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Lactente, sexo feminino, com 8 meses, pesando 7 kg, é levada ao pronto-socorro com história de diarreia aquosa volumosa e vômitos persistentes há 2 dias. A mãe relata que a bebê está “quietinha”, não aceita líquidos e não urina há 12 horas. Ao exame físico, apresenta-se prostrada, letárgica, com olhos muito encovados, ausência de lágrimas e mucosa oral muito seca. A prega cutânea se desfaz em mais de 2 segundos. Os pulsos periféricos estão fracos; a frequência cardíaca é de 160 bpm. O enchimento capilar é de 4 segundos e as extremidades estão frias. A fontanela anterior está deprimida.
Considerando as diretrizes atuais do Ministério da Saúde para o manejo da diarreia em crianças, qual é a conduta inicial de hidratação intravenosa mais apropriada?
Infundir 20 mL/kg de soro fisiológico a 0,9% intravenoso em bolus rápido (5 -10 minutos), repetir até 3 vezes se necessário, e, em seguida, iniciar soro de manutenção segundo Holliday-Segar.
Priorizar a reidratação oral com SRO de baixa osmolaridade (75 mL/kg, em 4 horas), pois a via oral é mais segura e eficaz para a maioria dos casos de desidratação.
Administrar 100 mL/kg de Ringer Lactato intravenoso em 3 horas, reavaliando a cada 30 minutos, e iniciar dieta livre assim que o vômito cessar.
Iniciar imediatamente 30 mL/kg de ringer lactato ou soro fisiológico a 0,9% intravenoso em 1 hora, e, após, infundir 14 mL/kg/hora em cerca de 5 horas.
Administrar 20 mL/kg de soro glicosado a 5% com 0,9% de NaCl em 20 minutos e reavaliar, ajustando a taxa para manutenção das perdas contínuas.
Um lactente de 2 meses e 14 dias de idade, que recebeu a vacina BCG intradérmica ao nascer, é trazido à consulta por sua mãe. A mãe está preocupada, pois, nas últimas 4 semanas, o local da vacinação desenvolveu uma lesão que, inicialmente, era uma pápula, evoluiu para um nódulo eritematoso de aproximadamente 1 cm de diâmetro e, mais recentemente, apresentou uma ulceração central com discreta secreção seropurulenta ocasional. Adicionalmente, a mãe notou um linfonodo móvel e não doloroso de cerca de 1,5 cm na axila ipsilateral (direita). O bebê está ativo, mamando bem, afebril e com ganho ponderal adequado. Não há sinais de inflamação perilesional intensa nem eritema significativo estendendo-se além da área do nódulo.
Quais são a avaliação mais adequada e a conduta recomendada para esse lactente?
A ulceração com secreção seropurulenta indica infecção bacteriana secundária; deve-se prescrever antibioticoterapia oral de amplo espectro por 10 dias e solicitar ultrassonografia da axila para avaliar abscesso.
A linfadenite axilar de 1,5 cm é uma indicação para drenagem cirúrgica imediata, dada a possibilidade de progressão para abscesso frio e fistulização, e a lesão local deve ser excisada para evitar cicatriz inestética.
A lesão local e a adenopatia ipsilateral sugerem uma complicação grave da vacina BCG, como BCGite disseminada; o lactente deve ser imediatamente internado e iniciado um esquema de politerapia antituberculose.
A lesão é uma BCGite local e o linfonodo axilar representa linfadenite BCG não supurativa, ambas manifestações normais da vacina BCG; a conduta é tranquilizar a mãe e orientar sobre higiene local, sem necessidade de intervenção medicamentosa ou investigação adicional nesse momento.
A lesão ulcerada e o linfonodo axilar sugerem uma resposta inflamatória exagerada; deve-se aplicar corticosteroide tópico de alta potência na lesão local e prescrever ibuprofeno oral para a adenopatia.
