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O controle exercido pelos tribunais de contas sobre as casas legislativas é considerado controle interno, haja vista a posição dos tribunais de contas no âmbito do Poder Legislativo.
Certo
Errado
O controle é a função da administração que tem por finalidade assegurar o alcance dos objetivos organizacionais. No Brasil, o controle interno ou controle administrativo é exercido por todos os poderes, quando controlam as atividades desempenhadas por seus próprios órgãos; já o controle externo, de acordo com o sistema federativo brasileiro, é realizado
pelo conjunto da sociedade organizada, com auxílio de auditorias independentes.
pelo Poder Judiciário, com auxílio do Tribunal de Contas da União.
pelo Poder Executivo, com auxílio das Controladorias Gerais.
pelo Poder Legislativo, com auxílio dos Tribunais de Contas.
pelo Ministério Público, com auxílio das Cortes de Contas.
As atribuições e o funcionamento dos Tribunais de Contas estaduais devem guardar simetria com o modelo previsto pela Constituição Federal para o Tribunal de Contas da União. A alternativa que veicula corretamente a expressão dessa simetria é:
os Tribunais de Contas estaduais não podem ter personalidade jurídica própria;
os Tribunais de Contas estaduais não podem ter iniciativa legislativa nas matérias relacionadas à sua organização e funcionamento, porque essa é privativa das Assembleias Legislativas;
os Tribunais de Contas estaduais podem ter competência executiva compulsória das multas por eles aplicadas;
os Tribunais de Contas estaduais podem ter competência revisora recursal das decisões denegatórias de pensão proferidas pelo órgão previdenciário estadual;
os Tribunais de Contas estaduais, no exercício do controle externo das contas municipais, podem auxiliar tanto as Câmaras municipais, como a Assembleia Legislativa, conforme dispuser a respeito a Constituição estadual.
À luz do princípio da separação de Poderes insculpido na Constituição de 1988, considerada a concepção contemporânea de Estado policrático, o Tribunal de Contas:
é órgão auxiliar do Poder Legislativo, a ele tecnicamente subordinado;
é órgão auxiliar dos Poderes Executivo e Legislativo;
é órgão funcionalmente vinculado ao Poder Legislativo, mas dotado de autonomia;
é órgão jurisdicional com competência preparatória do controle judicial das contas públicas;
não ostenta “poderes” no sentido constitucional do termo.
O controle sobre os recursos públicos objetiva fiscalizar e avaliar a ação governamental e o desempenho dos gestores públicos; coibir o inadequado gerenciamento desses recursos, e impedir os atos ilegais lesivos ao erário. Sobre os tipos de controle exercidos na Administração Pública marque a assertiva incorreta:
O controle externo é exercido pelo tribunal de poder legislativo, o qual conta com o apoio técnico do respectivo Tribunal de Contas.
O Poder Executivo exercerá o controle da execução orçamentária, sem prejuízo das atribuições do Tribunal de contas ou órgão equivalente.
Quando, no município não houver Tribunal de Contas ou órgão equivalente, a Câmara de Vereadores poderá designar peritos contadores para verificarem as contas do executivo e sobre elas emitirem parecer.
O controle da execução orçamentária, pelo Poder Legislativo, terá por objetivo verificar a probidade administrativa, a guarda e legal emprego dos dinheiros públicos e o cumprimento da lei de orçamento.
A verificação da legalidade dos atos de execução orçamentária será prévia, concomitante e subsequente.
Acerca da Lei Orgânica do Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina, assinale a alternativa correta.
Os Conselheiros do TCE serão nomeados entre brasileiros ou estrangeiros com mais de trinta anos de idade.
Os Conselheiros do Tribunal gozam das seguintes garantias: vitaliciedade, irredutibilidade de vencimentos e autonomia funcional.
A fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial do Tribunal de Contas do Estado será exercida pela Assembleia Legislativa, na forma que dispuser seu Regimento Interno.
