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De acordo com o Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose (PNCEBT), o Teste do Anel em Leite é um dos testes de triagem para o diagnóstico de brucelose bovina. Se existirem ___________________ no leite, eles se combinarão com __________________ do antígeno. A reação positiva é observada pela presença de um anel _____________ na ______________ do leite no tubo.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
anticorpos – Brucella abortus – azulado – camada de creme
anticorpos – Brucella bovis – azulado – camada líquida
antígenos – aglutininas – avermelhado – camada de creme
antígenos – imunoglobulinas – avermelhado – camada líquida
anticorpos – Brucella bovis – azulado – camada de creme
De acordo com o Informe Epidemiológico Estadual N⁰004 do mês de abril de 2017, do Serviço de Defesa Sanitária da CIDASC, no Estado de Santa Catarina ocorreram sete novos focos de tuberculose bovina. Assinale a alternativa que indica corretamente a que medida de frequência epidemiológica se refere os focos de tuberculose citada acima.
Prevalência.
Taxa de risco.
Incidência.
Risco absoluto.
Prevalência acumulada.
A febre aftosa é uma enfermidade infecciosa altamente contagiosa causada por um vírus do gênero Aphtovirus pertencente à família Picornaviridae. Embora a febre aftosa ocorra principalmente em bovinos, bubalinos, suínos, ovinos e caprinos, a doença é capaz de afetar qualquer animal artiodáctilo, doméstico ou selvagem, que pode servir como reservatório do vírus.
Quais estados apresentam as seguintes classificações de risco para a febre aftosa, respectivamente?
I- Zona Livre sem vacinação.
II- Zona livre com vacinação.
III- Zona de risco médio.
Paraíba, Rio Grande do Sul e Mato Grosso.
Santa Cantarina, Paraíba e Amapá.
Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná.
Manaus, Paraíba e Amapá.
Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte.
Com relação a vacinação contra brucelose no Estado de Santa Catarina em bovinos e bubalinos, assinale a alternativa CORRETA.
É permitida a vacinação utilizando a vacina amostra RB51 em machos de qualquer idade.
É permitida a vacinação utilizando a vacina com amostra RB51 em fêmeas com idade superior a oito meses nas propriedades que apresentaram focos.
É permitida a vacinação utilizando a vacina amostra RB51 em machos com idade superior a oito meses e em gestantes.
É proibida a vacinação utilização a vacina amostra RB51 em fêmeas com idade superior a oito meses mesmo que submetidas previamente aos testes diagnósticos com resultados negativos.
É permitida a vacinação utilizando a vacina amostra RB51 em fêmeas bovinas e bubalinas com idade superior a quatro meses.
De acordo com o Decreto Nº 24.548 de 3 de julho de 1934 que aprova o Regulamento do Serviço de Defesa Sanitária Animal, em seu Art. 50, é proibida a importação de produtos de origem animal, quando não acompanhados de certificado sanitário fornecido por autoridade competente do país de procedência.
Tais certificados só serão válidos quando, EXCETO:
Os modelos e fórmulas forem aprovados pelo Ministério da Agricultura.
Quando forem visados por autoridade consular brasileira, exigido apenas para países que requeiram idêntico procedimento nos certificados sanitários expedidos pelo Brasil;
Os regulamentos de inspeção de produtos de origem animal, dos países de procedência, forem aprovados pelas autoridades sanitárias brasileiras.
Os produtos forem procedentes de estabelecimentos inspecionados.
Forem visados por autoridade consular brasileira e estrangeira.
De acordo com a Portaria SAR n⁰17/2012, de 20/07/2012 da CIDASC do Serviço de Defesa Sanitária Animal, para o egresso de bovinos e bubalinos numa propriedade com foco de brucelose no Estado de Santa Catarina, é necessário:
I. Realização de um teste laboratorial com resultado negativo e vacinação com a amostra RB51, com exceção dos machos.
II. Realização de um teste laboratorial com resultado negativo, com exceção daqueles que se destinam ao abate imediato.
III. Realização de dois testes laboratoriais com resultados negativos e vacinação com a amostra RB51.
IV. Realização de dois testes laboratoriais com resultados negativos, com exceção daqueles que se destinam ao abate imediato.
