

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Maristela Moraes (2019), prefaciando o livro O Pomo da Discórdia?, fala da “narrativa cuidadosamente costurada” de Petuco a cada página de seu livro. O autor dialoga com inúmeras referências teóricas, com documentos, agentes que entrevista e com Anna Simões, em um “inquieto diálogo”.
O livro NÃO apresenta
a construção do entendimento de que a redução de danos é, sim, um acontecimento que produz efeitos nos campos de forças e de lutas constituídos em torno das políticas públicas de cuidado dirigidas às pessoas que usam álcool e outras drogas.
o revisitar histórico da despatologização do consumo das drogas e a despreocupação das ciências médicas com o tema, em especial a partir do século XIX.
as implicações de seu posicionamento como pessoa que usa drogas, diante de saberes legitimados por uma certa ciência produtora de vidas abjetas.
o que o autor chama de “bom encontro”, aquele que acontece entre a redução de danos e a luta antimanicomial, ampliando a potência desses dois movimentos.
as contribuições de Olivenstein para a compreensão sobre as abordagens terapêuticas e as definições sobre “toxicomania” no Brasil.
O uso de substâncias psicoativas sempre esteve presente em toda a sociedade e perpassa toda a evolução histórica do Brasil desde seu descobrimento até a contemporaneidade. O crescente aumento no cenário brasileiro do consumo de substâncias psicoativas exigiu do Sistema Único de Saúde (SUS) a criação de Políticas Públicas destinadas ao combate do uso abusivo dessas substâncias. Dentre elas, elaborou-se a Política Nacional de Redução de Danos, como estratégia no âmbito da saúde pública. Neste intento, analise as afirmativas abaixo.
I. A Política Nacional de Redução de Danos, primazia pelo respeito à liberdade de escolha e intenciona a inclusão social e a cidadania.
II. Os chamados “redutores de danos”, são pessoas compromissadas com a promoção da saúde de usuários de álcool e drogas.
III. A pauta primária da Política Nacional de Redução de Danos, não é o enfrentamento das metodologias de tratamento por meio da imposição da abstinência, mas as políticas públicas ineficazes no combate as drogas.
IV. A Política Nacional de Redução de Danos determina ações como uma estratégia de saúde pública que controlem possíveis consequências negativas associadas ao consumo de substâncias psicoativas sem necessariamente interferir na oferta ou no consumo.
Dentre as afirmativas, pode-se dizer que está incorreto o que se lê em:
I apenas
III apenas
III e IV apenas
II e III apenas
No trabalho com dependentes químicos uma das considerações importantes para realizar as propostas terapêuticas é avaliar o estágio de motivação para mudança que o sujeito ou o grupo se encontra. Assinale a alternativa que descreva corretamente o estágio conhecido na literatura como “Ação”.
Neste estágio não há intenção de mudança, nem mesmo uma crítica a respeito do conflito envolvendo a situação de dependência
Se caracteriza pela conscientização de que existe um problema envolvendo o uso de substâncias, no entanto há uma ambivalência quanto à perspectiva de mudança
Essa fase é marcada pelo planejamento, havendo uma melhor conscientização do problema e o indivíduo constrói um plano cuidadoso de ações orientadas para a mudança, por vezes tornando pública a intenção de mudar
Acontece quando o sujeito escolhe uma estratégia para a realização da mudança de comportamento e toma uma atitude neste sentido
É o estágio no qual se trabalha a prevenção à recaída e a consolidação dos ganhos obtidos até então
Em consonância com as Referências técnicas para atuação de psicólogas/os em políticas públicas de álcool e outras drogas (CFP, 2019), assinale a alternativa INCORRETA.
O paradigma proibicionista favorece práticas tutelares, heteronômicas e violadoras de direitos amparadas no modelo médico-moral. Dessa forma, tal modelo afirma as proposições da Reforma Psiquiátrica Brasileira e da Luta Antimanicomial, através da internação compulsória e involuntária, além do tratamento visando a abstinência como única meta possível.
O grande desafio é atuar de modo ampliado e intersetorial na perspectiva da garantia de direitos e, dessa maneira, enfrentar a lógica reducionista que trata a questão das drogas pela via da doença e da periculosidade.
A expansão da política repressiva, chamada internacionalmente de guerra às drogas, incide, na verdade, em determinados sujeitos e grupos sociais e tem produzido mais violência, morte e custos sociais do que os danos advindos do próprio uso das substâncias tornadas ilícitas.
Embora o debate sobre as drogas tenha se intensificado na atualidade com a diversificação de dispositivos de cuidado, desde a década de 1980, a Política Nacional de DST/AIDS e o processo da Reforma Psiquiátrica foram marcos importantes para o desenvolvimento posterior das políticas públicas sobre álcool e outras drogas.
