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Nogaro e Granella (2004) afirmam que, embora haja um certo consenso em torno da necessidade e da viabilidade de realizar uma avaliação compatível com a concepção de aprendizagem como um processo permanente, os processos e resultados escolares continuam profundamente marcados pela ótica da homogeneidade, fazendo coincidir avaliar e julgar, considerando-se como relevante o que o educando acertou e errou.
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Qual postura o educador deve adotar em relação a este tema?
Interpretar o erro como fracasso, incorreção, inexatidão, incapacidade.
Problematizar o erro para além do resultado da operação, como invenção e descoberta.
Compreender o erro apenas da perspectiva do aluno.
Encontrar critérios precisos e uniformes para avaliar o desempenho de todos os alunos.
Conceber um grupo de alunos como “iguais” em sua maneira de compreender o mundo.
O ambiente de aprendizagem, tanto fechado quanto ao ar livre, tem sido tema central na prática da Educação Infantil. Segundo Field (in VICKERY, 2016, p. 29), algumas das diretrizes que devem ser observadas na organização do ambiente são particularmente relevantes para que as crianças se tornem aprendizes ativos.
Um ambiente organizado para que as crianças se tornem aprendizes ativos NÃO deve possibilitar
oportunidade para as crianças brincarem com os materiais, em uso nas tarefas planejadas.
espaço interior e exterior na escola para as crianças explorarem, construírem, moverem-se e interpretarem papéis.
desafio apropriado às crianças de modo que tenham tempo e liberdade para se tornarem muito envolvidas nas atividades.
condição favorável para a riqueza de atividades, considerando-se o espaço, o tempo, os recursos flexíveis, as escolhas, o controle e os relacionamentos carinhosos.
A escola é um universo que reúne alunos diferentes, com opiniões e intepretações divergentes sobre a vida e o mundo, e o assistente de alunos deve estar preparado para administrar o conflito por meio de uma ação mediadora. Para Chrispino (2007, p. 22-23), essa mediação é vista como o “procedimento no qual os participantes, com a assistência de uma pessoa imparcial – o mediador – , colocam as questões em disputa com o objetivo de desenvolver opções, considerar alternativas e chegar a um acordo que seja mutuamente aceitável”.
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CHRISPINO, A. Gestão do conflito escolar: da classificação dos conflitos aos modelos de mediação. Ensaio: Aval. Pol. Públ. Educ., Rio de Janeiro, v. 15, n. 54, p. 11-28, jan./mar. 2007.
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Com base na definição de mediação do conflito de Chrispino, é correto afirmar que
a mediação favorece atitudes de responsabilidade, iniciativa individual e intolerância para uma nova ordem escolar e social.
as escolas que se recusam a aceitar o conflito não precisam lidar com a violência escolar.
a mediação concorre para um sentimento de cooperação e fraternidade na escola.
a escola que valoriza e trabalha com o conflito secundariza o diálogo.
De acordo com MÈREDIEU, sobre a evolução do desenho, analisar os itens abaixo:
I. O grafismo começa pelo rabisco, gesto essencialmente motor.
II. O rabisco é um exercício fútil.
Os itens I e II estão corretos.
Somente o item I está correto.
Somente o item II está correto.
Os itens I e II estão incorretos.
Segundo Abramo (2009), os jovens se encontram em uma etapa da vida de construção de identidade e de busca de autonomia, por isso valorizam a escola e desejam encontrar nela um espaço relativo a questões juvenis e de suas comunidades, esperando que a escola ofereça a eles um ambiente de:
tecnocracia e canais de internet
exclusão e canais de divulgação
competividade e canais de rádio
pertencimento e canais de participação