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Qual a classificação de lesão cervical não cariosa caracterizada pela flexão do dente, principalmente na junção cemento-esmalte, ocasionada pela sobrecarga oclusal?
Erosão extrínseca.
Erosão idiopática.
Abfração.
Erosão intrínseca.
Abrasão.
Paciente com lesões cervicais não cariosas na região cervical dos dentes 24 e 25, associadas a dor aguda e de curta duração, desencadeada durante a alimentação, especialmente com extremos de temperatura, ou na resposta ao estímulo tátil e percussão local, e que cede quando o estímulo é removido.
Frente a essa descrição, qual a hipótese diagnóstica e o tratamento indicado para o caso descrito?
Displasia óssea periapical; pulpotomia.
Pulpite irreversível; tratamento endodôntico.
Hipersensibilidade dentinária; laser de HeNe (baixa potência).
Displasia óssea focal; acompanhamento radiográfico.
Pulpite reversível; ajuste oclusal.
As lesões de mancha branca ativa apresentam um aspecto rugoso e opaco, indicativo da atividade bacteriana no processo de desmineralização da superfície do esmalte. Para interromper a progressão dessa lesão não cavitada, qual material é comumente utilizado na prática clínica?
Sulfato ferroso.
Hidróxido de cálcio.
Hipoclorito de sódio.
Verniz fluoretado.
As lesões cervicais não cariosas (LCNCs) são perdas de tecido dentário na região cervical do dente, sem o envolvimento de bactérias. Elas podem ser causadas por diversos fatores, como abrasão, abfração, erosão e atrição.
Qual alternativa apresenta a principal diferença entre esses fatores de forma CORRETA?
A abrasão é o desgaste causado por agentes externos, como escovação, próteses ou hábitos parafuncionais. A abfração é o desgaste causado por forças oclusais excessivas ou inadequadas, que geram microfraturas no esmalte. A erosão é o desgaste causado por agentes químicos, como ácidos alimentares ou gástricos. A atrição é o desgaste causado pelo contato entre os dentes, como na mastigação ou no bruxismo.
A abrasão é o desgaste causado por forças oclusais excessivas ou inadequadas, que geram microfraturas no esmalte. A abfração é o desgaste causado por agentes químicos, como ácidos alimentares ou gástricos. A erosão é o desgaste causado pelo contato entre os dentes, como na mastigação ou no bruxismo. A atrição é o desgaste causado por agentes externos, como escovação, próteses ou hábitos parafuncionais.
A abrasão é o desgaste causado por agentes químicos, como ácidos alimentares ou gástricos. A abfração é o desgaste causado pelo contato entre os dentes, como na mastigação ou no bruxismo. A erosão é o desgaste causado por agentes externos, como escovação, próteses ou hábitos parafuncionais. A atrição é o desgaste causado por forças oclusais excessivas ou inadequadas, que geram microfraturas no esmalte.
A abrasão é o desgaste causado pelo contato entre os dentes, como na mastigação ou no bruxismo. A abfração é o desgaste causado por agentes externos, como escovação, próteses ou hábitos parafuncionais. A erosão é o desgaste causado por forças oclusais excessivas ou inadequadas, que geram microfraturas no esmalte. A atrição é o desgaste causado por agentes químicos, como ácidos alimentares ou gástricos.
As lesões cervicais não cariosas são caracterizadas pelo desgaste da estrutura dentária na região cervical do dente. Considerando estas lesões, é CORRETO afirmar que:
A erosão dental é a perda patológica, crônica, localizada e indolor de estrutura dentária pela dissolução por ácidos de origem bacteriana, alimentos, medicamentos, além de ácidos provenientes do próprio organismo.
A lesão de abfração tem como características apresentar-se em forma de cunha, com margens bem-definidas, podendo ser encontrada em apenas um dente, e estar localizada subgengivalmente.
A abrasão ocorre devido a microfraturas do esmalte desencadeadas por tensões de tração ou compressão provenientes de forças oclusais mal dirigidas ou exageradas.
As lesões cervicais não cariosas não são fatores predisponentes para o surgimento de hipersensibilidade dentinária.


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Paciente de 24 anos de idade em consulta de urgência odontológica relata muita dor local, linfadenopatia do lado esquerdo e febre. Na anamnese, constatou-se que o paciente é diabético (diabetes tipo I) e fumante. Ao exame clínico, apresenta necrose/ulceração das papilas interdentais, sangramento gengival, halitose, dor e perda óssea entre os dentes 36 e 37. Qual é o provável diagnóstico para o caso descrito?
Periodontite necrosante.
Abscesso periodontal.
Peri-implantite.
Gengivite necrosante.
Pênfigo vulgar.
Um paciente com 50 anos procura atendimento odontológico com queixa de sensibilidade nos dentes. O paciente relata ser enólogo há 20 anos, chegando a provar mais de 50 vinhos por dia.