A lógica reducionista e patologizante do uso de uso de álcool e outras drogas cria dificuldades para o acolhimento dos usuários, que passam a ser objeto de discriminação, preconceito, exclusão, acionando também as práticas de recolhimento e internação compulsória como foi verificado nas grandes cidades brasileiras.
Levando em conta os conceitos de Barros, Pichelli e Ribeiro (2017) sobre a associação entre o consumo de drogas e a ideação suicida em adolescentes, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Na pesquisa dos autores, a hipótese 1 ("O uso de drogas pode ser um preditor de suicídio") foi confirmada.
( ) Na pesquisa dos autores, a hipótese 3 ("Adolescentes do sexo feminino apresentam níveis mais elevados de suicídio – ideação, planejamento e tentativa") foi confirmada.
( ) Ainda que a adolescência seja uma fase notadamente marcada pela busca de si, é clara a influência da família, dos colegas e da mídia nessa etapa da vida.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
F – F – F.
F – V – F.
V – V – F.
V – F – V.
V – V – V.
A Política Nacional de Saúde Mental, Álcool e outras Drogas, anterior à tentativa de desmonte pela atual Coordenação Nacional de Saúde Mental, proporcionou o repensar das formas e dos locais de tratamento para tal especificidade, bem como a implementação de uma rede de cuidado e de assistência que deve ser oferecida em todos os níveis de atenção, em que se deve privilegiar:
Os cuidados em dispositivos extra-hospitalares.
A internação hospitalar.
As comunidades terapêuticas.
Os serviços de emergência psiquiátrica.
O pronto-socorro para atenção à crise psiquiátrica.
No texto “Redução de Danos e Saúde Pública: construções alternativas à política global de ‘guerra às drogas’”, os autores Eduardo Passos e Tadeu Souza entendem paradigma da abstinência como:
uma direção clínica possível e muitas vezes necessária.
uma rede de instituições que define uma governabilidade das políticas de drogas e que se exerce de forma coercitiva, na medida em que faz da abstinência a única direção de tratamento possível, submetendo o campo da saúde ao poder jurídico, psiquiátrico e religioso.
a construção das políticas de saúde para usuários de drogas centradas na Rede de Atenção Psicossocial que demarca uma significativa interferência do Direito Penal sobre os procedimentos clínicos, como também uma aproximação entre práticas jurídicas e práticas médicas.
as diversas ações que a redução de danos vêm fazendo no Brasil apontam para uma necessidade de diálogo entre o campo jurídico, o campo psiquiátrico e os movimentos sociais.
as diferentes frentes de cuidado coercitivo e religioso impostas aos usuários de drogas.
Sobre políticas de drogas e redução de danos, os autores Eduardo Passos e Tadeu Souza (2011) afirmam que:
I a redução de danos (RD) foi adotada como estratégia de saúde pública pela primeira vez no Brasil no município de Santos-SP, no ano de 1989, quando os altos índices de transmissão de HIV estavam relacionados ao uso indevido de drogas injetáveis.
II a redução de danos foi proposta inicialmente como uma estratégia de prevenção ao HIV para os usuários de drogas injetáveis, tornando-se, ao longo dos anos, uma estratégia de produção de saúde alternativa às estratégias pautadas na lógica da abstinência, incluindo a diversidade de demandas e a ampliação das ofertas em saúde para a população de usuários de drogas.
III o lento processo de abertura política no Brasil foi acompanhado de rearranjos macropolíticos que possibilitaram a manutenção de práticas autoritárias no interior do próprio Estado Democrático. As políticas de drogas passaram a assumir uma posição estratégica nessa reforma estatal, impondo impasses para o amplo processo de democratização e restrições para a atenção equânime, integral e universal as pessoas usuárias de drogas.
IV o processo de ampliação e definição da RD como um novo paradigma ético, clínico e político, para a política pública brasileira de saúde de álcool e outras drogas, implicou um processo de enfrentamento e embates com as políticas antidrogas que tiveram suas bases fundadas no período ditatorial.
Dos itens mencionados, estão corretos:
I, II e III, apenas.
I, II, III e IV.
I e IV, apenas.
II, III e IV, apenas.
III e IV, apenas.
Embora a estratégia de redução de danos seja tradicionalmente conhecida como norteadora das práticas de cuidado de pessoas que têm problemas com álcool e outras drogas, essa noção não se restringe a esse campo por ser uma abordagem passível de ser utilizada em outras condições de saúde em geral (BRASIL, Cadernos de Atenção Básica, nº 34, 2013). Com relação ao tema colocado, analise as assertivas a seguir:
I. Atuar em uma perspectiva da redução de danos na Atenção Básica pressupõe a utilização de tecnologias relacionais centradas no acolhimento empático, no vínculo e na confiança como dispositivos que dificultam a adesão da pessoa ao tratamento.
