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A educação ambiental, em sua dimensão crítica, vai além da transmissão de informações ecológicas ou da reprodução de comportamentos individuais voltados à sustentabilidade. Ela pressupõe a formação de sujeitos históricos capazes de compreender as relações socioambientais de forma sistêmica e de intervir no contexto em que vivem. À luz das abordagens críticas da educação ambiental e dos marcos legais e epistemológicos que a sustentam, assinale a alternativa CORRETA:
A implementação de programas de educação ambiental nas escolas deve basear-se na adesão a campanhas institucionais e normas reguladoras de conduta sustentável, as quais fornecem parâmetros objetivos para o controle dos impactos ambientais decorrentes das atividades escolares e domésticas.
A reciclagem, por constituir um conjunto de ações práticas voltadas ao reaproveitamento de materiais, representa o principal eixo da educação ambiental nas escolas, sendo eficaz enquanto política formativa ao promover mudanças comportamentais sustentáveis entre os estudantes.
A preservação ambiental, no campo pedagógico, deve priorizar estratégias de conscientização ecológica e consumo responsável, focando na formação de hábitos cotidianos que contribuam com a redução dos impactos ambientais, sem a necessidade de problematizar os fatores estruturais que os originam.
A educação ambiental, em uma perspectiva emancipatória, articula questões ecológicas, sociais, econômicas e políticas, considerando que os processos de degradação ambiental estão intrinsecamente ligados a dinâmicas de desigualdade, expropriação e invisibilização de grupos historicamente marginalizados.
Considerando a Carta da Terra como referência ético-política para a construção de sociedades sustentáveis e para a orientação de políticas públicas e práticas institucionais, assinale a opção correta acerca da incorporação dos princípios dessa Carta na atuação de órgãos ambientais como o IPAAM.
A adoção da Carta da Terra por órgãos ambientais deve limitar-se a projetos de educação ambiental em escolas, não sendo aplicável a processos técnicos de licenciamento, fiscalização e planejamento territorial.
A incorporação dos princípios da Carta da Terra na atuação do IPAAM implica articular integridade ecológica, justiça social, democracia participativa, diversidade cultural, não violência e responsabilidade intergeracional, orientando tanto processos decisórios quanto práticas educativas e de governança ambiental.
A Carta da Terra orienta a atuação institucional prioritariamente pela lógica da eficiência econômica e do crescimento verde, admitindo a flexibilização de direitos sociais e culturais sempre que necessária para viabilizar empreendimentos estratégicos e sustentáveis.
A aplicação institucional da Carta da Terra no âmbito do IPAAM restringe-se à adoção de diretrizes ambientais voltadas exclusivamente à proteção dos ecossistemas naturais, não abrangendo as dimensões sociais, culturais, políticas e econômicas do desenvolvimento.
A Carta da Terra apresenta caráter meramente simbólico e declaratório, não possuindo potencial normativo ou orientador para a formulação de políticas públicas e procedimentos administrativos no campo ambiental.
Considere os excertos a seguir, extraídos do artigo “A 'era das diretrizes': a disputa pelo projeto de educação dos mais pobres”, de Maria Ciavatta e Marise Ramos (2012): Diretrizes são orientações para o pensamento e a ação. (...) O termo “diretrizes” não é novo na educação brasileira, mas a política de sua utilização como instrumento de obtenção do consenso dos professores e das escolas, por meio da distribuição extensa de publicações, com o apoio de instrumentos normativos, decretos e pareceres do Conselho Nacional de Educação – é um fato novo que marcou a ação do governo Fernando Henrique Cardoso por quase uma década (1994-2002). Sua difusão, como ideário para o nível médio e, particularmente, para a educação profissional, foi tão orgânica que se manteve ao longo do governo Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010), perdurando no [à época então] atual governo Dilma Rousseff.
Fonte: CIAVATTA, M. RAMOS, M. A “era das diretrizes”: a disputa pelo projeto de educação dos mais pobres. Revista Brasileira de Educação, v.17, n.49, jan-Revista Brasileira de Educaçãoabr/2012, pp. 11-37.
