Questões de Concurso sobre Regimento Interno do Tribunal de Contas do Estado de Amazonas - TCEAM

 
 
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Consoante a sistemática estabelecida no Regimento Interno do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas, a Auditoria Interna, para tomar as contas do responsável pelo almoxarifado do Tribunal:


A

pode agir de ofício, independentemente de provocação;


B

somente pode agir por determinação do Pleno do Tribunal;


C

somente pode agir por determinação da Presidência do Tribunal;


D

somente pode agir por determinação do Secretário-Geral do Tribunal;


E

somente pode agir por determinação de Conselheiro ou colegiado do Tribunal.

Joana, servidora do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas, foi designada para atuar na Secretaria de Controle Externo do Tribunal, para o desempenho de funções específicas de controle externo.


Em razão dessa designação, o acesso de Joana, em órgãos e entidades sujeitos à jurisdição do Tribunal de Contas do Estado, é:


A

condicionado à solicitação de auxílio por um auditor;


B

livre, decorrendo das prerrogativas do cargo que ocupa;


C

condicionado à determinação de diligências pelo Tribunal Pleno;


D

condicionado ao credenciamento pelo Presidente do Tribunal ou por agente delegado;


E

condicionado à prolação de decisão, por qualquer órgão deliberativo do Tribunal, que exija esse acesso.

Maria, servidora do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas, questionou Joana, sua colega, sobre os efeitos da publicação das decisões do Tribunal. Joana informou que: (I) em se tratando de contas regulares, constitui certificado de quitação parcial do responsável para com o erário; (II) em se tratando de contas regulares com ressalva, constitui certificado de quitação, condicionado ao cumprimento das determinações previstas na ordem jurídica; e (III) em se tratando de contas irregulares, constitui apenas obrigação de recolhimento do débito que foi imputado ao responsável.


À luz da sistemática vigente, é correto afirmar que:


A

as informações I, II e III estão erradas;


B

as informações I, II e III estão certas;


C

apenas a informação III está certa;


D

apenas a informação II está certa;


E

apenas a informação I está certa.

Compete ao Ministério Público junto ao Tribunal de Contas do Estado do Amazonas, consoante dispõe o Regimento Interno da Corte (Resolução nº 04/2002 ):


A

promover a instauração de processos de tomada de contas e de tomada de contas especial e aplicar as penalidades previstas em lei, assegurados o contraditório e a ampla defesa ao jurisdicionado e o direito de recurso ao plenário da Corte de Contas;


B

executar diretamente as obrigações de pagar não cumpridas voluntariamente pelos jurisdicionados que foram condenados pela orte de ontas com imposição de multas e as sentenças condenatórias a pagamento em alcance e débitos verificados nos processos;


C

relatar os processos administrativos referentes a deveres e disciplina dos Conselheiros, Auditores e servidores do Tribunal, encaminhando ao plenário da Corte seu voto com pedido de inclusão prioritária e vinculante em pauta de julgamento;


D

coordenar a organização e aprovar as listas de órgãos e entidades jurisdicionadas para efeito de repartição dos serviços nas diversas unidades internas da Secretaria de ontrole Externo, na forma regimental, assim como assinar os acordos de cooperação, convênios, contratos e outros ajustes com outros órgãos e entidades;


E

opinar, verbalmente ou por escrito, nos processos de tomada de contas, de tomada de contas especial e de prestação de contas, de concessão inicial de aposentadoria, reforma e pensão, de disponibilidade, de admissão de pessoal, contratos e congêneres, convênios e outros ajustes, além de outros estabelecidos no Regimento Interno e nos regulamentos da Corte.

O Presidente do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas foi informado, por um assessor, que estavam concluídas as minutas dos relatórios trimestral e anual de suas atividades, que devem ser encaminhados à Assembleia Legislativa.


À luz da sistemática legal vigente, as informações do assessor estão:


A

corretas, já que o Presidente deve encaminhar, à Assembleia Legislativa, os referidos relatórios;


B

incorretas, pois o Presidente está obrigado a publicar os relatórios, não a encaminhá-los a outro órgão ou agente;


C

incorretas, pois o Presidente deve encaminhar os seus relatórios ao Tribunal Pleno, não à Assembleia Legislativa;


D

incorretas, pois o Presidente deve encaminhar os seus relatórios ao Governador do Estado, não à Assembleia Legislativa;


E

corretas, desde que a atribuição para encaminhar os relatórios à Assembleia Legislativa tenha sido delegada pelo Tribunal Pleno ao Presidente.

O Tribunal Pleno do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas concluiu a apreciação de uma tomada de contas especial e decidiu pela imputação de débito e pela aplicação de multa a um ordenador de despesas.