Ao exame intraoral, as faces convexas dos dentes apresentam-se lisas, com perda de brilho, achatadas, com concavidades de limites arredondados e de maior largura que profundidade, estando as lesões localizadas para coronal da união cementoesmalte, observando-se reminiscências de esmalte ao longo da margem gengival. Nas faces oclusais, observa-se o arredondamento das cúspides, com perda de morfologia e aparecimento de concavidades. As restaurações dentárias aparentam estar proeminentes por perda de tecido dentário ao redor. Não há presença de cárie dentária.
Considerando o quadro clínico do paciente, com relação às lesões não cariosas citadas, assinale a principal hipótese diagnóstica.
Atrição.
Abrasão.
Abfração.
Biocorrosão dentária exógena.
Biocorrosão dentária endógena.
As lesões cervicais não-cariosas (LCNCs) são problemas frequentes nos consultórios odontológicos. Possuem etiologia multifatorial e se caracterizam pela perda de esmalte na região cervical dos dentes, causando deficiência tanto funcional quanto estética. Como consequência dessas lesões, ocorre a presença de fluidos no interior dos túbulos dentinários que atingem as terminações nervosas, o que leva à dor aguda, de curta duração e que causa desconforto ao paciente. Esse fenômeno é chamado de
síndrome do dente rachado.
sensibilidade pós-operatória.
hipersensibilidade dentinária.
fratura de restaurações cervicais.
Abaixo numerados de 1 a 5 estão descritos tipos de lesões brancas. Associe a lesão numerada às suas características clínicas e marque a alternativa correta.
1- Queilite actínica.
2 – Papiloma.
3 – Candidíase pseudomembranosa.
4 – Hiperqueratose focal irritativa.
5 – Líquen plano reticular.
( ) Placas brancas destacáveis a raspagem.
( ) Nódulo vegetante de coloração branca e superfície verrucosa.
( ) Idosos de pele clara apresentando lábio inferior com descamação, fino, atrófico com manchas brancas por vezes entremeados com áreas vermelhas e associado à exposição solar.
( ) Mais frequente em mulheres acima dos 30 anos, estrias brancas não destacáveis, bem delimitada, múltiplas, simétricas e frequente em mucosa jugal bilateral, gengiva e língua.
( ) Mancha branca, homogênea, localizada ou generalizada, associada ao agente agressor.
3 – 2 – 1 – 5 – 4.
2 – 3 – 1 – 5 – 4.
3 – 1 – 4 – 2 – 5.
5 – 2 – 4 – 1 – 3.
5 – 4 – 3 – 1 – 2.
As lesões cervicais não cariosas (LCNCs) são problemas frequentes nos consultórios odontológicos. Possuem etiologia multifatorial e se caracterizam pela perda de esmalte na região cervical dos dentes (colo dos dentes), causando deficiência tanto funcional quanto estética. Como consequência dessas lesões, pode surgir
hipersensibilidade dentinária.
sensibilidade pós-operatória.
hipomineralização cervical molar incisivo.
esmalte cervical com manchas de fluorose.


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Atualmente é aceito que lesões cervicais não cariosas têm uma etiologia multifatorial envolvendo tensão, fricção e biocorrosão. Sobre as lesões causadas por biocorrosão é CORRETO afirmar que:
O fluxo salivar não tem relação com a incidência de lesões cervicais não cariosas.
A biocorrosão é causada apenas por ácidos de origem endógena.
A dieta do paciente tem uma correlação direta com a incidência de lesões cervicais não cariosas causadas por biocorrosão.
O papel protetor da saliva contra as lesões cervicais não cariosas se refere apenas às suas ações de tamponamento, atividade antibacteriana e de mineralização dentária.
Um paciente com 11 anos compareceu à consulta odontológica acompanhado pelos pais, para atendimento de rotina. Ao exame intraoral, o cirurgião-dentista observou
múltiplas lesões de mancha branca não cavitadas.
Sobre essas lesões, assinale a afirmativa correta.
Aparecem radiograficamente.
Seu tratamento deve ser restaurador.
Sua avaliação de atividade ou inatividade é feita por meio do exame clínico.
A mancha branca ativa apresenta superfície lisa e polida.
A mancha branca inativa apresenta-se pigmentada ou clara e com superfície rugosa e opaca.
As LCNC(s), lesões cervicais não cariosas, são condições patológicas de origem multifatorial, sem envolvimento bacteriano, que ocasionam a perda da estrutura dentária na região cervical. O motivo de acometer com maior frequência a região cervical ocorre devido ao fato de que, na junção amelocementária (JAC)
a dentina é mais espessa, e o esmalte e o cemento são pouco resistentes.
a dentina é menos espessa, e o esmalte e o cemento são pouco resistentes.
o esmalte é mais espesso, e a dentina e o cemento são pouco resistentes.
o esmalte é menos espesso, e a dentina e o cemento são pouco resistentes.
