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Pacientes que apresentam pressão sanguínea no intervalo 160 mmHg–170 mmHg/105 mmHg–115 mmHg, que necessitam de cirurgia para colocação de implantes múltiplos, cirurgia ortognática ou mesmo extrações múltiplas devem ser atendidos em ambiente hospitalar.
Dentes que já passaram por tratamentos endodônticos têm maior probabilidade de sofrerem fraturas radiculares durante uma exodontia.
Paciente de 26 anos de idade compareceu ao consultório odontológico para extração do elemento dentário 38, cuja radiografia panorâmica revelou que ele se encontrava completamente retido dentro do ramo mandibular e abaixo do nível cervical do 37. De acordo com a Classificação de Pell e Gregory, o 38 é classificado como um:
O cirurgião-dentista deve ter uma formação adequada que lhe capacite a reconhecer alterações da normalidade, tendo a responsabilidade de realizar o diagnóstico e, a partir deste, planejar intervenções ou até mesmo contra-indicá-las. Sobre os exames complementares pré-operatórios, é incorreto afirmar que:
O tempo de protrombina está aumentado nos defeitos dos fatores I, II, V, VII e X.
O tempo de tromboplastina ativada informa a atividade de todos os fatores de coagulação, exceto os fatores VII e XIII.
O tempo de coagulação mensura a habilidade de a fibrina formar o coágulo inicial e é relativamente sensível às deficiências de fibrinólise.
O volume corpuscular médio classifica as anemias em normocíticas, microcíticas e macrocíticas.
O tempo de sangramento está aumentado nas deficiências de alguns fatores plasmáticos, na deficiência de vitamina K e no choque anafilático.
O acetoaminofeno pode causar severa nefrotoxicidade, mesmo em doses terapêuticas.
A presença de hipercementose ou de dilaceração radicular deve ser observada e diagnosticada antes das extrações dentárias, uma vez que essas condições podem requerer mudança na técnica cirúrgica a ser utilizada.
A administração via oral de drogas antiinflamatórias nãoesteróides no pré-operatório adia o aparecimento da dor e reduz sua intensidade.
Quando houver risco de dor intensa no pós-operatório, pode ser necessário acrescentar um opióide ao regime nãoesteróide.
Alguns cuidados pós-operatórios devem ser observados, dentre eles,
curetagem vigorosa.
compressas quentes imediatamente após a extração, por 15 a 30 minutos.
gargarejos anti-sépticos duas horas após o ato cirúrgico.
manutenção de esquírolas ósseas.
dieta líquida fria ou gelada no primeiro dia após o ato cirúrgico.
A osteíte alveolar ocorre em 20% dos casos após a remoção de terceiros molares inferiores; nesses casos, a prevenção com bochechos de clorexidina, no pré e pós-operatório, ajuda a diminuir em até 50% esse índice.
Se o tempo de protrombina (TP) do paciente estiver em 35 segundos, é seguro operar esse paciente, pois, como o TP está em níveis normais, haverá coagulação.
Na situação desse paciente, recomenda-se fazer a alveoloplastia e não remover o torus mandibular, pois este torus ajuda a reter a prótese total.
Nos dentes 16 e 23, em que a indicação é para a exodontia, recomenda-se que se faça a cirurgia o mais rápido possível.
No planejamento de uma prótese total inferior de um paciente que possui mandíbula fina e atrófica, verificou-se a necessidade de exodontia do único elemento dentário presente (35), que se encontra hígido. Com o objetivo de diminuir o risco de fratura da mandíbula, a osteotomia, se necessária, e a avulsão deste dente devem ser realizadas, respectivamente, como uso de:
A exposição da coroa clínica do canino superior incluso por palatino é feita por meio de retalho mucoperiostal com incisões relaxantes.
É indicada a exodontia do dente 38, pois o eixo de erupção está comprometido e há sinais e sintomas de pericoronarite.