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Sobre os deveres fundamentais do psicólogo, podemos afirmar como CORRETO:
É sugerido ao psicólogo prestar serviços profissionais em situação de calamidade pública ou de emergência, sem visar benefício pessoal.
O psicólogo deve levar ao conhecimento das instâncias competentes o exercício ilegal ou irregular da profissão, transgressões a princípios e diretrizes do Código de ética ou da legislação profissional.
O psicólogo deve informar, a quem de interesse, os resultados decorrentes da prestação de serviços psicológicos, transmitindo todas as informações solicitadas para a tomada de decisões que afetem o usuário ou beneficiário.
É sugerido ao psicólogo evitar estabelecer com a pessoa atendida, familiar ou terceiro que tenha vínculo com o atendido, relação que possa interferir negativamente nos objetivos do serviço prestado.
Todas as alternativas anteriores estão corretas.
A Resolução N° 010/97 do Conselho Federal de Psicologia estabelece critérios para divulgação, publicidade e exercício profissional do psicólogo, associados a práticas que não estejam de acordo com os critérios científicos estabelecidos no campo da psicologia. Assinale a alternativa CORRETA:
É permitido ao psicólogo, no exercício profissional, divulgar e dar publicidade através dos meios de comunicação, o vínculo ou associação do título de psicólogo a técnicas ou práticas psicológicas ainda não reconhecidas pela psicologia, porém sob um conjunto de condições estabelecidas.
As técnicas e práticas não reconhecidas pela psicologia não poderão ser utilizadas no exercício profissional do psicólogo sob nenhuma condição.
É vedado ao psicólogo no exercício profissional fazer divulgação e publicidade de suas práticas profissionais através dos meios de comunicação.
As técnicas e práticas ainda não reconhecidas pela psicologia poderão ser utilizadas no exercício profissional somente se o cliente estiver esclarecido da condição experimental.
Só podem ser divulgadas, publicadas ou associadas ao título de psicólogo, as técnicas e práticas psicológicas já reconhecidas como próprias do profissional psicólogo, e que estejam de acordo com os critérios científicos estabelecidos no campo da psicologia.
Analise as afirmativas abaixo considerando o exposto no Código de Ética Profissional do Psicólogo e a prática em uma instituição de ensino.
I. Ao psicólogo que atua em escola pública é vedado o desvio para serviço particular dos estudantes e trabalhadores que atenda no ambiente educacional visando benefício próprio.
II. No trabalho interdisciplinar no ambiente educacional, o psicólogo deve realizar o registro detalhado de seus atendimentos em conjunto com a equipe pedagógica da escola.
III. Para o atendimento de crianças e adolescentes no espaço escolar é dispensável a autorização dos pais ou responsáveis, já que o psicólogo faz parte da equipe de trabalho da escola.
IV. Nos movimentos grevistas em que o psicólogo que trabalha na escola se engajar, é de sua responsabilidade informar previamente a paralisação aos estudantes beneficiários dos serviços prestados pelo profissional.
V. Nas intervenções que promover no ambiente educacional, o psicólogo não fará previsão taxativa de resultados.
Assinale a alternativa em que todas as afirmativas estão CORRETAS:
Apenas II, III, IV e V.
Apenas III, IV e V.
Apenas I, IV e V.
Apenas I, II e V.
I, II, III, IV e V.
O Artigo 1º do código de ética do Psicólogo versa sobre os deveres fundamentais do profissional. Conforme esse documento, quantos deveres foram listados?
10 deveres fundamentais;
11 deveres fundamentais;
12 deveres fundamentais;
13 deveres fundamentais.
De acordo com o Código de Ética Profissional do Psicólogo em vigor, no Art. 11, que trata do depoimento em juízo do psicólogo, é correto afirmar que quando requisitado a depor em juízo, o psicólogo
deverá prestar informações, considerando o previsto neste Código.
poderá prestar informações, considerando o previsto neste Código.
recusará prestar informações, considerando o previsto neste Código.
necessitará prestar informações, considerando o previsto neste Código.
Em seus Arts. 9º e 10º e em seu Parágrafo Único, o Código de Ética Profissional do Psicólogo trata da quebra do sigilo profissional. No Art. 10, diz: nas situações em que se configure conflito entre as exigências decorrentes do disposto no Art. 9º e as afirmações dos princípios fundamentais deste Código, excetuando‐se os casos previstos em lei, o psicólogo
deverá decidir pela quebra do sigilo, baseando sua decisão na busca do menor prejuízo.
poderá decidir pela quebra de sigilo, baseando sua decisão na busca do menor prejuízo.
tenderá decidir pela quebra do sigilo, baseando sua decisão na busca do menor prejuízo.
jamais irá decidir pela quebra do sigilo, baseando sua decisão na busca do menor prejuízo.
