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A clareza é um princípio básico de todo texto oficial, por isso, ao redigi-lo deve-se atentar para as construções que possam gerar duplo sentido. Nos itens abaixo, marque a alternativa em que se encontra ambiguidade.
Roubaram a mesa na qual eu costumava trabalhar.
O Ministro comunicou a própria exoneração a seu secretariado.
Durante o jogo, Lúcio deu várias caneladas em Guilherme. Depois entrou o Marcelo no jogo e ele levou vários empurrões e pontapés.
Meu pai foi embora da loja que vende sapato.
Eu visitei uma igreja naquele país longínquo.
Assinale a alternativa que completa corretamente o texto.
__________________ é o texto que consegue transmitir o máximo de informações com o mínimo de palavras.
Claro
Padronizado
Conciso
Formal
Assinale a alternativa que apresenta a aplicação de elementos da gramática à redação oficial que disciplina as relações entre as palavras, contribuindo de modo fundamental para a clareza da exposição e para a ordenação do pensamento.
Sintaxe.
Paronímia.
Sinonímia.
Semântica.
Homonímia.
A redação oficial deve apresentar atributos que lhe permitam atender à sua finalidade básica, que é comunicar com objetividade e máxima clareza. Portanto, a redação oficial deve caracterizar-se por: clareza, precisão, objetividade, concisão, coesão, coerência, impessoalidade, formalidade, padronização e uso da norma padrão da língua portuguesa. Para que se redija um texto oficial, devemos observar algumas recomendações, sugestões ou dicas.
Escolha abaixo a alternativa que não apresenta uma recomendação aceitável na redação oficial:
Para a obtenção de clareza, sugere-se: não utilizar regionalismos e neologismos, pontuar adequadamente o texto, explicitar o significado da sigla na primeira referência a ela.
Para um texto com precisão, escolha de expressão ou palavra que não confira duplo sentido ao texto.
Para obter um texto objetivo, vá diretamente ao assunto que se deseja abordar, sem voltas e sem redundâncias.
A consulta ao dicionário e à gramática é dispensável na redação de um bom texto.
Os documentos oficiais da Administração Pública devem evitar o circunlóquio e a perífrase. Em outras palavras, esses documentos devem
possuir linguagem simples e direta, bem como ser claros e impessoais.
ser formais, estruturados e utilizar uma linguagem rebuscada.
se caracterizar pelo uso de termos, conceitos, ideias e pronomes complexos.
possuir linguagem própria e com expressões de difícil compreensão.
ser caracterizados num padrão culto e rebuscado da língua portuguesa.
De acordo com o Manual de Redação da Presidência da República, a qualidade básica de todo texto oficial deve ser a:
Para se obter a clareza (uma qualidade essencial do texto oficial), é necessário:
utilizar palavras e expressões simples, em seu sentido comum, salvo quando o texto versar sobre assunto técnico.
detalhar os assuntos o máximo possível, inclusive empregando muitos adjetivos.
utilizar regionalismos adequados a cada região do país.
usar gírias e clichês burocráticos de acordo com o receptor.
não usar siglas para não confundir o receptor.
A redação oficial é a maneira pela qual o Poder Público redige comunicações oficiais e atos normativos. Entre outros atributos, deve caracterizar-se por clareza e precisão. Sabendo disso, marque a alternativa em que a clareza e a precisão tenham sido consideradas para a construção do texto.
Considerando as demandas da Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas da Universidade Federal Fluminense (PROGESP/UFF), foi ampliado o espaço laboral dos servidores sem causar prejuízo às aividades desenvolvidas no período do expediente.
A solicitação dos equipamentos para o NAIN foi realizada com o beneplácito do coordenador, tendo sido recebida com alvíssaras pelo órgão competente, uma vez que não se trata de uma atividade cuntatória.
O COUNI, de forma empedernida, considerou o pedido do secretário do CEIN uma filáucia. Diante disso, solicitou maiores esclarecimentos à parte interessada, de modo que nitidificasse a questão.