II. Há duas vertentes principais a respeito da Redução de Danos (COMTE et al., 2004): 1) a Redução de Danos compreendida como uma estratégia para reduzir danos de HIV/DST em usuários de drogas e 2) a Redução de Danos ampliada, concebida como conceito mais abrangente, no campo da Saúde Pública/Saúde Coletiva, por abarcar ações e políticas públicas voltadas para a prevenção dos danos antes que eles aconteçam (DIAS et al., 2003).
III. Considerando especificamente a atenção aos problemas de álcool e outras drogas, a estratégia de redução de danos visa minimizar as consequências adversas criadas pelo consumo de drogas, tanto na saúde quanto na vida econômica e social dos usuários e seus familiares. Nessa perspectiva, a redução de danos postula intervenções singulares que podem envolver o uso protegido, a diminuição desse uso, a substituição por substâncias que causem menos problemas, e até a abstinência das drogas que criam problemas aos usuários (VIVA COMUNIDADE; CRRD, 2010).
Quais estão corretas?
Apenas II.
Apenas I e II.
Apenas I e III.
Apenas II e III.
I, II e III.
As intervenções para interromper o uso de tabaco não estão integradas às rotinas dos serviços de saúde mental no mundo.
Certo
Errado
Essa política atua tanto na distribuição das substâncias, incluindo-se trocas e desinfecção de seringas e agulhas, para evitar roubos, furtos e outros tipos de violência causados pelos dependentes químicos, quanto em terapias de substituição (heroína por metadona; crack por cannabis; cocaína pela folha de coca etc.) e estabelecimento de locais seguros para o uso das substâncias.
Certo
Errado
Tratando-se das Diretrizes para Política de Atenção Integral aos Usuários de álcool e outras drogas, analise as sentenças abaixo e assinale a única alternativa que corresponde CORRETAMENTE à veracidade das afirmações:
I - Associação do uso de álcool e drogas à delinquência, sem critérios mínimos de avaliação, reforça a exclusão social dos usuários de drogas.
II - O uso de álcool e outras drogas, por tratar-se de um tema transversal a outras áreas da saúde, da justiça, da educação, social e de desenvolvimento, demanda uma intensa capilaridade para a efetivação de uma política de atenção integral ao consumidor de álcool e outras drogas.
III - Políticas públicas para a promoção de mudanças apropriadas de permanecerem éreis nos díspares níveis envolvidos, demandam aplicação das leis criminais de drogas e implementação de dispositivos legais para a prevenção do acesso dos usuários de álcool e drogas às ações de tratamento e indicação de abstinência, de acordo com grau de vulnerabilidade local.
IV - No campo da prática de políticas públicas, a intersetorialidade e a intrasetorialidade requerem investimentos consecutivos e de longo prazo, dedicando esforços coesos a cada nova geração. A integralidade das ações, com a consequente demarcação de papéis entre os vários níveis de governabilidade solicita o repasse das experiências relativas às iniciativas de descentralização e da desconcentração de atividades e de responsabilidades alcançadas por estados e municípios.
V - O estigma, a exclusão, o preconceito e a discriminação são ao mesmo tempo agravantes e consequências do uso impróprio de álcool e drogas, contribuindo morbidamente para a condição de comprometimento global que aflige tais pessoas. Em uma evidência constante no tempo, o aumento do consumo evolui de forma desproporcional ao crescimento da problemática psicossocial correlata, devidamente manifesta em todas as frações sociais.
Apenas as afirmações I, II e IV são verdadeiras.
Apenas as afirmações I, III e V são verdadeiras.
As afirmações II, III e IV são verdadeiras.
As afirmações II, III e V são falsas.
As afirmações IV e V são falsas.
Carlos, 25 anos, saiu de casa e agora vive em uma praça conhecida como cracolândia no centro da cidade.
Neste caso, a abordagem de redução de danos envolve
a exigência de abstinência e sobriedade.
o estímulo ao compartilhamento de cachimbos.
a autoridade dos trabalhadores de saúde.
a internação involuntária a pedido da família.
a informação sobre riscos do consumo da droga.
Considerando as diretrizes para a Plano Nacional de Políticas sobre Drogas (Lei nº 13.840, de 5 de junho de 2019), as Políticas Públicas de álcool e outras drogas e a atuação do profissional da Psicologia na área da Política sobre Drogas, é INCORRETO afirmar:
Um dos objetivos do Plano Nacional de Políticas sobre Drogas é fomentar a criação de serviço de atendimento telefônico com orientações e informações para apoio aos usuários ou dependentes de drogas.
A internação involuntária é permitida, desde que haja, necessariamente, autorização judicial para tal.
A perspectiva da redução de danos busca promover ações para minimizar qualquer dano de natureza biológica, psicossocial e econômica dos usuários de substâncias psicoativas, sem condicionar o fato à abstinência.