Adolescente, sexo masculino, com 12 anos é levado ao pronto-socorro com quadro de dor abdominal há 24 horas. Inicialmente, a dor era difusa e localizava-se na região epigástrica, mas, com o passar do tempo, migrou para o quadrante inferior direito. O paciente passou a apresentar febre de 38,5ºC, anorexia e 2 episódios de vômitos. Ao exame físico, observa-se dor à palpação profunda na fossa ilíaca direita, sinal de Blumberg positivo e sinal do psoas doloroso. Exames laboratoriais mostram leucocitose com desvio à esquerda, e uma ultrassonografia de abdome revela aumento do diâmetro do apêndice de 8 mm, com espessamento da parede e discreta quantidade de líquido livre na área.
Com base no caso apresentado, assinale a alternativa correta.
Os dados semiológicos apontam para a possibilidade maior de um pródromo de gastroenterite viral com adenite mesentérica; deve-se realizar a hidratação oral e analgesia com reavaliação em 24 horas.
Trata-se de uma apendicite aguda; deve-se iniciar antibioticoterapia por 24 horas antes da intervenção cirúrgica, se ela for realizada por laparotomia.
O quadro é bastante característico de uma doença de Crohn em atividade; deve-se iniciar corticoterapia intravenosa e preparo para colonoscopia para confirmação.
Trata-se de uma apendicite aguda complicada por abscesso; deve-se realizar a drenagem percutânea do abscesso, seguida de antibioticoterapia, realizando-se a apendicectomia de intervalo.
O diagnóstico de apendicite aguda está confirmado e deve-se proceder apendicectomia laparoscópica, ou por via aberta, o mais breve possível.
Mulher, 55 anos, apresenta estenose mitral reumática com gradiente sistólico médio de 12 mmHg, área valvar de 1,2 cm2 e pressão sistólica em artéria pulmonar de 29 mmHg. Mantém sintomas aos esforços, apesar de tratamento clínico otimizado. Considera-se realizar ecocardiograma sob esforço físico para avaliação. Segundo as diretrizes brasileiras de valvopatias, deve-se considerar que a estenose mitral é importante se a pressão sistólica em artéria pulmonar for maior ou igual a
60 mmHg.
30 mmHg.
40 mmHg.
50 mmHg.
70 mmHg.
Homem, 48 anos, com sobrepeso e dislipidemia apresenta, em duas consultas médicas, pressão arterial de 158 x 94 mmHg em ambos os membros superiores. Iniciada terapia combinada com valsartana 160 mg + hidroclorotiazida 12,5 mg/dia. Após 2 semanas, paciente retorna, e a pressão arterial é de 138 x 86 mmHg em duas medidas.
Assinale a alternativa correta a respeito da conduta nesse momento, considerando as diretrizes brasileiras atuais de hipertensão arterial.
Aumentar dose da combinação para valsartana 320 mg + hidroclorotiazida 25 mg por dia.
Aumentar dose da combinação para valsartana 320 mg + hidroclorotiazida 12,5 mg por dia
Associar anlodipino 5 mg.
Manter tratamento e reavaliar em 2 semanas.
Associar espironolactona 25 mg/dia.
Homem, 50 anos, apresenta dor torácica com irradiação para dorso de fraca intensidade. Ao exame físico, apresenta frequência cardíaca de 88 bpm, pressão arterial de 140 x 90 mmHg em todos os membros inferiores e superiores, ausculta cardíaca e pulmonar normais e pulsos simétricos. Radiografia de tórax sem alterações, assim como POCUS.
Qual é o exame complementar de escolha nesse momento para exclusão de dissecção aórtica, conforme as diretrizes brasileiras?
Repetir radiografia de tórax em 6 horas.
Ecocardiografia transesofágica.
Angioressonância de aorta.
Troponina.
D-dímero.
Homem, 76 anos, realiza cirurgia de revascularização miocárdica. No pós-operatório, evolui com hipotensão que não responde à ressuscitação volêmica com 20 ml/kg, estando atualmente em uso de noradrenalina 0,50 mcg/kg/min e vasopressina 0,06 UI/min. Monitorização invasiva mostra pressão venosa central de 10 mmHg, índice cardíaco de 3,5 L/min/m2 e resistência vascular sistêmica reduzida. A pressão arterial média está de 58 mmHg.
