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O documento Programa Mais Educação propõe a ampliação e a qualificação da Educação de Jovens e Adultos. Sobre as reflexões do documento sobre o tema, assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa.
( ) A EJA deve ser reconhecida nas suas especificidades, assumindo seu papel de atuar na transformação da realidade social e rompendo com a ideia de que seria uma reprodução do Ensino Fundamental.
( ) O público da EJA deve ser atendido em condições estruturais equivalentes a todos os demais educandos, promovendo a equidade.
( ) O currículo da EJA deve contemplar a diversidade, possibilitando a reorganização dos tempos e espaços, configurando um currículo significativo, ligado às práticas sociais.
As afirmativas são, respectivamente,
V, V e F.
F, V e V.
V, F e V.
V, V e V.
V, F e F.
O artigo Sete Lições sobre o PROEJA (SANTOS, 2010 in MOLL, Jaqueline (org.). Educação profissional no Brasil contemporâneo: desafios, tensões e possibilidades. Ed. Penso, 2010) aborda a implementação do Programa de Integração da Educação Profissional à Educação Básica na modalidade de Educação de Jovens e Adultos (PROEJA) no Brasil. Com base neste estudo com relação ao PROEJA, é INCORRETO afirmar que:
A normatização do PROEJA ocorreu por Decreto, o que trouxe considerável desconforto para as escolas da rede federal de educação profissional.
O PROEJA trouxe categorias de análise até então invisíveis para a educação profissional tais como gênero, etnia, opção sexual, éticas religiosas.
O PROEJA traz tensões e possibilidades para a instituição escolar que, muitas vezes, não são bem-vindas, causam constrangimento e incomodam.
A concepção curricular do PROEJA não está subordinada à integração.
Os pressupostos da Educação de Jovens e Adultos no Brasil, tendo uma marca da obra de Paulo Freire, considera que o aluno aprendeu antes de entrar na escola, portanto sua promoção a qualquer tempo é possível, não há necessidade do cumprimento rigoroso do calendário escolar.
Um adulto que não teve a oportunidade de realizar os estudos no ensino fundamental na idade própria procura por uma escola com a determinação de se matricular no curso de EJA – Educação de Jovens e Adultos. Entretanto não possui nenhum documento que ateste sua escolaridade anterior, embora tenha alguns conhecimentos por trabalhar na área de vendas. Neste caso, com base nas Diretrizes Operacionais para a Educação de Jovens e Adultos, Resolução CNE/CEB n°03/10, a escola deverá
encaminhar o candidato a um especialista para que possa fazer uma avaliação de seu nível cognitivo.
fazer o aproveitamento dos conhecimentos anteriores permitindo seu ingresso na etapa adequada.
solicitar ao Serviço de Supervisão de Ensino que autorize a matrícula do candidato em uma das etapas da EJA.
efetuar a matrícula do candidato na primeira etapa da EJA.
solicitar ao candidato que consiga, de alguma forma, algum documento que possa atestar sua escolaridade anterior.
A articulação entre o ensino profissional e a escolarização fundamental na perspectiva da educação de pessoas adultas é instituída
pela Educação de Jovens e Adultos (Eja).
pela Educação de Adolescentes, Jovens e Adultos (Eaja).
pelo Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec).
pelo Programa Nacional de Integração da Educação profissional com a Educação Básica (Proeja).
Como modalidade das etapas da Educação Básica, a identidade própria da Educação de Jovens e Adultos considerará as situações, os perfis dos estudantes e as faixas etárias na apropriação e contextualização das diretrizes curriculares nacionais e na proposição de um modelo pedagógico próprio que será pautado pelos seguintes princípios:
I. Equidade
II. Diferença
III. Proporcionalidade
Correlacione esses três princípios com as afirmativas abaixo.
( ) A identificação e o reconhecimento da alteridade própria e inseparável dos jovens e dos adultos em seu processo formativo, da valorização do mérito de cada qual e do desenvolvimento de seus conhecimentos e valores.
( ) A distribuição específica dos componentes curriculares a fim de propiciar um patamar igualitário de formação e restabelecer a igualdade de direitos e de oportunidades face ao direito à educação.
