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O procedimento de auditoria que mediante comparação e análise de dados visa à identificação de oscilações abruptas em determinadas contas ou operações é:
exame físico.
exame documental.
entrevista.
nenhuma das alternativas anteriores.
Segundo as normas de auditoria, na aplicação dos testes de observância o auditor deve verificar a existência, a efetividade e a continuidade dos controles internos.
Os procedimentos relacionados para a composição de um programa de auditoria são elaborados para facilitar os trabalhos do auditor e desconsideram as contas de menor expressão monetária.
A natureza, a extensão e a profundidade dos procedimentos de auditoria a serem aplicados são reguladas por normas específicas e independem de investigações e da qualidade da prova a ser obtida.
O teste de aderência tem como objetivo principal afirmar que existem controles internos de qualidade.
Devido aos riscos mencionados, o auditor deve direcionar seus testes para superavaliação e para subavaliação. A experiência tem demonstrado que é mais prático dirigir os testes principais de superavaliação para as contas devedoras.
Na aplicação dos testes de observância e substantivos, o auditor deve considerar o procedimento denominado observação, que consiste no exame de registros, documentos e ativos tangíveis, bem como no acompanhamento do inventário físico realizado pela entidade.
Quando o valor de contas a receber é expressivo e relevante em relação à posição patrimonial e financeira e ao resultado das operações, e caso seja viável e razoável tal procedimento, o auditor deve procurar obter confirmação desses valores por meio de comunicação direta com os devedores.
A revisão analítica deve considerar se todas as transações estão registradas pelo método das partidas dobradas e se estão em conformidade com os princípios fundamentais de contabilidade.
Uma das principais diferenças entre as auditorias externa e interna reside no grau de independência dos auditores. Os auditores externos têm maior grau de independência que os internos devido ao vínculo empregatício desses últimos com a empresa auditada.
se a documentação é genuína, adequada às circunstâncias; se há correlação entre a data do documento e o registro contábil; e se a transação foi autorizada em conformidade com as normas de controle interno.
se as obrigações da sociedade para com terceiros são reais e se sua liquidação está sendo efetuada de acordo com a política financeira da empresa.
se o ativo e o passivo estão corretamente avaliados, se as partidas da demonstração de resultado são bem aferidas.
se a empresa é realmente proprietária e possui título reconhecido do ativo, que o passivo declarado corresponde realmente à empresa.
O auditor será culpado em ato de descrédito quando, no desempenho de suas funções, não reunir evidências suficientes para justificar a expressão de sua opinião e quando não relatar a constatação de qualquer desvio relevante ou não expuser qualquer omissão importante dos princípios contábeis.
A amostragem de auditoria é a aplicação de procedimentos de auditoria à parcela dos itens que compõem o saldo de uma conta ou classe de transações, para permitir que o auditor obtenha e avalie a evidência de auditoria sobre algumas características dos itens selecionados, para formar ou ajudar a formar uma conclusão sobre a população. Assim, a amostragem poderá ser estatística ou não.
Ferramentas de apoio a auditoria ou CAATs (computer assisted audit techniques) são recursos computacionais usados para facilitar o trabalho de auditoria em sistemas computacionais, tais como ferramentas para extração de dados por amostragem de bancos de dados e port scanners.
Os procedimentos de revisão analítica permitem a inspeção física de instalações e documentos.
A conclusão obtida pelo auditor de que a transação de fato ocorreu, conceitua-se como
existência.
permanência.
contingência.
ocorrência.
exigência.
O auditor interno é um empregado da empresa. Portanto, dentro de uma organização é normal e aceitável que o auditor interno seja subordinado àquele cujo trabalho examina e que seja, inclusive, destacado para auditar o próprio departamento ou setor em que atua ou a atividade específica que exerce ou que já exerceu.
O relatório contém a opinião final do auditor, que deve estar baseada em fatos concretos, devidamente comprováveis por meio dos papéis de trabalho, em judicioso julgamento desses fatos, com total imparcialidade e independência.
A circularização deverá ser realizada no âmbito da empresa ou órgão auditado.
Na aplicação dos testes de observância e substantivos, o auditor deve considerar os seguintes procedimentos técnicos: inspeção, revisão analítica, investigação e confirmação.