A expressão “era das diretrizes” comumente é utilizada para se referir, principalmente, ao período compreendido pelos anos de 1998 a 2012, quando muitas e importantes diretrizes educacionais foram editadas. Em 2012, inclusive, após a instituição de Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos, foram instituídas as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Ambiental, partindo da consideração das relações entre direitos humanos, cidadania e cuidado com o meio ambiente. A respeito das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Ambiental, Resolução CNE/CP nº 2, de 15 de junho de 2012, marque a alternativa CORRETA.
De acordo com a Resolução CNE/CP nº 2/2012, as instituições de ensino superior devem inserir a Educação Ambiental de forma transversal na formação inicial e continuada dos profissionais da educação.
A Resolução CNE/CP nº 2/2012 regulamenta o financiamento da Educação Ambiental no Brasil.
A Resolução CNE/CP nº 2/2012 determina que a Educação Ambiental deve ser ofertada como componente curricular específico, isolado das demais disciplinas.
De acordo com a Resolução CNE/CP nº 2/2012, a Educação Ambiental deve ocorrer prioritariamente na educação básica.
No caso das instituições de ensino superior, a Resolução CNE/CP nº 2/2012 estabelece a obrigatoriedade de componente curricular específico.
Durante o planejamento pedagógico do ensino médio, um grupo de docentes propõe trabalhar temas relacionados ao meio ambiente por meio de atividades concentradas em datas específicas, como o Dia do Meio Ambiente. No acompanhamento pedagógico, surge a necessidade de discutir formas mais consistentes de inserção da educação ambiental no cotidiano escolar. Considerando os princípios da educação ambiental, qual encaminhamento é mais adequado diante dessa situação?
Desenvolver ações educativas que integrem a temática ambiental aos diferentes componentes curriculares e às práticas pedagógicas da escola.
Organizar projetos interdisciplinares sobre meio ambiente em períodos específicos do ano, mantendo essa temática concentrada em momentos previamente definidos.
Priorizar o trabalho com educação ambiental nos componentes curriculares mais diretamente relacionados ao tema, articulando ações pontuais com outras áreas quando necessário.
Promover atividades de sensibilização ambiental ao longo do ano, ainda que sem articulação direta com o planejamento curricular das disciplinas.
Incentivar a participação dos estudantes em ações ambientais complementares, articuladas a projetos da escola, sem necessidade de integração ao currículo regular.
Se acordo com o Art. 5o da Lei nº 9.795/99 – (Institui a Política Nacional de Educação Ambiental), são objetivos fundamentais da educação ambiental, entre outros, EXCETO:
A abordagem articulada das questões ambientais locais, regionais, nacionais e globais.
O desenvolvimento de uma compreensão integrada do meio ambiente em suas múltiplas e complexas relações, envolvendo aspectos ecológicos, psicológicos, legais, políticos, sociais, econômicos, científicos, culturais e éticos.
O estímulo e o fortalecimento de uma consciência crítica sobre a problemática ambiental e social.
O fortalecimento da cidadania, autodeterminação dos povos e solidariedade como fundamentos para o futuro da humanidade.


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Analise a inserção das práticas relacionadas à educação ambiental, à saúde, à higiene e à alimentação na Educação Infantil, considerando sua função na constituição de experiências formativas e na produção de sentidos pelas crianças nas interações com o corpo, o outro e o ambiente. Assinale a alternativa CORRETA.
A inserção dessas práticas deve ocorrer como dimensão constitutiva do cotidiano educativo, articulando experiências corporais e ambientais que possibilitem construção progressiva de significados sobre cuidado, interdependência e pertencimento.
A inserção dessas práticas deve ocorrer como dimensão orientadora das experiências educativas, estruturando situações que favoreçam elaboração progressiva de condutas relacionadas à manutenção do bem-estar individual e coletivo.
A inserção dessas práticas deve ocorrer como dimensão organizadora das rotinas institucionais, estruturando experiências que favoreçam incorporação gradual de comportamentos relacionados à preservação e ao equilíbrio coletivo.
A inserção dessas práticas deve ocorrer como dimensão formativa mediada pelo adulto, organizando experiências que favoreçam assimilação progressiva de referências culturais associadas à regulação do corpo e do ambiente.
