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Suponha que Marina, apesar da pouca garantia de remuneração equivalente àquela que tinha no seu emprego anterior, está muito otimista com a concretização do sonho de ter o seu próprio negócio. Nesse caso, segundo a hierarquia das necessidades de Maslow, o estado de ânimo de Marina não poderia ser classificado como motivação, pois sua necessidade fisiológica não está sendo satisfeita.
MacGregor, teórico da administração, desenvolveu uma teoria que compara dois estilos opostos de dirigir uma organização. Receberam o nome de Teoria X e Teoria Y. A organização que adota o estilo de administrar baseado na Teoria Y se caracteriza por acreditar que as pessoas:
são esforçadas.
são ingênuas
precisam ser controladas
evitam o trabalho.
evitam a responsabilidade.
A estratégia de horário flexível é uma forma de redimensionar o pessoal. Os empregados têm de trabalhar um número específico de horas por semana, mas são livres para variar as horas de trabalho dentro de certos limites. É uma estratégia viável para qualquer cargo organizacional, pois possibilita alta motivação e autonomia para o empregado.
Considere que um funcionário foi penalizado pela gerência do Hotel Maresia por ter atendido um cliente sem a devida cortesia. Nesse caso, o referido funcionário está sendo parte de um método de motivação.
No campo das principais teorias motivacionais, as necessidades podem ser categorizadas em primárias e secundárias. De modo geral, as necessidades primárias são aquelas que são influenciadas pela sociedade, pela personalidade e pelas diferenças individuais, enquanto as secundárias referem-se às necessidades comuns a todas as pessoas.
A tipologia apresentada por Minztberg, em seu livro "Criando Organizações Eficazes", de 1995, classifica as estruturas organizacionais em cinco tipos básicos. Com base nesse modelo, indique a opção que relaciona corretamente cada tipo de estrutura com seu tipo de descentralização correspondente.
Coluna A | Coluna B |
AI.Adhocracia | BI.Descentralização horizontal limitada |
AII. Forma divisionalizada | BII.Descentralização seletiva |
AIII. Burocracia profissional | BIII.Descentralização vertical limitada |
AIV. Burocracia mecanizada | BIV.Descentralização horizontal e vertical |
AV. Estrutura simples | BV.Centralização horizontal e vertical |
AI-BIV, AII-BII, AIII - BI, AIV - BV, AV - BIII
AI - BIII, AII - BII, AIII - BIV, AIV - BV, AV - BI
AI - BII, AII - BIII, AIII - BIV, AIV - BI, AV - BV
AI - BIV, AII - BI, AIII -BII, AIV - BV, AV - BIII
AI - BII, AII - BI, AIII - BIII, AIV - BIV, AV - BV
De modo geral, para aumentar a motivação, os empregados precisam perceber que os esforços apresentados conduzem a uma avaliação favorável de desempenho e que essa avaliação resultará em recompensas que eles valorizam.
Segundo a teoria de condicionamento, todos reagirão uniformemente quando submetidos ao mesmo reforço, não importando as diferenças individuais.
O fator segurança no emprego representa instrumento fundamental e é praticamente suficiente para a satisfação motivacional; com a estabilidade, o indivíduo estará motivado não apenas para ser eficiente, mas para alcançar os resultados desejados pela organização.
Segundo as teorias acerca das necessidades humanas, o comportamento humano é motivado por estímulos internos, que são denominados necessidades ou estados de carência. A esse respeito, a teoria de Maslow deixa claro que apenas pagar um bom salário não é suficiente para tornar o empregado motivado para o trabalho.
Quanto a motivação, o fator ético é uma das principais críticas realizadas à teoria do condicionamento e reforço operantes.
O fenômeno da motivação pode ser compreendido com base na teoria do reforço. Segundo essa teoria, se o gerente pretende que seus subordinados mantenham um comportamento adequado no trabalho, de acordo com as necessidades organizacionais, deve propiciar a eles as recompensas desejadas, não existindo, entretanto, a consideração do comportamento como sendo causado ambientalmente.
No que se refere a motivação, os empregados com grande necessidade de realização estabelecem metas menos elevadas que aqueles com pouca necessidade de realização.
A teoria de hierarquia das necessidades é uma teoria da motivação em que necessidades de alta ordem, como a de auto-realização, tornam-se dominantes à medida que necessidades de baixa ordem, como a de estima, são satisfeitas.
Pessoas mais motivadas intrinsecamente tendem a estar mais comprometidas com o trabalho e a estabelecer relação mais profunda com a organização e com as pessoas que a compõem.
Teoria da personalidade – defende que todos os traços de comportamento e características fundamentais de uma pessoa, aí incluída a motivação, permanecem com a passagem do tempo, e explicam as reações às situações do dia-a-dia.
À medida em que o indivíduo compreende e aceita seu próprio mundo pessoal, também se torna mais compreensivo e tolerante com os outros. Essa habilidade interpessoal é a automotivação.
Teoria da percepção – propõe que o processo de selecionar, organizar e interpretar estímulos — eventos, informações, objetos, outras pessoas etc. — é que favorece a motivação.