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Para avaliar a composição da gordura no leite são utilizados geralmente os índices de ácidos graxos voláteis solúveis e insolúveis, em particular o índice de Polenske e(ou) métodos cromatográficos.
Em um laticínio, as principais análises realizadas na plataforma de recepção do leite são as provas da densidade e do alizarol.
A prova do alizarol verifica, qualitativamente, a acidez do leite.
Considere que alguns bovinos vieram a óbito com suspeita de enfermidade do sistema nervoso central. Nessa situação, assinale a opção incorreta quanto a recomendações para coleta de encéfalo de bovinos para exame laboratorial.
Deve-se coletar informações sobre a data e a hora da morte, o tempo decorrido entre a morte e a necropsia e sobre qualquer demora entre a coleta e fixação do material.
Doenças que oferecem risco para a saúde humana, como a raiva e a listeriose, devem ser consideradas antes da realização dos exames, e os cuidados necessários, como o uso de luvas de borracha e de um visor (óculos) durante a abertura do crânio, são recomendados.
Se o material for destinado ao exame histológico, é importante que o manuseio do tecido nervoso, ainda não fixado, seja o mais completo possível para auxiliar o exame macroscópico.
Não é recomendável misturar tecidos de animais diferentes, mesmo que representem casos de uma mesma doença.
Tecidos de cada animal devem ser identificados claramente.
A cor amarela no teste do alizarol indica que o leite encontrase ácido e, portanto, não deve ser utilizado para a fabricação de leite fluido pasteurizado.
A sensibilidade da técnica indireta é superior àquela apresentada pela técnica direta.
Para o diagnóstico da AIE, o exame mais fácil, sensível e específico é o teste de Coggins, procedimento de imunodifusão em gel de ágar. Em caso de teste de Coggins positivo definitivo, a legislação brasileira prevê a eutanásia obrigatória, exceto em algumas áreas como o pantanal.
Essa técnica baseia-se na conjugação de moléculas marcadoras com as imunoglobulinas, após a ligação dessas últimas com antígenos localizados nos tecidos.
Uma vantagem dessa técnica é a sua eficiência no diagnóstico de doenças infecciosas em fase crônica, quando o isolamento de agente etiológico pode não ser mais realizado.
O teste CMT, um método de diagnóstico de mastite subclínica realizado ao pé da vaca, baseia-se, principalmente, na lise dos leucócitos e na liberação do DNA. Após a adição do reagente do CMT ao leite, forma-se um gel cuja viscosidade é proporcional ao número de células.
Para diagnóstico laboratorial, o material coletado para análise deve ser conservado em álcool, formol ou similar.
Por meio do teste de Dornic, indicado para a verificação da adição de soda cáustica no leite, se verifica a acidez titulável em g de ácido lático por 100 mL. Em leite fraudado pela adição de NaOH, o resultado desse teste é inferior a 0,14.
A substância cromógena mais comumente utilizada nas técnicas de imunoperoxidase é o polietilenoglicol.
A hipoproteinemia é diagnosticada por meio de análise laboratorial do líquido ascítico.
Ensaio imunoenzimático pode ser utilizado para o diagnóstico dessa enfermidade, cujo procedimento baseia-se na pesquisa do próprio parasita ou de seu RNA nas amostras de soro colhidas.
A presença de água no leite pode ser constatada caso se verifique coloração amarela ao se realizar o teste colorimétrico denominado alizarol.
Para o envio de amostras de leite de animais CMT-positivos ao laboratório, para a realização do isolamento bacteriano, deve-se misturar todas as amostras de leite, dos quatro tetos de cada vaca, de modo a formar uma única amostra.
A técnica de imunofluorescência direta para diagnóstico da raiva é empregada para pesquisar o antígeno no material suspeito.