O Psicólogo atua eticamente na defesa de um tratamento humanizado de pessoas com sofrimento psíquico ocasionado pelo uso ou abuso de drogas.
Os agentes redutores de danos, podem responder judicialmente se flagrados distribuindo insumos em atividade de campo.
Certo
Errado
O consumo incontrolável de álcool fez Marcos perder o emprego, se afastar da família e acabar em situação de rua. No atendimento feito por uma equipe de abordagem social, Marcos afirmou ser capaz de parar de beber quando quisesse.
Considerando a situação deste usuário e as premissas da reforma psiquiátrica, o serviço de referência para o encaminhamento de Marcos é
uma comunidade terapêutica religiosa.
o Centro de Atenção Psicossocial AD.
um leito psiquiátrico em Hospital Geral.
o Serviço Residencial Terapêutico.
o Hospital-Dia psiquiátrico.
A Política Nacional de Atenção Básica inclui, entre o conjunto de ações que caracteriza uma atenção integral à saúde, a promoção e a proteção, a prevenção de agravos, o diagnóstico, o tratamento, a reabilitação, a redução de danos e a manutenção da saúde. A inclusão da redução de danos como uma das ações de saúde dessa política pressupõe sua utilização como abordagem possível para lidar com diversos agravos e condições de saúde.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de
Atenção Básica. Política Nacional de Atenção Básica / Ministério da Saúde,
Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. 4. ed. (Série E.
Legislação de Saúde) (Série Pactos pela Saúde 2006, v. 4) Brasília: Ministério da
Saúde, 2007. 68 p., com adaptações.
Em relação ao trecho apresentado e ao uso de álcool e outras drogas, assinale a alternativa correta.
A estratégia de redução de danos visa minimizar as consequências adversas criadas pelo consumo de drogas, tanto na saúde quanto na vida econômica e social dos usuários e seus familiares.
A centralidade no sujeito, considerando seus desejos e possibilidades, caracteriza a redução de danos como uma abordagem em saúde normalizadora e prescritiva, pois é usual ditar ou impor, a partir da autoridade profissional, quais seriam as escolhas adequadas ou não a serem adotadas.
Atuar em uma perspectiva de redução de danos na atenção básica pressupõe a utilização de tecnologias relacionais centradas na obrigatoriedade do tratamento, como dispositivos favorecedores da adesão da pessoa.
Não é necessário trabalhar o estigma que a população, os trabalhadores da saúde e os próprios usuários de drogas têm sobre essa condição, pois não agravam a vulnerabilidade, marginalidade e nem dificultam a busca por tratamento.
Na maioria das vezes, as pessoas que fazem uso intenso e crack, álcool e outras drogas conseguem reduzir os danos à saúde e não procuram os serviços de saúde.
É crescente o número de jovens fazendo uso excessivo de álcool. Em relação ao atendimento direcionado a essa população, considera-se importante o desenvolvimento de propostas que utilizem estratégias de atendimento/cuidado pautadas na redução de danos (RD). As políticas de RD se referem às práticas que sigam:
A proposta de abstinência para tratamento da dependência e reinserção social.
Os princípios de pragmatismo, tolerância e compreensão da diversidade.
Estratégias semelhantes às adotadas nas políticas de guerra às drogas.
Propostas de modificação do comportamento a partir do aprendizado sobre os efeitos do álcool no organismo humano.
Dentre as práticas concernentes às ações de atenção no campo de álcool e drogas, os serviços de saúde mental devem levar em consideração novos parâmetros de intervenção considerando suas especificidades. Isso considerado, analise as afirmativas abaixo e assinale aquela que considerar INCORRETA.
Os serviços de Saúde Mental Infanto-Juvenil na assistência aos usuários de álcool e drogas, ao desenvolver uma práxis emancipadora, deve, entre outros, considerar eventuais encaminhamentos para os serviços da rede de proteção e a noção de território como o espaço afetivo e vivencial dos usuários.
As equipes de atenção em saúde mental devem considerar, na elaboração de suas estratégias de intervenção aos usuários de álcool e drogas, as particularidades das condições de vulnerabilidade de populações específicas, como a população de rua, de jovens, e idosos.
Pode ser papel da equipe da atenção especializada da Saúde Mental, na assistência aos usuários de álcool e drogas, a viabilização de trocas sociais em três grandes eixos no processo de reabilitação psicossocial: o habitat, vínculos com a rede comunitária e o trabalho como valor social.
Cabe às equipes na atenção básica a detecção, o tratamento, prevenção e promoção de saúde na assistência integral aos usuários de álcool e drogas no município.
São eixos de estruturação do Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e outras Drogas:
cuidado, prevenção e autoridade.
cuidado, prevenção e solidariedade.
cuidado, desmilitarização e autoridade.
cuidado, intervenção diretiva e autoridade.
cuidado, solidariedade e intervenção diretiva.