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Sob a ótica de Angelucci, Kalmus, Paparelli e Patto (2004), a produção de conhecimento sobre o que se convencionou chamar "fracasso escolar" tem uma longa história. Segundo as referidas autoras, na década de 1980, a discriminação e a justificação das desigualdades aparecem como a razão de ser do sistema escolar. A atenção de cunho funcionalista aos fatores intra-escolares, já presente nos anos 1970, acrescentou-se a investigação da vida escolar em outro marco teórico. Assim, para essas autoras, teorias críticas passaram a fazer parte das referências bibliográficas de ensaios e pesquisas sobre a escolarização e seus tropeços, principalmente as de:
John Dewey, Célestin Freinet e Bogdan Suchodolski. O "fracasso escolar" foi reconfigurado: de problema emocional e psÍquico individual com prejuízo da capacidade intelectual ele passa à necessidade de se compreender as origens e significados da "queixa escolar".
Jean-Claude Passeron, Pierre Bourdieu e Édouard Claparéde. O "fracasso escolar" foi reconceitualizado: da perspectiva patologizante de "criança fracassada" e "familia desestruturada" ele passa ao resgate da legitimidade dos seus saberes.
Louis Althusser, Antonio Gramsci e Pierre Bourdieu. O "fracasso escolar" foi ressignificado: de fracasso dos alunos na escola ele passa à produção da escola.
Christian Baudelot, Bogdan Suchodolski e Reger Establet. O "fracasso escolar" foi redefinido: de uma concepção de adaptação e ajustamento escolar ele passa à compreensão do lugar social da escola.
Édouard Claparéde, Henry Giroux e Jean-Claude Passeron. O "fracasso escolar" foi realocado: da fala sobre os sujeitos do fracasso escolar ele passa à fala dos participantes da vida escolar.
De acordo com SUKIENNIK, sobre o desenvolvimento e o brincar da criança, analisar os itens abaixo:
I. A capacidade de brincar de uma criança sempre está disponível ou acessível.
II. Todas as crianças têm seu desenvolvimento numa curva linear e constante.
Os itens I e II estão corretos.
Somente o item I está correto.
Somente o item II está correto.
Os itens I e II estão incorretos.
Segundo STAINBACK e STAINBACK, os bons professores possuem habilidades que são baseadas em:
I. Conhecer a pesquisa e a teoria sobre o manejo de sala de aula.
II. Saber como usar os métodos de ensino que maximizam o comportamento dos alunos nas tarefas.
III. Saber como usar uma grande variedade de métodos que envolvem os alunos no exame e na correção dos seus comportamentos inadequados.
Estão CORRETOS:
Somente os itens I e II.
Somente os itens I e III.
Somente os itens II e III.
Todos os itens.
De acordo com o texto Corpos e danças na Educação Infantil, presente na obra Infância e suas linguagens (2014), Isabel Marques afirma que o papel da dança na Educação Infantil é favorecer a construção de um corpo lúdico e crítico por intermédio dos seus principais protagonistas que são os alunos e os professores, nas suas relações com a dança. A construção desse corpo lúdico e crítico deve estar voltado para a cidadania:
planetária.
universal.
humanitária.
contemporânea.
plena.
Bernard Charlot (2000) define a educação como o processo por meio do qual um membro da espécie humana, inacabado, desprovido dos instintos e capacidades que lhe permitiriam sobreviver rapidamente sozinho, se apropria, graças à mediação dos adultos, de um patrimônio humano de saberes, práticas, formas subjetivas e obras. Assim, pode-se deferir que a educação é:
um processo com início e fim, sendo que a terminalidade refere-se ao final da educação básica.
uma organização de saberes sistematizados através do currículo e da idade certa para aprender.
um modelo educacional referendado e organizado pelo estado e seus aparatos de poder.
um processo amplo de aprendizados sociais, visando tornar possível a humanização.