V. Realização de um teste laboratorial com resultado negativo e vacinação com a amostra B19.
Assinale a alternativa que indica a afirmativa CORRETA.
Apenas a alternativa IV está correta.
Apenas a alternativa I está correta.
Apenas a alternativa III está correta.
Apenas a alternativa V está correta.
Apenas a alternativa II está correta.
Após a última atualização em 2014 pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, qual o único estado brasileiro que é considerado estado livre da Febre Aftosa, não tendo obrigação da vacinação de bovinos e bubalinos?
Paraná.
Santa Catarina.
Mato Grosso do Sul.
São Paulo.
Com relação ao Programa Nacional de Controle da Raiva dos Herbívoros, elaborado pelo Departamento de Saúde Animal da Secretaria de Defesa Agropecuária, é incorreto afirmar:
O proprietário deverá notificar de imediato, ao serviço veterinário oficial, a ocorrência ou a suspeita de casos de raiva, assim como a presença de animais atacados por morcegos hematófagos ou a existência de abrigos de tal espécie.
Na profilaxia da raiva dos herbívoros, será utilizada vacina inativada, administrada pelo proprietário, através da via subcutânea ou intramuscular.
Sempre que exigido pelo serviço veterinário oficial, o estabelecimento responsável pela comercialização da vacina antirrábica fica obrigado a comunicar a compra, a venda e o estoque de vacina.
Nas áreas de ocorrência de raiva, a vacinação será adotada sistematicamente, em bovídeos e equídeos com idade igual ou superior a 1 ano, sob a supervisão do médico veterinário.
Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde, após o sacrifício sanitário de animais diagnosticados com Febre Aftosa, existem ações posteriores a serem executadas no local do foco, dentre as quais está correta:
A zona contaminada deve sofrer vazio sanitário por, no mínimo, sessenta dias.
Animais-sentinela suscetíveis devem ser locados na propriedade após o término do vazio sanitário, de preferência bovinos com menos de cem quilos.
Os animais-sentinela devem ser amostrados uma vez, através da coleta de sangue no décimo quinto dia após sua introdução.
Durante a fase de vazio sanitário nenhum animal pode ingressar ao local e, caso ocorra, deve ser imediatamente eliminado.
A raiva é uma zoonose transmitida ao homem pela inoculação do vírus rábico contido na saliva do animal infectado, principalmente através da mordedura. O Programa Nacional de Controle da Raiva dos Herbívoros (PNCRH) tem como objetivo reduzir a prevalência da doença na população de herbívoros domésticos, com a(s) seguinte(s) estratégia(s) de atuação:
I- Controle da população de transmissores (usualmente os morcegos hematófagos Artibeus lituratus).
II- Vacinação dos herbívoros domésticos em situações específicas.
III- Educação em saúde e outros procedimentos de defesa sanitária animal.
Está(ão) INCORRETA(S)
apenas I e II.
apenas I e III.
I, II e III.
apenas I.
apenas II.
Segundo lista do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, são doenças erradicadas ou nunca registradas no Brasil, que requerem notificação imediata de caso suspeito ou diagnóstico laboratorial:
Febre do Nilo Ocidental e Doença de Aujeszky.
Doença de Newcastle e Scrapie.
Maedi-visna e Brucelose (Brucella suis).
Peste Bovina e Dermatose Nodular Contagiosa.
Das alternativas a seguir, assinale a que contenha doenças que requerem notificação mensal de qualquer caso confirmado ao Serviço Veterinário Oficial:
Ectima Contagioso; Doença de Newcastle; Peste Suína Clássica.
Garrotilho; Tétano; Bronquite Infecciosa Aviária.
Síndrome Reprodutiva e Respiratória Suína; Raiva; Febre Aftosa.
Erisipela Suína; Toxoplasmose; Laringotraqueíte Infecciosa Aviária.
A Brucelose em bovinos é uma das principais enfermidades que causam grandes perdas econômicas. Existe um programa de vacinação e controle dessa enfermidade fiscalizada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Qual é esse programa?
Programa Estadual de Controle à Brucelose – PECB.
Programa Mundial de Controle à Brucelose – PMCB.
Programa Municipal de Controle à Brucelose – PMCB.
Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose Animal – PNCEBT.