Após sucessivos episódios de calor extremo, interrupções no abastecimento de água e aumento da infrequência em determinadas unidades, uma rede pública estadual instaurou grupo técnico para rever seus protocolos pedagógicos e de proteção. No debate, surgiu divergência: parte da equipe sustentou que a crise climática, embora grave, deveria permanecer tratada no âmbito de conteúdos ambientais e de contingência administrativa; outra parte defendeu que, no contexto da infância e da adolescência, o tema exige leitura institucional mais ampla porque o risco climático não decorre apenas da exposição a perigos, mas também da fragilidade de acesso a serviços essenciais. Ao elaborar o parecer técnico do grupo, a escola deve reconhecer que:
Respostas focadas em idade, deficiência, gênero ou contexto territorial, ainda que pertinentes, tendem a relativizar a impessoalidade administrativa e a unidade do direito à educação, razão pela qual a escola deve enfrentar os efeitos educacionais da crise climática com medidas universais e indiferenciadas.
A vulnerabilidade climática infantil resulta da combinação entre exposição a riscos e fragilidade no acesso a direitos e serviços essenciais, o que impõe à escola integrar currículo, equidade no acesso à aprendizagem, resiliência dos serviços escolares e articulação intersetorial como dimensões de uma resposta institucional fundada na proteção integral.
A crise climática pode ser tratada como problema transversal de formação cidadã e científica, desde que a escola preserve a separação entre currículo e proteção, evitando vincular resultados escolares e permanência a desigualdades estruturais que não se originam no espaço escolar.
A escola pode ampliar ações de adaptação e continuidade pedagógica, mas a leitura da crise climática como questão de direitos da infância exige reserva institucional, pois saúde, proteção social e segurança hídrica pertencem materialmente a outros setores e só ingressam na agenda escolar quando houver desastre formalmente reconhecido.
A escola deve assumir centralidade protetiva integral diante da vulnerabilidade climática infantil, reorganizando autonomamente respostas pedagógicas, sanitárias e assistenciais, de modo que a articulação com outros setores opere como reforço eventual e não como eixo estruturante da resposta pública.
O Monitor de Educação Básica deve manter limpo e organizado o local de trabalho orientando e/ou colaborando com a limpeza das salas, brinquedos, materiais e utensílios utilizados. Essa rotina de higienização de objetos de uso coletivo é fundamental para:
Eliminar a necessidade de vacinação anual das crianças contra doenças infecciosas e virais na infância.
Prevenir a disseminação de doenças infectocontagiosas e respiratórias frequentes no cotidiano escolar.
Reduzir o tempo de recreação das turmas, substituindo o brincar livre por atividades de limpeza contínua.
Atender a requisitos estéticos e burocráticos de fiscalização predial, sem relação com a saúde dos alunos.
Considerando a Resolução CNE/CEB nº 2/2024, quanto ao trabalho com a temática ambiental, assinale a alternativa correta.
A temática ambiental deve ser abordada em eventos institucionais, sem integração ao currículo ou às práticas pedagógicas.
A implementação de atividades ambientais depende de regulamentação do sistema e seria opcional.
A Educação Ambiental é apenas orientação do planejamento anual, podendo ser tratada de forma isolada em algumas disciplinas.
As atividades socioambientais são integradas ao currículo de forma contínua e articulada, promovendo formação crítica e cidadã.
A temática ambiental pode ser trabalhada de forma transversal, sem articulação planejada com o currículo.
No que concerne a campanhas e ações educativas ambientais no setor público, julgue os próximos itens.
I As campanhas ambientais institucionais devem ser estruturadas a partir de peças de comunicação de massa, sendo a definição dos objetivos educativos realizada de forma centralizada.
II A avaliação de campanhas ambientais deve ocorrer após o encerramento das atividades, utilizando-se indicadores quantitativos de alcance, pois garantem maior objetividade e comparabilidade institucional.
III As ações educativas ambientais conduzidas por órgãos licenciadores devem limitar-se à divulgação de normas e procedimentos, evitando metodologias participativas, para preservar a imparcialidade técnica da instituição no que concerne aos processos de licenciamento ambiental.