( ) A disposição e alocação adequadas dos componentes curriculares face às necessidades próprias da Educação de Jovens e Adultos com espaços e tempos nos quais as práticas pedagógicas assegurem aos seus estudantes identidade formativa comum aos demais participantes da escolarização básica.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
I, II, III
II, III, I
III, II, I
II, I, III
A partir de 2003, a Educação de Jovens e Adultos (EJA) vem, aos poucos e timidamente, sendo alvo de mais políticas e ações do governo, como por exemplo:
o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (2004), que mede o nível de rendimento das instituições de ensino regular;
o Projeto Escola Jovem (2003), que tinha como principal objetivo o desenvolvimento da EJA em escala nacional;
o Projeto Mais Educação (2010), que desenvolve atividades complementares com alunos do ensino regular;
o FUNDEB (2007), que ao substituir o FUNDEF (1998), passou a disponibilizar uma parcela de seu orçamento à EJA;
a Prova Brasil (2005), que busca averiguar a qualidade do ensino regular nacional em escolas públicas.
Para aqueles impedidos de realizar seus estudos no período previsto pelo sistema educacional, existe a possibilidade de matrícula nos programas de Educação de Jovens e Adultos, conhecido com EJA. De acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais, o EJA responde por algumas funções básicas:
I. Função Reparadora - restaura o direito a uma escola de qualidade e o reconhecimento de igualdade de todo e qualquer ser humano, em que a cidadania estará assegurada por meio da assimilação de competências necessárias para sua inserção no chamado novo mundo do trabalho.
II. Função Equalizadora - deve ampliar e diversificar as oportunidades a todos aqueles desfavorecidos que buscam o acesso às escolas e ao ensino, em diferentes níveis e períodos. Isto para que se restabeleça a trajetória escolar desse cidadão.
III. Função Permanente de Qualificação - entende-se que em suas diferentes fases de existência e diante das exigências de sua formação pessoal e de sua formação profissional, instrumentos constantes de qualificação devem estar ao dispor de todos.
Das afirmações apresentadas:
Somente a I está correta.
Somente a II está correta.
Somente a III está correta.
Todas estão corretas.
Sobre a Contexto de Jovens e Adultos, identifique se as afirmativas são verdadeiras (V) ou falsas (F).
( ) A década de 40 foi marcada por algumas iniciativas políticas e pedagógicas que ampliaram a educação de jovens e adultos: a criação e a regulamentação do Fundo Nacional do Ensino Primário (FNEP); a criação do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas (INEP); o surgimento das primeiras obras dedicadas ao ensino supletivo; o lançamento da Campanha de Educação de Adolescentes e Adultos (CEAA), e outros. Este conjunto de iniciativas permitiu que a educação de adultos se firmasse como uma questão nacional.
( ) As principais características das ações do Governo em relação a Educação de Jovens e Adultos - EJA no século XX foram de políticas assistenciais, populistas e compensatórias.
( ) Foi somente na década de 80 que a Educação de Jovens e Adultos - EJA, começou a se delinear e se constituir como política educacional.
Analise as afirmativas acima, dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F) e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
V - V - V.
V - V - F.
F - F - V.
F - F - F.
A Resolução CNE/CEB nº. 1, de 5 de julho de 2000, que estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação e Jovens e Adultos, pauta-se pelos princípios de equidade, da diferença e da proporcionalidade na apropriação e contextualização das diretrizes curriculares nacionais e na proposição de um modelo pedagógico próprio para essa modalidade. No que se refere à equidade, a Resolução assegura
a identificação e o reconhecimento da alteridade própria e inseparável dos jovens e dos adultos em seu processo formativo, da valorização do mérito de cada qual e do desenvolvimento de seus conhecimentos e valores.
a disposição e alocação adequadas dos componentes curriculares ante as necessidades próprias da educação de jovens e adultos com espaços e tempos nos quais as práticas pedagógicas assegurem aos seus estudantes identidade formativa comum aos demais participantes da escolarização básica.
a organização dos componentes curriculares da educação de jovens e adultos de forma hierárquica, contemplando em primeiro plano os conhecimentos científicos e, em segundo, os conhecimentos do cotidiano.
a distribuição específica dos componentes curriculares, a fim de propiciar um patamar igualitário de formação e restabelecer a igualdade de direitos e de oportunidades em face do direito à educação.
Os alunos da Educação de Jovens e Adultos levam para sala de aula saberes construídos a partir da suas vivências em todos os espaços em que vivem (família, trabalho, lazer, religião). A equipe docente, nesse segmento, deve trabalhar esses saberes através de atividades em que sejam
relativizados porque foram construídos fora do ambiente escolar.
reconstruídos em torno de parâmetros pré-concebidos.
integrados aos conteúdos das áreas do conhecimento.
avaliados para compreensão epistemológica da construção.