Qual conduta adicional está indicada?
Cristaloide 1000 ml EV.
Azul de metileno.
Manter tratamento, pois a pressão arterial média é maior que 55 mmHg
Indicar reabordagem cirúrgica para pesquisa de sangramento em sítio cirúrgico.
Dobutamina.
Na prática médica, com o objetivo de garantir o desempenho profissional ético, adotam-se alguns princípios inseridos no âmbito da bioética, entre eles, os da autonomia e não maleficência, que buscam, respectivamente,
permitir a escolha e evitar danos.
priorizar a recuperação e evitar a exploração financeira.
priorizar com equilíbrio e evitar danos.
fazer o bem e priorizar com equilíbrio.
evitar danos e fazer o bem.
Mulher, 28 anos, refere palpitações, irritabilidade, fraqueza e tremores há 1 mês. Está amamentando há 3 meses após uma gestação sem intercorrências. Ao exame físico, encontra-se agitada e taquicárdica, com tiroide levemente aumentada de volume. Dentre os exames, apresenta T4 L: 3,3 ng/dL (0,8 a 1,8 ng/dL); TSH: < 0,01 m UI/L (VR 0,4 a 4,5 mUI/L) e TRAb negativo.
Qual deve ser a conduta nesse caso?
Prescrição de metimazol.
Prescrição de propranolol e solicitação de cintilografia de tiroide com iodo radioativo.
Prescrição de propranolol.
Prescrição de propiltiouracil.
Dose terapêutica de iodo radioativo.
Conforme previsto na Lei Complementar Estadual de Goiás, de nº 25/98, não compete ao Subprocurador-Geral de Justiça para Assuntos Administrativos:
Coordenar a elaboração do Relatório Anual das atividades administrativas.
Promover a integração dos Centros de Apoio Operacional.
Elaborar projetos e executar a política administrativa da Instituição.
Aprovar a indicação ou designar servidores para responderem pelo expediente das unidades subordinadas, em caráter permanente ou em substituição.
Assinale a alternativa que descreve corretamente o quadro clínico típico de uma condição abdominal aguda em um paciente jovem de 22 anos, com dor abdominal inicialmente periumbilical migrando para fossa ilíaca direita em 6 a 12 horas, associada a náuseas, vômitos, anorexia, febre baixa (37,5-38°C), defesa abdominal à palpação com sinal de Blumberg positivo, leucocitose moderada (10.000-18.000/mm³) e diagnóstico confirmado por ultrassonografia ou tomografia mostrando apêndice inflamado, exigindo apendicectomia precoce para evitar perfuração e peritonite.
Apendicite aguda: inflamação do apêndice vermiforme por obstrução fecal ou hiperplasia linfóide, mais comum em adolescentes e adultos jovens, com progressão para gangrena se não tratada, manejo cirúrgico laparoscópico ou aberto e antibioticoterapia profilática.
Diverticulite sigmoide: inflamação de divertículos colônicos, tipicamente em idosos com dor em fossa ilíaca esquerda, febre alta, constipação crônica e abscessos peridiverticulares, tratada com antibióticos e dieta líquida inicial.
Colecistite aguda: inflamação da vesícula biliar por litíase, com dor em hipocôndrio direito irradiada para ombro, icterícia possível, sinal de Murphy positivo e elevação de bilirrubinas, manejada por colecistectomia eletiva.
Gastroenterite viral: infecção intestinal aguda por Rotavírus ou Norovírus, com diarreia aquosa profusa, vômitos intensos sem migração de dor, desidratação e ausência de defesa abdominal, resolvendo com hidratação oral.
Úlcera péptica perfurada: perfuração de úlcera gástrica ou duodenal por Helicobacter pylori ou AINEs, com dor súbita intensa epigástrica, rigidez abdominal generalizada e pneumoperitônio à radiografia, exigindo cirurgia urgente.
