Questões de Concurso

 
 
Disciplina
Assunto
Banca
Instituição
Cargo
Ano
Carreira
Área de formação
Escolaridade
Dificuldade
 
Comentários:
Professores
Alunos
Meus Comentários
Vídeo
 
Minhas questões:
Resolvidas
Não resolvidas
Certas
Erradas
 
Tipo de questão:
Certo e errado
Múltipla escolha
Incluir questões:
Anuladas
Desatualizadas
 
Questões:
Todas as questões
 
Filtro simplificado
 
Questões
Todas as questões
 
3.266.733 questões encontradas
Questões por página
20
Mais recentes
 

Na abordagem das doenças infecciosas na atenção primária, a presença de exantema maculopapular, febre alta e conjuntivite caracteriza clinicamente a(o):


A

rubéola.


B

varicela.


C

escarlatina.


D

sarampo.


E

dengue.

O ciclo vital da mulher na saúde reprodutiva é marcado por fases hormonais e fisiológicas distintas, e a caracterização precisa das fases do ciclo vital da mulher, considerando idades aproximadas, mudanças hormonais e manifestações clínicas principais, é:


A

Puberdade (14-18 anos): ciclos irregulares e declínio hormonal com sintomas vasomotores; menacme (19-30 anos): menarca e maturação com riscos cardiovasculares; climatério (31-40 anos): amenorreia e osteoporose; pós-menopausa (41-50 anos): fertilidade máxima e ovulação regular.


B

Puberdade (20-30 anos): hipoestrogenismo e fraturas de fragilidade; menacme (31-40 anos): transição com ondas de calor; climatério (41-50 anos): menarca e pubarca; pós-menopausa (51- 60 anos): ciclos regulares sem sintomas.


C

Puberdade (8-13 anos): surgimento de telarca, pubarca, menarca e maturação gonadal com elevação de estrogênio/progesterona; menacme (14-45 anos): ciclos regulares, ovulação mensal e pico de fertilidade; climatério (45-55 anos): perimenopausa com irregularidades, declínio estrogênico e sintomas vasomotores/ urogenitais; pós-menopausa (>55 anos): amenorreia persistente, hipoestrogenismo e riscos osteometabólicos/cardiovasculares.


D

Puberdade (45-55 anos): amenorreia e declínio cognitivo; menacme (55+ anos): telarca e menarca; climatério (8-13 anos): fertilidade pico com irregularidades; pós-menopausa (14-45 anos): sintomas urogenitais e vasomotores.


E

Puberdade (31-40 anos): riscos osteometabólicos e cardiovasculares; menacme (41-50 anos): maturação gonadal; climatério (51-60 anos): ovulação mensal; pós-menopausa (8-13 anos): irregularidades cíclicas e insônia.

A hiperêmese gravídica (HG) é uma forma grave de náuseas e vômitos incoercíveis na gravidez, tipicamente iniciando entre 4-6 semanas de gestação e persistindo até 16-20 semanas.


Assinale a alternativaque indica corretamente os critérios diagnósticos confirmatórios da HG, segundo o Manual de Gestação de Alto Risco do Ministério da Saúde e a FEBRASGO (2020).


A

Náuseas/vômitos graves na gravidez com perda de peso ≥5%, desidratação clínica (taquicardia, hipotensão, boca seca), cetonúria positiva e exclusão de outras causas gastrointestinais/ endócrinas.


B

Presença isolada de náuseas matinais leves sem vômitos, com ganho de peso normal e ausência de cetonúria, confirmada por ultrassonografia gestacional rotineira sem exames laboratoriais.


C

Exclusivamente por elevação de hCG >100.000 UI/L no 1º trimestre, dispensando avaliação clínica ou hidratação se sintomas responderem a produtos à base de gengibre em 48h.


D

Através de endoscopia digestiva alta mostrando gastrite erosiva, como critério principal, independentemente de perda de peso ou desidratação na gestante.


E

Pela resposta clínica completa à acupuntura ou homeopatia, avaliada por escore subjetivo, sem obrigatoriedade de hidratação IV ou antieméticos iniciais.

A hepatite B viral (HBV) é uma infecção hepática grave causada pelo vírus da hepatite B (VHB). O diagnóstico baseia-se em marcadores sorológicos para detecção de antígenos/anticorpos e DNA viral.


De acordo com o Manual Técnico para o Diagnóstico das Hepatites Virais do Ministério da Saúde (MS), qual é o perfil sorológico que confirma infecção aguda pela hepatite B, caracterizado por replicação viral recente?


A

HBsAg não reagente, anti-HBs reagente, anti-HBc total não reagente, indicando imunidade por vacinação sem contato prévio.