Assinale a opção correta.
Nenhum item está certo.
Apenas o item I está certo.
Apenas o item II está certo.
Apenas o item III está certo.
Todos os itens estão certos.


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Ao integrar temas relacionados ao consumo, ambiente e saúde em uma unidade sobre materiais e energia, o professor adota uma abordagem coerente com a compreensão de que o ensino de Ciências:
articula conteúdos científicos a temas socialmente relevantes, ampliando a compreensão crítica da realidade.
organiza o conhecimento científico de forma autônoma, priorizando sua estrutura interna e neutralidade conceitual.
delimita o tratamento de questões sociais a componentes curriculares específicos, preservando a objetividade científica.
prioriza a formalização conceitual em detrimento da problematização de situações concretas.
Durante uma aula sobre dinâmica urbana e impactos ambientais, um professor utilizou como exemplo o processo de canalização do Rio Verruga, em Vitória da Conquista, destacando que, ao longo do tempo, o rio foi sendo progressivamente coberto por vias e estruturas urbanas. Em seguida, propôs aos alunos uma análise dos efeitos dessa intervenção sobre o espaço urbano e a qualidade ambiental. Considerando essa situação e os conhecimentos sobre processos urbanos e hidrológicos, os alunos devem concluir, a partir da análise proposta, que
a canalização de cursos d’água em áreas urbanas tende a aumentar a velocidade do escoamento superficial, contribuindo para a intensificação de enchentes.
a cobertura de rios por estruturas urbanas promove a infiltração da água no solo, reduzindo o risco de alagamentos.
a canalização elimina completamente os problemas relacionados à poluição hídrica, uma vez que impede o contato com agentes contaminantes.
a substituição de cursos d’água por vias urbanas favorece o equilíbrio do ciclo hidrológico local, ampliando a recarga de aquíferos.
a canalização impede o aumento do volume de água durante períodos chuvosos, estabilizando o regime hídrico urbano.
A última atualização da Política Nacional da Educação Ambiental prevê a inserção de temas relacionados às mudanças do clima, à proteção da biodiversidade, aos riscos e às emergências socioambientais e a outros aspectos referentes à questão ambiental nos projetos institucionais e pedagógicos da educação básica e da educação superior.
Certo
Errado
No histórico da educação ambiental, no ano de 1997, foi institucionalizado um subsídio para apoiar a escola na elaboração do seu projeto educativo, inserindo procedimentos, atitudes e valores no convívio escolar, bem como a necessidade de tratar de alguns temas sociais urgentes, de abrangência nacional, denominados como temas transversais: meio ambiente, ética, pluralidade cultural, orientação sexual, trabalho e consumo, com possibilidade de as escolas e/ou comunidades elegerem outros de importância relevante para sua realidade.
Fonte: HENRIQUES, Ricardo et al. Educação Ambiental: aprendizes de sustentabilidade. Brasília: Cadernos SECAD 1, 2007.
O texto acima refere-se ao documento orientador:
Base Nacional Comum Curricular.
Carta Brasileira para Educação Ambiental.
Política Nacional de Meio Ambiente (PNMA).
Parâmetros Nacionais Curriculares.
Definem-se como força do clima os diferentes níveis de consenso intragrupal da percepção de clima.
Certo
Errado


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A educação ambiental é essencial para o desenvolvimento de uma consciência crítica e responsável sobre os impactos ambientais das ações humanas, além de ser uma ferramenta poderosa para a promoção da sustentabilidade. Ensinar as crianças sobre o meio ambiente e a sustentabilidade nas séries iniciais é um passo crucial para formar cidadãos que compreendam a importância de preservar os recursos naturais.
Assinale a alternativa CORRETA sobre a educação ambiental e sustentabilidade no ensino fundamental.
A educação ambiental nas séries iniciais deve se concentrar em conceitos abstratos, como mudanças climáticas e poluição global, sem considerar as realidades locais e o papel das crianças no cuidado com o meio ambiente.
