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De acordo com a Política Nacional de Educação Especial Inclusiva (Decreto nº 12.686/2025), que garante o direito à educação em um sistema educacional inclusivo para estudantes com deficiência, o estudante com transtorno do espectro autista é considerado pessoa com deficiência? Assinale a alternativa CORRETA.
Não, pessoa com transtorno do espectro autista não é considerada deficiente conforme essa legislação.
Não, apenas estudantes com deficiência física são considerados pessoas com deficiência para fins da política.
Sim, mas somente se apresentar atraso intelectual significativo.
Sim, mas apenas para acesso a benefícios sociais, não para educação inclusiva.
Sim, para fins da Política Nacional de Educação Especial Inclusiva, é considerado pessoa com deficiência.
A Educação Inclusiva prevê a atuação do profissional de apoio escolar, cuja função é oferecer suporte ao estudante com necessidades educacionais especiais em diferentes situações do cotidiano escolar. Entre suas atribuições, consideram-se:
I.Contribuir para a interação social e a comunicação, reconhecendo as diferentes formas de expressão dos estudantes e a pluralidade de meios e modos de comunicar.
II.Auxiliar na utilização de tecnologias e recursos de apoio desenvolvidos pelo Atendimento Educacional Especializado (AEE), favorecendo o convívio entre pares e a livre expressão dos estudantes nos diversos espaços escolares.
III.Realizar intervenções pedagógicas próprias do professor regente, assumindo o planejamento e a condução das atividades de ensino sempre que necessário.
É CORRETO o que se afirma em:
II e III, apenas.
I e III, apenas.
I e II, apenas.
I, II e III.
A educação inclusiva fundamenta-se na ideia de que todos os alunos, independentemente de suas condições, devem aprender juntos, respeitando suas diferenças e potencialidades. Nesse contexto, o principal princípio que orienta essa prática é:
Garantir o acesso, a permanência e a aprendizagem de todos os alunos em um ambiente educacional comum, com a eliminação de barreiras físicas, pedagógicas e atitudinais.
Privilegiar o atendimento segregado para assegurar melhor rendimento escolar.
Focar apenas na acessibilidade física, desconsiderando as dimensões pedagógicas.
Restringir o ingresso de alunos com deficiência apenas às escolas especializadas.
Em Ensaios pedagógicos: como construir uma escola para todos?, Macedo (2009) discute a escola inclusiva como espaço de acolhimento e reconhecimento das diferenças humanas. Para o autor, incluir não é apenas integrar alunos com deficiência, mas construir práticas pedagógicas que assegurem a participação, o pertencimento e a aprendizagem de todos, rompendo com modelos excludentes.
Com base nessa perspectiva, é correto afirmar que a escola inclusiva
considera a diversidade apenas como um tema transversal, sem alterar efetivamente suas práticas pedagógicas.
organiza turmas específicas para alunos com deficiência, garantindo-lhes atendimento mais direcionado e homogêneo.
mantém o mesmo currículo e as mesmas estratégias para todos, de modo a assegurar igualdade de tratamento e resultados.
desenvolve estratégias de ensino diferenciadas, adaptando metodologias e avaliações para atender às singularidades dos estudantes.
foca em promover a tolerância entre os alunos, sem necessariamente modificar o processo de ensino-aprendizagem.
Uma equipe escolar busca implementar estratégias metodológicas que fortaleçam a articulação entre o Atendimento Educacional Especializado e a sala de aula comum, visando a otimização dos suportes e a promoção da aprendizagem de todos os estudantes em um ambiente verdadeiramente inclusivo. A discussão se volta para um modelo de atuação que pressupõe uma parceria profissional direta no mesmo espaço físico, com o objetivo de qualificar a prática pedagógica para todo o grupo. Considerando essa perspectiva, assinale a alternativa que define corretamente a metodologia do coensino, ou ensino colaborativo.
Um modelo de consultoria no qual o professor especialista realiza observações esporádicas da sala de aula, oferece sugestões de materiais e estratégias ao professor regente, mas não se envolve diretamente no processo de ensino com o grupo de alunos.
Um sistema de revezamento no qual o professor da classe comum e o professor da educação especial se alternam na condução da turma, cada um implementando seu próprio planejamento de forma independente na metade do período letivo.
Uma abordagem de trabalho em que o professor da classe comum e o professor da educação especial dividem a responsabilidade pelo planejamento, instrução e avaliação de um grupo heterogêneo de estudantes, atuando de forma colaborativa na mesma sala de aula.
Uma prática na qual o professor da educação especial assume um papel de assistente do professor regente, dedicando-se exclusivamente ao atendimento individual do estudante com deficiência dentro da sala de aula, sem participar das decisões curriculares ou do planejamento geral.