No caso descrito na narrativa, a fiscalização do cumprimento da referida decisão incumbe:


A

privativamente ao relator do processo;


B

ao auditor designado para atuar junto ao Tribunal Pleno;


C

a uma das Câmaras, nos termos estabelecidos pelo Tribunal Pleno;


D

ao Corregedor-Geral, sem prejuízo das atribuições do relator do processo;


E

ao Presidente do Tribunal de Contas, sem prejuízo da atuação da Secretaria de Controle Externo.

Maria, servidora do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas, recebeu processos administrativos que tinham por objeto:


I. a prestação de contas de um Prefeito Municipal do interior;

II. a prestação de contas do Chefe do Poder Judiciário;

III. a prestação de contas relativas a recursos financeiros repassados pelo Estado a Município mediante convênio.


Ao realizar o encaminhamento dos processos administrativos, Maria concluiu, corretamente, que a apreciação caberia:


A

a uma Câmara nos processos I, II e III;


B

ao Tribunal Pleno nos processos I, II e III;


C

ao Tribunal Pleno nos processos I e II, devendo o processo III ser direcionado a uma Câmara;


D

ao Tribunal Pleno no processo I, devendo os processos II e III serem direcionados a uma Câmara;


E

ao Tribunal Pleno no processo III, devendo os processos I e II serem direcionados a uma Câmara.

Imagine que tramitem perante o Tribunal de Contas do Estado do Amazonas os seguintes processos que consistam em:

I. ação desempenhada pelo órgão competente para apurar a responsabilidade de pessoa física, órgão ou entidade que deixarem de prestar contas e das que derem causa a perda, extravio ou outra irregularidade de que resulte, ou possa resultar, dano ao erário devidamente quantificado;

II. ação determinada pelo Tribunal ou autoridade competente ao órgão central do controle interno, ou equivalente, para adotar providências, em caráter de urgência, nos casos previstos na legislação em vigor, para apuração de fatos, identificação dos responsáveis e quantificação pecuniária do dano.

De acordo com a Lei Orgânica do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas, os processos acima têm natureza, respectivamente, de:


A

prestação de contas e tomada de contas especial;


B

prestação de contas e tomada de contas;


C

tomada de contas e tomada de contas especial;


D

prestação de contas e cautelar;


E

tomada de contas especial e cautelar.

De acordo com o Regimento Interno do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (Resolução n 04/2002), para o recebimento e atestação de bens, serviços adquiridos e obras realizadas pelo Tribunal, o Presidente:


A

designará o diretor da Divisão de Material e Patrimônio;


B

designará o diretor do Serviço de Arquivo;


C

designará o Secretário-Geral de Controle Externo;


D

constituirá uma comissão geral permanente;


E

constituirá comissões específicas temporárias.

Ana, ordenadora de despesas no Município Alfa, situado no Estado do Amazonas, vinha praticando uma gestão sabidamente temerária e prejudicial ao interesse público. Além de já ter causado danos ao erário, havia grande probabilidade de que viesse a causar outros danos. Existiam sólidos indícios desses fatos, devidamente comprovados em documentos em poder do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas.


Ao ser consultado sobre a possibilidade de o Tribunal de Contas determinar o afastamento de Ana, um Conselheiro respondeu, corretamente, que isto:


A

não é possível, em razão da autonomia política do Município Alfa;


B

não é possível, mas o Tribunal pode sugerir o afastamento, o que pode não ser acolhido pelo gestor;


C

somente é possível ao fim do processo administrativo, desde que haja requerimento do Ministério Público;


D

somente é possível ao fim da instrução processual, de ofício ou a requerimento de qualquer interessado;


E

pode ocorrer no início do processo administrativo, em caráter cautelar, de ofício ou a requerimento do Ministério Público.

Antônio, Auditor do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas, recebeu um processo, de contornos eminentemente consultivos, que tinha por objeto matéria de indagação contábil submetida ao Tribunal. O objetivo era que ele emitisse um parecer sobre a matéria.


À luz da sistemática regimental vigente, é correto afirmar, em relação ao parecer que se almeja que seja elaborado por Antônio, que:


A

a atribuição para emiti-lo é da Secretaria de Controle Externo, não de Antônio;


B

a emissão do parecer é de atribuição de Antônio, podendo ser coletivo ou individual;


C

somente os órgãos de natureza não deliberativa podem emitir parecer, o que não é o caso do auditor;


D

em processos de natureza consultiva, o procedimento interno somente prevê a omissão de opinião pelo Tribunal Pleno;


E

é facultativo o parecer individual de Antônio, que pode contribuir para subsidiar a manifestação do Tribunal Pleno.

O Tribunal de Contas do Estado do Amazonas julgou regulares, com ressalva, as contas prestadas por determinado ordenador de despesas.