Sem tergiversar, o chefe do gabinete considerou um vitupério a forma loquaz adotada pelo advogado, tendo em vista que o propósito mendaz de sua atuação colocou em relevo a sua mendacidade.
O técnico responsável pelo CDR apresentou em seu prognóstico o estado putrefato dos arquivos que estavam recônditos há mais de um ano, exigindo vicissitude do setor competente, aim de que não se torne inócuo o trabalho que realizou.
No que tange à linguagem dos atos normativos, com base no que orienta o Manual de redação da Presidência da República, é correto afirmar que
as comunicações que partem dos órgãos públicos federais devem ser compreendidas por todo e qualquer cidadão brasileiro. Para atingir esse objetivo, há que evitar o uso de uma linguagem restrita a determinados grupos. Não há dúvida de que um texto marcado por expressões de circulação restrita, como a gíria, os regionalismos vocabulares, tem sua compreensão dificultada. Entretanto, abrese exceção para os jargões técnicos, inerentes ao assunto abordado.
o padrão culto nada tem contra a simplicidade de expressão, desde que não seja confundida com pobreza de expressão. Caso se considere um caminho para a pobreza de linguagem, o uso do padrão culto possibilita, com reservas, o emprego de linguagem rebuscada, mas não de contorcionismos sintáticos e figuras de linguagem próprios da língua literária.
se deve buscar, em nome da uniformidade, um “padrão oficial de linguagem”, com uso do padrão culto nos atos e comunicações oficiais. É claro que haverá preferência pelo uso de determinadas expressões, ou será obedecida certa tradição no emprego das formas sintáticas, e isso implica, necessariamente, que se consagre a utilização de uma forma de linguagem burocrática.
a linguagem técnica deve ser empregada apenas em situações que a exijam, sendo de evitar o seu uso indiscriminado. Certos rebuscamentos acadêmicos, e mesmo o vocabulário próprio a determinada área, são de difícil entendimento por quem não esteja com eles familiarizado. Deve-se ter o cuidado, portanto, de explicitá-los em comunicações encaminhadas a outros órgãos da administração e em expedientes dirigidos aos cidadãos.
a necessidade de empregar determinado nível de linguagem nos atos e expedientes oficiais decorre do próprio caráter público desses atos e comunicações. Em relação à sua finalidade, os atos oficiais estabelecem regras para a conduta dos cidadãos e regulam o funcionamento dos órgãos públicos, o que só é alcançado se for empregada a linguagem técnica adequada própria do órgão regulador.
Conforme KASPARY, são qualidades da redação oficial:
I. Objetividade.
II. Correção.
III. Precisão.
Estão CORRETOS:
Somente os itens I e II.
Somente os itens I e III.
Somente os itens II e III.
Todos os itens.
Em relação às características da redação oficial, de acordo com o Manual de Redação da Presidência da República, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) Clareza e imprecisão.
( ) Subjetividade.
( ) Informalidade e padronização.
( ) Uso da norma padrão da língua portuguesa.
C - C - C - E.
C - E - E - C.
E - C - E - C.
E - E - E - C.
Em razão do caráter público e da finalidade dos atos e expedientes oficiais, é necessário empregar determinado nível de linguagem a fim de que a informação seja clara e objetiva. A redação oficial requer, portanto, o uso da norma-padrão da língua. Entre as frases a seguir, identifique a que está de acordo com os preceitos da gramática normativa.
Esclarecemos que devem haver outros documentos a serem enviados.
Informamos que a decisão foi tomada a nível do colegiado.
Em atendimento ao requerimento do servidor, apresentamos, os documentos requeridos para análise.
Informamos que os processos recebidos tem sido analisados com bastante celeridade.
Encaminhamos anexas as minutas para apreciação.
Nos moldes descriminados pelo Manual de Redação da Presidência da República, relacione corretamente as colunas relevando-se os atributos da redação oficial.
1 — Clareza,
2 - Objetividade.
3 - Concisão.
4 - Coerência.
