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Em avaliação e testagem psicológica, quando do uso de testes, sobretudo psicométricos, é preciso ter conhecimento e clareza a respeito da tipologia desses instrumentos, com vistas a assegurar a melhor tomada de decisão junto àquele que solicitou um dado processo de avaliação e testagem. Tendo isso em vista, relacione adequadamente as colunas a seguir.
1. Bateria.
2. Escala.
3. Inventário.
4. Levantamentos.
5. Questionários.
( ) Lista de perguntas para obter informações sobre opiniões e atitudes dos indivíduos.
( ) Instrumento de autoavaliação de uma série de afirmações por meio das quais o indivíduo é solicitado a marcar aquelas com que concorda.
( ) Grupo de vários testes ou subtestes aplicados de uma única vez a uma única pessoa e selecionados exclusivamente por um psicólogo.
( ) Indaga apenas informações específicas sobre determinado assunto e costuma ser apresentada sob forma de questão única com alternativas dicotômicas.
( ) Instrumento padronizado e objetivo composto por várias partes; um subteste ou conjunto de itens dentro de um teste; um conjunto de subtestes que compartilham as mesmas características; um instrumento formado por itens que avaliam uma única característica; e, um sistema utilizado para classificar ou atribuir valor a alguma dimensão mensurável.
A sequência está correta em
5, 3, 1, 4, 2.
4, 3, 5, 2, 1.
5, 4, 3, 2, 1.
4, 5, 1, 3, 2.
Os testes são instrumentos de medida que investigam amostras de comportamento e devem ser capazes de auxiliar na identificação de características de sujeitos. Para tanto, devem ser construídos com base científica e apresentar parâmetros psicométricos que de alguma forma atestem a confiabilidade e a representatividade do construto que está sendo medido. Nesse sentido, um teste bem-construído e padronizado oferece:
Uma prática profissional importante para o psicólogo, tendo-se em vista que pode fornecer elementos de análise imprescindíveis para a atuação em diferentes campos.
O estabelecimento de critérios para a construção de instrumentos com base em normalizações e estudos de padronização.
Observação de pacientes em entrevistas e de outros registros elaborados pelo psicólogo ou indivíduos treinados por ele.
A assistência necessária para a investigação de uma variedade de problemas práticos.
De acordo com Cunha (2006), o psicodiagnóstico é definido como um processo científico, limitado no tempo, que utiliza técnicas e testes psicológicos (input), em nível individual ou não, seja para entender problemas à luz de pressupostos teóricos, identificar e avaliar aspectos específicos, seja para classificar o caso e prever seu curso possível, comunicando os resultados (output), na base dos quais são propostas soluções, se for o caso.
Diante da definição trazida pela autora, NÃO pode ser um dos objetivos desse tipo de diagnóstico:
Em psicologia, a entrevista psicológica no campo da saúde, é de primordial importância, sendo um instrumento fundamental do método clínico (ISMAEL 2010).
Assinale a alternativa que NÃO representa um objetivo da entrevista psicológica com o paciente:
Alívio inicial da ansiedade.
Aumento do rapport.
Geração de resistência.
Colaboração terapêutica do paciente.
“A avaliação e a testagem psicológica oferecem recursos, por meio de instrumentos objetivos e projetivos, que sustentam o procedimento de psicodiagnóstico.” Considerando essa assertiva a respeito do psicodiagnóstico, assinale a afirmativa correta.
Pode ser definido como um procedimento científico, limitado no tempo, que lança mão de técnicas e estratégias em nível individual ou em grupo, visando o esclarecimento de problemas por meio de pressupostos teóricos dos construtos que o problema se refira.
É definido como um procedimento científico, sem limite de tempo e com utilização de técnicas e estratégias em nível individual, as quais têm por objetivo contribuir para a reunião de informações para esclarecimentos de problemas, pautadas ou não, em referenciais teóricos e empíricos.
Sustenta-se na necessidade de identificação e avaliação de aspectos específicos para a categorização e determinação de um caso, sem sujeição a mudanças repentinas, mas sempre submetidas a re-testes por meio de instrumentos de construtos distintos, utilizados também em momentos diferentes para corroboração de respostas lacônicas de outras circunstâncias.
Se sustenta na necessidade de estabelecer diagnóstico e avaliação do tratamento, o que significa correr o risco de uma rotulação do caso e estar sujeito a mudanças repentinas, já que são necessários, respectivamente, re-testes, manuseio de instrumentos em diferentes momentos para evitar respostas lacônicas e esporádicas fora das circunstâncias de testes.
A entrevista é uma técnica amplamente utilizada nas diversas abordagens clínicas. Sobre suas características e condições de uso, é INCORRETO afirmar que o Psicólogo, na relação com o cliente, deva
desvincular, para a devida relação empática, o discurso verbal do não verbal.
resguardar a assimetria relacional e desenvolver uma aliança terapêutica.
esclarecer, quando necessário, as colocações que sejam vagas e incompletas.
detectar a ansiedade relacionada pelos temas evocados no seu desenvolvimento.
identificar e salientar, face aos conteúdos evocados, as esquivas ou as contradições.
A entrevista psicológica é um dos instrumentos fundamentais para o processo de psicodiagnóstico. Entre os objetivos mais comuns, tem-se a entrevista na qual ocorre o acompanhamento do paciente, esclarecendo suas dúvidas, buscando auxiliá-lo na busca de solução de problemas através de técnicas fundamentadas em uma determinada referencia teórica. Frente a esse objetivo denominamos de entrevista:
Diagnóstica.
De desligamento.
Psicoterápica.
De seleção.
De encaminhamento.