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Municípios de uma determinada região, reunidos em consórcio, aprovaram uma resolução unindo todos em torno do bem comum regional. Para combater o desemprego passaram a dar preferência, na aquisição de bens e serviços, às empresas sediadas na própria região e às pessoas físicas ali domiciliadas. Neste caso, os Municípios
contrariaram a ordem jurídica, visto que só a lei federal poderia autorizar essa preferência a empresas ou pessoas, em benefício do desenvolvimento regional.
agiram com criatividade ao reter os empregos gerados na região para as pessoas ali domiciliadas, atendendo ao bem estar da comunidade.
violaram o princípio da eficiência, visto que obteriam melhores bens e serviços, a preço menor, na diversidade nacional.
acertaram, reduzindo seus custos e fazendo com que a renda gerada na região ali permaneça, incrementando o desenvolvimento social.
ofenderam o princípio da isonomia, que impede distinções entre brasileiros e preferências regionais em prejuízo das demais regiões.
Um dos princípios que rege o serviço público é o da continuidade.
O devido processo legal material ou substancial requer do administrador público e do legislador, além do cumprimento dos ditames constitucionais, a observância criteriosa, na sua atuação, da proporcionalidade e da razoabilidade, assim qualificadas na jurisprudência do excelso pretório.
No processo de controle, verifica-se a situação ou conduta do agente e proclama-se o resultado para efeitos futuros, não prescindindo, para este mister, da observância da garantia constitucional da ampla defesa.
Considere a seguinte situação hipotética.
Certa empresa era concessionária de serviço público de telefonia. Por motivos técnicos, divulgou, pela imprensa oficial e em veículos de imprensa de grande alcance, que determinadas centrais telefônicas ficariam inoperantes durante algumas horas em dia próximo, a fim de que, nelas, se fizessem serviços de manutenção preventiva.
Nessa situação, a despeito das cautelas adotadas pela empresa, é juridicamente correto afirmar que houve ofensa ao princípio da continuidade dos serviços públicos, o que, por sua vez, poderia justificar a aplicação de penalidade à empresa por parte do poder concedente.
A vedação da aplicação retroativa da nova interpretação da norma administrativa ampara-se no princípio da
A Administração Pública pode anular, a qualquer tempo, os seus próprios atos, quando eivados de vício de legalidade, dos quais decorram efeitos favoráveis aos seus destinatários.
Correta a assertiva, porque esse direito de anular seus atos não incorre em decadência ou prescrição.
Incorreta a assertiva, porque a Administração decai desse direito de anular seus atos em 2 anos.
Incorreta a assertiva, porque a Administração decai desse direito em 5 anos.
Incorreta a assertiva, porque a Administração decai desse direito em 7 anos.
Incorreta a assertiva, porque a Administração decai desse direito em 10 anos.
A Administração Pública deve anular os seus próprios atos, quando eivados de vícios de legalidade, e pode revogá-los por motivo de conveniência ou oportunidade, respeitados os direitos adquiridos.
Incorreta a assertiva, porque tais atos só podem ser anulados mediante decisão judicial.
Incorreta a assertiva, porque a anulação e a revogação não precisam respeitar direitos adquiridos.
Incorreta a assertiva, porque a anulação depende dos motivos de conveniência e oportunidade.
Incorreta a assertiva, porque o vício de legalidade é que justifica a revogação do ato.
O regime jurídico-administrativo abrange diversos princípios. Entre os princípios abaixo, assinale aquele que se vincula à limitação da discricionariedade administrativa.
A prevalência do interesse público sobre o privado, característica essencial do regime jurídico-administrativo, está presente nas hipóteses abaixo, exceto:
manutenção da equação financeira no contrato administrativo
ato de poder de polícia administrativa restritivo de direito
encampação de serviço público concedido a particular