B

HBsAg reagente persistente >6 meses, anti-HBc total reagente, anti-HBe reagente, sugerindo fase crônica inativa.


C

Anti-HBs reagente, anti-HBc total reagente, HBsAg não reagente, caracterizando infecção resolvida com imunidade natural.


D

HBeAg reagente isolado, sem HBsAg ou anti-HBc, confirmando replicação viral sem evidência de infecção aguda.


E

HBsAg reagente, anti-HBc IgM reagente (marcador de infecção recente), possivelmente HBeAg reagente indicando alta infectividade.

A enterobiase, também conhecida como oxiuríase, é uma verminose intestinal cosmopolita causada pelo nematoide Enterobius vermicularis, altamente prevalente em crianças em idade escolar e pré-escolar, manifestando-se principalmente por prurido anal intenso e noturno.


Qual é o método diagnóstico confirmatório para essa verminose em crianças, priorizando coleta simples e não invasiva?


A

Exame parasitológico de fezes (EPF) em série (3 amostras), com detecção de vermes adultos ou larvas, dispensando coleta perianal se sintomas forem típicos.


B

Endoscopia digestiva baixa (colonoscopia) para visualização direta de vermes no reto, recomendada como primeira linha em crianças >5 anos.


C

Dosagem sérica de IgE específica para Enterobius vermicularis, combinada com hemograma para eosinofilia, confirmando hipersensibilidade sem exame local.


D

Método de Graham ou fita adesiva aplicada na região perianal pela manhã, para detecção microscópica de ovos (sensibilidade >90% em 3 coletas consecutivas), sem necessidade de exame de fezes rotineiro, pois ovos raramente são encontrados nelas.


E

Ultrassonografia abdominal para identificação de massas ou obstruções intestinais, com biópsia se necessário, priorizando em casos assintomáticos.

O sistema cardiovascular regula pressão arterial através de mecanismos neurais, hormonais e locais. O reflexo barorreceptor constitui mecanismo de controle rápido da pressão arterial média. Os barorreceptores arteriais, localizados no seio carotídeo e arco aórtico, detectam estiramento vascular e enviam aferências ao centro cardiovascular bulbar. Quando ocorre aumento súbito da pressão arterial, a resposta reflexa mediada pelo sistema nervoso autônomo que restabelece homeostase envolve aumento da atividade parassimpática e diminuição da simpática, resultando em:


A

bradicardia e vasodilatação.


B

taquicardia e vasoconstrição.


C

taquicardia e vasodilatação.


D

bradicardia e vasoconstrição.


E

cronotropismo negativo isolado.

No diagnóstico diferencial das infecções bacterianas de pele e partes moles, é fundamental distinguir clinicamente a erisipela da celulite infecciosa. A erisipela caracteriza-se por ser uma infecção mais superficial, atingindo a derme superior e os linfáticos superficiais. O sinal semiológico clássico que diferencia a erisipela da celulite (que é mais profunda e de bordas imprecisas) é a presença de:


A

bordas bem delimitadas e elevadas em degrau em relação à pele sã.


B

vesículas agrupadas sobre base eritematosa seguindo um dermátomo.


C

crepitação à palpação devido à produção de gás subcutâneo.


D

úlcera profunda com crosta melicérica aderente.


E

flutuação central com ponto de necrose.

A forma de abdome agudo no recém-nascido (RN) caracterizada por dor abdominal intensa, distensão, vômitos (frequentemente biliosos), irritabilidade, recusa alimentar e sinais de sepse, podendo evoluir para perfuração intestinal, choque ou óbito, se não manejado precocemente, com incidência maior em prematuros (<37 semanas, especialmente <1.500g) e fatores de risco como asfixia perinatal, alimentação enteral precoce, infecções ou uso de fórmulas artificiais, prevalente responsável por até 50% dos casos cirúrgicos neonatais é a:


A

Invaginação intestinal idiopática.


B

Apendicite aguda perfurada.


C

Enterocolite necrosante.


D

Vólvulo por malrotação intestinal.


E

Hérnia inguinal encarcerada, com estrangulamento de alças intestinais.

No manejo inicial da urolitíase não complicada por cálculo renal ≤7 mm em paciente com função renal preservada, a conduta mais adequada é:


A

litotripsia extracorpórea por ondas de choque.


B

terapia expulsiva com alfabloqueador.


C

ureteroscopia com remoção endoscópica.


D

acidificação urinária com cloreto de amônio.


E

antibioticoterapia profilática prolongada.