De acordo com o Art. 16 do Código de Ética Profissional (CFP), é de responsabilidade do psicólogo, na realização de estudos, pesquisas e atividades voltadas para a produção de conhecimento e desenvolvimento de tecnologias, EXCETO:
Avaliar os riscos envolvidos, tanto pelos procedimentos, como pela divulgação dos resultados, com o objetivo de proteger as pessoas, grupos, organizações e comunidades envolvidas;
Garantir o caráter involuntário da participação dos envolvidos, mediante consentimento livre e esclarecido do seu responsável legal.
Garantir o anonimato das pessoas, grupos ou organizações, salvo interesse manifesto destes;
Garantir a participação dos envolvidos, mediante seu consentimento livre e esclarecido, salvo nas situações previstas em legislação específica e respeitando os princípios do Código de Ética.
Garantir o acesso das pessoas, grupos ou organizações aos resultados das pesquisas ou estudos, após seu encerramento, sempre que assim o desejarem.
O psicólogo, em sua publicidade, é obrigado a prestar informações que esclareçam a natureza básica dos seus serviços, sendo-lhe vedado:
veicular sigla do Conselho Regional de Psicologia.
utilizar a palavra “psicólogo”.
informar seu nome completo.
propor atividades não previstas como funções do Psicólogo.
veicular o número de sua inscrição no Conselho Regional.
Considere o trecho extraído do Código de ética do Psicólogo:
A formulação deste Código de Ética, o terceiro da profissão de Psicólogo no Brasil, responde ao contexto organizativo dos psicólogos, ao momento do país e ao estágio de desenvolvimento da Psicologia enquanto campo científico e profissional. Este Código de Ética dos Psicólogos é reflexo da necessidade, sentida pela categoria e suas entidades representativas, de atender à evolução do contexto institucional- legal do país, marcadamente a partir da promulgação da denominada Constituição Cidadã, em 1988, e das legislações dela decorrentes. Consoante com a conjuntura democrática vigente, o presente Código foi construído a partir de múltiplos espaços de discussão sobre a ética da profissão, suas responsabilidades e compromissos com a promoção da cidadania (CFP, 2005, p. 172).
O novo Código de Ética do Psicólogo (2005) compreende, portanto, na sua formulação,
aspectos relativos aos deveres e às responsabilidades do Psicólogo.
a valorização das teorias, métodos e técnicas psicológicas contextualizadas socialmente.
artigos relativos às proibições (vedações) e aos deveres do psicólogo no tocante ao exercício profissional.
a valorização dos princípios fundamentais como grandes eixos que devem orientar a relação do psicólogo com a sociedade, a profissão e a ciência.
Num serviço público (fictício) de atenção básica a saúde, havia alta demanda por atendimento psicológico. Um dos usuários reclamou para o psicólogo da dificuldade em trazer o filho para atendimento, por ser mais distante de sua casa. O psicólogo então sugeriu ao pai do paciente um atendimento em sua clínica particular, cobrando honorários de acordo com o poder aquisitivo da família.
A respeito da conduta do profissional, é correto afirmar que:
Atendeu às demandas da família, e fortaleceu o vínculo paciente/terapeuta.
A solicitação de atendimento partiu do pai, então seguiu parâmetros éticos.
Respeita as especificidades do contexto sociocultural desta família.
Fere o código de ética profissional.
João (35 anos) iniciou psicoterapia por estar apresentando transtorno de ansiedade. Após 3 meses de atendimento psicoterápico, sua esposa (32 anos), com quem encontra-se casado há 10 anos, telefonou ao psicólogo e lhe disse que desejava saber como estava seu marido e como estava evoluindo o trabalho terapêutico. Nesse caso, de acordo com o Código de Ética Profissional do Psicólogo, o psicólogo
não pode fornecer informações, pois é dever do psicólogo respeitar o sigilo profissional, por meio da confidencialidade.
pode fornecer informações, por ser solicitação de um cônjuge com mais de 5 anos de relacionamento.
só poderia fornecer informações aos pais do paciente, por normas de confidencialidade.
pode fornecer informações, por ser solicitação de um cônjuge, dado que o psicólogo precisa dividir a responsabilidade com outro adulto relacionado ao paciente.
não pode fornecer informações, a não ser que seja por demanda de seu médico ou coordenador de curso da instituição a qual o paciente estuda, no sentido de favorecê-lo.
O artigo 6º do código de ética do Psicólogo orienta sobre o relacionamento com profissionais não Psicólogos destacando duas principais diretrizes. De acordo com o código, escolha entre as opções destacadas quais são estas duas diretrizes.