A educação de jovens e adultos é destinada àqueles que não tiveram acesso ou continuidade de estudos no ensino fundamental e médio, na idade própria. Para que se efetive sua determinação legal, faz-se necessário:
O sistema de ensino assegurar gratuitamente oportunidades educacionais apropriadas.
Uma escola em cada bairro onde existe população majoritária.
Conhecer o interesse de cada um e atendê-lo de forma individualizada.
Reconhecer que a educação profissional é o caminho único, para sanar tal deficiência.
Articular medidas de planejamento para que secundariamente sejam efetivadas.
A Educação de Jovens e Adultos (EJA) apresenta-se como o veículo de que se serve a Constituição para consagrar o direito à cidadania àqueles que não tiveram acesso à escolarização na idade apropriada. A necessidade da EJA torna-se evidente em razão de suas funções:
I. Reparadora
II. Equalizadora
III. Qualificadora
IV. Classificatória
Estão corretas APENAS as afirmativas:
I e II
I, II e III
I, II e IV
I e III
II, III e IV
Mário Henrique, 16 anos, aluno da rede estadual de ensino, com excelente aproveitamento na 2ª série do Ensino Médio, pretende prestar vestibular no final do ano. Como ainda não concluiu o Ensino Médio, resolveu, aconselhado por seus amigos, fazer os exames da EJA. Mário Henrique pode concluir o Ensino Médio até o final do ano, fazendo os exames da Educação de Jovens e Adultos?
Não, porque Mário Henrique já completou 16 anos e está para concluir o Ensino Médio.
Não, porque, para concluir o Ensino Médio através de exames pela modalidade de educação de jovens e adultos, é necessário ter 18 anos completos.
Sim, porque Mário Henrique, embora tenha 16 anos, comprova ter excelente aproveitamento no Ensino Médio.
Sim, pois, para concluir o Ensino Médio através de exames pela modalidade de educação de jovens e adultos, é necessário ter 15 anos completos.
De acordo com a Resolução CNE/CEB no 1 de 05/07/2000, a identidade própria da Educação de Jovens Adultos − EJA − considerará as situações, os perfis dos estudantes, as faixas etárias e a contextualização das Diretrizes Curriculares Nacionais na proposição de um modelo pedagógico próprio que assegure, dentre outras,
a supressão de conteúdos oferecidos nas escolas de ensino regular que não se adeqüem à urgência de formação dos jovens e adultos.
a inclusão dos jovens e adultos em classes comuns de modo a evitar a discriminação e o aligeiramento do processo ensino-aprendizagem.
a padronização de conteúdos e metodologias de trabalho em nível nacional como forma de garantir a eficácia da aprendizagem.
a escolha de um currículo mínimo que privilegie a leitura e a escrita, ferramentas fundamentais para a inserção dos jovens e adultos no mercado de trabalho.
a eqüidade através de uma formação que propicie aos jovens e adultos igualdade de direitos e oportunidades.
Segundo a Deliberação CEE n° 9/1999 que institui a modalidade de Educação de Jovens e Adultos com atendimento individualizado e presença flexível e fixa normas para autorização de cursos no sistema de ensino do Estado de São Paulo - as autorizações para funcionamento desses cursos se darão desde que observadas as seguintes exigências:
I. apresentar proposta pedagógica e programa de ensino elaborados com base nas Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental, Médio ou Educação Profissional de Nível Técnico.
II. comprovar condições físicas e uso de metodologias que permitam atendimento individualizado.
III. comprovar experiência educacional de cursos presenciais de Educação de Jovens e Adultos.
IV. atender às normas relativas aos procedimentos de avaliação no processo e final.
Estão corretas APENAS as afirmativas
I, II e III
II e IV
I e IV
II e III
I, II e IV
De acordo com a Deliberação CEE no 9/2000, os cursos presenciais correspondentes aos quatro últimos anos de escolaridade do ensino fundamental terão a duração mínima de 1.600 horas de efetivo trabalho escolar e os cursos presenciais correspondentes ao ensino médio terão a duração mínima de 1.200 horas de efetivo trabalho escolar.
As idades mínimas para a matrícula inicial nesses cursos, são, respectivamente:
13 anos completos e 15 anos completos.
14 anos completos e 17 anos completos.
14 anos completos e 18 anos completos.
14 anos completos e 19 anos completos.
17 anos completos e 21 anos completos.