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No tratamento da angina de Ludwig, caso não haja resposta favorável após 48 horas de aplicação de antimicrobianos endovenosos, é altamente recomendável que se faça uma ampla drenagem dos espaços faciais do paciente, mesmo sem flutuação.
A actinomicose é uma infecção fúngica que poderá ser tratada com nistatina ou, em casos mais graves, com anfotericina B.
A pericoronarite está freqüentemente associada a terceiros molares semi-inclusos, que, nesse caso, sempre devem ser extraídos imediatamente.
A angina de Ludwig caracteriza-se pelo acometimento bilateral por infecção dos espaços submandibulares, sublingual e submentoniano.
No caso de um dente com lesão periapical que apresente calcificação interna de todo o trajeto do seu canal radicular, é indicada a cirurgia paraendodôntica com obturação retrograda.
Segundo Pell e Gregory, as impactações de classe C terão maior chance de íntima relação entre as raízes dos dentes inclusos e os canais mandibulares.
A instalação de miniplacas na região do pilar zigomático possibilita a intrusão dos molares superiores extruídos devido à perda precoce dos seus antagonistas.
O acesso cirúrgico intraciliar é o mais indicado nesse caso, em que o acidentado deverá ser operado imediatamente após trauma.
A osteotomia vertical de ramo mandibular oferece maior risco de lesão do feixe vasculonervoso mandibular quando comparada à técnica sagital.
A extração precoce de dentes impactados reduz a morbidade pós-operatória e permite uma melhor cicatrização.
Por ser mais vascularizada, a maxila está mais propensa à osteomielite do que a mandíbula.
Um canino incluso que já tenha seu ápice formado não é mais passível de tracionamento cirúrgico-ortodôntico.
A tentativa de tração ortodôntica de um canino incluso no palato em pacientes de 18 anos de idade e do sexo masculino resultará em fracasso.
A utilização de fixação interna estável aumenta a estabilidade, mas diminui a previsibilidade da cirurgia.
Na osteotomia do tipo Le Fort I para correção de deformidades maxilares, o suprimento sanguíneo da maxila ocorre, principalmente, por meio do palato.
A expansão do palato assistida cirurgicamente é uma excelente opção para atresia maxilar, uma vez que o movimento ocorre apenas no nível ósseo e os dentes não são vestibularizados.
Para se ter acesso cirúrgico à região apical de um molar, é necessário um retalho trapezoidal com base maior voltada para a coroa deste dente, possibilitando melhor acesso às raízes dentárias.