácido ascórbico) tem sido considerada um fator de risco para a formação de cálculos. Muitos estudos já demonstraram que a vitamina C pode ser metabolizada a oxalato, o que pode aumentar o risco de formação de cálculo de oxalato de cálcio. Devido a isso, pacientes litiásicos devem ser aconselhados a evitar a utilização de suplementos de vitamina C em quantidades superiores a 500mg/dia e devem ser incentivados a alcançar a recomendação diária dessa vitamina por meio de fontes dietéticas naturais, principalmente frutas, pois apresentam também citrato.
A ingestão de alimentos ricos em potássio pode exercer um maior risco de formação dos cálculos, por isso, alimentos ricos em potássio devem ser restringidos na dieta para não aumentar as chances de formação de mais cálculos para quem já os apresenta.
As doenças renais agudas e crônicas são amplamente comuns e constituem causas significativas de morbidade e mortalidade entre os indivíduos afetados por essas condições.
A recomendação de proteínas para adultos com DRC 3-5 é de:
2,3 g/kg/dia, com aporte energético adequado.
0,2 g/kg/dia, com aporte energético adequado.
1,0-1,5 g/kg/dia, com aporte energético adequado.
0,3-0,5 g/kg/dia, com aporte energético adequado.
0,6-0,8 g/kg/dia, com aporte energético adequado.
A doença renal crônica é uma condição em que os rins gradualmente perdem sua capacidade de filtrar o sangue e remover os resíduos metabólicos e o excesso de fluidos do corpo. Essa diminuição da função renal pode ocorrer ao longo de meses ou anos e pode ser causada por uma variedade de fatores, como doenças crônicas, lesões renais, infecções ou uso prolongado de certos medicamentos. A doença renal crônica pode levar a complicações graves, como pressão alta, anemia, doença óssea, danos aos nervos e aumento do risco de doenças cardíacas. É importante diagnosticar e tratar precocemente para prevenir a progressão da doença e suas complicações. Diante do exposto, indique qual é o nutriente que deve ser restrito na dieta de pacientes com insuficiência renal crônica:
Proteína.
Carboidrato.
Gordura.
Vitamina C.
Vitamina D.
Referente as orientações nutricionais para pacientes com Insuficiência Renal Aguda (IRA), é CORRETO afirmar que:
O manejo de eletrólitos de pacientes com IRA deve ser individualizado, de acordo com os níveis séricos. Sendo assim, a necessidade de reposição não depende de resultados séricos de cada paciente e de cada eletrólito.
Formulações padrão de nutrição enteral e/ou parenteral são recomendadas para pacientes hipercatabólicos com IRA e/ou em terapia de reposição renal (TRR).
A recomendação de proteínas para pacientes hipercatabólicos com IRA e sem terapia de reposição renal (TRR) é de 1,6 - 1,8 g/kg/dia.
A recomendação de energia para pacientes com IRA é 35 - 40 kcal/kg/dia de peso seco ou ideal (em caso de obesidade ou muito baixo peso).
Avalie as afirmativas sobre recomendações nutricionais para prevenção e tratamento da nefrolitíase.
I. Reduzir o consumo de sódio II. Aumentar o consumo de citrato III. Aumentar o consumo de potássio. IV. Reduzir o consumo de cálcio. |
São CORRETAS
todas.
I e III, apenas.
I, II e III, apenas.
I, III e IV, apenas.
II e IV, apenas.
Sobre o tratamento dietético na nefrolitíase, assinale com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.
( ) A baixa ingestão dietética de cálcio é um fator de risco para nefrolitíase cálcica.
( ) O elevado consumo de sódio leva ao aumento da calciúria.
( ) Para indivíduos portadores de cálculos de oxalato, recomenda-se dieta restrita em oxalato e cálcio.
( ) O PH urinário alto promove alta concentração de ácido úrico insolúvel, o que eleva o risco de formarem cálculos de ácido úrico.
Assinale a sequência correta.
V V F F
F V V V
V F F V
F F V F
Paciente idoso, sexo masculino, 85 anos de idade, diagnosticado com disfunção renal aguda sem necessidade de terapia renal substitutiva.
O aporte proteico que deverá ser fornecido a esse paciente é de
1,2 - 1,5 g de proteína por kg/dia.
0,6 - 0,8 g de proteína por kg/dia.
1,5 - 2,0 g de proteína por kg/dia.
0,8 - 1,0 g de proteína por kg/dia.
Caracterizam a Dieta Para Insuficiência Renal Crônica (IRC) – Para pacientes em Hemodiálise e Diálise Peritoneal, EXCETO:
Hipoprotéica (0,6 a 0,8g por kg de peso) e em hemodiálise (1,1 a 1,2g por kg de peso para diálise peritoneal)
Restrita em sódio (até 2 gramas por dia),
Restrita em potássio (K) (2 a 2,5 gramas por dia)
Restrita em fósforo (P) (0,8 a 1 grama por dia)
Restrita em líquidos (1000 ml + o volume de diurese do paciente).