Mulher de 55 anos de idade, menopausa aos 50 anos, refere sangramento vaginal intermitente nos últimos 3 meses. Faz uso de tamoxifeno para tratamento de câncer de mama há 2 anos. Apresenta outras comorbidades, como obesidade, hipertensão arterial sistêmica e diabetes tipo 2. Ao exame, pressão arterial: 130/90 mmHg, IMC: 30 Kg/m², exame especular: mucosa atrófica, com colo e vagina sem lesões visíveis, com pequena quantidade de sangue coletado em fundo vaginal, sem sangramento ativo. Realizada ultrassonografia transvaginal (US-TV) que evidencia útero AVF, com volume de 120cm³, miométrio homogêneo, endométrio heterogêneo com espessura de 4 mm, ovários atróficos. Qual é a conduta adequada nessa situação?


A

Realizar ablação endometrial por histeroscopia.


B

Suspender o tamoxifeno.


C

Suspender o tamoxifeno e prescrever um inibidor de aromatase.


D

Realizar biópsia endometrial.


E

Realizar conduta expectante com nova US-TV em 3 meses.

Em relação à avaliação do bem-estar fetal, analise as assertivas abaixo:


I. A cardiotocografia anteparto tem alta taxa de falso-positivo.

II. Os parâmetros do Perfil Biofísico Fetal (PBF) devem ser interpretados no contexto dos fatores maternos e fetais associados. Nesse sentido, hipoglicemia materna ou o uso de corticoide antenatal levam à diminuição dos movimentos fetais, podendo afetar o PBF.

III. O doppler da artéria cerebral média pode ser preditor de desfechos adversos nos fetos com restrição de crescimento tardio, mesmo com o doppler de artéria umbilical normal.


Quais estão corretas?


A

Apenas I.


B

Apenas II.


C

Apenas III.


D

Apenas I e II.


E

I, II e III.

São medicamentos classicamente relacionados à exacerbação de psoríase:


A

enalapril e cefalexina.


B

lítio e diclofenaco.


C

azatioprina e hidroxicloroquina.


D

propranolol e furosemida.


E

ciclosporina e metronizadol.

Homem, 61 anos, com antecedente de insuficiência cardíaca e tabagismo, é encontrado caído no quintal de casa pela esposa. Ela relata que ele estava cortando madeira quando, subitamente, deixou cair as ferramentas e caiu de joelhos antes de desabar completamente. Ao chegar ao lado dele, percebeu que estava inconsciente e não respondia a estímulos. A equipe de atendimento pré-hospitalar chega em seis minutos. O paciente está inconsciente, sem movimentos respiratórios visíveis e sem pulso central palpável. A pele está fria e há episódios esparsos de respiração irregular e ofegante. O monitor cardíaco mostra ritmo irregular com complexos ventriculares desorganizados, variando de ondas rápidas a traçados de baixa amplitude. São iniciadas compressões torácicas de alta qualidade. Após cerca de dois minutos de RCP, o ritmo é reavaliado e permanece desorganizado, sem complexos identificáveis. A equipe dispõe de desfibrilador, acesso venoso periférico e materiais básicos para via aérea, além de adrenalina.


Diante desse cenário, qual a intervenção imediata apropriada?


A

Iniciar amiodarona como primeira intervenção antes do próximo ciclo.


B

Administrar adrenalina e repetir após três minutos.


C

Intubar o paciente imediatamente para garantir via aérea avançada.


D

Realizar desfibrilação e retomar compressões imediatamente após o choque.


E

Interromper as compressões para checar pupilas e sinais de perfusão antes de definir a conduta.

O ensino de História passou por renovações metodológicas significativas nas últimas décadas, afastando-se da memorização de datas e heróis para focar na construção do conhecimento histórico crítico. Nesse sentido, sobre o uso de fontes históricas em sala de aula, assinale a alternativa correta.


A

As fontes históricas devem ser utilizadas apenas para ilustrar o conteúdo já explicado pelo professor, sem a necessidade de análise ou questionamento por parte dos alunos.


B

O uso de memória oral deve ser evitado no ensino fundamental, pois relatos pessoais são subjetivos e não possuem validade científica para a construção do conhecimento histórico.


C

O uso de fontes diversificadas (orais, iconográficas, materiais e escritas) permite ao aluno compreender a história como uma construção baseada em vestígios e interpretações, desenvolvendo o pensamento crítico.


D

O professor deve priorizar exclusivamente fontes escritas oficiais, pois apenas documentos estatais possuem veracidade histórica comprovada para o ensino escolar.

Ao longo do processo de formação histórica de Santa Catarina, a ocupação do território esteve relacionada tanto à expansão interna quanto a disputas geopolíticas no sul da América. A presença portuguesa buscava garantir o controle estratégico da região diante de interesses estrangeiros, o que levou a conflitos e acordos diplomáticos. Esse contexto evidencia a importância da posição catarinense na lógica colonial. Considerando essa dinâmica, qual situação expressa o momento em que Santa Catarina assumiu papel estratégico na defesa portuguesa?


