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Assinale a alternativa correta no que se refere ao instituto da convalidação administrativa, prevista no Art. 55, da Lei nº 9.784/1999:
Incide sobre atos administrativos portadores de vícios sanáveis de ilegalidade nos elementos forma e competência.
Incide sobre atos administrativos portadores de qualquer vício de validade jurídica.
Visa regularizar atos administrativos inexistentes no plano jurídico.
Tem aplicação somente nos atos administrativos discricionários portadores de vício de nulidade.
Tem aplicação nos atos administrativos portadores de vícios estabilizados por força da prescrição ou decadência.
No exercício da autotutela administrativa, estabelecida no Art. 53, da Lei nº 9.784/1999, a Administração Pública tem a prerrogativa de anular e revogar seus próprios atos. Nesse aspecto, assinale a alternativa correta:
A revogação administrativa constitui ato administrativo vinculado.
O Poder Judiciário também pode revogar atos administrativos.
A Administração deve anular qualquer ato administrativo no prazo decadencial de cinco anos.
A anulação administrativa constitui ato administrativo discricionário.
Os efeitos da anulação administrativa são ex tunc, ao passo que da revogação são ex nunc.
“Há casos em que, de acordo com a Lei Federal nº 9.784, de 29 de janeiro de 1999, a administração pública pode ________________ seus próprios atos por motivo de conveniência e oportunidade; por outro lado, não haverá faculdade, mas dever, de _______________ se constatar neles vício de legalidade. De outra feita, caso seja observado em ato administrativo um defeito sanável, poderá a administração pública, demonstrando a não ocorrência de lesão ao interesse público e nem de prejuízo a terceiros, ________________.”
Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA de preenchimento das lacunas, na ordem em que aparecem:
ab-rogar – acatá-los – entabulá-lo
anular – revogá-los – acatá-lo
convalidar – acatá-los – revogá-lo
repristinar – anulá-los – derrogá-lo
revogar – anulá-los – convalidá-lo
O exercício da convalidação pela Administração pública, nos termos do disposto na Lei no 9.784/1999, está condicionado à
natureza jurídica vinculada do ato, tendo em vista que os atos discricionários não podem ser convalidados, porque objeto de juízo personalíssimo do administrador.
irretroatividade de seus efeitos, de forma que o ato convalidado só pode produzir efeitos após a data do ato de convalidação.
demonstração da existência de vício de qualquer natureza, quando a prática da convalidação se torna de rigor.
mesma autoria, ou seja, o mesmo administrador na época da edição do ato viciado e depois, por ocasião da convalidação.
que os vícios sejam passíveis de serem sanáveis, como os relativos à forma, e que da convalidação não resulte lesão ao interesse público nem a direito de terceiros.
Assinale a opção correta com referência à disciplina dos atos administrativos.
No que se refere à exequibilidade, define-se ato administrativo pendente como o que não está apto a produzir efeitos jurídicos, por não ter completado seu ciclo de formação, tal como ocorre quando lhe falta a devida publicação, na hipótese de ser esta exigida por lei.
De acordo com a doutrina, embora o impedimento constitua hipótese de incapacidade do sujeito para a prática do ato administrativo, a atuação dele no processo administrativo configura vício passível de convalidação.
Segundo a doutrina, o ato administrativo consumado pode ser objeto de plena impugnação na via administrativa e judicial, apesar de já exauridos os seus efeitos.
No que diz respeito aos efeitos dos atos administrativos, a homologação configura ato constitutivo por meio do qual a administração cria, modifica ou extingue direito ou situação do administrado.
A autoexecutoriedade constitui atributo presente em todos os atos administrativos.
Dentre as regras gerais aplicáveis aos processos administrativos, está a
plena aplicabilidade do princípio dispositivo, uma vez que o processo administrativo não pode ser iniciado de ofício.
mitigação dos princípios da ampla defesa e do contraditório, que têm mais relevância no processo judicial.
irrecorribilidade das decisões, por força do princípio hierárquico da Administração.
possibilidade de reconhecimento de nulidades, mesmo que não suscitadas pela parte interessada.
inobservância do princípio da instrumentalidade das formas, uma vez que a forma é requisito essencial do ato administrativo.