Encaminhará a profissionais ou entidades habilitados e qualificados, demandas que extrapolem o seu campo de atuação / O compartilhamento se dará apenas verbalmente e informações coletadas fisicamente ficarão sob a guarda do psicólogo, conforme preconiza o código de ética da profissão;
Encaminhará a profissionais ou entidades habilitados, qualificados e balizados pelo Conselho Regional de Psicologia / É resguardado total direto da guarda das informações confiados pelo paciente, salvo em situações que atestem contra a sua dignidade física ou psíquica;
Somente encaminhará às profissionais que obedeçam aos quesitos destacados no artigo 15º / As informações serão mantidas em sigilo, podendo o Psicólogo repassar a outro profissional somente em casos determinados pela justiça;
Encaminhará a profissionais ou entidades habilitados e qualificados, demandas que extrapolem o seu campo de atuação / Compartilhará somente informações relevantes para qualificar o serviço prestado, resguardando o caráter confidencial das comunicações, assinalando a responsabilidade, de quem as receber, de preservar o sigilo.
Um estudo realizado em vários Estados do país mostra que a homofobia é um dos principais preconceitos na escola. Segundo a pesquisa "Juventudes na Escola, Sentidos e Buscas: Por que frequentam?", 19,3% dos alunos de escola pública não gostariam de ter um colega de classe travesti, homossexual, transexual ou transgênero.
(QUASE 20% dos alunos não quer colega de classe gay ou trans. UOL
Educação. São Paulo, s/n, 2016. Disponível em:<http://educacao.uol.com.br/noticias/2016/02/15/quase-20-dos-alunosnao-quer-colega-de-classe-gay-ou-trans.htm> Acesso em 18 fev. 2016)
Considerando o disposto no Código de Ética Profissional do Psicólogo (2005), bem como o disposto na Resolução do Conselho Federal de Psicologia nº 01/1999, qual seria uma intervenção adequada do profissional de psicologia para trabalhar com essas questões?
É preciso triar os estudantes travestis, homossexuais, transexuais e transgêneros para que eles possam ser encaminhados para atendimento especializado, já que esses casos se tratam de distúrbios da expressão da sexualidade.
Quando houver um estudante com menos de 18 anos que procurar atendimento psicológico por estar com dúvidas em relação a sua sexualidade, os pais devem ser informados imediatamente de todo o conteúdo do atendimento, já que se trata de estudante menor de idade.
Cabe ao psicólogo contribuir para uma reflexão no espaço escolar sobre o preconceito e o desaparecimento de discriminações e estigmatizações contra aqueles que apresentam comportamentos ou práticas homoeróticas.
O psicólogo recomendará aos professores que não tratem de assuntos vinculados à sexualidade em sala de aula e, se houver qualquer manifestação depreciativa entre os estudantes envolvendo esta temática, que tentem mudar de assunto na sala, para que não venham à tona questões relativas à sexualidade e às formas que ela se exerce.
Quando realizar o atendimento de estudante travesti, homossexual, transexual ou transgênero, o psicólogo deve relatar todo o atendimento detalhadamente para a equipe pedagógica, os docentes e a direção da escola.
O Código de Ética de qualquer profissão visa assegurar as normas e orientações da prática profissional de uma determinada categoria. Porém, pensando na missão deste código, podemos constatar que ela assegura que:
Dentro dos valores relevantes para a sociedade e para as práticas desenvolvidas, haja uma forma única de lidar com problemas surgidos dentro da profissão.
Dentro de valores relevantes para a sociedade e para as práticas desenvolvidas, haja um padrão de conduta que fortaleça o reconhecimento social daquela categoria.
Dentro dos valores, normas de conduta da sociedade e para as práticas desenvolvidas, haja orientações que possam ajudar uma categoria profissional a reconhecer outras.
Dentro dos valores, estilos de conduta da sociedade e para as práticas desenvolvidas, haja formas de punição daquele mau profissional.
Dentro dos valores, normas de conduta da sociedade e para as práticas desenvolvidas, haja um código que diferencie os bons dos maus profissionais.
Toda profissão define-se a partir de um corpo de práticas que busca atender demandas sociais, norteado por elevados padrões técnicos e pela existência de normas éticas que garantam a adequada relação de cada profissional com seus pares e com a sociedade como um todo. A respeito do Código de Ética do Psicólogo assinale a alternativa incorreta.
O Psicólogo baseará o seu trabalho no respeito e na promoção da liberdade, da igualdade e da integridade do ser humano, apoiado nos valores que embasam as Declarações Universal dos Direitos Humanos.
É vedado ao Psicólogo praticar ou ser conivente com quaisquer atos que caracterizem negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade ou opressão.
No atendimento à criança, ao adolescente ou ao interdito deve ser comunicado aos responsáveis o estritamente essencial para se promoverem medidas em seu benefício.
Ao Psicólogo é permitido fazer propaganda do atendimento psicológico veiculando o valor da consulta.
São deveres fundamentais dos psicólogos prestarem serviços profissionais em situações de calamidade pública ou de emergência, sem visar benefício pessoal.