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O movimento da performance contém um mundo multifacetado de possibilidades. O corpo será, assim,
o instrumento para desenvolvimento de coreografias em que o espaço corporal e bidimensional seja a base da criação e da produção. Além disso, as questões principais a servirem de inspiração serão as ideias e os ideais sobre igualdade, fraternidade e valores morais e cívicos do ser humano.
a base para o desenvolvimento de espetáculos que busquem a beleza, a perfeição, a estética e o aprimoramento da técnica como eixo central. A performance traz, ainda, como temas centrais, as discussões sobre a vida cotidiana e a vida espiritual do homem, utilizando a arte como lugar de expressão livre da alma.
a base para o desenvolvimento de trabalhos que busquem a utilização do espaço tridimensional; além disso, a performance traz questões de cunho político-social, versando sobre temas variados, como solidão, alienação, declínio social e outros, utilizando a arte como meio para denúncias e reflexões.
o instrumento para o crescimento individual, em que a dança se torna expressão do mundo interno e contraditório, e a arte será utilizada como lugar de expressão panfletária e radical da vida interna do ser humano e busca de temas e reflexões que tragam iluminação.
O ano de 1962 é marcado por dois acontecimentos importantíssimos para o futuro da performance: o primeiro é o recital apresentado pelos componentes do Dancers Workshop, na Judson Memorial Church, que marca o nascimento do Judson Dance Group, e o segundo é a fundação do movimento denominado “fluxus”. Artistas que fizeram parte desses acontecimentos tinham pretensões de romper as fronteiras da dança. Foram eles:
Renato Cohen, Simone Forti, Katia Canton, George Maciúnas, Deborah Hay, Lucinda Child e Kurt Joos.
Steve Paxton, Simone Forti, Yvonne Rainer, Trisha Brown, Deborah Hay, Lucinda Child e Philip Corner.
Merce Cunningham, Marinetti, Loie Fuller, Trisha Brown, Philip Corner, Steve Paxton e Goldeberg.
Simone Forti, Yvonne Rainer, Steve Paxton, Tricha Brown, Merce Cunningham, William Forsythe, Hanya Holm.
A improvisação é um recurso possível para a pesquisa e abrange diversas concepções de corpo, movimento e dança. Nessa perspectiva, uma visão crítica da improvisação inclui
a valorização das poéticas individuais dos alunos/dançarinos, tendo como premissa que o corpo é dado como naturalmente criativo e espontâneo.
a organização de espaços que possibilitem descobrir os traços harmônicos de cada um, como também a ampliação de repertórios tradicionais para o movimento.
momentos de trânsito entre o movimento conhecido e as novas experiências, os quais possibilitam que o ato de dançar seja sempre inventado e reinventado.
propostas que permitam ao indivíduo desenvolver processos de criação e aquisição de vocabulário mediante uma estratificação ordenada das experiências.
A orientação sobre o corpo na dança deve ser feita mediante seu entendimento, como conhecimento, emoção, comunicação e expressão e não somente como instrumento ou veículo. Estudando o corpo em movimento são elencados alguns fatores do movimento identificados na primeira coluna. Enumere a segunda coluna pela primeira associando os fatores de movimento com o respectivo conceito. Em seguida, identifique a alternativa com a sequência correta.

No quadro que se segue são listadas formulações acerca da dança moderna. Leia com atenção e identifique se são verdadeiras ou falsas. Em seguida, indique a alternativa com a sequência correta.

Entender os jovens de hoje tornou-se um desafio para a educação, principalmente ao considerar as diferenças entre gerações e as formas de comunicação e compreensão de mundo (MARQUES, 2003). De acordo com a autora, são parâmetros para o ensino da dança voltados para a adolescência:
propor aos alunos trabalhos e conteúdos voltados para o ensino de dança com finalidade de apreensão de conteúdos específicos, formais e técnicos e voltados para o mercado de trabalho.
ouvir a fala dos alunos e priorizar as vontades e opiniões deles, a fim de estabelecer uma relação de confiança, na qual a dança possa ser concebida como lugar de lazer e de integração na escola.
centralizar o ensino nas realidades culturais e pessoais dos alunos, para criação de coreografias com qualidade iguais às da dança praticada fora da escola, possibilitando conquistas pelo mérito acadêmico.
aproximar-se das relações que os alunos jovens estabelecem com seus corpos, investigando os múltiplos papéis que a dança tem, desenvolvendo processos investigativos e que tragam autonomia.
A dança é definida por Paula Varanda (2012) como uma arte performática imediata, que tem o corpo humano como fonte primária de pesquisa e exibição. Deste modo, a dança
é uma das artes expressivas mais complexas, apesar de não poder ser concebida e realizada em espaços virtuais e tecnológicos, como o ciberespaço, porque rouba da dança o corpo real.
tem de envolver, como dança teatral, uma preparação técnica específica para que o corpo possa apresentar vocabulários viáveis, legitimados e reconhecíveis inerentes ao universo da dança, como o balé, o jazz etc.
pode envolver processos de criação que se desenvolvem com base em ideia ou impulso criativo trazidos pelo coreógrafo ou mesmo pelos dançarinos, sem tanto apego à estética formal e acadêmica.
é a arte do movimento e pode se desenvolver, valendo- se de estudos e roteiros, criando coreografias que desenhem no espaço a beleza e as formas do corpo do bailarino e sua capacidade performática.
Antes da Lei nº 5692/71 as escolas no Brasil ofereciam, eventualmente, desenho centrado na geometria e música através do canto coral, seguindo a tradição do canto orfeônico. A reforma educacional de 1971 determinou que o ensino de arte devesse ser uma disciplina obrigatória no currículo de educação de primeiro grau e no currículo de educação de alguns programas de 2º grau. Assinale a única alternativa que NÃO caracteriza esse ensino:
A polivalência.
Resgate dos conteúdos e separação das linguagens.
Ênfase na expressão e na espontaneidade criativa.
Objetiva desenvolver a emoção e a expressão individual.
Ocorre o que se chamou de espontaneísmo ou laisser faire.