O Tribunal de Contas do Estado poderá instituir símbolos próprios, tendo que adotar a medalha de mérito padrão do Tribunal de Contas da União.
A Lei Orgânica do TCE criou na estrutura organizacional do Tribunal de Contas do Estado, diretamente subordinado à Vice-Presidência, o Instituto de Contas.
O controle externo da Câmara de Vereadores desta cidade sobre o Poder Executivo do Município do Rio de Janeiro será exercido com o auxílio:
do Tribunal de Contas do Município
do Tribunal de Contas do Estado
da Controladoria Geral do Município
do Ministério Público municipal
NO TOCANTE AOS TRIBUNAIS DE CONTAS ESTADUAIS É CERTO ASSEVERAR QUE:
Atuam somente mediante provocação;
São órgãos auxiliares de controle externo em simetria com o Tribunal de Contas da União;
Preceito de lei estadual pode subtrair do Tribunal de Contas a competência do julgamento das contas da Mesa da Assembleia Legislativa para submetê-las ao regime do art. 71 c/c o art. 49, IX, da Carta da República;
O que lhes assegura a ordem jurídica, no exercicio de suas atribuições, é a inaplicabilidade da lei que afronta a Constituição Federal.
A fiscalização realizada pelo Tribunal de Contas nos entes de sua jurisdição refere-se à função:
legislativa.
administrativa.
política.
judiciária.
corretiva.
Quanto à natureza jurídica do Tribunal de Contas, é correto afirmar que:
não tem autonomia administrativa nem financeira, pois depende do repasse do Poder Executivo.
não tem personalidade jurídica, possuindo, entretanto, capacidade processual ou postulatória.
é um órgão autônomo e auxiliar do Poder Judiciário.
as decisões proferidas pelo plenário são de natureza política.
apresenta autonomia administrativa e financeira, além de personalidade jurídica, dotada da natureza administrativa em relação às suas decisões e deliberações.
O exame e o parecer sobre as contas do TCU são de responsabilidade do próprio TCU e o julgamento constitui atribuição da Comissão Mista de Orçamento do Congresso Nacional.
A fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial de uma agência reguladora federal, pelo controle externo, será feita pelo Congresso Nacional com o auxílio do
Ministério Público Federal.
Supremo Tribunal Federal.
Banco Central.
Tribunal de Contas da União.
Ministério da Fazenda.
Acerca do controle externo dos Municípios, é correto afirmar que
quaisquer Municípios podem instituir Tribunal de Contas próprio.
os Municípios de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte possuem Tribunal de Contas (municipal) próprio.
a Constituição Federal impõe que os Estados apenas possam ter um único Tribunal de Contas que, cumulativamente, exercerá o controle externo das Administrações estadual e municipais.
a União poderá ter dois Tribunais de Contas: um competente para exercer o controle da Administração federal e outro para apreciação das matérias relativas às Administrações municipais.
a Constituição Federal não veda que os Estados possam ter dois Tribunais de Contas estaduais: um competente para exercer o controle de sua própria Administração (estadual) e outro para apreciação das matérias relativas às Administrações municipais.
A fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial, mediante controle externo, é função
do Poder Judiciário federal e estadual, na qualidade de órgão administrativo, paralelamente com os Tribunais de Contas da União e dos Estados.
exclusiva do Poder Executivo de cada esfera governamental com o auxílio do respectivo Tribunal de Contas, na qualidade de órgão de assessoramento.
do Poder Legislativo de cada esfera governamental com o auxílio do respectivo Tribunal de Contas, na qualidade de órgão técnico.
dos três Poderes da União, Estados e Municípios, com o auxílio dos respectivos Tribunais de Contas, na qualidade de órgãos jurisdicionais.
exclusiva do Poder Legislativo da União, Estados e Municípios com a atuação efetiva de seus Tribunais de Contas, na qualidade de órgãos jurisdicionais.