O único teste de triagem, no caso da brucelose, realizado por médicos veterinários habilitados, de acordo com o Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose (PNCEBT) é:
Teste do antígeno acidificado tamponado (AAT)
Teste cervical simples (TCS)
Teste cervical comparativo (TCC)
Teste da prega caudal (TPC)
Com relação ao Programa Nacional de Sanidade dos Caprinos e Ovinos, elaborado pelo Departamento de Saúde Animal da Secretaria de Defesa Agropecuária, é incorreto afirmar:
O Departamento de Saúde Animal poderá interditar o trânsito de caprinos e ovinos, com origem de um estabelecimento cadastrado, quando forem comprovados riscos sanitários para transmissão de enfermidades infectocontagiosas, para outros estabelecimentos mantenedores de rebanhos caprinos e ovinos indenes.
Para efeito de instrução normativa, para os estabelecimentos que desenvolverem atividades de caprino e ovinocultura somente será necessário o cadastro em serviços oficiais municipais.
Para efeito de instrução normativa, entende-se por certificação de estabelecimento o reconhecimento de estabelecimento como livre de enfermidade, após cumprimento de exigências propostas pelo Departamento de Saúde Animal.
O médico veterinário responsável pelo estabelecimento em processo de certificação ou certificado fica obrigado a participar de reuniões e encontros promovidos em sua região pelo Departamento de Saúde Animal / MAPA ou serviço oficial, com assuntos pertinentes ao Programa Nacional de Sanidade dos Caprinos e Ovinos – PNSCO.
De acordo coma a instrução normativa Nº5, de 7 de fevereiro de 2013, que trata dos requisitos zoossanitários dos Estados Partes para o ingresso de caninos e felinos domésticos, e o modelo de certificado veterinário internacional, os animais deverão estar acompanhados pelo Certificado Veterinário Internacional (CVI) original, emitido pela Autoridade Veterinária do País Exportador, contendo todas as garantias sanitárias contempladas na presente resolução. De acordo com a IN 05/2013, analise as afirmativas abaixo:
I- Quando se trata de animais primovacinados contra a raiva, a saída do País Exportador deverá ser autorizada uma vez transcorridos 7 (sete) dias da aplicação dessa vacina.
II- Os animais com mais de 90 (noventa) dias de vida deverão ingressar imunizados contra a raiva, usando-se, no país de sua aplicação, vacinas autorizadas pela sua Autoridade Veterinária.
III- O Estado Parte (Importador/destino) de ingresso poderá não autorizar a entrada em seu território de animais previamente diagnosticados com Leishmaniose.
Está(ão) CORRETA(S)
apenas II
I, II e III
apenas I e II
apenas I e III
apenas II e III
De acordo com o Decreto Estadual no 3527, de 15 de dezembro de 1998, são consideradas medidas específicas de Defesa Sanitária Animal:
vacinação.
notificação da doença.
visitação às propriedades ou aos estabelecimentos vizinhos ao foco.
realização do diagnóstico clínico da doença.
interditação da propriedade ou do estabelecimento, compreendendo a proibição da saída de animais, seus despojos, produtos e subprodutos e materiais que constituam risco de difusão de doença.
Segundo a Instrução Normativa 25, de 19 de julho de 2016, ficam declarados como livres de Peste Suína Clássica (PSC) 16 Unidades Federativas e os Municípios de Guajará, Boca do Acre, sul do Município de Canutama e sudoeste do Município de Lábrea, pertencentes ao Estado do Amazonas.
Assinale a alternativa em que constam apenas as Unidades Federativas livres de PSC.
Acre, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraná, Piauí, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Tocantins.
Acre, Bahia, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe, Tocantins.
Alagoas, Bahia, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Roraima, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe, Tocantins.
Alagoas, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, São Paulo, Tocantins.
Amapá, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe, Tocantins.
De acordo com o Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose (PNCEBT), a vacinação contra a brucelose só pode ser realizada sob responsabilidade de médicos veterinários cadastrados no serviço oficial de defesa sanitária animal se seu estado de atuação. A vacinação é obrigatória em todas as fêmeas bovinas e bubalinas, entre:
4 e 12 meses de idade.
3 e 8 meses de idade.
4 e 8 meses de idade.
3 e 6 meses de idade.