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Após regular aprovação em concurso público, João foi contratado pelo município de Alagoinhas – BA para atuar como técnico administrativo, pelo regime da Consolidação das Leis do Trabalho. Sua Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) não recebeu, no entanto, os registros exigidos em lei. Nessa situação, o contrato de trabalho firmado é nulo de pleno direito, não produzindo efeitos jurídicos válidos, porquanto não foram formalizados os registros legais na CTPS de João.
Certo
Errado
Em relação ao ato administrativo,
I. sua revogação funda-se na ilegalidade do ato e pode ser total ou parcial.
II. a anulação funda-se em razões de oportunidade e conveniência e decorre do processo judicial.
III. sua revogação é ato da própria Administração.
IV. a anulação pode ser ato da própria Administração ou deriva de decisão judicial.
V. a revogação gera efeito ex nunc, enquanto que anulação produz efeito ex tunc.
Está correto APENAS o que se afirma em
I, II e III.
I, IV e V.
II, III e IV.
II, III e V.
III, IV e V.
A revogação ou a modificação do ato administrativo deve obedecer à mesma forma do ato originário, uma vez que o elemento formal é vinculado tanto para sua formação quanto para seu desfazimento ou alteração.
O controle interno da Administração é realizado por ela também quando revoga o ato administrativo por motivo de conveniência ou oportunidade. Nesse caso, o ato revogando deve ser
legítimo e eficaz ou ilegítimo e ineficaz; a revogação gera efeitos ex nunc, no primeiro caso, e ex tunc, no segundo.
legítimo, mas ineficaz; a revogação gera efeitos ex tunc.
ilegítimo e ineficaz; a revogação gera efeitos ex nunc.
ilegítimo, mas com a eficácia inerente a todo ato administrativo; a revogação gera efeitos ex tunc.
legítimo e eficaz; a revogação gera efeitos ex nunc.
O ato não pode ser anulado pela administração pública, porque gerou direito adquirido.
No que diz respeito à invalidação dos atos administrativos, a
anulação pode ser feita pela Administração Pública, sendo a revogação privativa do Poder Judiciário.
revogação e a anulação são da competência da Administração Pública, cabendo ao Poder Judiciário apenas a anulação.
anulação e a revogação podem ser realizadas pelo Poder Judiciário, sendo reservada à Administração Pública a competência para a rescisão.
anulação pode ser feita pela Administração Pública, sendo reservada ao Poder Judiciário a competência para a rescisão.
revogação, anulação e rescisão são da competência comum da Administração Pública e do Poder Judiciário.
A Administração Pública retira autorização de porte de arma porque fora deferida a um menor de idade, hipótese essa vedada pela lei para deferir a autorização. Nesse caso, pode-se afirmar que a retirada do ato administrativo ocorreu por
revogação.
cassação.
caducidade
invalidação.
renúncia.
Com relação aos atos administrativos, analise as afirmativas a seguir:
I. O ato administrativo praticado com algum tipo de vício deve ser imediatamente revogado pela Administração Pública ou pelo Poder Judiciário, sendo que no último caso existe a necessidade de provocação.
II. Os efeitos da revogação vão retroagir à data em que o ato foi praticado.
III. Como regra, uma autoridade tem competência para revogar e anular atos administrativos praticados por agentes públicos a ela subordinados.
A(s) afirmativa(s) verdadeira(s) é/são somente:
A administração pública tem a prerrogativa de anular ou revogar seus próprios atos, não havendo necessidade de submeter, em seguida, à chancela do Poder Judiciário a anulação ou revogação.
A nulidade do ato administrativo:
somente pode resultar de um ato jurisdicional;
não pode ser reconhecida pela autoridade no exercício da função administrativa;
decorre de um juízo sobre a conveniência do ato;
decorre da ilegitimidade ou ilegalidade do ato.
A extinção de um ato administrativo perfeito, por motivo de conveniência e oportunidade, denomina-se
Em relação ao ato administrativo, é correto afirmar:
a auto-executoriedade do ato administrativo manifesta- se em qualquer ocasião ou circunstância, a juízo do administrador.
os atos ditos de opinião, como pareceres e laudos, sempre vinculam a decisão da autoridade superior.
o elemento competência do ato administrativo pode ser objeto, em qualquer caso, de delegação ou avocação.
é de cinco anos o prazo decadencial para a Administração anular os atos administrativos cujos efeitos são favoráveis para os administrados.
a convalidação do ato administrativo só é possível quando se tratar de atos discricionários.
Por meio do controle administrativo, a administração pode apenas revogar os seus próprios atos.