Na tentativa de padronizar o registro das informações, Black propôs uma série de classificação das lesões e cavidades. Segundo essa classificação, lesões nos 2/3 oclusais das faces vestibular e lingual/palatal de molares é classificado:
Classe I
Classe II
Classe III
Classe IV
Classe V
É um elemento de diagnóstico importante na identificação das lesões cervicais do tipo abfração:
a técnica de escovação e força aplicada durante a escovação.
a presença de interferências oclusais em lateralidade e com facetas de desgastes.
o uso abusivo de palito, bem como de escova interdental.
a abrasividade, pH e quantidade do dentifrício.


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A perda da estrutura dentária pode ocorrer após a sua formação por vários fatores, além dos casos relacionados com cáries e traumas. Um dos fatores relacionados com o aumento dessas perdas estruturais e desgastes vem ocorrendo, segundo os pesquisadores, devido à população adulta manter mais dentes naturais ao longo da vida do que ocorria antigamente, com perdas e extrações precoces. Hábitos, estilo de vida e alimentação também são fatores que influenciam no panorama odontológico atual. Sobre o tema, assinale a alternativa INCORRETA.
A abfração se apresenta como defeitos em forma de cunhas limitadas à região cervical dos dentes e pode se assemelhar à abrasão cervical ou à erosão. São defeitos profundos, estreitos, e em forma de V e, geralmente, acometem um único dente, não atingindo os dentes adjacentes.
Erosão consiste na perda da estrutura dentária causada por um processo químico não bacteriano. O termo deriva do latim erosum, que significa corrosão, e implica na destruição progressiva de uma superfície por um processo eletrolítico ou químico.
A erosão proveniente da exposição dentária a secreções gástricas é chamada de perimólise. Normalmente ocorrem por regurgitação involuntária crônica (por exemplo: hérnia de hiato, esofagite, alcoolismo crônico e gestação) ou regurgitação voluntária, proveniente de, por exemplo, distúrbios psicológicos, bulimia e ocupações que requerem baixo peso corporal.
A abrasão consiste na perda patológica da estrutura dentária ou restauração pela ação mecânica de um agente externo. A causa mais comum da abrasão é a escovação dentária que combina elementos abrasivos nos dentifrícios e escovação com pressão e horizontal.
Atrição é a perda da estrutura dentária causada pelo contato entre os dentes durante a oclusão e a mastigação. Algum grau de atrição é fisiológico e o processo se torna mais perceptível com o aumento da idade, porém quando a quantidade de perda dentária é extensa e ocorre o comprometimento estético e a função, o processo pode ser considerado patológico. Outros itens frequentemente associados à atrição dentária incluem hábitos de colocar entre os dentes objetos como lápis, palitos de dentes, cachimbo e outros.
As lesões de desgaste dentário, também conhecidas como “lesões não cariosas”, costumam ser uma combinação entre os fenômenos de atrição, abrasão e erosões dentárias, que ocorrem simultaneamente na cavidade oral. Quando o desgaste dentário é químico e há clara indicação de que o fator causador é o contato frequente com substâncias ácidas, ele é denominado erosão dentária. Sobre esta condição, assinale a alternativa CORRETA:
A erosão dentária causada pelo contato com o ácido gástrico é também conhecida como perimólise.
Crianças com erosão dentária na dentição decídua não apresentam maior chance de acometimento nos dentes permanentes.
O aspecto clínico inicial do esmalte erodido é uma superfície lisa devido à perda das irregularidades do esmalte. Observa-se também aumento no brilho do esmalte, resultando em superfície com aspecto acetinado.
Uma lesão erosiva normalmente necessita de tratamento restaurador adicional, mesmo se o agente etiológico for removido.
Qual a lesão cervical não cariosa, resultado da ação de ácido de origem desconhecida?
Erosão idiopática.
Abfração.
Erosão intrínseca.
Abrasão.
Atrito.
As lesões cervicais não cariosas são desgastes provocados por fatores químicos e mecânicos. Sobre elas, sabe-se que
a abrasão é uma lesão causada por ação de ácidos não bacterianos, afetando as superfícies palatina e oclusal dos dentes superiores.
a atrição é um desgaste dental causado por processos mecânicos que envolvem substâncias ou objetos estranhos em contato com os dentes repetidamente.
a erosão ocorre por contato de dente contra dente, sendo friccionados durante a deglutição, a fonação e o desgaste envolve mais as superfícies oclusal e incisal.
a abfração é uma lesão resultante de forças oclusais aplicadas axialmente, levando à flexão do dente, o que causa um defeito em forma de cunha na região cervical do dente.
A agressão às terminações nervosas da região orofacial pode variar desde a simples contusão até a ruptura completa do nervo. A axonotmesis é caracterizada por:
Interrupção passageira da condução nervosa sem perda da continuidade axonial.
Ruptura de um ou mais axônios sem lesão do tecido estromal.
Ruptura em todos os axônios ao redor da região da lesão.
O déficit funcional não volta a se estabelecer, independentemente do trauma.
Ocorrência de degeneração valeriana em todas as células de Schwann ao redor da região da lesão.


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