À luz da sistemática legal, a decisão assim proferida é considerada:


A

transitada em julgado;


B

terminativa;


C

preliminar


D

apreciativa;


E

definitiva.

Por circunstâncias comprovadamente alheias à vontade de Pedro, que atuou como ordenador de despesas no Município Alfa, situado no Estado do Amazonas, as quais decorreram de caso fortuito, tornou-se materialmente impossível o julgamento de mérito das contas que apresentou.


Nesse caso, o Tribunal de Contas deve:


A

proceder à tomada de contas, de modo a obter as informações necessárias ao seu julgamento;


B

notificar Pedro para que proceda à regularização das contas, apresentando documentos complementares;


C

considerar as contas iliquidáveis e determinar o seu trancamento, com o arquivamento do processo;


D

notificar Pedro para que firme declaração de regularidade, sujeitando-se às penas da lei na hipótese de falsidade;


E

reconhecer a existência de circunstância impeditiva de análise, publicando edital para ciência dos interessados.

De acordo com o Regimento Interno do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (Resolução nº 04/2002), a Secretaria de Controle Externo, subordinada diretamente ao Presidente, na execução das atividades de controle externo a cargo do Tribunal, tem atribuição de:


A

relatar os processos administrativos referentes a deveres e disciplina dos Conselheiros, Auditores e servidores do Tribunal;


B

supervisionar, juntamente com o Procurador- Geral, a edição da Revista do Tribunal de Contas e do Ministério Público de Contas;


C

assistir e assessorar o Presidente, os Conselheiros, os Auditores e os Procuradores de Contas no exercício de suas funções, diretamente ou por intermédio de suas unidades internas;


D

submeter ao Tribunal Pleno as propostas que o Tribunal deva encaminhar ao Poder Executivo, referentes aos projetos de leis relativos ao plano plurianual, às diretrizes orçamentárias e ao orçamento anual, observada a legislação pertinente;


E

determinar a devolução ao Conselheiro Relator para as providências cabíveis, mediante despacho, de processo referente ao recolhimento de débito, de multa ou de realização de diligência.

Diante de descumprimento de princípios indicados na Constituição estadual, poderá o TCE/AM dar provimento a representação a fim de assegurar a observância de tais preceitos através de intervenção do estado-membro no município.

C
Certo

E
Errado

De acordo com o Regimento Interno do Tribunal de Contas do Amazonas, compete às Câmaras


A

aprovar, alterar, deliberar e revogar o Regimento Interno, bem como a Lei Orgânica do Tribunal.


B

solicitar ao Tribunal Pleno que ordene a realização de inspeções extraordinárias.


C

propor à Assembléia Legislativa a criação ou extinção de cargos de seu quadro e do quadro do Ministério Público e a fixação da respectiva remuneração.


D

habilitar responsável por controle interno, e emitir declaração de idoneidade de licitante.


E

deliberar sobre matéria de ordem e de serviços do Tribunal e sobre questões administrativas em geral, mediante proposta de qualquer Conselheiro.

Faz parte da estrutura do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas, de acordo com seu Regimento Interno:


A

Corpo Deliberativo.


B

Gerência Geral.


C

Corregedoria Fiscal.


D

Fiscalização.


E

Tribunal Pleno.

De acordo com o Regimento Interno, as deliberações do Tribunal Pleno e, no que couber, das Câmaras, terão a forma de Resolução quando se tratar de


A

processos cuja matéria se revestir de caráter contencioso.


B

julgamento de prestação de contas, tomada de contas ou tomada de contas especial.


C

disciplinamento de matéria relacionada à atividade- fim e que envolva pessoa física, órgão ou entidade sujeita à jurisdição do Tribunal.


D

contas anuais do Governador e dos Prefeitos Municipais.


E

consultas.

Conforme definido no Regimento Interno do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas, cada uma das Câmaras designadas de Primeira e de Segunda são compostas por


A

um conselheiro e um auditor.


B

três conselheiros e um auditor.


C

três conselheiros e dois auditores.


D

três conselheiros e três auditores.


E

sete conselheiros.

Figura entre os atos praticados no curso do processo, conforme Regimento Interno do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas


A

as manifestações da auditoria sobre questões de fato e de direito atinentes aos aspectos preliminares e de mérito dos processos.


B

a instrução como manifestação oficial e definitiva dos órgãos de controle interno.


C

a autorização do Presidente do Tribunal para a realização de procedimento ou ato com vistas à complementação da instrução.


D

o despacho do Secretário Diretor geral, qualquer que seja o objeto do ato.


E

a portaria, emitida pelo Presidente do Tribunal, relativa a auditorias e inspeções.

 
 
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