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O diagnóstico definitivo da causa da efusão somente poderá ser feito após análise laboratorial do líquido acumulado.
O exame citológico apresenta como característica principal a rapidez do diagnóstico, quando comparado ao exame histopatológico, mas essa técnica pode ser utilizada apenas nos animais ainda vivos.
Quando há suspeita clínica de um processo colestático, em felinos, o exame laboratorial que oferece maior segurança para confirmação do diagnóstico é a dosagem da enzima
amilase sérica.
alanino-aminotransferase.
aspartato-aminotransferase.
creatino-fosfoquinase.
gama-glutamil-transferase.
Com a presença de sinais característicos, o achado laboratorial mais consistente de hiperadrenocorticismo canino é o aumento nos níveis séricos de fosfatase alcalina, antes de serem feitas dosagens hormonais específicas.
Altas concentrações desse sal em salsichas, como, por exemplo, 15 g/100 g, pode formar compostos cancerígenos ao homem, como as nitrosaminas.
Para amostra do tecido ósseo, é preferível o osso longo, que deve ser serrado para exposição da medula óssea e, em seguida, refrigerado.
A adição desse sal na salsicha confere maior estabilidade à emulsão cárnea.
O diagnóstico laboratorial é a melhor forma para a confirmação da enfermidade em questão. Nesse caso, o principal achado é a presença de focos microscópicos de necrose com inclusões intranucleares eosinofílicas.
As técnicas clássicas de análise físico-química para avaliação de resíduos de antibióticos nos alimentos de origem animal são o radioimunoensaio e ELISA.
A análise microbiológica de contagem de Staphylococcus coagulase positiva subentende a análise de contagem de Staphylococcus aureus.
As silagens e forragens devem ser colhidas e armazenadas a temperatura ambiente até o momento de envio para o laboratório.
Um cão com 09 anos de idade, procedente da cidade de Mangaratiba-RJ, região litorânea, foi trazido ao consultório veterinário com o histórico de tosse seca e intolerância aos mínimos esforços físicos. O diagnóstico clínico foi de insuficiência cardíaca congestiva. Alguns exames complementares foram solicitados pelo médico veterinário para confirmar a causa da doença. O exame que melhor define a causa desta doença é o
hemograma que revela anemia, eosinofilia e basofilia.
radiográfico que revela aumento bilateral das câmeras cardíacas.
teste de imunodifusão positivo.
teste de Knott modificado positivo.
teste de VHS aumentado.
No exame do sedimento urinário de um cão, os resultados de proteinúria e cilindrúria são compatíveis com
cistite.
litíase vesical.
nefropatia.
prostatite.
uretrite.
Para encaminhamento de amostra para exame histopatológico, deve-se envolver os tecidos que tendem a flutuar, pulmão e medula óssea, com gaze ou algodão para que eles permaneçam mergulhados na solução conservante.
Ao se colher amostras em vários sacos da partida a ser analisada, deve-se identificá-las com papel colocado no interior do recipiente em contato com o material colhido.
Os cilindros do tipo grânulos encontrados no EAS, são compostos protéicos derivados de
células epiteliais.
cristais de fosfatos.
hemácias.
leucócitos.
lipídeos.
Ao EAS da urina de um canino, foi verificada a presença de cristais de cistina. O exame Roentgenográfico que deve ser solicitado é
Cistografia simples.
Cistografia de duplo contraste.
Pneumocistografia.
Ureterografia.
Urografia excretora.
Um exame de urina pode ser útil para a elucidação da causa do quadro apresentado.
As proteínas do soro do leite são extremamente antigênicas e a sua determinação pode ser feita por técnicas imunológicas usuais como a imunodifusão radial, a rocket eletroforese, o método ELISA e ensaios radioimunológicos.