Analise as afirmativas abaixo de acordo com as recomendações da Diretriz BRASPEN de Terapia Nutricional no Paciente com Doença Renal.
1. A recomendação de energia para pacientes com IRA é 20-30 kcal/kg/dia de peso seco ou ideal (em caso de obesidade ou muito baixo peso). Em estresse grave, a recomendação é 30-35 kcal/kg/dia.
2. A suplementação de glutamina não é indicada para pacientes hipercatabólicos com Insuficiência Renal Aguda (IRA).
3. A recomendação de proteínas para pacientes hipercatabólicos com IRA e sem terapia de reposição renal (TRR) é de 1,3-1,5 g/kg/dia.
4. A recomendação de proteínas para adultos com DRC 3-5 é de 0,6-0,8 g/kg/dia, com aporte energético adequado.
5. A ingestão diária recomendada de líquidos para pacientes em terapia de reposição renal (TRR) é de 500 mL.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
São corretas apenas as afirmativas 2 e 4.
São corretas apenas as afirmativas 3 e 4.
São corretas apenas as afirmativas 1, 2 e 4.
São corretas apenas as afirmativas 2, 3 e 4.
São corretas apenas as afirmativas 2, 3 e 5.
Segundo a Diretriz Braspen de Terapia Nutricional no Paciente com Doença Renal (2021):
o instrumento de triagem específico para pacientes com doenças renais crônicas e agudas é inexistente.
o instrumento de triagem específico para pacientes com doenças renais crônicas e agudas é a SGA (Subjective Global Assessment) tradicional.
o indicador recomendado mais importante para o diagnóstico de desnutrição é o Indice de Massa Corporal (IMC) baixo (< 19 kg/ m2).
o indicador mais importante para o diagnóstico de obesidade é o Indice de Massa Corporal (IMC) > 30 kg/ m2.
Segundo a Diretriz Braspen de Terapia Nutricional no Paciente com Doença Renal (2021), no paciente com insuficiência renal aguada (IRA):
a nutrição hipocalórica < 80% do gasto energético é recomendada na fase inicial da enfermidade aguda.
a recomendação de caloria é de 25-35 kcal/kg/dia, em estresse grave.
recomendação de proteinas para pacientes hipercatabólicos com IRA e sem terapia de reposição renal (TRR) é de 1,5-2 g/kg/dia.
a suplementação de glutamina não é indicada para pacientes hipercatabólicos com IRA.
Sr. Carlos, 60 anos, possui doença renal crônica em estágio avançado e está em terapia dialítica três vezes por semana. Ele apresenta perda de peso significativa, fraqueza muscular e anemia, associadas a uma baixa ingestão de proteínas e calorias. A avaliação bioquímica demonstrou níveis reduzidos de albumina e hemoglobina. Assinale a alternativa que apresenta uma estratégia nutricional adequada para melhorar o estado nutricional e a anemia do paciente em terapia dialítica.
Prescrição de uma dieta rica em fibras.
Prescrição de dieta rica em sódio e potássio.
Restrição hídrica.
Prescrição de dieta rica em antioxidantes.
Prescrição de suplemento nutricional oral padrão.
Sobre avaliação nutricional na doença renal crônica, assinale a afirmativa INCORRETA:
Não há instrumento de triagem específico para pacientes com doenças renais crônicas e agudas.
O Instrumento de Triagem de Desnutrição (do inglês Malnutrition Screening Tool, MST) pode ser recomendado para a triagem de risco de desnutrição.
Os indicadores mais importantes para diagnóstico de desnutrição são perda involuntária de peso, índice de massa corporal, ingestão alimentar e tempo de diálise.
O instrumento recomendado para diagnosticar desnutrição é a SGA (do inglês Subjective Global Assessment) tradicional.
Para o diagnóstico de obesidade, o excesso de gordura abdominal é o indicador mais importante.
De acordo com a Diretriz BRASPEN de Terapia Nutricional no Paciente com Doença Renal (2021), é INCORRETO:
A ingestão alimentar de sódio é recomendada em <2,3 g/dia, em conjunto com intervenções farmacológicas aplicáveis.
A recomendação de energia e proteína no pré e pós transplante renal é de 25-35 kcal/kg/dia e de 1,0-1,5 g/kg de peso atual ou ideal, respectivamente.
O ganho de peso interdialítico (GPID) recomendado em hemodiálise é de 2-4% do peso corporal seco e a ingestão diária recomendada de líquidos depende do GPID.
A restrição para ingestão alimentar de fósforo deve ser indicada na presença de hiperfosfatemia persistente e progressiva, e após avaliação de níveis séricos de cálcio e paratormônio.
Quando há indicação de restrição alimentar de potássio, um aspecto primário é evitar alimentos ultraprocessados que contêm aditivos de potássio.
A recomendação de proteína na fase não dialítica da doença renal crônica é:
Estágios 1 e 2 é 0,6g/kg/dia;
Estágio 3 ´de 1g/kg/dia;
Diabete descompensado é de 0,8g/kg/dia;
Estágio 4 é de 1,2g/kg/dia;
Estágio 5 é de 1,1g/kg/dia