A

A criação das vilas litorâneas como centros administrativos coloniais.


B

A instalação das primeiras colônias de imigrantes europeus no interior.


C

A transformação do território no posto português mais avançado da América do Sul.


D

A ocupação do território por bandeirantes vindos de outras regiões.

Em relação ao transtorno do espectro autista (TEA), é correto afirmar que


A

o diagnóstico depende da aplicação de escalas CARS e M-CHAT.


B

a presença de deficiência intelectual impossibilita o diagnóstico.


C

apenas a minoria dos casos apresenta alterações em exames de citogenética.


D

presença de hipersensibilidade a estímulos sensoriais é comum, mas não faz parte dos critérios diagnósticos.


E

associação com transtorno de déficit de atenção e hiperatividade é incomum.

Criança de 6 anos apresenta torcicolo, há 3 semanas, associado a episódios de vômitos matinais e marcha instável. Nas últimas 48 horas, os pais notaram piora da coordenação motora e sonolência progressiva. Ao exame, observa-se nistagmo, ataxia de marcha e rigidez cervical. O fundo de olho revela papiledema.


Diante desse quadro clínico, a conduta adequada é


A

prescrever relaxante muscular e fisioterapia para torcicolo espasmódico.


B

realizar punção lombar para análise do líquor e iniciar tratamento empírico para meningite bacteriana.


C

solicitar radiografia cervical para avaliação do prolongamento do processo estiloide (síndrome de Eagle).


D

realizar investigação na urgência com imagem de crânio por suspeita de lesão expansiva em fossa posterior.


E

realização de sequenciamento completo do exoma para avaliação de distonias hereditárias.

Adolescente de 13 anos apresenta história de dificuldade escolar progressiva, ataxia, distonia e alteração na movimentação ocular caracterizada por incapacidade de realizar sacadas verticais (paralisia supranuclear do olhar vertical). A família relata episódios de cataplexia desencadeada por riso e piora gradual do equilíbrio. O exame físico mostra esplenomegalia.


Com base nesse quadro clínico, o diagnóstico provável é


A

doença de Niemann-Pick tipo C.


B

doença de Wilson.


C

ataxia-telangiectasia.


D

gangliosidose GM2.


E

adrenoleucodistrofia ligada ao X.

Escolar, sexo masculino, com 7 anos de idade é trazido ao pronto-socorro com queixa de manchas avermelhadas nas pernas e nádegas há 2 dias. Refere dor em ambos os joelhos e tornozelos, que os pais descrevem como “andando” de uma articulação para outra, limitando a deambulação. Nos últimos 2 dias, queixou-se de dor abdominal em cólica intermitente, que o faz dobrar as pernas, e teve um episódio de melena hoje pela manhã. Há uma semana, teve um quadro de “resfriado”. Ao exame físico, apresenta-se afebril, com boa perfusão periférica, PA: 105 × 70 mmHg. Observam-se púrpuras palpáveis simétricas em membros inferiores e nádegas, e discreto edema e dor à palpação nos joelhos. As lesões não desaparecem à digitopressão. O abdome é difusamente doloroso à palpação leve, sem sinais de irritação peritoneal. Hemocultura foi negativa. Urina I com 2+ de proteína, 3+ de sangue, sem dismorfismo eritrocitário significativo. Hemograma com Hb: 12,8 g/dL; leucócitos: 8.500/mm³, plaquetas: 250.000/mm³; VHS: 30 mm/h; PCR: 25 mg/L; ureia: 25 mg/dL; creatinina: 0,5 mg/dL, ASLO: normal; C3 e C4: dentro dos limites da normalidade.


Quais são o diagnóstico mais provável e a conduta inicial mais adequada para esse paciente?


A

Vasculite por IgA com envolvimento renal e gastrointestinal; iniciar medidas de suporte, analgesia, e acompanhamento rigoroso da função renal e pressão arterial, considerando corticoterapia oral para o envolvimento gastrointestinal grave.


B

Doença de Crohn com manifestações extradigestivas; realizar colonoscopia com biópsia para confirmação e iniciar imunomoduladores biológicos.


C

Púrpura trombocitopênica idiopática (PTI); administrar imunoglobulina humana intravenosa (IVIG) e corticosteroide oral para elevar a contagem plaquetária e controlar o sangramento.


D

Nefrite lúpica; solicitar FAN e anti-DNA para confirmar o diagnóstico e iniciar pulsoterapia com metilprednisolona para preservar a função renal.


E

Glomerulonefrite pós-estreptocócica (GNPE); iniciar antibioticoterapia com penicilina e diuréticos para controle da hipertensão e edema.

   
Gerar simulado