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Para a chamada Escola de Frankfurt, filmes, programas radiofônicos e revistas fazem parte da Indústria Cultural, que funciona segundo a mesma lógica de organização de outras indústrias, como a fabricação de automóveis, por exemplo. Uma das formas de expansão dessa indústria é:
impor seus produtos ao consumo sem se importar com o gosto dos consumidores.
separar a lógica do capital da lógica da indústria cultural, visando enganar os consumidores.
distinguir entre a lógica do mercado e a geração de produtos culturais.
contestar a ideologia dominante para incrementar o consumo de produtos culturais.
adaptar seus produtos ao consumo das massas para melhor determinar esse consumo.
Cada vez mais a opinião pública tem influenciado os meios de comunicação de massa, pressionando-os a divulgarem conteúdos que refletem as aspirações da população. Os veículos, por sua vez, respondem com a criação de mecanismos capazes de interagir com o público, ouvir suas preocupações. Nesse sentido, surgiu a figura do ombudsman, palavra de origem sueca que designa o profissional pago por órgão oficial ou empresa privada, para representar os interesses do público.
Sobre o texto, afirma-se corretamente que o ombudsman
é unicamente uma peça de marketing.
por sua natureza, só deu certo nas empresas privadas.
só interage com o leitor, nos dias de hoje, em veículos eletrônicos como a Internet.
pode ser caracterizado como um advogado do leitor.
na verdade, só favorece a concorrência.
O conceito de Indústria Cultural foi criado por:
McLuhan
Erich Fromm e Herbert Marcuse
Theodor Adorno e Max Horkheimer
Theodor Adorno e McLuhan
Erich Fromm
Com a Escola de Frankfurt, surge o conceito de:
Mass media
Semiótica
Indústria cultural
Mensagem
Nenhuma das anteriores
Na Alemanha, nos anos 30, consolidou-se uma importante escola crítica, a Escola de Frankfurt. Três de seus principais representantes são:
Benjamin / Adorno / Horkheimer
Horkheimer / Maffesoli / Adorno
Lévi-Strauss / Mauss / Habermas
Umberto Eco / Benjamin / Lévi-Strauss