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A educação nem sempre é cercada somente por sucessos e aprovações. Muitas vezes, no decorrer do ensino, nos deparamos com problemas que deixam os alunos paralisados diante do processo de aprendizagem, assim são rotulados pela própria família, professores e colegas. Entre esses problemas, encontram-se as dificuldades na aprendizagem e na socialização. É importante que todos os envolvidos no processo educativo estejam atentos a essas dificuldades, observando se são momentâneas ou se persistem por algum tempo. No gráfico a seguir estão expressos por meio de indicadores de percepção dos estudantes acerca das práticas avaliativas do docente, didática de ensino e uso de recursos de tecnologia nas aulas e o desempenho dos alunos.
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Assinale a afirmativa correta.
Estudantes cujos indicadores para didática de ensino têm o valor 3, a proficiência é maior do que 505.
Existe relação positiva entre o indicador uso de tecnologias educacionais e a proficiência em matemática; além disso, a relação encontrada entre estes fatores é maior do que a encontrada na relação com o indicador didática docente.
As proficiências mais baixas, entre cerca de 479 e 486, possuem indicadores contextuais para avaliação, didática de ensono e uso de recursos tecnológicos “2”, o que evidencia que quanto pior o aluno percebe tais fatores, pior é o seu desempenho.
A relação entre os maiores indicadores de contexto pedagógico e a proficiência matemática é positiva. Quanto melhor o estudante percebe a didática de ensino dos docentes, melhor é o seu desempenho, podendo chegar a um aumento de cerca de 32 pontos na proficiência.
De acordo com o art. 9° da Resolução CNE/CEB n. 05/2009, as práticas pedagógicas devem ter como eixos norteadores as interações e a brincadeira, garantindo experiências que:
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I – ampliem a desconfiança para participarem em atividades coletivas.
II – incentivem a curiosidade, mas não o questionamento.
III – propiciem a interação e o conhecimento pelas crianças das manifestações e tradições culturais brasileiras.
Apenas o item I é verdadeiro.
Apenas o item II é verdadeiro.
Apenas o item III é verdadeiro.
Apenas os itens I e II são verdadeiros.
Todos os itens são verdadeiros.
A Psicologia, por si mesma, não é suficiente para orientar a ação docente. Entretanto, a Psicologia e Pedagogia juntas, constituem uma unidade que consegue orientar a prática pedagógica. O psicólogo russo S. L. Rubinstein, citado por Davidov (1988), analisa as relações entre Psicologia e Pedagogia afirmando que o que para uma é objeto, para a outra é condição. Portanto, o objeto de uma ciência é aquilo que ela investiga e que define sua especificidade. De acordo com Rubinstein, o objeto da Psicologia são as leis do desenvolvimento do psiquismo do ser humano. Por sua vez, o objeto da Pedagogia é (são):
As leis específicas da educação e do ensino.
A vida em seus mais variados aspectos, importando-se em compreender, por exemplo, o funcionamento dos organismos vivos.
Toda a ação do Homem sobre o tempo e espaço.
O espaço geográfico que corresponde ao palco das realizações humanas.
Pesquisadores do campo educacional que se debruçam a estudar aspectos relacionados ao desenvolvimento da criança no contexto escolar enfatizam a necessidade de reconstrução de uma Pedagogia da Infância baseada:
Em uma práxis de participação.
Em princípios morais e civis.
Na meritocracia escolar.
Na concepção cartesiana.
Na conformação dos corpos.
Em uma reunião pedagógica da EMEF Geraldina Freitas de Camargo, situada no interior paulista, os professores debateram o tema “Qualidade Social da Educação Escolar (para todos)”. Para dar sustentação teórica ao debate, apoiaram-se no texto de Nunes e Madureira (2015). Nesse texto, as autoras fazem menção à educação inclusiva afirmando que, enquanto meta a atingir na sociedade atual, a educação inclusiva constitui “um movimento político, social e educacional uma vez que tal meta implica uma educação de qualidade, a qual preconiza que, “para além de se valorizarem e respeitarem as características, interesses e necessidades individuais”, que se procure “contribuir para o desenvolvimento de competências facilitadoras
de reflexões sobre a diversidade humana”.
da inserção no mercado de trabalho”.
da tolerância entre os membros da sociedade”.
da participação e da cidadania”.
de uma gestão inclusiva”.