A sustentabilidade é um conceito que deve ser abordado apenas a nível teórico, sem a necessidade de envolver as crianças em práticas ou atividades concretas, como hortas escolares ou ações de reciclagem.
A educação ambiental deve ser restrita ao ensino de teorias científicas sobre o meio ambiente, deixando de lado discussões sobre o comportamento social, ético e econômico relacionado à sustentabilidade.
A sustentabilidade é um conceito que se aplica exclusivamente à preservação dos recursos naturais, sem considerar a importância das questões sociais e econômicas no desenvolvimento de práticas sustentáveis.
A educação ambiental deve ser uma prática integrada ao currículo escolar, envolvendo atividades práticas e projetos de conscientização que estimulem os alunos a refletirem sobre seu papel na preservação ambiental e nas questões de sustentabilidade.
Os princípios da educação ambiental e da educação para os direitos humanos materializam-se nas práticas curriculares e concepções pedagógicas vigentes.
Certo
Errado
O Brasil enfrenta desafios significativos relacionados à gestão de resíduos sólidos urbanos, questão que se intensifica com o aumento do consumo e da produção de materiais descartáveis. De acordo com dados recentes, o país produz aproximadamente 80 milhões de toneladas de resíduos anualmente, sendo que grande parte não recebe destinação adequada. No contexto escolar, a abordagem pedagógica dessa problemática socioambiental pode contribuir para a formação de cidadãos críticos quando:
Organiza atividades de separação de resíduos nos espaços escolares, instalando coletores específicos para diferentes materiais e orientando sobre descarte correto.
Articula economia circular com práticas de redução, reutilização e reciclagem, promovendo reflexões sobre padrões de consumo e impactos socioambientais.
Realiza visitas técnicas a cooperativas de reciclagem e aterros sanitários, permitindo que estudantes conheçam as etapas do tratamento de resíduos municipais.
Promove campanhas de conscientização sobre coleta seletiva durante eventos escolares, com distribuição de materiais informativos para a comunidade.
Desenvolve projetos de produção de objetos decorativos e utilitários a partir de materiais recicláveis, valorizando a criatividade e o reaproveitamento.
No contexto educacional contemporâneo, a integração entre práticas pedagógicas e princípios de sustentabilidade tem sido amplamente discutida. Considerando os fundamentos do ESG (Environmental, Social and Governance) aplicados ao ambiente escolar, a incorporação efetiva desses princípios nas instituições de ensino demanda:
A implementação de projetos pedagógicos que articulem educação ambiental com economia circular, políticas inclusivas contemplando a diversidade estudantil e processos decisórios transparentes na gestão institucional.
O planejamento de atividades extracurriculares relacionadas à preservação ambiental, revisão periódica dos documentos normativos da instituição e promoção de eventos que envolvam a comunidade escolar em discussões sobre cidadania.
A inserção de conteúdos sobre sustentabilidade no currículo escolar, campanhas periódicas de conscientização ambiental e participação em certificações que atestem o compromisso institucional com práticas responsáveis.
A criação de programas de formação continuada para docentes em temáticas ambientais, estabelecimento de parcerias com organizações do terceiro setor e adequação da infraestrutura física às normas de acessibilidade.
O desenvolvimento de ações educativas voltadas para questões ambientais contemporâneas, acompanhadas de investimentos em tecnologias digitais que promovam a modernização dos processos de ensino-aprendizagem.
A Declaração da ONU sobre o Meio Ambiente Humano, adotada em Estocolmo em 1972, é considerada um marco importante na história da conservação ambiental.
Qual das seguintes afirmativas reflete adequadamente um dos princípios fundamentais estabelecidos por essa declaração?
A responsabilidade pela proteção do meio ambiente deve ser compartilhada entre governos, indústrias e indivíduos, visando ao bem-estar das gerações presentes e futuras.
As questões ambientais devem ser tratadas apenas em âmbito nacional, sem a necessidade de cooperação internacional.
O desenvolvimento econômico deve ser priorizado em relação à proteção ambiental, mesmo que isso implique em danos ao ecossistema.
O foco principal da declaração é a preservação de espécies ameaçadas, desconsiderando a importância dos ecossistemas.


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