Uma criança de 6 meses, previamente saudável, apresenta há 3 dias tosse seca inicial evoluindo para produtiva com sibilos audíveis, dispneia progressiva com taquipneia (FR 60 irpm), uso de musculatura acessória, febre baixa (37,8°C), rinorreia clara e recusa alimentar parcial, sem cianose central ou apneia, com história de contato recente com irmão mais velho resfriado. Exame físico revela crepitações finas bilaterais e hiperinsuflação torácica, com SatO₂ 92% em ar ambiente, sem sinais de desidratação grave ou sepse; radiografia do tórax com hiperinsuflação pulmonar com atelectasias segmentares, sem infiltrados consolidados.
O diagnóstico inicial desta criança é:
Asma brônquica, com crises recorrentes de sibilos reversíveis por broncodilatadores, histórico familiar de atopia e resposta a corticosteroides inalados, sem febre ou rinorreia viral.
Pneumonia bacteriana, com febre alta, infiltrados lobares no RX, leucocitose com neutrofilia e resposta a antibióticos empíricos, como amoxicilina-clavulanato.
Bronquiolite, infecção viral aguda das vias aéreas inferiores em lactentes, caracterizada por obstrução brônquica com sibilos, taquipneia e hiperinsuflação, causada principalmente por VSR e tratada com suporte sintomático.
Laringite aguda, com estridor inspiratório, rouquidão e tosse ladrante noturna, causada por parainfluenza e tratada com corticosteroides sistêmicos para edema subglótico.
Coqueluche, com paroxismos de tosse convulsiva, vômitos pós-tosse e linfocitose absoluta, causada por Bordetella pertussis e prevenível por vacinação DTP.
As reações de hipersensibilidade podem variar de quadros leves a condições com risco iminente de morte, como a anafilaxia. Um paciente de 30 anos chega ao pronto-socorro apresentando urticária generalizada, edema labial, estridor laríngeo e hipotensão arterial (PA (Pressão Arterial) 8050 mmHg) minutos após a ingestão de frutos do mar. Considerando a fisiopatologia e o manejo de emergência das Reações alérgicas graves (anafilaxia), assinale a alternativa CORRETA quanto à conduta imediata prioritária.
Administração de Adrenalina (Epinefrina) por via intramuscular na face anterolateral da coxa.
Administração de Anti-histamínicos H1 (Prometazina) por via intramuscular profunda.
Administração de Adrenalina (Epinefrina) por via subcutânea no deltoide.
Administração de Corticosteroides (Hidrocortisona) por via intravenosa em bolus.
Nebulização contínua com Beta-2 agonista de curta duração (Salbutamol).
O manejo adequado das queimaduras depende da correta avaliação da profundidade e da extensão da lesão, fatores determinantes para a reposição volêmica e prognóstico. Um paciente é admitido após acidente térmico. Assim, analise as afirmativas a seguir.
I.As queimaduras de segundo grau profundo atingem a derme reticular, são dolorosas, podem apresentar flictenas (bolhas) e geralmente deixam cicatrizes.
II.De acordo com a 'Regra dos Nove' de Wallace para adultos, uma queimadura que acomete todo o membro superior direito corresponde a 18% da superfície corporal total (SCQ (Sulfassalazina)).
III.Queimaduras de terceiro grau caracterizam-se por serem indolores (devido à destruição das terminações nervosas), apresentando textura coriácea e cor variável (branca, preta ou vermelha cereja não depressível).
IV.Em queimaduras elétricas, a lesão cutânea visível frequentemente subestima a extensão da destruição tecidual interna, havendo risco elevado de rabdomiólise e síndrome compartimental.
Assinale a alternativa que apresenta somente as proposições CORRETAS:
I e II.
II, III e IV.
I, II, III e IV.
I, II e III.
I, III e IV.
O prolapso de órgãos pélvicos é avaliado objetivamente pela classificação POP (Pílula Oral Progestativa)-Q (Pelvic Organ Prolapse Quantification). Compreender os pontos de referência é essencial para o estadiamento. Acerca da classificação POP-Q, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
(__)O ponto Aa situa-se na parede vaginal anterior, 3 cm proximais ao meato uretral externo.
