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Administradores não podem anular, com base em critérios de conveniência e oportunidade, atos por eles praticados.
Quanto à possibilidade de revogação ou anulação de atos, é correto afirmar que a Autoridade Pública pode:
revogar seus próprios atos, mas não pode anulá-los, uma vez que a anulação é de competência exclusiva do Poder Judiciário.
revogar e anular seus próprios atos, desde que devidamente autorizada pelo Poder Judiciário.
a qualquer tempo, anular ou revogar seus próprios atos.
anular seus próprios atos, desde que devidamente autorizada pelo Poder Legislativo.
revogar seus próprios atos, desde que devidamente autorizada pelo chefe do Poder Executivo.
Estas situações que acarretam a extinção do ato administrativo mediante retirada, correspondem, respectivamente, à
convalidação e renúncia.
contraposição e revogação.
anulação e contraposição.
caducidade e cassação.
invalidação e cassação.
De acordo com o princípio da autotutela, André pode anular o referido ato de seu predecessor, sendo que esta anulação terá efeitos ex tunc.
Jonas solicitou alvará de funcionamento para um estabelecimento hoteleiro. Após três meses de funcionamento, o fiscal da prefeitura compareceu ao local e confirmou denúncia de que se tratava de "casa de tolerância" e não de hotel. Diante do fato, a Administração resolveu retirar o alvará, para tanto emitirá um ato de:
revogação.
invalidação.
cassação.
anulação.
retrocessão.
Enquanto os atos administrativos são passíveis de anulação e revogação, de acordo com a ordem jurídica, os fatos da administração gozam de presunção de legitimidade e se enquadram nos ditames da discricionariedade.
Considere a seguinte situação hipotética.
Humberto pretende ingressar com ação judicial, postulando a concessão de uma licença que lhe foi negada no âmbito administrativo.
Nessa situação, Humberto deverá ingressar com ação perante a justiça do trabalho, pois este seria o ramo da justiça competente para o julgamento da causa.
A administração pública pode revogar seus atos quando eivados de vício de legalidade mediante declaração que produzirá efeitos a partir da data de publicação no Diário Oficial.
Tem efeitos ex nunc a revogação de um ato administrativo normativo.
No que tange à anulação e à revogação dos atos administrativos, considere o que segue:
I. A incompetência relativa do agente ou a incapacidade relativa do contratante são causas de anulação.
II. O recurso ex officio interposto pela autoridade que houver praticado o ato pode resultar na revogação.
III. Os vícios resultantes de erro, dolo, simulação ou fraude são causas de revogação.
IV. O pedido de reconsideração feito pela parte pode resultar na revogação.
V. O recurso voluntário, interposto pela parte a quem tiver prejudicado o ato, e a avocação, são causas de anulação.
Está correto APENAS o que se afirma em
I, II e IV.
I, II e V.
I, III e V.
II, III e IV.
III, IV e V.
No caso, cabe revogação pela administração pública.
Tanto a revogação quanto a anulação de ato administrativo por vício de legalidade produzem efeitos similares e retroagem à data da prática do ato invalidado.
O ato não pode ser anulado pela administração pública, porque decorreu o prazo de um ano.
Tratando-se de extinção de ato administrativo, assinale a afirmativa verdadeira:
a anulação far-se-á exclusivamente pelo Poder Judiciário.
a revogação decorre de vício do ato.
o prazo decadencial para a anulação de atos dos quais decorram efeitos favoráveis para os destinatários é de 3 (três) anos.
a revogação depende de provocação do interessado.
os efeitos da anulação são ex tunc.
Em relação ao ato administrativo,
I. sua revogação funda-se na ilegalidade do ato e pode ser total ou parcial.
II. a anulação funda-se em razões de oportunidade e conveniência e decorre do processo judicial.
III. sua revogação é ato da própria Administração.
IV. a anulação pode ser ato da própria Administração ou deriva de decisão judicial.
V. a revogação gera efeito ex nunc, enquanto que anulação produz efeito ex tunc.
Está correto APENAS o que se afirma em
I, II e III.
I, IV e V.
II, III e IV.
II, III e V.
III, IV e V.
Após regular aprovação em concurso público, João foi contratado pelo município de Alagoinhas – BA para atuar como técnico administrativo, pelo regime da Consolidação das Leis do Trabalho. Sua Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) não recebeu, no entanto, os registros exigidos em lei. Nessa situação, o contrato de trabalho firmado é nulo de pleno direito, não produzindo efeitos jurídicos válidos, porquanto não foram formalizados os registros legais na CTPS de João.
Certo
Errado
Tendo em vista a extinção por retirada do ato administrativo, considere as hipóteses:
I. O estabelecimento tinha licença para funcionamento de um hotel, entretanto, converteuse em danceteria com casa de tolerância.
II. O parque de diversões funcionava em determinado local, porém, em face de uma lei de zoneamento editada posteriormente, tornou-se incompatível para aquele tipo de uso.
III. Os efeitos da exoneração de um servidor público em relação aos efeitos da nomeação dessa pessoa para o cargo efetivo.
I, II e III serão objeto das espécies conhecidas como
invalidação, cassação e caducidade.
cassação, caducidade e contraposição.
revogação, caducidade e cassação.
contraposição, invalidação e revogação.
caducidade, revogação e contraposição.
A extinção do ato administrativo em virtude do autocontrole dos atos praticados pelo Poder Executivo se dá por
legalidade, gerando efeitos retroativos
decisão judicial, sem gerar qualquer efeito
conveniência e oportunidade, gerando efeitos retroativos
legalidade, gerando efeitos declaratórios imediatos
Se o ato administrativo contiver o vício de ilegalidade ou de ilegitimidade ensejará a
reversão
revogação
anulação
rescisão
A revogação ou a modificação do ato administrativo deve obedecer à mesma forma do ato originário, uma vez que o elemento formal é vinculado tanto para sua formação quanto para seu desfazimento ou alteração.