( ) Atributo que possibilita a imediata compreensão pelo leitor. Não se concebe que um documento oficial ou um ato normativo de qualquer natureza seja redigido de forma obscura, que dificulte ou impossibilite sua compreensão.
( ) Atributo que conduz o leitor ao contato mais direto com o assunto e com as informações, sem subterfúgios, sem excessos de palavras e de ideias.
( ) Atributo ligado a ideia de que o documento consiga transmitir o máximo de informações com o mínimo de palavras. Não se deve entendê-lo como economia de pensamento, isto é, não se deve eliminar passagens substanciais do texto com o único objetivo de reduzi-lo em tamanho. Trata-se, exclusivamente, de excluir palavras inúteis, redundâncias e passagens que nada acrescentem ao que já foi dito.
( ) Atributo que favorece a conexão, a ligação, a harmonia entre os elementos de um texto. Percebe-se que o texto tem este atributo quando se lê um texto e se verifica que as palavras, as frases e os parágrafos estão entrelaçados, dando continuidade uns aos outros.
A sequência correta encontrada é, de cima para baixo:
4,1,2,3.
1, 4, 2,3.
2, 3, 4, 1.
1, 2,3, 4.
1, 2, 4, 3.
A redação oficial tem a finalidade de comunicar com objetividade e clareza, seguindo determinados parâmetros, considerado o uso da linguagem:
I. De maneira diversa daquele da literatura.
II. De forma semelhante a linguagem coloquial.
III. De forma análoga do texto jornalístico.
IV. Diferente da correspondência particular.
Assinale a alternativa que apresenta as afirmativas corretas.
Apenas as afirmativas I e IV estão corretas.
Apenas as afirmativas II, III e IV estão corretas.
Apenas as afirmativas I, II e IV estão corretas.
Apenas as afirmativas II e III estão corretas.
Apenas as afirmativas I e II estão corretas.
A linguagem da redação oficial é diferente da fala, por isso deve ser:
Imprecisa o objetiva.
Subjetiva e concisa.
Objetiva e clara.
Pessoal e parcial.
Clara e subjetiva.
Ao se redigir um documento oficial, é necessário o emprego de um nível de linguagem mais formal nos atos e expedientes oficiais. Isso se deve ao próprio caráter público desses atos e comunicações e de sua finalidade. Dessa forma, entende-se que alguns cuidados devem ser tomados, ao se redigir o texto dos documentos oficiais, procurando evitar o uso:
Da coesão.
Da linguagem impessoal.
Do uso da norma padrão.
Da ambiguidade.
Da formalidade.
As comunicações que partem dos órgãos públicos devem ser compreendidas por todo e qualquer cidadão brasileiro. Para atingir esse objetivo, deve se evitar o uso de uma linguagem restrita a determinados grupos. Assinale a alternativa que contenha as características exigidas nas redações oficiais:
Estrutura, Flexibilidade, Coesão, Potencialidade e Restritabiliade.
Impessoalidade, Formalidade, Padronização, Concisão e Clareza.
Jargão técnico, Informalidade, Empregabilidade, Burocracia e Semântica.
Uniformidade, Complexidade, Redundância, Metodicidade e Aplicabilidade.
Em conformidade com o Manual de Redação da Presidência da República, para a obtenção de clareza na redação oficial, sugere-se:
Pontuar adequadamente o texto.
Usar frases longas, pouco estruturadas.
Utilizar regionalismos e neologismos.
Utilizar palavras simples, em seu sentido comum, sem exceções.
Não explicitar o significado da sigla em nenhuma referência.
Sobre redação oficial, assinale a opção INCORRETA.
A finalidade do edital é anunciar ou tornar público fato que deve ser conhecido.
Enquanto o memorando é uma modalidade de comunicação entre unidades administrativas de um mesmo órgão, o ofício pode ser entre órgãos diferentes.
Num ofício, o destinatário é um órgão público, nunca pode ser um cidadão particular.
Os três tipos de expedientes do chamado padrão ofício são: ofício, aviso e memorando.
O aviso é a correspondência dos Ministros de Estado com seus iguais ou subalternos.