(__)O ponto C representa a borda distal do colo uterino ou a cúpula vaginal (em histerectomizadas).
(__)O Estádio 0 é definido quando não há prolapso demonstrável, com os pontos Aa, Ap, Ba e Bp em -3 cm.
(__)O comprimento total da vagina (TVL) não é mensurado no POP-Q, sendo irrelevante para o estadiamento.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
F, F, V, V.
F, V, V, F.
V, F, F, V.
V, V, V, F.
V, V, F, V.
No contexto das novas tecnologias de comunicação, o ensino de Inglês deve considerar que:
a linguagem digital empobrece a competência linguística.
o inglês escrito e falado se mantém rigidamente separados.
práticas multimodais ampliam os letramentos contemporâneos.
gêneros digitais não possuem valor pedagógico.
A broca da cana (Diatraea saccharalis) pode ser encontrada em todo o país, podendo ocorrer cinco gerações ao ano. Em relação a essa praga, marque verdadeiro (V) ou falso (F) nas afirmativas abaixo.
(__) O ciclo biológico tem duração de 100 a 120 dias, sendo fortemente influenciado pela temperatura.
(__) O controle biológico é amplamente utilizado, como o parasita de ovos Trichogramma galloi, o parasitoide de larvas Cotesia flavipes e bioinseticidas como uso de formulações de Bacillus thuringiensis.
(__) Os danos causados pela broca são diretos e indiretos e ocorrem durante todo o ciclo da cultura.
(__) As brocas produzem uma serragem na base dos colmos e nas raízes superficiais onde se alimentam e se mantêm protegidas até a fase adulta.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA de cima para baixo.
F, V, V, F.
V, F, F, V.
V, V, F, F.
F, F, V, V.
Michael Lewis, in his seminal work "The Lexical Approach," challenged the traditional grammar-translation dichotomy. According to the principles of the Lexical Approach, mark T for true and F for false statements:
(__)Language consists of grammaticalized lexis, not lexicalized grammar; therefore, the primary focus of teaching should be on multi-word chunks, collocations, and fixed expressions rather than isolated words + grammar rules.
(__)The distinction between vocabulary and grammar is invalid; instead, language is a continuum where fluency depends on the retrieval of pre-fabricated lexical items (chunks) from memory.
(__)Teachers should encourage students to analyze every sentence syntactically (parsing) to understand the underlying logic before attempting to speak, prioritizing accuracy over fluency.
(__)"De-lexicalized verbs" (e.g., have, get, do, make) are of low importance because they carry little meaning on their own, and teaching time should be spent on "content words" with rich specific meanings.
After analysis, choose the alternative that presents the correct sequence of the items above, from top to bottom:
T, F, T, F.
F, T, F, T.
T, T, F, F.
F, F, T, T.
T, T, T, F.
O vencedor do Prêmio Pritzker de Arquitetura de 2022 é um arquiteto, educador e ativista social nascido em Burkina Faso, cuja obra ganhou reconhecimento internacional por articular arquitetura, sustentabilidade ambiental e engajamento comunitário. Sua prática arquitetônica valoriza o uso de materiais locais, técnicas construtivas vernaculares, soluções bioclimáticas e processos participativos, propondo uma arquitetura socialmente comprometida e adaptada às condições climáticas e culturais do território africano.

Clínica de saúde em Burkina Faso, Fonte: Archdaily, 2022.
Assinale a alternativa que corretamente identifica o arquiteto descrito.
Santiago Calatrava.
Francis Kéré.
Tadao Ando.
Rui Ohtake.
No projeto de recuperação de uma área degradada, propôs-se a utilização de espécies florestais nativas que promovam a presença de polinizadores e aumentem a infiltração de água no solo, visando
alcançar a capacidade de suporte ótima da área.
promover serviços ecossistêmicos de suporte e regulação.
reabilitar a área degradada de forma que retorne a sua condição original.
incrementar os serviços ambientais de provisão e suporte.
explorar a resiliência da área para que ela retorne ao seu equilíbrio natural.